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Tudo o que você precisa saber sobre plataformas de e-commerce está aqui

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Plataformas de e-commerce, tudo o que você precisa saber está aqui!
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Plataformas de e-commerce, o guia definitivo!

Plataformas de e-commerce. Parece história de sucesso dos filmes, mas, na verdade, é comum ver negócios online que começam as vendas informalmente. Com o tempo, aumentam tanto suas transações que seus gestores precisam tomar uma importante decisão. Investir ou não em plataformas de e-commerce para profissionalizar o ambiente de compra?!

Abrir uma loja virtual exige conhecimento, mas, principalmente, planejamento. Ao escolher uma plataforma, por exemplo, é preciso considerar qual cenário de sucesso está sendo planejado. Para o médio e longo prazo e quanto o investimento em tal solução impactará nos resultados do negócio.

Mas, uma coisa é certa: é preciso dar mais estrutura tecnológica ao negócio para que seja possível responder a novas demandas. Desta forma, crescer exponencialmente, automatizar alguns processos e passar credibilidade para o consumidor ao mesmo tempo.

Promover essas melhorias no seu negócio está em seus planos? Pois todas elas deveriam ser prioridades.

Para ajudar nesse planejamento, reunimos neste conteúdo todas as informações que devem ser consideradas em suas escolhas. Além de conceitos básicos que podem ser determinantes para a análise das opções e a negociação final. Acompanhe!

Leia também: O que fazem as empresas de desenvolvimento de lojas virtuais?

O que é uma plataforma de e-commerce?

Antes de mais nada, vamos ao conceito básico. Uma plataforma de e-commerce é o sistema utilizado para a criação e gestão de uma loja online. Com ela, será possível cadastrar produtos, fazer a gestão do estoque de forma sistematizada, criar políticas de preços, promoções e desenvolver toda a jornada do cliente.

Ou seja, ela permite que o negócio online se estruture nos níveis comercial, logístico e financeiro. Ao mesmo tempo, oferece interface amigável e funcional para que o cliente usufrua de todos elementos no momento da compra.

Na visão do cliente, as características de um site e-commerce que mais atraem sua atenção são a forma como os produtos estão dispostos, a segurança que o ambiente oferece para suas compras, a facilidade de conduzir o pagamento e receber seu produto de acordo com o prazo estipulado.

Mas, por trás disso é necessário ter uma gestão inteligente. Se antes ela podia ser administrada de maneira simples, quase manual, na medida em que o volume de negociações aumenta. Atualmente, uma plataforma de e-commerce torna-se indispensável para garantir que todas essas oportunidades sejam convertidas em vendas de sucesso.

Como funciona?

Sendo uma plataforma de e-commerce B2B ou B2C, a orientação é a mesma: entender que trata-se de uma ferramenta a ser utilizada pelo empreendedor, e não o seu negócio em si.

Clareando esse fato, é possível partir para a constatação de que existem diferentes tipos de e-commerce e eles podem funcionar de maneira diferente. Porém, a inserção dos dados do negócio e a forma como os itens serão apresentados para os clientes é similar.

Para seu funcionamento, algumas etapas precisam ser realizadas eficientemente, como:

  • cadastramento dos produtos em estoque;
  • definição das formas de pagamento aceitas;
  • criação das normas e regras para o frete dos produtos;
  • customizações do layout que será apresentado para os clientes;
  • desenvolvimento de estratégias comerciais, como cupom de vendas, descontos, precificação;
  • consolidação de integrações com os demais sistemas necessários, como emissores de nota fiscal;
  • criação de métodos de controle e relatórios de performance; e
  • outras configurações conforme as características do negócio.

Para escolher uma plataforma de e-commerce ideal para o seu negócio, é preciso considerar, principalmente, a forma como ele será conduzido. É uma ferramenta indiscutivelmente necessária para os empreendedores que querem expandir seus negócios, mas, sem uma configuração adequada, pode se tornar uma verdadeira fonte de prejuízos e insatisfações por parte dos clientes.

