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5 tendências do e-commerce para 2021

Apandemia mudou definitivamente a maneira como as pessoas fazem compras. De acordo com uma pesquisa recente da Comscore, o tempo gasto no varejo é maior em aparelhos móveis, que contam hoje com mais de 72 milhões de usuários ativos no Brasil.

Apesar disso, ainda existem 17 milhões de pessoas que utilizam apenas o computador no seu dia a dia, sendo necessário que as empresas adaptem suas lojas de ecommerce para funcionarem perfeitamente em ambas plataformas. E essa não foi a única mudança que vimos.

As práticas de ecommerce mudaram ao longo dos meses de 2020. Agora, mais do que nunca, o foco dos negócio é a experiência do usuário. Confira 5 tendências para observar em 2021.

1 – Omnichannel é rei

Seja em vendas, logística, cadeia de suprimentos ou comunicação, omnichannel é uma das palavras do momento e o futuro de todos os negócios em desenvolvimento. Omnichannel é uma estratégia de conteúdo de canal cruzado que as organizações usam para melhorar a experiência do usuário e conduzir melhores relacionamentos com seu público.
O segredo para uma estratégia omnichannel vencedora é entender o que seus clientes precisam antes mesmo que eles saibam que precisam, oferecendo ao seu cliente todo o suporte por meio de diferentes canais de vendas. Depois de ter uma experiência completa para seus clientes em diferentes canais e dispositivos que pareça natural e consistente, você aumentará suas vendas exponencialmente e tornará os clientes leais à sua marca.

2 – Voice Shopping

“Ok Google”, “Hey Siri” e “Hi Alexa” se tornarão as frases mais faladas depois que o Voice Shopping se tornar uma realidade em todo o mundo. As pessoas estão começando a gostar da ideia de ter um assistente com dispositivo de voz em suas casas, como Assistente Google e Alexa. A compra por meio desses dispositivos de voz chegará a US $ 40 bilhões em 2022.
Isso acontecerá porque a Amazon e o Google estão visando mercados ao redor do mundo, incluindo diferentes idiomas. Essas empresas apostam no conforto e comodidade para seus clientes e muitas outras seguirão criando aplicativos que usarão comandos de voz para executar suas ações. À medida em que a popularidade dos dispositivos assistidos por voz aumenta, há uma preocupação crescente com a privacidade do usuário. Essa conversa provavelmente continuará no próximo ano.

3 – Produtos verdes e sustentabilidade assumirão o controle

A nova geração é formada por compradores conscientes. Seu comportamento de compra é focado em valores como responsabilidade social e ambiental. Em 2021, se as marcas não se adaptarem à uma política pró-sustentabilidade, ecológica e livre de crueldade, elas correm o risco de serem substituídas por empresas que, embora potencialmente mais caras, defendem essas práticas. Os jovens consumidores preferem marcas que compartilhem seus valores e moral, empresas que tenham um propósito definido.

4 – AI e AR

Espera-se que a inteligência artificial (IA) e a realidade aumentada (AR) sejam um dos maiores investimentos dos vendedores em 2021. As empresas gastarão dinheiro e esforços para garantir que o ecommerce ofereça a melhor experiência aos clientes. Os benefícios da IA no próximo ano virão principalmente da otimização do processo e da maximização da receita.
Embora a IA ofereça experiências personalizadas para pessoas diferentes — rastreando o histórico do cliente e o comportamento de navegação e oferecendo exatamente o que ele está procurando ou a combinação perfeita para o que acabou de comprar —, a AR se concentrará em satisfazer a necessidade do cliente de inspecionar fisicamente o produto. Ela mostrará todas as características do seu produto e como ficaria bem com eles, mas no conforto de suas casas.

5 – Comércio visual

Uma imagem vale mais que mil palavras, dizem. E isso nunca poderia ser mais preciso quando se trata de comércio eletrônico. As lojas mais relevantes do mundo não usam imagens apenas na página de produtos. Elas também usam em todo o site para atrair a atenção dos consumidores e convertê-los em clientes na hora.
Toneladas de imagens de alta qualidade podem comprometer a velocidade de carregamento da página — e diminuir a experiência do cliente. Portanto, as empresas precisam ficar de olho nisso. Para 2021, os e-commerces terão de investir em formatos modernos para venderem. Isso inclui utilizar imagens e vídeos 360° dos produtos, ferramentas de busca visual e se manter atualizado com as novidades em imagem.
Gostou? Fale com nossos especialistas e saiba como ter um e-commerce de sucesso.
fonte:ecommercebrasil

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estrategias de marketing fora da caixa entre amigos tray

O novo episódio do podcast Entre Amigos, produzido pelo E-Commerce Brasil em parceria com a Tray & SERI.E DESIGN, traz ao ouvinte dicas de estratégias de marketing pensados fora da caixa e que podem ser usados em seu e-commerce. OUÇA AQUI!

Neste episódio, falamos sobre como é vender online e que isto não é mais uma opção e sim uma obrigação para os empreendedores que desejam alavancar as vendas. Mas para criar e manter um e-commerce é preciso ter boas estratégias de diferenciação, aquisição de tráfego e conversão. Por isso, trazemos ações realizadas na prática pela Approve – um grande case de sucesso do e-commerce brasileiro – que mostram como sair do convencional na hora de fazer marketing digital para sua loja virtual.

Participam do bate-papo o gerente de Branding e Comunicação da Tray, Pedro Henrique Sobral, o COO da Aprove, Pedro Lopes e o head de Comercial e Parcerias da SERI.E DESIGN, Rodrigo Augusto.

Entre Amigos é uma opção de conteúdo para o mercado de varejo online, elaborado pela equipe do E-Commerce Brasil após o sucesso do E-CommerceCast, primeiro podcast da empresa focado em notícias sobre comércio eletrônico.

O objetivo deste podcast é possibilitar um bate-papo entre empresas mantenedoras do projeto e seus clientes. São discussões de alto nível, projeções de mercado, cases de sucesso e tudo o que você precisa saber sobre comércio eletrônico. Neste podcast, o ouvinte está entre amigos!

Não dá para perder, né? Ouça o Entre Amigos por aqui ou pelo Spotify!

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A dura verdade do e-commerce que o empreendedor precisa saber!

E-commerce é a primeira opção de investimentos para a maioria dos empreendedores para alavancar vendas no seu negócio. Imagine só: ter sua própria loja online em um local com possibilidade de acesso para mais de 210 milhões de Brasileiros, cujas vendas crescem a um ritmo meteórico há muitos anos, e ainda mais agora devido ao isolamento e restrições de acesso ocasionado pela pandemia do COVID19, enquanto todos os outros mercados estão em crise.

É verdade que o e-commerce já não é mais o futuro do Varejo, hoje é o presente e a realidade para quase todos os setores, mas a desinformação dos varejistas e empreendedores sobre o que é realmente necessário para se ter um e-commerce é impressionante. A maioria tem a ilusão de que com um endereço eletrônico criado, um layout pronto sem nenhum cuidado com a identidade visual da marca/empresa, com produtos cadastrados sem um bom texto e uma boa foto, um Instagram institucional sem gerenciamento e finalmente compartilhando sua nova loja no Facebook e no WhatsApp para meia dúzia de amigos e familiares, as vendas vão ser um estouro. Doce ilusão!

A verdade é que abrir uma loja online é como abrir uma pequena tenda no meio do deserto. Ninguém vai entrar na sua loja online no inicio porque ninguém sabe como chegar até ela. Seus amigos e familiares não são suficientes para trazer um tráfego relevante para sua página e se você insistir nessa ideia, vai rapidamente entrar para estatística de empresas que fecham em poucos meses.

Mas então é possível ganhar dinheiro com uma loja online?

SIM! É possível! Mas a primeira coisa que você precisa entender é que para criar uma loja online, não tem receita nem uma fórmula mágica, mas sim conhecimento qualificado e experiência. Não tente fazer sozinho, procure uma agência e/ou um profissional especializado para lhe orientar, você até pode conhecer um pouco de uma coisa ou outra mas não serão suficientes, você terá outros desafios na operação da loja online e no dia a dia que vão exigir dedicação e tempo. Deixe para um profissional qualificado cuidar da implantação da sua loja.

Busque conhecer o portifólio do profissional e/ou agência, solicite referências de clientes atendidos e jamais escolhe por ser a mais barata, não necessariamente o que é mais caro é melhor, porem manter uma equipe bem qualificada tem um custo e o mesmo será repassado no orçamento. Portanto saiba que é necessário uma reserva para investimento, assim como para todo novo negocio, o segredo é escolher bem para que o investimento não vire custo, sem ter um retorno.

LAYOUT DO E-COMMERCE

Muitos ficam apenas preocupados com TRÁFEGO X CONVERSÃO X TICKET MÉDIO = FATURAMENTO, mas não é tão simples assim, pois não adianta ter trafego se sua loja não tiver um layout atraente, que explore a identidade visual da marca, despertando o desejo de consumo apenas pelo olhar e um bom designer vai ser o responsável por esse “sex appeal” utilizando conceitos de UX, mantendo a navegação fluida e intuitiva até a pagina de fechamento de compra (checkout).

Usar temas ou layouts prontos pode ser tentador pelo baixo custo, porem vamos concordar que se esse fosse o caminho do sucesso os grandes players do mercado teriam todos o mesmo layout, não é mesmo?

Os cases do mercado investem muito em design e UX, tecnologia evolui muito rápido, todos os dias temos novidades e minha outra dica é também ter um plano mensal (sustentação/ongoing) após o go live com uma agência, para manter seu ambiente atualizado e sempre proporcionando aos consumidores/clientes o que tem de mais moderno se tratando de vendas online.

SEO PARA E-COMMERCE

Não podemos esquecer que a loja online precisa ser otimizado para os mecanismos de busca, afinal o Google ainda não é capaz de rankear uma página a partir da sua qualidade visual e para ajudar o Google é preciso se atentar as heading tags, e posso garantir que menos de 10% dos profissionais do mercado aplicam isso nos projetos de e-commerce e por isso reforço não escolher uma agência por ser a mais barata, pois ter um conhecimento e um profissional de SEO tem um custo e é melhor investir no inicio do que ficar batendo cabeça depois com a falta de vendas em sua loja.


As heading tags podem ser caracterizadas como uma espécie de estrutura que possibilitam a organização de uma página. A partir disto é possível determinar quais são os itens considerados importantes em uma página, criando uma estrutura que possa evidenciá-las e promover a melhora de navegação dos usuários em uma página, além de ampliar a sua capacidade nos motores de busca, como o Google.

De forma simples, as heading tags são recursos utilizados em um código de HTML que possibilite o destaque de títulos e subtítulos de uma página a partir de tags. Essas tags podem ser compostas por seis tags que são distintas entre si, sendo que cada uma possui um valor diante dos motores de busca e até mesmo para a composição da página. As tags são descritas como “H1”, “H2”, “H3” e assim em diante até “H6”.

Portanto, tanto do ponto de vista SEO quanto de qualquer outro, desrespeitar essa hierarquia utilizando-se, por exemplo, de um título em h3 e um subtítulo em h1, a estrutura ficaria no mínimo estranha e confusa, comprometendo até mesmo o rankeamento de seu site nos resultados do Google e, sobretudo, o entendimento de seus leitores em relação ao texto.

Para clarear ainda mais a importância de se respeitar a hierarquia das heading tags, pense nela da mesma maneira que o local onde vive alguém do interior do Paraná, por exemplo, e imagine qualquer um dos itens fora da ordem:

H1 – Terra
H2 – América do Sul
H3 – Brasil
H4 – Paraná
H5 – Curitiba
H6 – Alto da Glória
Ficaria esquisito se algo estivesse fora do lugar, não é mesmo?

TRÁFEGO NO E-COMMERCE

Quem tem uma loja de rua sabe o quão importante é ter uma boa movimentação no seu ponto. Não é à toa que pontos em Shoppings Centers costumam ser muito caros, pois combinam um público com poder de compra e um volume de movimentação elevado. Tráfego, no sentido do E-commerce, é simplesmente criar formas de muitas pessoas acessarem o seu site. Nesse quesito, o Volume de Acessos é uma métrica extremamente importante para medir o progresso de uma nova página.

Mas então, como conseguir ter muitos acessos? Ter acessos é um processo longo, que demanda muita energia, muito relacionamento com clientes e, claro, investimento. Existem algumas formas infalíveis de se gerar tráfego:

– Anúncios do Google (também chamado de SEM): Nesse tipo de anúncio, você escolhe palavras-chave para “comprar” e paga para estar “bem ranqueado” no Google quando alguém pesquisa aquelas palavras-chave. Ao contrário do que parece, esse é um trabalho EXTREMAMENTE difícil e envolve muita, mas muita análise mesmo. Isso porque as pessoas digitam muita, mas muita coisa mesmo no google, e muitas vezes você pode estar pagando por uma palavra errada. Ou mesmo deixando de comprar as palavras que seriam mais efetivas. Além disso, o google tem vários canais – Google Shopping, Youtube, Google Parceiros, etc. Saber distribuir seus recursos entre essas várias opções é a chave para o investimento valer a pena.

– Anúncios do Facebook/Instagram: O Facebook e o Instagram têm uma ferramenta muito simplificada para que páginas possam promover conteúdos (que podem ou não estar linkados com o seu site). Da mesma forma que os Anúncios do Google, o trabalho de investir em promover conteúdos é altamente especializado e eu recomendo FORTEMENTE que você jamais gaste UM REAL no Facebook sem ter uma boa assessoria. Quando bem utilizados, no entanto, o seu dinheiro nas plataformas do Facebook podem gerar um tráfego muito bem qualificado pro seu site, e portanto deve ser fortemente considerado para este fim.

– Anúncios em Sites Especializados: Pagar para expor um banner em um site que já tenha muito tráfego, quase como um “Outdoor Online”. A vantagem aí é que pode se pagar por número de visualizações ou até por número de cliques no seu banner.

– Parcerias pagas em Blogs especializados: diferentemente do anúncio, que normalmente é apenas expositivo, parcerias pagas envolvem, muitas vezes, um texto elaborado pelo parceiro, vendendo algum serviço ou produto da sua loja. Esse tipo de exposição costuma ser muito mais efetiva (traz um tráfego mais interessado em comprar), porém, costuma ser bem mais cara.

– Parcerias pagas para Influenciadores: Todo mundo, ou quase todo mundo, está nas redes sociais. Em TODOS os mercados, tem pessoas que conseguiram reunir uma autoridade ou uma qualidade em seu conteúdo sobre determinado assunto, seja ele automóveis, moda, decoração, passeios, viagens, cachorros, vinhos, cosméticos, etc. E essas pessoas são chamadas de influenciadoras porque, de fato, conseguem influenciar pessoas comuns que não são especialistas a consumir determinados produtos. Nesse sentido, os influenciadores podem ser uma ferramenta poderosíssima para convencer mais usuários a visitar ou conhecer o seu site. Mas CUIDADO: o mercado de Influenciadores está bastante saturado. Muitas pessoas acham que basta alguém ter muitos seguidores (no Facebook ou Instagram) para já considerar um investimento no seu conteúdo como algo seguro. O tamanho da página do influenciador (seu número de seguidores, número de curtidas, etc) é importante sim, mas também é fundamental entender se o perfil do público da página é interessante para o seu negócio, e se ele realmente AS INFLUENCIA.