Então, quais são os modelos de plataformas de e-commerce disponíveis no mercado? Como avaliar se seus aspectos técnicos atendem as necessidades do negócio?

Leia também:Guia completo: como empregar a psicologia das cores no design da loja virtual?

Quais os principais tipos de plataforma de e-commerce?

Para qualificar melhor a pesquisa e a escolha, é interessante entender quais são os principais tipos de soluções disponíveis no mercado. E o que cada uma tem como características principais.

Low-end

As plataformas de e-commerce da categoria low-end são extremamente simples de serem implementadas, o que constitui sua primeira grande vantagem.

Além disso, usualmente possuem um baixo custo de entrada. Desta forma, favorecendo os empreendedores que estão começando e querem uma solução que não tenha um grande impacto nas finanças do negócio.

A hospedagem do e-commerce e o suporte são todos por conta do contratado. Garantindo também ao empreendedor um pouco de conhecimento do mercado a partir do apoio especializado que pode, entre outras coisas, educá-lo ao longo da operação das vendas, por exemplo.

Plataformas de low-end, no entanto, não são básicas demais, pelo contrário. São robustas, oferecem estabilidade e constantes atualizações de suas ferramentas. Ou seja, estarão sempre oferecendo novas ferramentas e soluções para a loja virtual.

São consideradas seguras, o que é um ponto bem sensível para a maioria dos clientes, e além disso, as melhores plataformas dessa categoria também oferecem boas possibilidades de customização do ambiente de compras, o que permite a criação de uma melhor experiência ao usuário final.

High-end

Em um segundo nível de robustez, as plataformas de e-commerce high-end não possuem limites. Seja para o cadastramento de produtos ou acessos. No entanto, são desenvolvidas especificamente para o contratante, o que pode aumentar consideravelmente seu custo.

Obviamente, permite maior volume de personalização. Tanto do layout de apresentação para o cliente final, como também das estruturas e processos sob o comando do gestor do negócio online.

A estrutura personalizada exige não só maior investimento no desenvolvimento. Como também em sua manutenção e atualização, contando assim com uma equipe de TI especializada e dedicada ao canal.

Open Source

O Open Source reúne algumas características do low-end e high-end. Pois, o código aberto normalmente é gratuito, o que torna a solução um pouco mais barata.

No entanto, a partir daí é preciso contratar um especialista para instalá-lo, assim como determinar quais os plug-ins serão utilizados. Afinal de contas, o volume ofertado costuma ser grande.

Como é um código aberto, a personalização também pode ser grande. Mas alguns pontos merecem atenção. A hospedagem fica por conta do cliente, e assim, o risco da instabilidade pode tornar-se uma realidade do negócio. Além disso, o suporte e manutenção não são tão valiosos como nas opções anteriores.

Empresas que escolhem o Open Source também devem estar atentas à escalabilidade do negócio e a segurança da ferramenta. Por isso, mais uma vez vale a lembrança da importância do planejamento. Fazer uma projeção de vendas garante que o empresário possa avaliar uma solução e identificar por quanto tempo ela atenderia seu volume e se teria a capacidade de acompanhar seu crescimento.

SaaS

O modelo Software as a Service (SaaS) vem sendo bastante adotado no mercado de e-commerce. Não por acaso, é facilmente identificado por especialistas e até alguns clientes mais atentos.

Acontece que eles são um modelo único disponibilizado para todos os clientes, cabendo poucas possibilidades de personalização. Assim, o negócio precisa adaptar seus processos ao que é proposto pela solução.

Pagando uma mensalidade pelo serviço, o empresário tem como vantagem uma plataforma praticamente livre de falhas. Afinal de contas, seu código é sempre melhorado pela equipe da SaaS. Por sua simplicidade, também é uma solução de rápida implementação, contando ainda com um suporte de qualidade.

A princípio elas podem parecer similares. Mas, na rotina do negócio e para a aplicação de processos e estratégias específicas, elas se comportam de maneira diferente. Por isso, é preciso fazer todas as considerações sobre o mapeamento das necessidades e projeções da loja virtual.

Depois disso, conhecer aquelas que se destacam por eficiência é o passo seguinte.

 



Quais as melhores plataformas de e-commerce no mercado?

Entendendo quais são os principais modelos, é possível passear pelas plataformas mais conhecidas como a Mercadoshops e Tray, e depois, identificar suas características e a compatibilidade com o negócio virtual do empreendedor.

Mercadoshops

Essa plataforma merece destaque por ser bem intuitiva, ideal para quem está começando no mundo do e-commerce. Vale lembrar que, mesmo contratando programadores e designers, o empreendedor deve conhecer suas funcionalidades para que possa compreender quais as possibilidades para suas ações comerciais.

Sendo assim, quem optar por essa plataforma terá à disposição de seu negócio:

  • ferramentas intuitivas para criação, venda e gestão da loja virtual;
  • diversos recursos de personalização;
  • amplo portfólio de integrações;
  • configuração de e-mail para comunicação automática;
  • configuração de promoções;
  • três pacotes de serviços, sendo o mais básico chamado Essencial, com limite de 100 anúncios por mês, e o Professional Plus com o serviço ilimitado;

Ou seja, ao contratar um de seus pacotes, o custo do e-commerce com a plataforma é único e fixo. Diferentemente daquelas que cobram uma porcentagem de cada venda.

Tray

No caso da plataforma Tray, o lojista tem um sistema simples e veloz, que oferece segurança para suas transações e praticidade para quem o gerencia e personaliza.

São mais de 300 recursos e soluções de controles complexas que permitem uma gestão profissional do e-commerce. Seja ele corporativo ou de varejo, tais como:

  • alto grau de personalização do layout;
  • controle da operação com gateway logístico para a gestão e possibilidade de cadastramento de tabelas múltiplas de preços;
  • opções de entrega agendada para o cliente;
  • possibilidade de envio de e-mail marketing;
  • múltiplas formas de pagamento em uma mesma tela;
  • mais de 100 tipos de promoções pré-configuradas;
  • possibilidade de integração com vários sistemas.

A ferramenta permite fazer pesquisas de satisfação, gerando estatísticas para o negócio, como o abandono de carrinho.

Essa, aliás, é uma métrica importante para o negócio. Segundo a pesquisa E-commerce radar 2017 produzida pela Atlas, 82,3% dos carrinhos são abandonados nas lojas virtuais no Brasil.

Ou seja, são muitos clientes que estavam em via de finalizar a compra e desistiram por algum motivo. Ter relatórios que apontam seu processo até esse momento e questionar o motivo da desistência, por exemplo, são ferramentas essenciais para melhorar os serviços e converter mais vendas.

Fbits

Mais de 700 lojas virtuais utilizam a plataforma da Fbits, parte do grupo LocaWeb. Entre suas vantagens, está seu grau de personalização, integrabilidade e escalabilidade de vendas. Ou seja, pode ser considerada uma solução definitiva para qualquer modelo de negócio.

Assim como a solução anterior, também trabalha com o conceito de Marketplace, ou seja, garante que a loja possa vender seus produtos como se fosse em um shopping virtual onde os compradores podem passear pelas vitrines dos chamados sellers.

Para ficar mais evidente a importância dessa solução, também na pesquisa E-commerce radar 2017 foi constatado que 31,5% das vendas das lojas online são realizadas por meio deles.

É uma plataforma que oferece suporte especializado desde a concepção do projeto até o lançamento efetivo para o mundo virtual. Assim, é possível contar com especialistas em todas as etapas do processo para solicitar ajuda com gateways de pagamento, frete ou qualquer outro tipo de integração, por exemplo.

A Fbits trabalha com dois planos de serviços, o business para negócios menores e o Enterprise, para operações mais robustas. Entre seus serviços, que vão variar conforme o contrato firmado, estão:

  • modelo de negócios adaptado ao tipo de consumidor (B2B, B2C e a mistura dos dois);
  • Marketplace;
  • logística inteligente, com possibilidade de integrar loja física e virtual e gerenciar múltiplos centros de distribuição;
  • gestão de personalização com grande liberdade para alterações no layout;
  • integrações e muito mais.