Não se iluda: construir uma audiência leva tempo: meses ou até anos!!!

CONVERSÃO

Novamente, todo lojista sabe a importância de ter uma boa conversão na sua loja. Isto é, não basta ter um ponto movimentado – as pessoas precisam entrar na sua loja e sair com algum produto. No mundo online, a conversão significa exatamente a porcentagem de usuários que entraram no seu site e fizeram alguma compra. Trabalhar uma boa conversão pode ser um pé-no-saco e a falta dela pode ter razões muito diversas. Eis os principais cuidados que atrapalham a sua conversão:

– Custo de Envio: No mundo todo, é consenso entre os especialistas que o principal fator que atrapalha uma venda online é o Custo de Envio. Se possível, tente criar muitas formas em que o frete seja gratuito para seu cliente (jogue os custos no preço do produto). Se não for possível, pelo menos tente absorver parte desses custos.

– Prazo de Entrega: O número 2 na lista de principais inimigos da conversão é o prazo de entrega. Sobretudo para empresas que não estão no sudeste, esse pode ser a principal vantagem que seu concorrente baseado em SP-RJ-MG terá sobre você. Além de uma malha logística mais estruturada, a maior parte do consumo online vem dessas regiões. Se prepare para pensar em estratégias para diminuir o seu prazo de entrega. Do contrário, em breve, estará fora do mercado.

– Experiência do Usuário: Esse termo é o grande chamego dos especialistas em E-commerce modernos. Apesar do nome “diferente”, Experiência do Usuário nada mais é do que “ter um site bom de navegar”. Isso significa, entre outras coisas: velocidade (um site que abre as páginas rápido), informações fáceis, pouca fricção entre a pesquisa de produtos e a compra (se o cliente tiver formulários pra preencher, esqueça – você não vai vender nada), produtos disponíveis em várias opções, cores, modelos (dê um google no termo “calda longa”), possibilidade de tirar dúvidas (falarei mais a frente em atendimento), etc.

Uma conversão média para E-commerces Brasileiros gira em torno de 0,5%-1,5%. Isto é, para você gerar uma venda, precisa, em média, de 100 pessoas acessando. E esse número só faz sentido se você estiver fazendo um bom trabalho no tráfego – isto é, trazendo pessoas realmente interessadas em comprar o que você se propõe a vender. Por essa razão, o trabalho de Conversão e Tráfego estão intimamente relacionados e são sim Co-dependentes

Por trás de uma e-commerce tem muito mais coisas envolvidas que não foram abordadas nesse texto e que vão além dos serviços de uma agências, porém ao escolher uma agência com knowhow a mesma vai saber auxiliar e dar as orientações corretas para fazer do seu negocio um sucesso de vendas online.

Fale com um dos nossos especialistas, a SERI.E DESIGN é associada da APAGE – Associação Brasileira de Agências e Profissionais de e-Commerce

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Tudo sobre e-commerce: Vale a pena aceitar o Pix na loja online?

Quando o sistema de telefonia móvel foi inventado, algumas pessoas viram o celular como uma forma de perseguição, já que poderiam receber ligações e ser encontradas a qualquer momento. E hoje em dia? Bem, é possível que você esteja lendo este artigo no seu smartphone.

O Pix, sistema de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central, enfrenta o mesmo tipo de resistência no momento.

Muitas pessoas expressaram receio em se cadastrar no Pix por medo de terem seus dados bancários roubados, ou ainda por verem o Pix como uma forma de ficarem presas a uma instituição financeira.

Apesar dos muitos boatos que circulam pela internet, o Pix faz parte de uma grande revolução no envio e no recebimento de valores — é uma mudança que está em curso em todo o mundo. Sistemas de pagamento instantâneo já existem em mais de 50 países, e o Brasil agora se junta a essa tendência com o Pix.

Se você não sabe o que é Pix ou se deve oferecê-lo em sua loja, então este artigo é para você. Reunimos aqui informações sobre o funcionamento do Pix, bem como uma série de benefícios que esse novo meio de pagamento pode trazer para seu e-commerce.

O que é Pix?

O Pix é um meio de pagamento instantâneo, lançado pelo Banco Central em novembro de 2020, com o objetivo de futuramente substituir as transferências TED e DOC. Ao se cadastrar no sistema do Pix dentro do site ou do aplicativo de uma instituição financeira, o usuário tem acesso a essa opção na hora de realizar pagamentos ou transferências de valores.

Para se cadastrar no Pix, basta acessar o aplicativo ou site de seu banco e criar uma chave Pix. Sua chave Pix pode corresponder a um desses quatro meios de identificação: CPF/CNPJ, e-mail, número de telefone celular ou uma chave aleatória — uma combinação de letras e números que funciona como um login.

Com o Pix, é possível transferir valores para contatos no celular ou ainda fazer pagamentos no e-commerce por QR code, que mostrará o valor da transação e a identificação do recebedor.

Benefícios do Pix para seus clientes

A principal vantagem do Pix para os consumidores é a praticidade: o pagamento pode ser feito com o próprio smartphone, a partir da lista de contatos da pessoa ou por meio de um QR code — ou seja, sem a necessidade de inserir dados bancários ou de cartão.

Além disso, por ser um meio de pagamento instantâneo, as transações são processadas e confirmadas em questão de segundos — diferentemente das transferências TED ou DOC, que levam horas ou dias para serem concluídas.

Outro benefício para o cliente é que não há cobrança de taxa de transferência feita por pessoas físicas.

Por que oferecer o Pix como meio de pagamento?

O novo sistema de pagamento instantâneo do Banco Central é especialmente vantajoso para lojistas. Incluir o Pix nos meios de pagamentos aceitos em sua loja poderá trazer benefícios para suas finanças e até mesmo para suas vendas.

Trata-se de um meio de pagamento mais barato para o e-commerce: as transferências são feitas do cliente diretamente para o lojista, eliminando assim a necessidade de intermediários no processo.

Com outros métodos de pagamento, como boletos bancários e cartões de crédito, o lojista só vem a receber o valor referente à compra alguns dias ou até mesmo semanas depois. Já com o Pix, que é um meio de pagamento instantâneo, o valor fica disponível para o lojista imediatamente após a transação.

As transações feitas com o Pix serão bastante seguras para os lojistas por três motivos:

  1. O Banco Central é o responsável por monitorar todo o sistema do Pix, o que traz mais proteção para o processo;
  2. O Banco Central dispõe da infraestrutura centralizada necessária para implementar um complexo sistema de liquidação pelo valor bruto em tempo real (LTBR);
  3. Por se tratarem de pagamentos instantâneos, as compras feitas com o Pix não são passíveis de cancelamento.

Use o Pix para vender mais

As formas de pagamento oferecidas pela loja estão entre os fatores que mais influenciam a decisão do consumidor na hora de concluir a compra. Quanto mais diversos forem os meios de pagamentos oferecidos, o cliente terá menos razões para desistir da compra.

Suas taxas de abandono de carrinho também poderão diminuir, uma vez que o processo de compra será simplificado por conta do QR code. Em vez de ter que inserir dados de cartão ou pagar boletos, o cliente poderá apenas escanear o QR code oferecido pelo e-commerce e realizar o pagamento de forma imediata.

A praticidade desse meio de pagamento tornará o processo de compra mais ágil, e a eliminação de alguns obstáculos no checkout pode levar a mais conversões.

A previsão é de que, muito em breve, esse novo sistema de pagamento instantâneo seja amplamente usado pelos consumidores — o acordo firmado pelo Banco Central obriga todos os bancos com mais de 500 mil contas ativas a oferecer o Pix como meio de pagamento. Adiantar-se a essa tendência pode fazer com que clientes optem por sua loja em vez da concorrência justamente pela possibilidade de fazer compras com o Pix.

Vale ressaltar também que estar à frente em termos de tecnologia faz com que os consumidores tenham uma percepção positiva de sua marca. Em geral, o público aprecia empresas que estão por dentro das novidades tecnológicas.

O Banco Central realizou uma série de webinars nos últimos meses para tirar dúvidas da população a respeito do Pix. Em um desses webinars, foi feito um painel para discutir o uso do Pix como meio de pagamento no varejo. Você pode conferir abaixo o webinar “Pix como solução de pagamento para o varejo” na íntegra, ou então salvar o vídeo para assistir depois.

Comece a usar o Pix em sua loja online

Se você se empolgou com os benefícios do Pix e quer começar a aceitar esse novo meio de pagamento, basta se cadastrar e, em seguida, vincular o número identificador de sua conta bancária ao Pix.

Ainda é muito cedo para prever como será a disseminação desse sistema de pagamento instantâneo, então se você não quiser dar esse passo no seu e-commerce agora, não tem problema. Você já está munido de informações valiosas para tomar uma decisão no futuro.

fonte: Shopify

Quer ter um e-commerce de sucesso? Entre em contato com nossos especialistas agora

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Pix no e-commerce: como vai funcionar e quais as vantagens para minha loja online?

Em 16 de novembro de 2020, entra em vigor a nova modalidade de transferência e pagamento. O PIX, que permitirá os Pagamentos Instantâneos em todo o Brasil vai beneficiar as vendas pelo e-commerce.

Disponibilidade em todos os dias do ano, velocidade, conveniência, segurança, ambiente aberto, multiplicidade de casos de uso, informações agregadas.

E qual será o impacto do PIX no e-commerce? Como aproveitar essa nova forma de se realizar pagamentos e aumentar as vendas no varejo online?

Os pagamentos instantâneos e os maiores usuários no mundo

Há no mundo, atualmente, 54 países que realizam Pagamentos Instantâneos (PI), e o principal fator dessa escalada são os programas lançados na Ásia e a expansão no sistema europeu das chamadas Transferências a Crédito Instantâneas do SEPA (Área Única de Pagamentos em Euro, ou Single Euro Payments Area).

A China, sem dúvida, é o pais que mais escalou os pagamentos instantâneos através das Mobile Payment Platforms, como Alipay e Tencent-backed WeChat Pay da Alibaba que geraram 81 trilhões de yuans em transações ($12,8 trilhões) no ano de 2018.

Segundo o report anual da FIS (Fidelity National Information Services, Inc.), que criou o ranking de programas de pagamentos em tempo real — classificando os países que utilizam PI com base em características inovadoras, disponibilidade de fundos e aplicação no mercado — a Índia hoje é o líder global em usabilidade do PI. Ela é seguida por mais seis países, que se mostram grandes adeptos do PI, sendo eles: Austrália, Dinamarca, Polônia, Romênia, Singapura e Suécia. Os Estados Unidos e o Reino Unido estão entre 31 outros países ou regiões com seus esquemas de pagamentos instantâneos.

PIX do BCB

Desde a publicação do Relatório de Vigilância do Sistema de Pagamentos Brasileiro 2013, o BC vem incentivando o desenvolvimento de um arranjo de pagamentos, de amplo acesso, que possibilite a realização de pagamentos instantâneos. Em 2018, o BC decidiu liderar essa construção.

Pagamentos instantâneos são as transferências monetárias eletrônicas na qual a transmissão da ordem de pagamento e a disponibilidade de fundos para o usuário recebedor (EC) ocorre em tempo real e cujo serviço está disponível durante 24 horas por dia, sete dias por semana e em todos os dias no ano.

As transferências ocorrem diretamente da conta do usuário pagador (comprador) para a conta do usuário recebedor (EC), sem a necessidade de intermediários, o que propicia custos de transação menores.

O BC está liderando o processo de implantação do ecossistema de pagamentos instantâneos brasileiro, que está sendo construído de forma participativa, envolvendo a interlocução com diversos agentes do mercado.

O principal objetivo do BC com essa ação é aumentar a eficiência e a competitividade do mercado de pagamentos de varejo no Brasil, por meio da criação de um novo meio de pagamento que ajudará no processo de eletronização do mercado brasileiro.

O ecossistema de pagamentos instantâneos brasileiro será formado:

  • pelo arranjo aberto instituído pelo BC (PIX);
  • pelos prestadores de serviços de pagamento participantes do arranjo (instituições financeiras e instituições de pagamento);
  • pela plataforma única que fará a liquidação das transações realizadas entre diferentes instituições participantes (SPI); e
  • pelo diretório de identificadores de contas transacionais que armazenará as informações das chaves ou apelidos que servem para identificar as contas dos usuários recebedores (DICT).

O SPI, à semelhança de plataformas de outras jurisdições, terá arquitetura centralizada, com comunicação via mensageria, que será baseada no padrão internacional ISO 20022.

O BC estabeleceu, por intermédio Circular n° 3.985, 18/2/2020, os critérios e modalidades de participação no PIX, na plataforma de liquidação financeira do PIX (SPI) e no diretório de contas transacionais para endereçamento de pagamentos (DICT).

E também trouxe na Carta Circular n° 4.006, 20/2/2020, a forma de cadastro dos participantes para o processo de adesão ao arranjo de pagamentos instantâneos (Pix) e ao Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI).

Basicamente, todas as instituições financeiras e instituições de pagamento com mais de 500 mil contas de clientes ativas, considerando as contas de depósito à vista, as contas de depósito de poupança e as contas de pagamento pré-pagas, serão obrigadas a participar do PIX.

As demais instituições financeiras e de pagamento, mesmo aquelas que ainda não atingiram os limites para requerer autorização de funcionamento como instituição de pagamento, poderão, de forma facultativa, participar do PIX desde o seu lançamento.

Os benefícios do PIX

Os pagamentos instantâneos estão sendo desenhados com diversos objetivos, dentre eles o de aprimorar a experiência de pagamento dos usuários, tanto Compradores quanto ECs. Com a implantação do PIX, o país ganha mais uma alternativa para efetuar transações, além dos modelos tradicionais já existentes, como TED, DOC, boleto, cheque e cartões.

Com o surgimento de novas tecnologias de pagamento desenvolvidas tanto por bancos como por prestadores de serviços de pagamento não bancários (PSP), os Compradores e os ECs dispõem agora de uma vasta gama de instrumentos de pagamento à sua escolha.

Os pagamentos instantâneos podem ser utilizados para transferências:

  • entre pessoas (transações P2P, person to person);
  • entre pessoas e estabelecimentos comerciais (EC)s, incluindo comércio eletrônico (transações P2B, person to business);
  • entre estabelecimentos, como pagamentos de fornecedores, por exemplo (transações B2B, business to business);
  • para transferências envolvendo entes governamentais, como pagamentos de taxas e impostos (transações P2G e B2G, person to government e business to government);
  • pagamentos de salários e benefícios sociais (transações G2P, government to person) e de convênios e serviços (transações G2B, government to business).

Do ponto de vista dos compradores, o objetivo é construir soluções que permitam que a realização de um pagamento instantâneo seja tão fácil, simples, intuitiva e rápida quanto realizar um pagamento com dinheiro em espécie. Para tanto, os compradores poderão iniciar pagamentos por pelo menos três formas diferentes:

  • por meio da utilização de chaves ou apelidos para a identificação da conta transacional, como o número do telefone celular, o CPF, o CNPJ ou um endereço de e-mail;
  • por meio de QR Code (estático – uso em múltiplas transações, ou dinâmico – uso exclusivo a cada transação ); ou
  • por meio de tecnologias que permitam a troca de informações por aproximação, como a tecnologia near-field communication (NFC).

Do ponto de vista dos ECs, espera-se que a diminuição do número de intermediários na cadeia de pagamentos leve a um custo de aceitação menor que os demais meios eletrônicos. Além do menor custo, a disponibilização imediata dos recursos otimizará a gestão do fluxo de caixa dos ECs, o que tenderá a reduzir sua necessidade de crédito. Outro benefício é a facilidade de automatização e de conciliação dos pagamentos, e rapidez de checkout.

Para usar o PIX, será preciso que o Comprador e o EC tenham conta em um banco, em uma instituição de pagamento ou em uma fintech; não necessariamente uma conta corrente, as transações também poderão ser feitas usando uma conta de pagamento ou poupança.

O dia e a hora da transação não importarão, nem se o Comprador e o EC da operação possuem relacionamento com o mesmo banco ou instituição. A liquidação será imediata, ou seja, o EC terá em poucos segundos os recursos disponíveis em sua conta.

E para o PIX, os benefícios são:

  • eletronização dos meios de pagamento (consequentemente, melhor controle de LD/FT e redução do uso de cédulas, que são instrumentos socialmente mais custosos);
  • maior competição entre prestadores de serviços de pagamento (tende a gerar serviços com maior qualidade e menor custo);
  • facilita a entrada de novos atores;
  • maior potencial de inclusão financeira (custos menores de iniciação e de aceitação e ambiente com mais agentes ofertantes);
  • aumento de benefícios, preservada a segurança.

Os impactos do PIX no e-commerce:

Imagine uma situação em que o comprador está navegando pelo seu site, no note, computador, tablete ou smartphone e se depara com um produto ou serviço de imediata atração, então ele realiza o processo de compra e, quando finaliza o checkout, surge a seguinte tela:

  • Formas de Pagamento: PIX, Cartão de Crédito, Cartão de Débito, One Click Buy, Boleto;
  • O Comprador escolhe a opção de pagamento instantâneo PIX;
  • Após a confirmação dos dados do EC, o Comprador insere valor e senha ou autenticação biométrica/facial, e confirma a ação;
  • As informações da transação são confirmadas;
  • Voilà!

O PIX vem compor o portfólio de meios de pagamentos, se tornando mais uma opção de compra e venda entre os Compradores e ECs. Em uma avaliação mais superficial, ele não irá concorrer com as modalidades de cartão de crédito à vista ou parcelado, que possuem prazos de pagamentos próprios e favoráveis, do ponto de vista do comprador (essa ainda é uma questão cultural muito forte do consumidor brasileiro).

Então onde o PIX se torna atrativo aos ECs donos de sites de e-commerce?

De acordo com os dados da ABECs (estudo finalizado será apresentado no CMEP 2020), o mercado de cartões de crédito, débito e pré-pago, estima ter fechado o ano de 2019 com um volume financeiro transacionado no Brasil de mais de R$ 1,8 Trilhão, um pouco a mais do que os 17% de crescimento projetados para o ano. Desses pouco mais de R$ 1,8 Trilhão, o share do crédito e parcelado é de pouco mais de 60% em compras, contra uma participação de aproximadamente 37% no débito (o restante é pré-pago).

Quando transportamos isso para o mundo online, temos o seguinte cenário (dados de 2018):

  • Compras não presenciais já representam 20,5% do total movimentado pelo cartão de crédito;
  • Crescimento de mais de 18,5% de um ano para o outro;
  • 80% dos usuários usam o cartão de crédito nas compras online;
  • Via celular 63%, via desktop 35%, via notebook 33%, via tablet 3%.

Somando a esses fatores, temos dois grandes paradigmas que ainda não foram quebrados: os custos das transações via boleto e a morosidade, resistência e falta de usabilidade amigável das transações no cartão de débito em transações online.

Mesmo com o novo Protocolo 3DS 2.0, o crescimento das transações de débito no e-commerce é insignificante perante as demais formas de pagamentos online.

E nesse sentido, o PIX será um grande divisor de águas na indústria online, sendo uma forma de pagamento mais amigável, sem atritos na experiência de compras do Consumidor, sem mudanças de telas no checkout, funcional e transparente para todos os tipos de devices, além de não ter custos abusivos aos ECs.

Talvez agora, o e-commerce brasileiro efetivamente aumente suas vendas com segurança e velocidade, recebendo os valores à vista, através do PIX, powered by Banco Central.

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Fonte: ecommercebrasil

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E-commerce: Otimizando design, layout e conteúdo para ser encontrado e vender mais

Para que uma loja virtual (e-commerce) tenha um retorno de vendas garantido é obrigatório que a estrutura ou layout do e-commerce siga algumas dicas e técnicas indispensáveis para a otimização a nível OnPage do comércio eletrônico.

Modelo de layout com SEO OnPage para loja virtual e-commerce

Na imagem acima podemos analisar cada elemento que uma página de venda do seu produto deve ter, veja:

Opinião dos clientes

Se você possui uma loja virtual, mas não tem um modelo que recolhe a opinião dos clientes, com certeza você está um passo atrás de sua concorrência. São através destas revisões, positivas ou negativas, que você conseguirá projetar um futuro melhor para que o seu produto venda mais.

Vídeos dos produtos

Atualmente os compradores online estão ainda mais exigentes. Então, para ajudar no aumento das conversões, recomenda-se exibir, além de imagens e fotos, vídeos descritivos dos produtos para que o futuro comprador tenha mais uma opção de análise antes de finalizar a compra.

Perguntas e respostas

Outra dica importante para implementação na página interna do seu produto é a inclusão de uma área que contém as perguntas e as respostas mais frequentes. Desta forma o visitante, e possível comprador, poderá tirar as principais dúvidas antes de realizar a compra do produto que está à venda em sua loja virtual.

Botões de redes sociais

Adicione botões de redes sociais como Facebook, Twitter, Google+ e Pinterest e incentive seus clientes e visitantes a compartilharem os produtos à venda para seus amigos e colegas. Preste atenção na localização estratégica desses botões, de forma que o compartilhamento seja fácil e intuitivo.

Aproveite para criar uma Fan Page no Facebook para divulgar, ainda mais, os seus produtos.

Opções de busca

Geralmente, os visitantes usam a busca do seu e-commerce somente uma vez, a partir daí ele começa a navegar internamente em sua loja através do resultado da sua busca e também através dos produtos relacionados e/ou recomendados pelo seu sistema de comércio eletrônico.

Por isso, recomenda-se analisar, via Google Analytics, como é feita esta busca e quais são as principais palavras chave buscadas. A partir daí é possível sugerir novas opções de produtos de acordo com o perfil de busca do seu visitante e, consequentemente, aumentar sua conversão.

Botão de comprar (call to action) com destaque extra

O elemento mais importante de uma loja virtual ou e-commerce é o botão de comprar. Do que adianta sua loja estar toda otimizada se o seu botão de comprar está “escondido“?

Lembre-se: o botão de comprar é a porta para a sua conversão, então, coloque-o em local estratégico e visível, de forma que o futuro comprador do seu produto saiba onde encontrá-lo.

Nestes casos é permitido incentivar o clique, inclusive, quando o produto estiver com desconto, coloque o preço antigo e o preço atual bem próximo deste botão.

Selos e certificados de segurança são obrigatórios

Segurança é essencial para o sucesso de uma loja virtual. Ninguém quer usar o cartão de crédito em uma loja virtual ou comércio eletrônico que não oferece o mínimo de segurança necessária para o comprador.

Mostre para o visitante que sua loja é segura e que todas as transações realizadas com cartão de crédito possuem certificados de segurança garantidos pela empresa.

Breadcrumbs

O nome significa “migalha de pão” que é uma referência ao conto de fadas João e Maria. Os breadcrumb reduzem o número de ações que um visitante precisa tomar para chegar a uma página de nível superior e melhora o nível de encontrabilidade de seções e páginas.

Assim como em todos os sites e blogs, os breadcrumbs são essenciais para a localização do produto de sua loja virtual e também para o SEO OnPage. Então, se seu e-commerce ainda não possui este item, coloque-o o mais rápido possível na parte superior do seu layout, de forma que o visitante e os mecanismos de busca consigam localizá-lo facilmente.

Imagens e fotos dos produtos

Assim como os vídeos, exibir para o visitante várias imagens do produto aumenta consideravelmente suas chances de finalizar a compra e, consequentemente, aumentar sua conversão.

Mas antes de começar a inserir imagens e fotos, faça uma seleção das melhores imagens em vários ângulos e adicione nomes descritivos nelas para ajudar na indexação, como nome-produto.jpg. E atenção: quanto mais informação visual o visitante tiver, melhor será o retorno para você.

Títulos otimizados (META Title)

O título da página (title) do seu produto deve ter:

No máximo 70 caracteres.
Principais palavras chave inclusas.
Call to action para incentivar a compra.

Descrição do produto (META Description)

Assim como o título, é recomendável criar uma descrição otimizada com até 160 caracteres contendo sempre as principais palavras chave referentes ao produto que está à venda.

URL da página (Page URL)

Use sempre URL’s amigáveis para seus produtos. Este é uma dica básica de SEO OnPage.

Tag H1 para o título

Seguindo a regra do item 10, é altamente recomendado o uso da tag h1 para exibir o título do seu produto, da mesma forma que ele aparece em META Title.

Número do telefone para compras e atendimento

Agora que você já sabe que segurança é um item essencial e indispensável para seu comércio eletrônico, vai querer passar ainda mais confiança para seus clientes exibindo o número de telefone para compras e atendimento. Isso, com certeza, traz para o futuro comprador uma possibilidade a mais de verificar a autenticidade da loja virtual.

Detalhes da empresa

Por fim, utilize o rodapé da sua loja virtual para divulgar a marca da sua empresa, assim como endereço para contato, telefone, etc.

Acesse mais matérias e informações como essa em nossa seção “E-commerce”.

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De parceiras à irmãs, Yooper adquire SERI.E Design mirando expansão de sua operação

CEO SERI.E DESIGN

Em um movimento ousado e assertivo, Yooper adquire SERI.E DESIGN para expandir sua operação no mercado de marketing digital.

A Yooper anunciou na segunda-feira (13) a aquisição da SERI.E DESIGN, agência especializada em desenvolvimento e implantação de e-commerces. Representada pela entrada de Leandro Gorzoni, CEO e proprietário da Yooper, no quadro de sócios da SERI.E DESIGN, a sociedade firmada no dia 27 de dezembro passa a ser válida em 2020.

Leandro, agora CEO das duas agências, explicou o que o levou a comprar ações da SERI.E DESIGN: “A Yooper sempre sentiu necessidade de ter parceiros próximos para dar vazão às melhorias e customizações em plataformas como Fbits, Tray Varejo, Nuvem e sites institucionais, então vimos na aquisição da SERI.E DESIGN não só um potencial parceiro para crescermos e melhorarmos a qualidade dos nossos serviços, mas também uma oportunidade de levar nossa expertise avançada em Marketing para essas plataformas e, porque não, aumentar nosso market share”

Yooper e SERI.E DESIGN: quem são as agências?

Nascida em 2006 com a missão de oferecer estratégias criativas e soluções inteligentes para clientes que desejam desenvolver e implantar e-commerces de diversos setores, a SERI.E DESIGN tem como objetivo superar as expectativas dos clientes mais exigentes, desde o atendimento até a finalização do projeto. Até 2019, a SERI.E DESIGN desenvolveu mais de 2.700 projetos tendo como últimos cases: Unimed, i2GO, CVC Corp, Kikos Fitness, Long Island, Ferrari Net.

A compradora, Yooper, surgiu em 2011 com o nome de Compre Clicks e passou pela mudança de nome e de mindset em 2018. Focada em marketing digital, a agência oferece serviços de Inbound Marketing, Mídia, SEO, Redes Sociais, Email Marketing, Conteúdo e Influenciadores, com um histórico de participação em quase 500 projetos e atendimento de clientes como Embelleze, Lupo, Baw, Nutty Bavarian, Boa Vista, Clóvis, Farmácia Indiana, Moda Love e muitos outros.

De parceiras a irmãs: conhecendo o histórico da parceria
Sediadas na capital paulista, SERI.E DESIGN e a Yooper iniciaram uma parceria em meados de 2019. Segundo o novo CEO, “Em um período bem curto, as equipes demonstraram uma forte sinergia, refletindo diretamente nos clientes atendidos pelas duas empresas e resultando em elogios e indicações.” Com a chegada desses novos clientes, a SERI.E DESIGN identificou a necessidade em ter alguém com perfil mais estratégico e know-how diferenciado na equipe.

Do outro lado da transação, Leandro explica que, ao longo de toda a parceria, as motivações para a compra foram se consolidando naturalmente: “A qualidade dos trabalhos da SERI.E DESIGN e as vantagens de negócio apresentadas, bem como uma sinergia de negócios e valores, fizeram com que o time da Yooper olhasse de maneira diferenciada para essa oportunidade”.

O potencial para crescimento estava latente: uma proposta de sociedade e aporte foi feita por Gorzoni e aceita pelos sócios da SERI.E DESIGN (Rafael Grassmann, Rodrigo Augusto e Silvia Alessio). A entrada do novo sócio, somada ao aumento do investimento, amadurecimento de processos e união de know-hows são vistas por todos os envolvidos como pilares essenciais para o crescimento e expansão da SERI.E DESIGN, e são uma jogada importante para consolidá-la definitivamente como uma das principais agências especialistas em e-commerce e desenvolvimento do mercado.

Rodrigo Augusto, sócio da agência de desenvolvimento, se pronunciou: “Nossos clientes e colaboradores vão ganhar muito com a entrada do Leandro no quadro societário da SERI.E DESIGN. Ele é um cara extremamente estratégico, com grande conhecimento e expertise no segmento de e-commerce, comprovados pela evolução da agência Yooper, da qual é fundador. A partir de 2020 teremos duas empresas “irmãs”, a SERI.E DESIGN + Yooper, com serviços distintos que se complementam, já que não existe um case de sucesso sem um excelente desenvolvimento de layout e uma excelente gestão de performance, assim, concluindo minha afirmação, os nossos clientes serão os maiores beneficiários dessa aquisição, recebendo um serviço 360º de extrema qualidade”.