Vtex

A Vtex tem um nome de peso no mercado de e-commerce e de soluções de omnichannel. Além de ser uma das primeiras a disponibilizar a solução SaaS.

Atendem lojas virtuais de pequeno, médio e grande porte em diversos segmentos. Seu layout é 100% personalizável, e outras funcionalidades importantes completam a solução, tais como:

  • versões mobile e omnichannel, que garantem mais possibilidades para o canal de vendas;
  • certificação PCI, que permite, com o consentimento do cliente, o armazenamento seguro dos dados do cartão de crédito do para facilitar recompras;
  • processo de compra todo em uma única página;
  • Marketplace; e
  • boa relação de custo-benefício.

A lista de benefícios que cada uma oferece é ainda maior, assim como as ferramentas disponíveis no mercado. Assim, até então, o processo da escolha da plataforma de e-commerce ideal para o negócio abordou o mapeamento das necessidades atuais e futuras, os tipos mais comuns de soluções e quais são as mais conhecidas.

Diante das possibilidades (prós e contras), para avançar na decisão é preciso definir quais os critérios para a escolha.

Como escolher a melhor plataforma de e-commerce?

O crescimento do e-commerce é notório, e, na medida em que os consumidores demandam novas ferramentas e soluções para a compra online, os desenvolvedores de plataformas promovem melhorias em seus sistemas para atendê-las.

Ou seja, existem várias soluções no mercado, e ainda assim, elas estão em constante melhoria. Para fazer uma escolha acertada, o ideal é dar um passo para trás e enxergar todo seu processo de vendas atual, as demandas de seus clientes, e depois, seus planejamentos para o futuro.

Esse exercício ajudará a entender quais delas atualmente suprem a necessidade do seu negócio. E, também se dispõe dos requisitos importantes para seus projetos no futuro. Trocar a todo momento de plataforma pode gerar prejuízos, e claro, preocupações com a migração dos dados.

Considere também outros pontos como:

Custo x benefício

Esse é um dos principais pontos, afinal de contas, o custo da plataforma pode impactar diretamente na estratégia de vendas, limitando a possibilidade de realizar descontos e promoções de frete grátis, por exemplo.

É preciso avaliar também a forma como ela é remunerada. Algumas cobram uma taxa mensal de acordo com o volume, outras por visualização ou percentual da venda.

Além desse custo, que pode ser considerado direto, existem outros, como a necessidade de contratar equipes dedicadas ou desenvolvedores para mais recursos.

Em resumo, algumas plataformas podem ser mais caras, mas apresentam maiores possibilidades e qualidade nas transações que podem aumentar o volume de vendas, o que acabaria compensando o investimento.

Outras, mais baratas ou até mesmo gratuitas podem criar barreiras e limitações para a experiência de compra do cliente. Muitas vezes, diminuindo o interesse de compra.

Cases de sucesso da plataforma

Não se trata apenas de fama, mas de garantia de sucesso. Verificar quais lojas utilizam a plataforma é fundamental. Pois, mostra sua flexibilidade para receber personalizações e sua capacidade de atender diferentes níveis de clientes. Até mesmo eventuais reclamações em sites como o Reclama Aqui podem ser consideradas nessa fase.

É importante frisar que o relacionamento com uma plataforma de e-commerce tende a ser duradouro e a forma como ela dá suporte, acompanha as necessidades de seus clientes é um diferencial que deve ser levado em conta.

Modelo

As plataformas usam alguns modelos e layouts físicos que devem ser analisados considerando sua aplicabilidade para o negócio. Algumas oferecem diversos recursos, e a forma como eles são inseridos no projeto do cliente também é um ponto de destaque.

Em alguns casos, mesmo não dominando a parte técnica do e-commerce, algumas ações serão gerenciadas por seus proprietários. Ou seja, os modelos precisam ser intuitivos e oferecerem uma experiência simples e agradável ao usuário.

Suporte

Se consideramos que clientes sem conhecimentos técnicos específicos gerenciarão parte de suas funcionalidades. É primordial ter um suporte técnico pronto e disposto a oferecer acompanhamento de todas as etapas do processo.