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JET NEO Plataforma de ecommerce e loja virtual completa

A Jet Neo eCommerce e-business possui soluções completas de e-commerce para pequenas, médias e grandes empresas.

Hoje é uma das maiores fornecedoras de plataforma de e-commerce do Brasil e tem orgulho de ajudar seus clientes a participar ou entrar num dos mercados mais concorridos do varejo nacional.
Tudo porque conhecemos o negócio do e-commerce e acompanhamos sua evolução com atenção, para criar as melhores soluções em plataforma.

A tecnologia das plataformas JET opera no modelo SaaS (software como serviço), escalável, flexível e com alta performance.

ALGUMAS MARCAS QUE CONFIAM NA JET

NÚMEROS JET

+ 15.000 lojas ativas com tecnologia JET
6,8% do mercado nacional de plataformas
+ de 18 anos de experiência
+ de 100 colaboradores

DIFERENCIAIS

A JET NEO – Omnichannel Commerce Platform é a evolução das plataformas de e-commerce. Desenvolvida a partir de 18 anos de experiência em comércio eletrônico da JET em casos e necessidades reais de mais de 15.000 lojas virtuais, muita pesquisa e tecnologia avançada. Tudo isso resultou na melhor plataforma digital multicanal de comércio.
Focada na experiência do consumidor e conversão de vendas, a JET Neo integra nativamente o estoque do e-commerce, das lojas físicas e dos marketplaces.
Com API e Front End abertos, garante total flexibilidade para criação de layouts e integrações com terceiros.
A plataforma JET NEO possui inovação contínua e está preparada para o crescimento do seu negócio.
Link para Descritivo de Módulos e Funcionalidades da Plataforma JET NEO

 

PRINCIPAIS RECURSOS

OPEN PLATFORM

FOCO NA CONVERSÃO

OMNICHANNEL

Plataforma com API aberta, pronta para diversas integrações

JET Checkout
A melhor experiência de Checkout

Vendas pelo computador, celular, tablet e loja física totalmente integradas

Controle total do código

JET Promotion

Gestão de Kits, Conjuntos, Looks e promoções

JET Omnichannel

Venda de estoque da loja online na loja física

Aberta para implantação de códigos html, css e javascript personalizados

Google Analytics, Google Tag Manager, Google Webmasters Tools, Google Adwords, remarketing e shopping

Plataforma First Mobile

API de funcionalidades e integrações com ERPs, aplicativos e sistemas de mercado

Construída com as melhores práticas de SEO para que a loja obtenha relevância nas buscas orgânicas.

JET HUB – Integração com Marketplaces

Construída com as melhores práticas de SEO para que a loja tenha relevância nas buscas orgânicas

URLs amigáveis Construa seu padrão de urls amigáveis diretamente via painel, para produtos, categorias e sessões.

BOPIS
Buy on-line, pick up in-store

Flexibilidade para criação do layout. Plataforma preparada para personalização total

Busca Inteligente

Ambiente B2B com acesso restrito

Modelo SAAS Evolução contínua Multi Tenant

Lista de Eventos (casamento, chá de bebê, open house etc.)

Integração total com as Redes Sociais

Integrações Nativas com o ecossistema de e-commerce

Painel de Controle com Usabilidade Facilitada

ZapCommerce

JET APP Store

Melhor SLA do mercado: 99.9%

Venda Assistida com prateleira infinita

JET CHECKOUT

Fluxo direto para compras 100% Guest. Checkout desenvolvido após uma série de testes. Os resultados apresentam ganhos na conversão, diminuição do tempo de compra e menor abandono de carrinho.

O CHECKOUT MAIS INTUITIVO E EFICIENTE DO MERCADO

JET HUB

A JET NEO possui hub nativo para conexão com marketplaces. Integração com as maiores lojas do mercado.
Administração no painel da plataforma. Integração de estoque, produto, cliente e pedidos.
Central de mensagens unificada para relacionamento com as centrais de atendimento dos canais.

PAINEL DE CONTROLE

Completo e Intuitivo com foco na gestão da sua loja

Consulta e Relatórios de Pedidos por

  • Data
  • Status
  • ID
  • Cliente
  • Período
  • Forma de Pagamento

Relatório Gerenciais

• Gestão de Produtos
• Gestão de Clientes
• Acompanhamento de Status de Pedido
• Avisos Automáticos de Alteração de Status • Ferramentas de Promoção
• Acesso ao JET HUB
• Acesso a Loja de Aplicativos

JET OMNICHANNEL

Venda o estoque do e-commerce na loja física

JET EXPERIENCE

O JET Experience é responsável por auxiliar o lojista a utilizar todos recursos da plataforma. Sendo responsável pelo Treinamento, conteúdo do Portal de Conhecimento e Suporte Técnico.

Treinamento
O treinamento é ministrado presencialmente na ComSchool* e online.

Portal do Conhecimento
O lojista JET NEO tem acesso a vídeos e tutoriais para uso da plataforma JET NEO no portal do conhecimento JET Experience.

Suporte Técnico
Suporte para lojistas via chamado e telefone.

Suporte N1: Dúvidas sobre funcionalidades da plataforma (área pública e administrativa), alterações ou novas atualizações de front end (layout), inserções/alterações de scripts de terceiros, entre outros.
Modalidade: Atendimento via telefone no horário comercial (de segunda a sexta-feira das 08h00 às 18h00) ou via sistema (abertura de chamados) 24×7.
Responsável: Agência Certificada
Suporte N2: Dúvidas/orientações técnicas, indisponibilidades de loja ou
problemas no core da plataforma.
Modalidade: Atendimento via telefone no horário comercial (de segunda a sexta-feira das 08h00 às 18h00) ou via sistema (abertura de chamados) 24×7.
Responsável: JET


Interessado em ter uma loja na Jet? Fale com nossos especialistas agora 55 11 949348384

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Consumidor paga até 1/3 a mais por experiência de compra positiva, aponta pesquisa

Uma pesquisa da PWC Brasil — feita com 21 mil compradores online e apresentada em primeira mão — revelou que o consumidor brasileiro está disposto a pagar até 1/3 a mais por uma boa experiência de compra.

O estudo aponta que além das métricas de retorno sobre o investimento (ROI), a organização precisa estar ciente de como se apresenta a experiência de compra do seu consumidor (métrica de ROX, ou Return on experience).

Quem explicou sobre essa tendência foi Ricardo Neves, sócio da pesquisadora. No palco do Fórum Digitalks 2019, ele afirmou que não adianta mais oferecer um site de ponta, se a experiência de compra for mediana. “Dos 27 países pesquisados, descobrimos que o Brasil tem o consumidor que mais valoriza a experiência de compra no mundo. E ele quer essa excelência em todos os pontos de contato da relação, inclusive no mundo físico”.

Essa informação é de extrema importância, dado o levantamento de que 94% dos consumidores de todas as classes já compraram no online. “Praticamente toda a classe C utiliza aplicativos para transações bancárias. O consumo online por celular subiu para a metade da população brasileira. Para ter uma ideia, 1/4 das vendas de calçados no país já é feita no online. Isso só reforça que o lojista deve investir na experiência de compra”, afirmou Ricardo.

Estudo aponta que metade dos brasileiros realizam suas compras por smartphone ao menos uma vez por mês.

A tecnologia na experiência de compra

De acordo com a pesquisa, o brasileiro é favorável à adoção de tecnologias. 80% da população brasileira — reunindo todas as classes sociais — gosta de cuidar da saúde e já utiliza até 3 aplicativos para isso. Além disso, 52% obtêm informações por canais não tradicionais de mídia (blogs, sites, aplicativos, jornais digitais…). No restante do mundo, segundo o levantamento, 32% ainda optam pelas mídias tradicionais, como os jornais New York Times, Financial Times e CNN, por exemplo.

Outro dado interessante: 76% dos consumidores fazem streaming de filmes e programas de TV duas vezes por semana ou mais. E os millenials lideram essa tendência: mais de 57% dizem assistir filmes ou vídeos dessa forma ao menos uma vez por dia.

Experiência de compras sem atrito

Tanto no ambiente físico como online, a jornada de compras deve ter o mínimo de atrito possível. Para isso, o estudo aponta alguns dados a serem observados:

Métodos mais fáceis e rápidos de pagamento se tornaram o principal atributo de melhoria da experiência de compra na loja física para 58% dos entrevistados no Brasil;
41% desejam tecnologias auxiliares enquanto percorre a loja de maneira rápida e conveniente;
44% têm o interesse em pagar pelas suas compras dentro da loja via app;
39% dos que compram em marketplaces acabam comprando com maior frequência.

Amazon

Apesar de ainda não chegar no mesmo patamar de outros países, como EUA e Japão, a Amazon cresce de forma contundente no Brasil — 57% dos consumidores disseram ter feito uma comprar na empresa, ante os 47% apresentados recentemente. “Amazon deve estar na pauta de discussão dos lojistas, pois acreditamos que ela promete muito no mercado nacional”, disse Ricardo.

Como medir o retorno sobre a experiência de compra?

Segundo Ricardo, há algumas questões importantes a serem colocadas em prática nas organizações para começar a entender como medir o retorno sobre a experiência de compras. São elas:

  • Quanto os seus colaboradores estão emocionalmente envolvidos com o propósito da sua marca?
  • Identifique quais comportamentos essenciais geram impacto no resultado. A instalação de um sistema transacional talvez não gere um retorno de experiência, mas sim de investimento.
  • Quais investimentos você está fazendo para envolver os seus colaboradores como embaixadores da sua marca?
  • Até que ponto você está gerando valor aos olhos dos seus clientes, internos e externos? Projetos de investimento, atividades aos funcionários…Como está medindo os resultados financeiros? Se investiu em experiência, quanto aumentou as vendas em cima dessa questão?

Para aumentar a experiência e o retorno, portanto, deve ser mudado o comportamento do consumidor. Ou seja, deve ser criado novos canais, estar com o consumidor quando ele precisar, fazer algo a mais para gerar uma situação positiva.

Ações concretas nas organizações

A organização que busca melhorar o retorno sobre a experiência de compra sem considerar a experiência dos colaboradores perderá uma parte fundamental do investimento. Isso porque gera informações valiosas sobre o que satisfaz o empregado e, consequentemente, o cliente.

  • Entenda o consumidor – isso deve ocorrer com base no comportamento deles, e não do seu. É preciso entender as necessidades de fora pra dentro.
  • Comunidades com propósito – é preciso haver um objetivo na comunidade, com interação. Encontre formas de engajar seu negócio com o público interno e externo, especialmente quando se fala de dispositivos móveis e redes sociais.
  • Propicie momentos mágicos – dê um verdadeiro diferencial que o cliente não espera. Todos estão fazendo o mesmo, e você deve gerar uma boa experiência. E o mesmo vale para o seu colaborador. Se ele não falar bem da sua empresa/marca, quem falará? Pense em seu empregado como se ele fosse o seu consumidor.
  • Experiência digital – aumente a segurança, pois do contrário tudo será perdido. Consumidores buscam outras opções ao perceberem que a empresa não é capaz de proteger suas informações privadas. O mesmo vale sobre o valor gerado a partir dessa troca de informações — deve ser positivo.
  • Foco na jornada – todos buscam uma diferenciação. É preciso, portanto, estar atento e criar incentivos dentro da organização para refletir no resultado da empresa. Compreender qual o tipo de experiência do cliente física ou digitalmente se faz necessário. Oferecer qualidade de sortimento e preço, recomendações, exclusividades… Vale inclusive conectar pesquisas online com visitas presenciais para gerar o melhor relacionamento empresa/consumidor.

Para acessar o estudo na íntegra, clique aqui.

Por Giuliano Gonçalves, via redação do E-Commerce Brasil.

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Pessoas compram experiências, não produtos”, diz CEO da Adobe

“Você se lembra das suas últimas férias?”, pergunta Shantanu Narayen, CEO da Adobe a um auditório com 12 mil pessoas. Analistas, profissionais de marketing e funcionários de empresas parceiras estão lá para saber o que a empresa prepara para o futuro. E ainda assim, o presidente da companhia quer falar sobre sua última viagem (que, por sinal, foi a Nova York, com sua esposa, para encontrar o filho que mora lá). Mais do que nunca, explica ele, é importante falar sobre experiências. A viagem durou 48 horas e foi planejada com pouquíssima antecedência – o que só foi possível por causa de várias plataformas online para comprar entradas para um musical, reservar o quarto de hotel, comprar a passagem aérea – mas apesar do pouco tempo lá, a experiência foi marcante, diz.

“Quando você lembra das experiências mais importantes da sua vida, pode não se lembrar dos detalhes, mas é a experiência geral que fica”, afirma Narayen. E apesar de o resultado final – a plataforma para reservar o hotel – parecer simples, há muito trabalho por trás disso. “Antes, os produtos eram a base da diferenciação, mas não mais. E para cada experiência positiva criada, houveram várias experiências ruins, que podem danificar o seu negócio”.

Durante a abertura do Adobe Summit 2018, em Las Vegas, ele afirmou que todos os negócios hoje precisam ter como base criar experiências para os usuários. E defende que todas as companhias podem fazer isso, inclusive aquelas que fornecem produtos e soluções para outras empresas (B2B). Afinal, diz ele, a expectativa das pessoas não muda quando vão para o escritório.

Brad Rencher, vice-presidente executivo da Adobe, ressaltou a importância de melhorar cada vez mais a experiência dos usuários. Recentemente, contou, ele começou a receber mensagens da companhia aérea Delta assim que a sua mala é colocada no avião – e quem já teve uma mala perdida sabe o valor dessa simples mensagem. “Parece simples, mas é muito difícil de realizar uma coisa dessas”, afirma.

Segundo uma pesquisa realizada pela Adobe, as empresas líderes em criação de experiência, independentemente do ramo de atividade da empresa, têm uma percepção de marca 1,6 vez maior, têm 1,7 vez mais a retenção de novos clientes, e o crescimento da receita é 36% o mais rápido, além de reportarem também em maior satisfação dos clientes.

E para melhorar a experiência dos usuários, os principais executivos da empresa falaram sobre a necessidade de uma “hiper-personalização em escala” para o marketing.

Para isso, diz Rencher, um grande desafio que as empresas enfrentam é a falta de unidade dos perfis dos consumidores. Diversas áreas da empresa recolhem determinados dados sobre um consumidor e têm visões diferentes sobre ele, explica. Quem nunca recebeu propagandas sobre um produto depois de tê-lo comprado? Além de ser ineficaz para a emrpesa, isso gera uma frustração no cliente, afirma Rencher. Para lidar com isso, a Adobe lançou hoje o Experience Profile, uma plataforma desenhada especificamente para unificar os dados de cada cliente. “Além de colocar todos os dados em uma caixa única, é preciso criar um sentido para essas informações”, afirma Rencher. A ferramenta de perfil dos consumidores também se integra ao programa de inteligência artificial da Adobe, o Sensei. Outras soluções mostradas durante o evento facilitam a segmentação da publicidade online e criação mais ágil de peças publicitárias que se encaixam nos diferentes formatos online, de banners nos sites a emails.

“O machine learning nos ajuda na segmentação, na previsão da jornada do consumidor e permite uma experiência segmentada”, diz Rencher. “É uma forma de usar de uma forma prática aqueles dados que você coletou”.

Adobe Advertising Cloud, por exemplo, cria automaticamente novos tamanhos e formatos de uma peça publicitária – algo que atualmente toma muito tempo dos designers. Além disso, a ferramenta facilita a segmentação. Em um exemplo mostrado no palco, é possível alterar a foto e o texto de um anúncio em minutos, e destinar aquela comunicação a um público bastante específico (como pessoas de 18 a 24 anos que moram em Chicago, por exemplo). Assim, em vez de perder tempo criando vários formatos da publicidade e imaginando qual seria o resultado de determinada campanha, é possível colocar isso no ar rapidamente.

Transformação digital
O CEO da Adobe falou sobre a necessidade da transformação digital nas empresas e de uma mudança de mentalidade das companhias. Para conseguir criar uma experiência, as empresas precisam diversificar o design, diz ele, que não está mais apenas na criação de um site ou de uma peça publicitária. “O mundo é muito mais complexo que isso hoje, o design está em tudo, precisamos pensar em experiência em realidade virtual ou realidade aumentada, e é preciso criar engajamento também no mundo off-line”, diz Narayen.

As empresas também precisam aprender a usar os dados com inteligência, “para entender o que se passa na vida das pessoas, em tempo real, não atualizando uma vez por dia ou a cada semana”. Para lidar com a imensa quantidade de dados disponíveis, ferramentas de inteligência artificial e machine learning são cada vez mais importantes.

Por último, ele falou sobre as mudanças que precisam ser feitas na cultura das empresas. “Os processos das empresas foram feitos em outro mundo e para outro mundo. É preciso criar uma nova arquitetura dentro das empresas e prepara-las para a transformação digital”.

*A jornalista viajou a convite da Adobe – Fonte: epocanegocios

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B2W vai disputar mercado no Brasil com gigantes como AliExpress e eBay

A B2W (dona de Americanas.com, Submarino, Shoptime e Sou Barato) entrou no disputado mercado de vendas de produtos importados pela internet, o chamado comércio cross-border, numa estratégia para duelar com gigantes como eBay e AliExpress. Sem alarde, no dia 19 deste mês, o site da varejista ganhou a opção de compras Americanas Mundo, que permite ao consumidor adquirir mercadorias de empresas estrangeiras, segundo consta em relatório do BTG Pactual. Inicia as operações com um sortimento de 200 mil itens. A meta, contudo, aponta o levantamento, é bater dez milhões de produtos comercializados até o fim de 2019 e alcançar R$ 5,7 bilhões em vendas brutas em 2025.

O cálculo do BTG, classificado pelo banco como conservador, avalia que as vendas brutas do marketplace internacional — por ora composto de fornecedores de Estados Unidos e China — equivaleria a 8% das vendas brutas totais da B2W em 2025. Com a divulgação das informações, os papeis da B2W registram alta de 1,68% na Bolsa nesta segunda-feira, fechando cotados a R$ 12,65.

O Americanas Mundo, que oferece itens em segmentos como relógios, eletrônicos, automotivo e brinquedos, ainda não permite ao consumidor incluir produtos dessa nova modalidade de e-commerce na mesma cesta de compras da Americanas.com. Embora o reltório do BTG afirme que as entregas seriam feitas em um prazo de até 30 dias sem custo ou em até sete dias, com entrega feita por uma outra empresa, o site alerta que os itens levam de dez a 50 dias para chegar ao comprador.

O valor do frete, quando contratado de outro fornecedor que não os Correios, é calculado caso a caso. Enquanto o imposto de importação, o recolhimento de ICMS e um eventual gasto com despacho postal ficam a cargo do consumidor, que deve acompanhar o percurso do produto adquirido pelo site. Os produtos com preço de até US$ 50 estão isentos de taxas.

A B2W, avalia o relatório do BTG, tem três razões principais para ser bem-sucedida na nova operação. A companhia conta com forte tráfego de usuários, ampla oferta de itens e foco em entregar uma experiência de qualidade ao consumidor. É passo acertado em um mercado que deve triplicar de tamanho nos próximos anos, diz o levantamento.

A companhia encerrou o terceiro trimestre de 2018 com prejuízo de R$ 105,8 milhões, aprofundando a perda de R$ 88 milhões registrada em igual período do ano anterior. O total de vendas on-line, no entanto, avançou para R$ 3,6 bilhões, alta de 23,7%. Se o recorte de resultado for apenas pelo desempenho do marketplace, o total bateu R$ 1,89 bilhão, salto de 64,5%.

Concorrência com grandes não é fácil
Alexandre van Beeck, sócio da GS&Consult, afirma que competir com as grandes do e-commerce internacional não é fácil, mas é o único caminho:

— É o caminho natural para os grupos que querem fazer frente a esse novo varejo. É preciso ampliar a atuação e trabalhar com as novas oportunidades. Não dá para seguir nesse jogo sem fazer esse movimento ou ficar esperando que outros concorrentes façam isso antes. O desafio da Americanas.com será encontrar uma forma de ter relevância frente a concorrentes como AliExpress ou Amazon.

Com base no conhecimento que a B2W tem do consumidor brasileiro, continua ele, a operação deverá colaborar para impulsionar o resultado da companhia futuramente.

Os gigantes desse setor têm grande pegada em comércio cross-border . A Amazon, que também já atua no Brasil, tem 30% de suas receitas geradas fora dos Estados Unidos. Já no caso do Alibaba, menos de 10% dos ganhos vêm de fora da China.

Foi justamente o grupo chinês que dominou esse segmento de e-commerce no Brasil em 2017, segundo o BTG. Naquele ano, 22,5 milhões de brasileiros compraram em sites internacionais, sendo que 54% deles escolheram o AliExpress. No total, as vendas nesse negócio cross-border somaram US$ 2,7 bilhões no país, avanço de 15% sobre 2016. O tíquete médio, contudo, caiu para US$ 37, ante US$ 35,7 um ano antes.

Fonte: oglobo

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Blog para e-commerce e sua importância para todo o negócio!

Blog para e-commerce e sua importância para todo o negócio!
Blog para e-commerce e sua importância para todo o negócio!
Blog para e-commerce e sua importância para todo o negócio!

Não existe novidade alguma em dizer que a maioria dos e-commerce do mercado não tem um blog. Seja ele um blog corporativo ou institucional.

Mesmo com a enorme quantidade de artigos falando sobre a respeito da importância de se investir na criação de um blog para e-commerce, muitos gestores e empreendedores ignoram este fato.

Todavia, já lhe aviso que este é  o principal e mais importante ponto se você quiser se destacar dos concorrentes!

Aqueles que acompanham as tendências de mercado conhecem todos os benefícios e a importância do blog, principalmente quando falamos sobre aumentar o tráfego e os leads.

Desta forma, existem inúmeras vantagens para quem acredita e investe nesta ferramenta, principalmente o e-commerce.

Pensando de forma racional, se a maioria dos seus concorrentes não realiza investimento em blog, esta é uma oportunidade competitiva para você, já que esta é a chance se destacar dos concorrentes.

Ainda não está convencido e tem dúvida se vale ou não investir seu tempo, o artigo abaixo mostrará as razões fundamentais sobre a importância do blog para e-commerce.

Bora lá?

 

O blog possibilita ser reconhecido nas mídias sociais

Caso você ainda não tenha um blog para e-commerce, é possível que o compartilhamento de conteúdos nas redes sociais não seja sua prioridade.

Mas, no momento em que você começa a usar o blog para comunicar conteúdo de qualidade, você estará no caminho certo do sucesso!

Desta forma, sua empresa será notada e seus conteúdos compartilhados em outras mídias sociais, gerando mais interessados, seguidores e no momento certo, leads para o seu e-commerce.

Não existe regra, mas evite postar sempre sobre o mesmo assunto.

Blog para e-commerce, o importante é entender sua persona saber o que gosta de ler ou compartilhar. Precisamos tornar isso uma vantagem competitiva.

Lembre-se de variar o formato dos conteúdos escritos. O blog precisa entender sua persona e apresentar conteúdo em infográficos, vídeos, e-books ou whitepapers ajudará nesta missão.

Criar uma boa estratégia e estar presente nas principais redes sociais é fundamental (Facebook, Twitter e Instagram)

 

O blog para e-commerce atrai tráfego

Simples assim!

A partir do momento que você produz um bom conteúdo para o blog do e-commerce, ele atrai atenção para o seu site. Claro que o SEO é importante, por isso, recomendo seguir algumas regras básicas.

A estratégia é clara. Conforme a produção de conteúdo para o blog do e-commerce for produzida, novos posts serão publicados, indexando novas páginas e assim, mostrando uma maior relevância para os buscadores (Google, Yahoo, Bing e etc).

O Google verifica o site de tempos em tempos, visando analisar e classificar o site nas pesquisas. Assim sendo, manter constância e periodicidade é importante.

A estratégia de conteúdo para o blog post precisa ser relevante, busque ajudar os leitores com seu conteúdo. Não é uma tarefa fácil, mas acredite no médio a longo prazo dará resultado!

Invista algum tempo realizando o link building (colocar links dentro dos próprios posts) do blog. O Google considera esta uma das principais na hora de avaliar e ranquear um site.

 

O blog transmite credibilidade e idoneidade da empresa

Isso mesmo, o blog pode transmitir toda a personalidade da sua empresa para a sua persona. Desta forma, o blog do e-commerce se mostra seguro, passa confiança para o leitor e melhora o engajamento do cliente com a empresa.

Tenha certeza de deixar ativo os comentários em todas as postagens, isso além de mostrar que você está interessado em ouvir seu leitores, incentivando-os a escreverem. Estes comentários podem ser utilizados por você no futuro para ideias na produção de conteúdos de interesse.

No geral, responda a todos comentários, positivos e principalmente os negativos. Seja claro e objetivo, desta forma, seu e-commerce será reconhecido por ser correto e sincero com todos.

 

O blog para e-commerce ajuda o público a comprar de você

Vamos supor que você executou diversas estratégias de tráfego e através disso, conseguiu atrair alguns visitantes para seu e-commerce, mas e agora? Quais os próximos passos?

Aqui é um momento de tomar muito cuidado, pois atrair o cliente não é fácil, você empenhou tempo e intelecto para criar oportunidades para isso, então não é hora de deixar esse lead em potencial desaparecer.

Um blog para e-commerce é a melhor ferramenta para que isso não aconteça!

O blog tem o poder de influenciar o cliente e por meio dos conteúdos, será possível melhorar seu “posicionamento” perante o cliente. Com seu conteúdo relevante, você passará de um simples e-commerce para um especialista do produto. Desde que você se proponha a fazer e faça bem!

Perceba, o público em geral está interessado em novidades, então focar em lançamentos, cases exclusivos pode ser uma boa.

Tenha em mente que o blog de e-commerce deve despertar o interesse, atração e consideração. Mostre autoridade sobre o assunto/produto que vende.

Demonstre interesse nos possíveis clientes, envie dicas que agreguem para eles ou o produto em questão a fim de incentivar eles a comprarem contigo.

 

O blog aumenta sua base de informações

Toda empresa quer mais leads, certo?! Nós queremos! rs

O primeiro passo é produzir e postar conteúdo relevante e de interesse das pessoas. Algo realmente valioso para eles e que os façam querer voltar para consumir mais e mais.

Depois de criar o blog é interessante disponibilizar o conteúdo produzido pelo e-commerce. Minha sugestão é que você viabilize assinaturas de lista de e-mail, a famosa Newsletter.

Dessa forma, você conseguirá atualizar a todos os integrantes da lista com os conteúdos mais atuais ou novidades relevantes, mantendo e com o tempo, aumentando a lista de inscritos.

Uma estratégia bastante aplicada, pois funciona, é a de oferecer um material rico, como um e-book, como isca digital. Além de engajar o cliente, você aumenta o fit dele com a marca, melhorando seu Branding.

Lembre-se de nunca enviar sequência de e-mails para pessoas não cadastradas em sua lista, evitando SPAM. Além de chato, isso diminui a chance de algum querer fazer negócio com seu e-commerce.

Trabalhe conteúdos ricos, objetivos e relevantes para o seu público. Com o tempo tudo vai se encaixando, o tráfego aumentando…acredite!

 

O blog para e-commerce faz sua marca atingir alcances maiores

Todo empreendedor monta um negócio com um objetivo, mas essencialmente todos tem um objetivo básico e primário, possuir clientes. Agora, como os clientes vão encontrar seu site ou sua marca?

Quando precisamos gerar tráfego, basicamente precisamos receber mais atenção. Quando trabalhamos com conteúdo, precisamos criar algo INCOMENSURÁVEL para o blog. Feito isso, podemos explorar os compartilhamentos nas redes sociais.

As pessoas gostam de compartilhar conteúdos que agreguem valor para elas e seu círculo de amigos. Título curiosos, listas e infográficos são os preferidos na hora de compartilhar.

Com o passar do tempo, mais e mais pessoas chegaram até o seu blog e conheceram o seu trabalho ou produto em questão. Mas para que isso aconteça lembre-se de produzir conteúdos INCOMENSURÁVEIS. Habilitar a opção de compartilhamento no blog do e-commerce é super recomendado também, rs!

Deixe que o seu cliente fale por você e assim convença outros a respeito do seu trabalho. O comentário autêntico de um cliente vale mais que suas 1.000 palavras!

 

E ai, o que você está esperando para começar a impactar seu público?

Com as dicas sobre a importância do blog para e-commerce, acredito que você esteja convencido e motivado. Essa estratégia, provavelmente conseguirá mudar os resultados atuais da sua empresa e construir uma base sólida de clientes e leads.

Principalmente quando estamos em um mercado cada dia mais competitivo, se diferenciar da concorrência e inovar é sempre necessário. Além de ser uma vantagem competitiva e forma adicional de se engajar com seu público.

Dúvidas ou sugestões sobre blog para e-commerce? Deixa lá seu comentário!


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Análise da concorrência: identifique seus competidores diretos e indiretos

Análise da concorrência

Análise da concorrência: identifique seus competidores diretos e indiretos

Análise da concorrência
Análise da concorrência

Como identificar concorrentes diretos e indiretos, como analisá-los, monitorá-los e o que aprender com eles.

Conquistar competitividade e se diferenciar no mercado são os desafios de todo empreendedor. No ambiente online, essa tarefa pode ser ainda mais difícil devido à grande quantidade de competidores diretos e indiretos. No entanto, uma boa análise da concorrência por meio do benchmark é o primeiro passo para alcançar seus objetivos.