Isso inclui a fase de implementação, ativação e acompanhamento durante a operação, ações de vendas especiais e muito mais. Algumas plataformas oferecem cursos de aprendizados, mentoria e um verdadeiro suporte ao sucesso do cliente.

Design responsivo

Clientes não usam apenas o desktop para efetuarem suas compras, mas também tablets, e mais expressivamente, seus smartphones. As plataformas de e-commerce devem ser responsivas e se adaptarem as diferentes telas.

Nesse ponto, inclusive, a constante modernização da plataforma é um aspecto a ser observado.

Customização

Existem diversos pontos de customização do e-commerce, de seu layout para o cliente final, até seu processo de compra, cadastro dos clientes e comunicação, já que algumas delas também oferecem ferramentas de gestão do relacionamento, por exemplo.

A customização é o que permite à empresa se diferenciar de suas concorrentes. E, claro, oferecer uma experiência de valor e fidelizadora.

Do ponto de vista da estratégia de vendas, as funcionalidades de customização para a apresentação dos produtos também é outro fator de grande importância. É por meio delas que itens em promoção podem ser colocados em destaque, e sugestões de vendas do tipo cross selling e upselling podem ser realizadas.

A Seri.e Design acredita que o layout é responsável por transmitir personalidade e credibilidade de um negócio. Independentemente de seu nicho.

Um e-commerce de jóias, por exemplo, precisa transmitir sofisticação. Mas também, que seu ambiente transacional é seguro para gerenciar a compra. Da mesma forma, uma loja virtual de roupas esportivas deve transparecer jovialidade e, também, segurança para os pagamentos online, não é mesmo?

Por isso, o potencial de customização da plataforma deve permitir a organização do layout de forma mais coerente para o cliente final, do seu processo da venda e demais elementos que podem ser usados nas estratégias de marketing, como suas cores e soluções que personalizam a experiência, como chamar o cliente por seu nome, por exemplo.

Leia também: Passo-a-passo de como abrir uma loja virtual hoje mesmo!

Como a plataforma de e-commerce pode impactar nas vendas?

É preciso ficar claro que a plataforma de e-commerce é uma ferramenta, como já foi mencionado, mas sem ela, o volume de vendas estará limitado ao esforço do empreendedor com suas ferramentas básicas ou até mesmo inadequadas.

Ou seja, elas são essenciais para a evolução do negócio, seja no lançamento, seja em suas constantes expansões. São elas que tornam realidade as experiências e serviços que um e-commerce deseja oferecer aos seus clientes, e por consequência, fidelizá-los.

Segundo a 37º edição da pesquisa Webshoppers promovida pela Elo, o faturamento do setor de e-commerce em 2017 foi de R$47,7 bilhões. É, sem dúvidas, um número expressivo. Considerando, todavia, a porcentagem de abandono dos carrinhos em 82,3% que analisamos nesse conteúdo, fica claro que ainda existe uma margem substancial de crescimento da eficiência.

Conclusão

Fazendo um compilado das informações. Ao escolher e personalizar plataformas de e-commerce, tenha em mente que elas são feitas para otimizar as vendas e reduzir eventuais falhas no processo que precisa ser automatizado. No entanto, antes de tudo, precisa oferecer uma experiência de compra para o cliente memorável.

Isso significa dizer que as estratégias de marketing no ambiente de compra devem ser agradáveis. Além de conduzir o cliente no processo final de convencimento. Os produtos devem estar bem demonstrados. A jornada de compra deve ser simples. E as opções de pagamento e frete alinhadas com as expectativas e necessidades do público.

Dessa maneira, não basta apenas escolher uma plataforma de e-commerce que tenha excelentes mecanismos de controle e administração, mas também considerar aquela que pode ser customizada para as necessidades do cliente final com o padrão de qualidade da Seri.e Design.

Aliás, uma das premissas da agência é o conhecimento. Além de colocar uma equipe de especialistas à serviço de seus clientes, também compartilha seu know-how nos canais da empresa.

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