O benchmark é uma estratégia que prevê avaliar, mensurar e comparar operações e ações executadas por empresas que são referência dentro e fora do seu mercado de atuação. Nesse processo, o propósito é identificar as melhores práticas que podem ser adaptadas para o seu negócio, a fim de aumentar as chances de sucesso.

Esse contexto considera também os concorrentes diretos e indiretos. Os primeiros são aqueles que oferecem produtos ou serviços iguais ao seu, desejam alcançar a mesma persona e o mesmo segmento de mercado. Um exemplo são duas agências de viagens.

Por sua vez, os concorrentes indiretos são aqueles que oferecem produtos ou serviços diversos, mas que são capazes de substituir os seus. No caso da agência de viagens, um exemplo seria a companhia aérea. Com essa explicação, ficou mais fácil entender a divergência de conceitos e como esses competidores impactam o seu negócio, certo?

A questão é: de que maneira é possível analisá-los, monitorá-los e identificá-los para potencializar seus ganhos e aprender com eles? É o que veremos neste artigo. Confira!

Comece a análise da concorrência pelas empresas mais influentes do mercado

Pouco adianta observar empresas que têm resultados parecidos com os seus. Para fazer o benchmark, o ideal é utilizar os melhores players do mercado, ou seja, aquelas organizações que são referência e consideradas vitoriosas em seu campo de atuação.

Essas companhias podem atuar ou não no mesmo nicho que o seu. Por exemplo, se você trabalha com venda de produtos, um bom parâmetro é avaliar o atendimento da Disney, que oferece exemplos relevantes nesse setor, especialmente no que se refere à oferta de uma experiência única.

Defina pontos fortes e fracos de cada concorrente

A análise da concorrência deve passar pela identificação de pontos positivos e negativos do negócio, porque é assim que você descobre quais estratégias de vendas surtiram efeito e aquelas que devem ser ignoradas. Para isso, considere os seguintes fatores:

  • qualidade, embalagem e performance do produto;
  • site do competidor, a partir de requisitos como usabilidade, responsividade etc.;
  • estratégias de marketing, com detalhes sobre qualidade das propagandas, divulgação, promoções e mais;
  • preço, inclusive condições de pagamento;
  • equipe de vendas, por exemplo, qualidade e quantidade de atendentes e cargos que lidam com os clientes de maneira direta;
  • aspectos logísticos, como é o caso de prazos de entrega, estratégias de distribuição, contratos com transportadoras, entre outros;
  • credibilidade do competidor, isto é, solidez da marca, tempo de atuação no mercado e mais quesitos.

Ao fazer a análise da concorrência, considere que os pontos fracos são determinados a partir do que a concorrência precisa aperfeiçoar. Por exemplo: imagine que um aspecto positivo seja a eficácia da equipe de vendas, que recebe muitos elogios. Quando há reclamações, esse critério se torna negativo.

Você pode utilizar os pontos de fragilidade da concorrência para se destacar — basta melhorá-los. É importante perceber que, boa parte das vezes, os aspectos positivos e negativos estão embasados na presença ou ausência de itens essenciais para o funcionamento do negócio.

Além disso, esses critérios costumam ser contornáveis. Por isso, vale a pena avaliar também a capacidade dos competidores de reagirem às oportunidades. A resposta pode ser favorável a você, se eles forem pouco flexíveis.


Utilize ferramentas para encontrar dados dos concorrentes

Utilizar ferramentas para a coleta de dados dos competidores é essencial para facilitar o processo. Por meio das informações, torna-se possível delinear o comportamento e o perfil dos negócios, com pontos positivos e negativos, parâmetros e outras condições relevantes.

Veja os recursos mais comuns e válidos para encontrar dados dos concorrentes!

Google Alerts

O Google Alerts monitora menções à sua marca e a concorrência, além de palavras-chave mais utilizadas. Pelas definições de termos e empresas de interesse, são gerados relatórios e estatísticas automáticos.

SocialMention

Trabalha em tempo real — e essa é uma das principais vantagens. O uso do SocialMention é simples, com a busca por nome da empresa, palavra-chave, termo ou produto. O site apresenta os resultados e permite mensurar a popularidade de companhias, eventos ou lançamentos em determinado período.

Google Trends

Utiliza gráficos para mostrar a frequência de pesquisa de palavras-chave e termos específicos. Com o Google Trends é possível delimitar idiomas e regiões para obter informações sobre comportamento do público e sua relação com a concorrência.

SEMRush

O SEMRush é ideal para focar a concorrência. A análise da concorrência é feita por palavra-chave e termos, sendo que é possível mensurar empresas e marcas a partir das palavras que geram tráfego para o site. A ferramenta também apresenta o valor médio de Custo por Clique (CPC), vocábulos indexados e quais são usados em links patrocinados.

Identifique o diferencial de cada um e compare com o seu

Toda empresa tem um diferencial competitivo — e encontrá-lo é essencial para saber em qual aspecto seu negócio é capaz de se destacar. Entre os fatores que contribuem para essa relevância estão: preço baixo, atendimento de qualidade, produto diferenciado, peso da marca etc.

Ao fazer essa comparação, fica mais fácil saber quais são as vantagens proporcionadas por uma empresa e qual é a valorização oferecida pelos consumidores a esses aspectos. Se você for incapaz de alcançar o mesmo preço, por exemplo, deve focar na qualidade do produto e/ou o atendimento. Outra possibilidade é a agilidade da entrega, que atrai a atenção de quem compra online.

Analise os cases de sucesso

Os exemplos de êxito da concorrência são boas alternativas para ter ideias para o seu negócio. Muitas vezes, essas iniciativas têm a ver com investimentos, mas boa parte delas também estão relacionadas ao aproveitamento de oportunidades e habilidades.

Verifique o que foi feito, os resultados atingidos e as ações executadas. Identifique os erros e acertos, bem como os ativos-chave que levaram aos resultados positivos. Veja quais são os diferenciais das empresas e analise o que elas parecem ser, além do que verdadeiramente são. Se possível, anote as informações em uma planilha, com os nomes dos concorrentes e quesitos essenciais.

Segmente as características do concorrente de acordo com alguns serviços

Além de todas as recomendações, vale a pena verificar alguns aspectos da concorrência a partir de serviços oferecidos, como:

  • atendimento;
  • ambiente físico ou virtual;
  • qualidade de produtos e serviços;
  • comunicação;
  • ticket médio, ou seja, o valor médio adquirido por cliente.

Ao fazer essa separação, você tem uma visão mais ampla e estratégica, que ajuda a identificar os pontos fortes e fracos. A comparação dos dados também facilita saber o que seu negócio precisa fazer para melhorar e alcançar um patamar mais elevado.

Todas essas ações ajudam a aprender com os concorrentes a partir do viés das melhores práticas, exemplos de sucesso e quesitos que fazem um negócio ser referência no mercado. No entanto, as atividades analisadas nunca devem ser copiadas, para evitar o risco de plágio.

A análise da concorrência sempre deve focar em atitudes que podem ser aperfeiçoadas e adequadas à sua marca. Assim, você não copia o que o outro está fazendo e garante os melhores resultados.

E você, já executa algumas dessas práticas na sua empresa? Identificou algo que precisa ser melhorado no seu negócio? Deixe seu comentário e compartilhe suas experiências!

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3 sinais de que o seu site profissional precisa ser renovado

Criar Site profissional ou renovar site profissional

3 sinais de que o seu site profissional precisa ser renovado

Criar Site profissional ou renovar site profissional
Criar Site profissional ou renovar site profissional

Criar um site profissional é a chave para o seu negócio decolar!

Site profissional. Você já trabalha com a venda online de produtos, mas seu site profissional pode ser melhorado. Com um faturamento estável, chegou o momento de tomar essa decisão, que deve ser bem pensada e consciente — afinal, o investimento precisa valer a pena.

Por isso, o primeiro passo é refletir sobre quais são seus objetivos ao manter o site. Por exemplo: aumentar as vendas, oferecer um atendimento diferenciado, trazer autoridade para a marca etc. Essa análise é a base para uma possível renovação, porque é a partir dela que você identifica as oportunidades que está perdendo.

Para ajudar na sua reflexão, listamos, neste post, 3 sinais que indicam que você precisa renovar o seu site. Além disso, entenderá por que vale a pena profissionalizá-lo ainda mais e qual é o potencial de retorno que essa medida traz para o seu negócio. Vamos lá?

3 sinais de que é preciso renovar o site da sua empresa

Ter um site profissional é uma forma eficiente de ganhar credibilidade e aumentar sua presença online. Para um negócio baseado na internet, esses dois fatores são altamente estratégicos e oferecem vantagem competitiva.

(mais…)

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Tudo o que você precisa saber sobre plataformas de e-commerce está aqui

Plataformas de e-commerce, tudo o que você precisa saber está aqui!

Tudo o que você precisa saber sobre plataformas de e-commerce está aqui

Plataformas de e-commerce, tudo o que você precisa saber está aqui!
Plataformas de e-commerce, tudo o que você precisa saber está aqui!

Plataformas de e-commerce, o guia definitivo!

Plataformas de e-commerce. Parece história de sucesso dos filmes, mas, na verdade, é comum ver negócios online que começam as vendas informalmente. Com o tempo, aumentam tanto suas transações que seus gestores precisam tomar uma importante decisão. Investir ou não em plataformas de e-commerce para profissionalizar o ambiente de compra?!

Abrir uma loja virtual exige conhecimento, mas, principalmente, planejamento. Ao escolher uma plataforma, por exemplo, é preciso considerar qual cenário de sucesso está sendo planejado. Para o médio e longo prazo e quanto o investimento em tal solução impactará nos resultados do negócio.

Mas, uma coisa é certa: é preciso dar mais estrutura tecnológica ao negócio para que seja possível responder a novas demandas. Desta forma, crescer exponencialmente, automatizar alguns processos e passar credibilidade para o consumidor ao mesmo tempo.

Promover essas melhorias no seu negócio está em seus planos? Pois todas elas deveriam ser prioridades.

Para ajudar nesse planejamento, reunimos neste conteúdo todas as informações que devem ser consideradas em suas escolhas. Além de conceitos básicos que podem ser determinantes para a análise das opções e a negociação final. Acompanhe!

Leia também: O que fazem as empresas de desenvolvimento de lojas virtuais?

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Social selling: 5 dicas para vender nas redes sociais

Social selling - Dicas para vender nas redes sociais
Social selling - Dicas para vender nas redes sociais
Social selling – Dicas para vender nas redes sociais

Dicas para vender nas redes sociais

Bons vendedores sempre usaram o relacionamento para gerar negócios. Até mesmo aqueles que iam de porta em porta vender panelas iniciavam uma longa conversa antes de fazer a oferta. Muitas inovações depois, essa estratégia ainda é um sucesso. Mas, para quem quer dominar o social selling nos dias de hoje, um mergulho nas dicas para vender nas redes sociais é essencial.

Então, vamos chamar o Sr. Pedro, vendedor de panelas em 1993, para fazer social selling, afinal de contas, as portas do comércio eletrônico estão abertas para todos, não precisa pedir para entrar, mas é essencial saber atrair e converter leads nesse novo terreno.

Como todo bom vendedor e dono de seu próprio negócio, ele logo entenderá que o social selling é uma estratégia para encontrar, conectar e gerar negócios pelas redes sociais muito eficiente, afinal de contas:

  • permite que ele interaja e dê atenção a diversos potenciais clientes;
  • pode ser considerada uma estratégia de baixo custo, ou, em alguns casos, livre de investimentos;
  • conecta seu negócio a milhares de interessados, permitindo segmentar o público; e
  • é o futuro, Sr. Pedro!

Garantir que suas ações de vendas sejam escaladas e sem um aumento do investimento para tal é uma razão bem convincente, mas não só para o Sr. Pedro, e para você, gestor. Muitas empresas também curtiram esses benefícios e estão apostando forte no social selling.

Então, o que fazer? Diferenciar-se de todos eles com as dicas para vender nas redes sociais que separamos para seu e-commerce. Confira!

1. Estabeleça uma marca pessoal

Quando Sr. Pedro ia visitar seus potenciais clientes, usava um carro todo adesivado com a marca das panelas que vendia, mas nada chamativo, e sim com informações e imagens que davam credibilidade e até um ar de elegância para seus produtos. Ele usava roupas modernas e sempre dava dicas de alta gastronomia. Muitos acreditavam que ele era um chef de cozinha internacional.

Essa era a marca pessoal do Sr. Pedro em suas vendas diretas, e ela é igualmente importante nas redes sociais. Mas atenção, a identidade visual — ou seja, os adesivos, logo ou foto do perfil no Instagram, por exemplo — representa apenas uma pequena parte dessa estratégia.

O que essas imagens dizem e a conclusão que potenciais clientes tiram quando interagem com a marca ou leem a respeito dela são os elementos importantes. Ou seja, é a credibilidade e a elegância que o veículo do Sr. Pedro transmitia, ou sua imagem de autoridade da cozinha, quando dava dicas gastronômicas.

Para estabelecer sua marca pessoal, pense em respostas para perguntas, como:

  • Que percepções e sensações seu e-commerce gera?
  • Como os clientes descrevem seu negócio?
  • Quais são os valores intangíveis dos seus produtos?

2. Gere leads e faça um fluxo para sua nutrição

Essa o Sr. Pedro também fazia, ele visitava algumas dezenas de casas, anotava contatos, passava receitas e jogava conversa fora. Dava opiniões para seus potenciais clientes no dia da feira do bairro.

Transplantando essa dinâmica para o ambiente virtual, tudo isso é perfeitamente possível. Ao publicar um vídeo de receitas no Facebook, por exemplo, o Sr. Pedro pode atrair novos interessados, interagir nos comentários, oferecer uma newsletter ou livro de receitas para captar os e-mails de seus seguidores e, ainda, participar de fóruns de pessoas com interesse em gastronomia e itens de cozinha.

Essas interações contextualizadas, que têm a ver com o produto do Sr. Pedro, são uma forma de nutrir relacionamentos, e, ao mesmo tempo, convencer gradativamente que os leads precisam de panelas antiaderentes, vermelhas ou de determinada marca. Ou seja, esse fluxo garante que os contatos realizados conduzam as ações para a conversão da venda.

3. Tenha engajamento positivo para seu social selling

Quanto melhores e mais criativas forem essas interações no fluxo de nutrição e geração de leads, maior será o engajamento, ou volume de respostas dos leads. Na verdade, a gestão do social selling, por si só, é um ponto considerado um diferencial do negócio, pois, de forma resumida, representa o modo como o e-commerce valoriza o relacionamento com seus clientes.

Se o Sr. Pedro vende um conjunto de panelas e elas são extraviadas. O cliente pode usar as redes sociais para fazer uma reclamação e criticar seu e-commerce.

A rápida identificação e atuação na resolução da situação, no entanto, pode ser transformada em um trunfo. Com isso, o Sr. Pedro mostrará que tem uma boa infraestrutura comercial, inclusive para contornar problemas, além, é claro, de demonstrar como a satisfação de seus clientes está sempre em suas prioridades.

Ou seja, é possível explorar qualquer situação, data ou ocorrência para criar interações nas redes sociais que engajam. Uma ótima dica para isso, aliás, é conhecer exatamente quem é a sua buyer persona, ou representação do comprador ideal.

Isso permitirá que as postagens e o envio de ofertas de produtos sejam ainda mais personalizados.

4. Entregue valor nas interações

Cada rede social tem um apelo maior, seja visual, seja para textos. Para entregar valor, o Sr. Pedro precisa, primeiramente, saber em quais redes sociais seus potenciais clientes estão. Quem compra panelas tem gosto ou necessidade de cozinhar, certo? (mais…)

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6 lições para aprender com os maiores e-commerces do Brasil

maiores e-commerces do brasil
maiores e-commerces do brasil
Maiores e-commerces do brasil

Maiores e-commerces do brasil, como se tornar um gigante nos tempos atuais

Maiores e-commerces do brasil. O e-commerce é uma modalidade de comércio virtual já familiar para grande parte dos consumidores. Fato que confirma por que ele vem crescendo cada vez mais no Brasil e mundialmente.

E quais seriam os demais motivos que levaram empreendedores e grandes empresas a apostarem no mundo virtual? Maior facilidade de gestão, redução de custos, melhor margem de lucro, flexibilidade para as estratégias comerciais, novas tecnologias e proximidade com os clientes são alguns deles.

Porém, até descobrirem tais vantagens e os demais potenciais desse mercado, muitos e-commerces precisaram aprender duras lições de administração para, só depois, prosperarem. E sabe o que é o melhor dessa história? Seu negócio não precisa viver os mesmos desafios para ter sucesso, basta aprender com as decisões que eles tomaram.

Quer saber o que os maiores e-commerces do Brasil aprenderam em suas jornadas de sucesso? Fizemos uma lista imperdível. Confira!

Maiores e-commerces do Brasil

Entre os maiores e-commerces, não podemos deixar de comentar sobre o trio: B2W, Americanas, Submarino e Shoptime. Este que é um dos mais conhecidos. Além da estratégia de incorporar outros comércios virtuais, a internacionalização de suas vendas também foi outra ação que rendeu resultados.

Também no topo está a Magazine Luiza, que se destacou pelo investimento no atendimento inovador de qualidade da robô Luiza. Já no Privalia, com foco na venda por tempo determinado de marcas exclusivas, o grande diferencial foi o forte apelo para o design de seu ambiente virtual de compras e estratégias que privilegiavam a experiência de uso por smartphones.

Fecham essa lista, ainda, outros gigantes, como o Netshoes, que, hoje, tem um portfólio de produtos imenso. O Grupo Herval, a Dell Computadores, a Máquina de Vendas e outros mais.

Cada um prosperou de forma diferente. Mas todos tiveram, em seus crescimentos, a oportunidade de experimentar estratégias em um mercado, até então, quase inexplorado. Na atualidade, os empreendedores que estão de olho no e-commerce podem aprender com as dicas desses grandes negócios.

Dicas e cases de sucesso no comércio digital

Muitos empresários que estão planejando seus e-commerces ou que já têm uma clientela em crescimento sonham com negócios milionários. Mas, para chegar até lá, é preciso ter muito esforço e fazer decisões acertadas. Aí vão algumas dicas de quem já testou e aprovou algumas estratégias de sucesso.

1. Ofereça atendimento ágil

A dúvida de um cliente pode ser a única coisa que o separa da efetivação da compra. Assim sendo, se ele não for respondido a tempo, a consequência mais provável é que o e-commerce perca a chance de fidelizá-lo.

Essa consequência desastrosa não aconteceria apenas porque o cliente não sanou sua dúvida. Mas também, porque teria sido conduzido para um atendimento ruim, ou, até mesmo, inexistente.

O atendimento ágil é essencial para o sucesso do e-commerce. Por isso, considere criar uma área para perguntas frequentes, oferecer um chat online ou ter um telefone de contato ativo. E crie internamente metas que assegurem tempo máximo de resposta e nível de satisfação dos clientes, por exemplo.

2. Invista em uma boa logística

Um dos grandes diferenciais que um e-commerce pode oferecer é um sistema logístico com qualidade superior aos seus concorrentes. Esse é um ponto sensível para a compra dos clientes, ser o melhor é uma das garantias mais certas para sua fidelização.

A boa logística deve começar na consulta do estoque dos itens. Logo depois, no seu bloqueio no caso de compra e, invariavelmente, na escolha de transportadores confiáveis para finalizar o processo com sucesso.

Dar opções do nível de serviço e tempo de entrega para o cliente também pode ser um bom negócio. Assim, ficará a critério dele escolher entre pagar um envio mais caro ou receber em um tempo maior.

3. Conheça detalhes sobre seu cliente

Gigante com valor de marca de aproximadamente US$ 637 milhões, a Netshoes está sempre atenta às necessidades e interesses de seus diferentes públicos. Talvez o mais antigo deles, composto pelos amantes de esportes, por exemplo, seja atraído por campanhas e produtos que remetem a diferentes atividades físicas.

Com o slogan “Netshoes. Conecta você ao esporte”, já patrocinou times de futebol e, mais recentemente, equipes de jogos eletrônicos. É uma comunicação direta com seu público e uma forma eficiente de personalizar o atendimento e o mix de produtos.

4. Tenha um portfólio de produtos abrangente

Ao mencionar o mix de produtos, não dá para deixar de falar sobre a importância de um portfólio de produtos abrangente. Claro que é preciso respeitar o nicho de mercado e ter um item de venda principal. Mas aumentar o leque de opções de compra é essencial para o sucesso de um e-commerce.

Os maiores e-commerces do brasil especializados em goiaba podem oferecer goiabada, ketchup à base de goiaba, geleia da fruta com diferentes combinações, chutneys, bolos, kits para datas especiais e até vestuários com o tema, por exemplo. E engana-se quem pensa que criar uma variação de produtos, nesse caso, é um grande desafio.

Para aqueles que não têm um produto carro-chefe, a diversificação é ainda mais importante e complexa, afinal de contas, sua oferta de itens é comparada à de outros e-commerces.

5. Ofereça a opção de retirada na loja

Outra tendência que já foi identificada pelos grandes e-commerces é que a comodidade de comprar de onde estiver é muito boa, mas pode ser prejudicada pelo fato de não ter o produto imediatamente depois.

Por isso, oferecer ao cliente a opção de retirar na loja é uma forma de colocar a decisão nas mãos dele, literalmente. Ele pode usufruir da experiência de compra online, das condições de pagamento e demais características, mas retirar seu produto na loja para obtê-lo mais rapidamente.

6. Considere a experiência de uso do e-commerce

Um layout agradável e intuitivo, fotos de qualidade dos produtos, segurança para as transações de cartões de crédito e outros elementos da experiência de uso do e-commerce podem ser ainda melhores.

É possível inserir pequenos vídeos para descrição dos produtos, designs personalizados de acordo com o nicho de atuação e conteúdos otimizados para atrair e fazer com que mais vendas sejam convertidas. Técnicas de marketing de conteúdo e gestão de mídias sociais são algumas dessas soluções que jornalistas e publicitários especializados no ambiente digital podem atribuir aos projetos.

Essas lições ajudaram no crescimento dos maiores e-commerces do Brasil, suprindo as demandas dos compradores, equiparando e, algumas vezes, superando os benefícios oferecidos no comércio tradicional. A experiência de consumo online tornou-se única e relevante, porém, certamente, esses não foram os únicos fatores para o sucesso. Além das estratégias pontuais de cada e-commerce, a mudança de comportamento dos consumidores mostra que a sociedade, de forma geral, está cada vez mais propensa a concentrar suas compras no ambiente virtual.

Quer conhecer outros dados que atestam essa realidade? Confira aqui 12 fatos que mostram como o e-commerce está em franco crescimento no Brasil.



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Guia completo: como empregar a psicologia das cores no design da loja virtual?

Psicologia das cores

Psicologia das cores se bem empregado no design da sua loja virtual pode melhorar a aceitação do público e aumentar o número de conversões

Psicologia das cores
Psicologia das cores

Psicologia das cores. A arte da persuasão é o que está por trás do ato de vender um produto ou serviço, seja online ou offline. Embora existam milhares de fatores que influenciam como e o que é comprado, boa parte do processo de decisão é impactado pelo apelo visual do produto e do ambiente em que a oferta é feita. Um dos elementos mais fortes e importantes nesse contexto é o uso das cores.

Ao divulgar e tentar comercializar novos produtos ou serviços, é preciso ter a clareza de que consumidores priorizam a aparência estética (principalmente a cor) em detrimento de outros aspectos como som, textura e odor.

Um estudo feito pela Kissmetrics apontou que 85% dos consumidores consideram as cores do produto ou do ambiente em que o produto está sendo vendido como uma das razões principais pela decisão de compra.

Empregar a psicologia das cores é, nesse contexto, o estudo que busca entender como as cores influenciam o processo de tomada de decisão dos consumidores. A partir do domínio da correlação entre cores e compra, é possível tomar ações concretas para instigar e potencializar o desejo do consumidor.

Quer entender como aplicar o conceito no design da sua loja virtual? Confira os tópicos a seguir! (mais…)

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Uma agência fora de Seri.e

Agência Seri.e

Agência é tudo igual? Como escolher a agência ideal? O que avaliar em uma agência?

Agência Seri.e
Agência Seri.e

Uma agência fora de “SERI.E” é tudo o que o empreendedor gostaria para sua loja virtual ou negócio. Ter um parceiro para agregar qualidade, comprometimento e gerar resultados positivos, além do custo x benefício, é interessante para a saúde e visibilidade da marca e, por apresentar soluções assertivas e de qualidade, aumenta o engajamento com o público alvo. Essa sacada de marketing já foi notada por quase todo o mercado: Qualidade + Comprometimento + Disciplina = Bons resultados 😉 . Entretanto, se a receita do bolo já está pronta, por quê os resultados finais são tão discrepantes de um parceiro para outro? Por que, cada vez mais, a busca por uma agência fora de “SERI.E” vem aumentando?

 

Agência sem receita de bolo!

A resposta é simples: mais do que ter a receita pronta, é preciso fazer a alquimia correta, misturar os ingredientes para agregar a massa e fazer com que esse bolo simples torne-se um mega bolo de festas!

Quantas vezes você já leu ou ouviu por aí que era só fazer tal coisa e pronto, haveria uma chuva de clientes comprando na sua loja, mas não deu certo?

Tudo isso acontece justamente porque a maioria das agências segue um padrão de mercado, tentando automatizar suas interações com o cliente e, no desespero de atender o máximo possível de clientes, param de ESCUTAR sobre o seu negócio, desperdiçando suas particularidades e minando suas chances de se destacar.

Para ter ideia, segundo a consultoria Big Data analisou, há mais de 371 mil sites e-commerces no Brasil. Se não houver nenhum trabalho diferenciado, logo o seu site será mais um entre esses tantos mil, mais um “mais do mesmo” brigando por preço e esquecendo que o cliente realmente quer: valor!

Bolo de chocolate é bom, uma delícia! Mas se seu cliente gosta e compra o bolo de morango, então por que fazer campanha para vender bolo de chocolate?

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Dicas Instagram – conheça 19 dicas infalíveis!

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Conheça as principais dicas para INSTAGRAM

instragam
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Instagram. A popularidade do Instagram é incrível. O único problema com uma plataforma que possui mais de 800 milhões de usuários ativos, em março de 2018, é garantir que suas postagens sejam encontradas por pessoas interessadas no que você tem a dizer (ou vender)!

Os dias de adicionar algumas hashtags aleatórias a um post estão bem e verdadeiramente acabados – está se tornando muito mais uma ciência. Então você tem que ter uma estratégia.

Aqui estão as nossas principais dicas para tirar o máximo proveito do Instagram para o seu negócio.

 

1. Comunique claramente o que você faz

Configure corretamente seu perfil. Use uma ótima imagem de perfil, certifique-se de que o seu Instagram publique istantaneamente com o que você faz e escreva uma boa biografia. Não se esqueça de incluir o URL do seu site!

 

2. Identidade visual é tudo

O Instagram é uma plataforma muito visual, então faça o trabalho a seu favor. Usar o mesmo filtro de assinatura e manter o mesmo estilo de fotografia dará às suas postagens um estilo consistente, o que ajuda a torná-las instantaneamente reconhecíveis.

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ESTRATÉGIA DE VENDAS E SUA DEFINIÇÃO

Estratégia de vendas
estratégia de vendas
Estratégia de vendas

Estratégia de vendas é um diferencial competitivo

Estratégia de vendas é um plano para incrementar as vendas de serviços ou produtos, visando o lucro. E, pode ser aplicada em lojas virtuais, grandes empresas e outros vendedores em geral.
As estratégias de vendas de uma loja virtual, são desenvolvidas, normalmente, pela direção da empresa em conjunto os gerentes de vendas, marketing e publicidade. Muitas estratégias envolvem “discursos” ou palavras-chave para abordar o cliente em potencial. Alguns desses “discursos”, como aqueles usados ​​por operadores de telemarketing, podem ter que ser memorizados e comunicados textualmente.

 

Identificando Mercados

Estratégias de vendas diferem por setor/ramo, mas não importa o que você vende, será necessário determinar o mercado alvo. Por exemplo, seria imprudente para uma empresa que vende bonecas, anunciar seus produtos em revistas de moda masculina. Mas, identificar um mercado vai além do óbvio. Pontos como localização, idade, sexo e hábitos de consumo dos clientes em potencial de uma empresa devem ser levados em consideração.

 

Métodos de configuração

Todas as empresas devem determinar como promover e vender seus produtos ao desenvolver uma estratégia de vendas. Em outras palavras, você entrará em contato com seus clientes por telefone, cartas (via correio), ou enviando e-mails de marketing em massa? Muitas empresas usam todos esses métodos (entre outros) para conseguir marcar uma reunião presencial, por exemplo. De fato, a forma que um vendedor usa para vender seus produtos ou serviços está, novamente, ligado ao conhecimento do seu mercado.

 

Conhecendo a Concorrência

Qualquer boa estratégia de vendas é construída com a concorrência em mente. Isso significa entender o que funcionou para empresas opostas e, talvez, integrá-las à sua própria estratégia de vendas. Ou melhor ainda, saber o que funciona para a concorrência, aprimorar e integrar ao seu planejamento, seja para ofertar um produto semelhante a preços mais baixos ou comercializar um produto como se fosse o melhor de seu tipo, exibindo seus diferenciais.

 

Analisando Tendências

Ocasionalmente, um produto sai de moda e precisa ser atualizado ou substituído por completo. Em outros casos, a economia determinará quanto um consumidor está disposto a gastar em determinado produto. Entender esses tipos de tendências é um grande fator no desenvolvimento de uma estratégia de vendas. As melhores estratégias começam com bastante antecedência, assim é possível identificar o ciclo de vida de um produto, ou seja, quando os produtos se tornam menos populares, ou ainda, quando os mercados financeiros flutuam.

 

Seja Organizado

A organização é um fator importante para o sucesso em qualquer setor e, para as vendas, não é diferente. Portanto, essa organização precisa incluir detalhes sobre o papel de quem realiza a venda, como metas e regiões que devem ser gerenciadas e, obviamente, as comissões e compensações. Às vezes, as estratégias incluem incentivos ou bônus para um registro de vendas bem-sucedido.

Agora que você já sabe tudo sobre estratégia de vendas, compartilhe com seus amigos e conhecidos!

 

 

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7 características essenciais que todo site de e-commerce deve ter

Site de e-commerce

7 características que todo site de e-commerce deve ter

Descubra quais são os pontos mais importantes para o seu e-commerce

Site de e-commerce
Site de e-commerce

Site de e-commerce. Não existe um site de e-commerce igual ao outro. Apesar, de as tendências no setor ajudarem as lojas virtuais e sites de e-commerce a se manterem relevantes e com baixas taxas de rejeição, são o conteúdo e os produtos ou serviços ofertados que permitem a sobrevivência da página em um mercado cada vez mais competitivo.

E é justamente devido à alta competitividade para conseguir conquistar a atenção e um espaço no orçamento do consumidor que fazer o básico deixa de ser suficiente. É preciso ir além e investir em características que darão longevidade ao site de e-commerce. Quer saber quais são elas? Confira a seguir.

1. Facilidade de uso

Simplicidade deve ser o principal objetivo ao pensar no design da loja virtual. Segundo dados da Hubspot,, 76% dos consumidores online afirmam que a facilidade para navegar nas páginas e entender as informações nelas contidas é a característica mais importante no processo de decisão por comprar ou não de dado fornecedor.

O consumidor precisa atingir o seu propósito na página fácil e rapidamente. Toda e qualquer complexidade desnecessária será um desestímulo para a compra.

O vendedor de e-commerce tem minutos, às vezes segundos, para completar uma venda. Focar na experiência do usuário, fornecer reviews de produtos e um FAQ informativo é fundamental em toda loja virtual.

2. Fotos e vídeos em alta qualidade

Há muito tempo, deixou de ser suficiente uma única foto com alguns bullet points descrevendo o produto para que uma venda fosse concretizada. O consumidor atual quer ver o item de múltiplos ângulos e, se possível, sendo utilizado em diferentes ambientes antes de tomar a decisão.

Quanto mais detalhes a imagem trouxer, mais próxima será a sensação que o consumidor terá de possuir o produto. Por isso, é preciso ter alguns cuidados na hora de fazer o upload de imagens no site de e-commerce.

O fundamental é que elas não demorem muito para carregar, já que, quando isso acontece, 39% dos consumidores deixam de tomar a ação esperada pelo vendedor (seja colocar o produto no carrinho, seja, de fato, concluir a compra).

A premissa é: imagens vendem, textos não. Por isso, exibir múltiplas imagens por produto, em alta resolução e otimizadas para a página carregar rapidamente é impreterível para o sucesso do site de e-commerce.

Site de e-commerce
Site de e-commerce

3. Mobile friendly

Segundo regras do Google, desde 2017, todos os sites devem ser mobile friendly, ou arcar com a não priorização da ferramenta de busca na hora de ranqueá-los nas páginas de resultados.

Um portal responsivo é aquele em que o seu conteúdo se adapta a qualquer dispositivo em que esteja sendo acessado (tablets, smartphones, desktops ou notebooks). Surpreendentemente, muitos sites ainda não aderiram a um design responsivo.

4. Campo de busca

A barra de buscas é o equivalente ao vendedor em uma loja tradicional. No mundo online, em vez de perguntar se há o produto ou onde ele se encontra a um representante comercial, o cliente buscará a resposta no campo de buscas. Por isso, é importante um cuidado especial com essa funcionalidade.

Fique atento aos seguintes pontos:

  • visibilidade: ela precisa estar visível em qualquer lugar do site em que o cliente estiver. Usualmente, ela sempre se encontra na parte superior;
  • ajuda na busca: deixe fixado, no campo de busca, o que você espera que o consumidor faça. Geralmente, são usadas algumas frases, como “o que você procura?” “insira aqui a palavra-chave”, “o que você deseja buscar?”, entre outras;
  • preenchimento automático: quando o possível consumidor começar a buscar por um item, a barra já deve exibi-lo, assim, as chances de conversão são muito maiores.

5. Descrição dos produtos

Um dos erros mais comuns é usar frases que apenas descrevem os produtos em vez de vendê-los. É preciso esclarecer quais são as buyer personas que o e-commerce quer atingir e utilizar um copywriting que seja apelativo para essa audiência-alvo.

Veja dicas de como descrever os produtos da sua loja virtual:

  • entenda que a descrição deve responder seis perguntas fundamentais: para quem é o produto, quais são os seus detalhes e seus diferenciais, onde ele pode ser utilizado, quando ele pode ser utilizado, por que é uma boa ideia comprar o produto e como ele funciona;
  • deixe explícita a proposta de valor, ou seja, mais do que descrever as funcionalidades, é preciso deixar claro como elas impactam o dia a dia da buyer persona;
  • escolha um tom de voz que diferencie o seu e-commerce da concorrência. Se o concorrente usar um tom mais corporativo e sério, você pode optar por um mais leve e divertido, por exemplo;
  • elimine o sentimento de culpa do consumidor. A maioria das pessoas se sente culpada ao gastar dinheiro, mas, se você deixar claro que é uma oferta imperdível, que o produto é exclusivo e que é um ótimo negócio, elas estarão mais propícias à compra;
  • use mais verbos e menos adjetivos;
  • preocupe-se com SEO ao descrever os produtos;
  • aposte na comprovação social (social proof). Quanto melhores forem as reviews e histórias reais de uso do produto, melhor.

6. Layout do site de e-commerce

Se você quer que o visitante fique no seu site e veja o que você tem a oferecer, é preciso que essa experiência seja agradável. O layout do e-commerce tem papel fundamental nas taxas de conversão. Por isso, lembre-se:

  • use espaços em branco para minimizar a sensação de tumulto e desordem entre os produtos. Assim, é possível criar uma hierarquia visual;
  • aposte em fontes customizáveis para dar personalidade e deixar os textos legíveis;
  • use o design para contar histórias (storytelling);
  • não tenha longos blocos de texto;
  • não tenha informações desnecessárias na homepage.

7. Política de devolução

As políticas de retorno de mercadorias devem ser claras, visíveis e ilustradas. Preferencialmente, representando uma excelente forma de construir um relacionamento de confiança com o consumidor. Assim, o possível cliente se sente mais propício a comprar pois saberá que, caso ele esteja insatisfeito, poderá devolver ou trocar o item.

Uma pesquisa da Invest mostra que:

  • 30% dos produtos comprados online são devolvidos;
  • 92% dos consumidores comprarão novamente do site se o processo de retorno for fácil;
  • 67% dos consumidores conferem as políticas de devolução antes da compra.

Seguir estas dicas, tornará o seu site de e-commerce mais preparado para enfrentar a concorrência e reter clientes. Para descobrir como aumentar as chances de sua empresa ser uma loja virtual de sucesso, entre em contato com a gente!

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Crescimento do e-commerce no Brasil em 12 dados

Crescimento do e-commerce no brasil

Crescimento do e-commerce pode ajudar o seu negócio!

O crescimento do e-commerce no Brasil é devido a fatores como maior acesso à internet e disseminação dos dispositivos móveis inteligentes.

No entanto, é preciso entender como está o panorama mercadológico atual da área para estruturar sua loja virtual com base nas oportunidades do setor.

Para ajudar você, separamos 12 dados que demonstram como o comércio eletrônico se fortaleceu, indo, na contramão da recente crise. Não deixe de conferir!

1- O faturamento do setor alcançou R$ 47,7 bi, em 2017

De acordo com a 37º edição da pesquisa Webshoppers (2018), feita pela Ebit e em parceria com a Elo. O faturamento do e-commerce, em 2017, foi de R$ 47,7 bilhões. Isso representa aumento de 7,5% em relação a 2016, quando o setor registrou R$ 44,4 bi.

A elevação nos números se deu porque, em 2017, houve 111,2 milhões de pedidos feitos nos e-commerces, ante 106,3 milhões do ano anterior — uma expansão de 5%.

O ticket médio/consumidor se ampliou, de R$ 418 (2016), para R$ 429 (2017), um aumento de 3%.

2- Crescimento do e-commerce no Brasil foi de 12%

O comércio eletrônico, em 2017, teve crescimento de 12% em relação a 2016. Isso é o que aponta outro estudo, o E-commerce Radar 2017, feito pela Atlas, que atua com análise de dados, e apoiado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

3- A expectativa de crescimento para 2018 também é de 12%

A Ebit prevê aumento nominal também de 12% no mercado para 2018, em que o faturamento deve chegar a R$ 53,5 bilhões. Isso se dá por causa da recuperação da economia brasileira, da consolidação das vendas em dispositivos móveis e do fortalecimento das transações nos marketplaces.

4- O número de consumidores chegou a 55,15 milhões, em 2017

O radar Webshoppers relata que a quantidade de consumidores ativos no país passou de 47,93 milhões (2016), para mais de 55 milhões no ano seguinte, alta de aproximadamente 15%. Clientes ativos são os brasileiros que realizaram ao menos uma compra digital no ano.

5- O investimento em tecnologia pelas lojas virtuais corresponde, em média, a 9% da receita

Segundo dados de um estudo da Forrester Research, feito em parceria com o portal E-commerce Brasil, em 2016, o investimento médio em tecnologia da informação corresponde a 9% das receitas provenientes das vendas. No entanto, é interessante destacar que negócios digitais diretos (que atuam só na internet) costumam aplicar mais em TI do que os varejistas que têm lojas físicas.

6- 27,3% das compras, em 2017, foram feitas em smartphones ou tablets

A pesquisa do Ebit aponta que 27,3% das compras no ano passado foram via mobile, reforçando a preferência dos consumidores.

O estudo do Atlas, por sua vez, indica que o percentual de compras por meio de dispositivos móveis foi de:

  • 31% em 2017 (9% maior que o ano anterior)

Ambos os relatórios reforçam a necessidade de se definir estratégias específicas, conforme os dados apresentados acima.

7- 31,5% das vendas foram feitas em marketplaces

O ano de 2017 também foi marcado pelo fortalecimento das transações realizadas em marketplaces, como aponta a 37° edição Webshoppers. Isso porque, ao considerar o mercado total de bens de consumo (o que inclui sites de vendas de mercadorias novas/usadas e sites de artesanato), o segmento atingiu R$ 73,4 bilhões. O crescimento foi de 21,9% em relação a 2016.

A pesquisa do Atlas também reforçou esse dado, indicando que as vendas em marketplaces corresponderam a 31,5% das operações do comércio eletrônico brasileiro.

8- Perfil dos compradores é majoritariamente feminino

O relatório do Ebit destaca a predominância das mulheres nas compras online em 2017. Embora, a diferença com os homens tenha diminuído na comparação com 2016. A participação feminina foi de 50,6%, contra 49,4% da masculina. No ano anterior, a representação era de 51,6% e 48,4%, respectivamente.

9- Compras à vista cresceram e representam 49,8% do total

Do montante de compras feitas no ano passado, 49,8% foram pagas à vista. Esse dado é do relatório do Ebit, que destaca ainda que as transações parceladas em 2 ou 3 vezes representam 18,7% do volume total, enquanto parcelamentos entre 4 e 12 vezes significam 31,5%.

Isso vem ao encontro com um dado reportado sobre o pagamento com boletos no estudo do Atlas. Ele indica que 35,5% dos pedidos efetuados tiveram o boleto como forma de pagamento, sendo que, desse total, 48,5% foram efetivamente quitados. Normalmente, boletos são pagos à vista.

Além do mais, a média de parcelamento recuou de 3,5 meses, em 2016, para 3,3 meses em 2017.

10- Abandono de carrinhos chega a 82,3%

Embora pareça um dado negativo, o fato de 82,3% dos carrinhos gerados serem abandonados (conforme o estudo do Atlas) significa que há muita margem para melhorias que estimulem o aumento das vendas.

Em outras palavras, é possível implantar estratégias virtuais para gerar volume maior de conversões, contribuindo ainda mais para o crescimento do comércio eletrônico.

11- A taxa média de conversão do e-commerce brasileiro é de 1,4%

A média de conversões dos clientes que acessam lojas virtuais é de 1,4% (dados do Atlas sobre 2017). Em 2016, a porcentagem era de 1,6%. Essa queda se dá pelo aumento da participação dos dispositivos móveis, que costumam ser menos eficientes nas conversões.

Isso também dá margem para a estruturação de novas estratégias mercadológicos para smartphones, tablets e outros aparelhos móveis. Visto que há carência de maior efetividade nesses meios.

12- 58,5% das vendas foram para visitantes que retornaram

Em 2017, de acordo com o relatório do Atlas, 58,5% das vendas foram para visitantes que retornaram aos e-commerces. Já 41,5% das operações são de clientes novos.

Esses dados significam que as lojas virtuais estão conseguindo se aproximar de seus consumidores, reforçando seus relacionamentos. No entanto, 77% dos clientes fez uma só compra no ano, o que significa que há margem para estabelecer ações que visem a elevação da recorrência nas aquisições por parte dos usuários.

Dicas para quem quer investir

Como visto, o comércio eletrônico brasileiro tem apresentado crescimento em várias áreas. Demonstrando que há espaço para novos empreendimentos virtuais. Contudo, ainda há desafios para superar, como:

– Aumentar as margens de conversões;
– Elevar a recorrência nas compras dos clientes;
– Diminuir as porcentagens de abandonos de carrinhos.

Esses três pontos podem ser trabalhados como oportunidades por novos estabelecimentos virtuais para conseguirem competir com as grandes lojas virtuais e se consolidarem nesse mercado. Além disso, separamos algumas dicas para quem deseja investir no setor, confira:

– Otimize o seu e-commerce para os dispositivos móveis, adotando uma plataforma que ofereça layout full responsivo;

– Selecione um nicho para começar e amplie gradativamente o seu escopo de atuação. Isso possibilita adquirir experiência em comércio digital enquanto constrói uma boa base de clientes fiéis à marca;

– Não se esqueça de empregar ações de marketing nas redes sociais para conquistar novos consumidores;

– Estabeleça um bom relacionamento com o seu público;

– Esteja atento a tendências tecnológicas que possam ajudar seu e-commerce a melhorar os resultados, como o uso de social login e de gamificação.

Os dados mostram que há um expressivo crescimento do e-commerce no Brasil. Nesse contexto, existe espaço para quem quer aproveitar as oportunidades dessa expansão. Para tanto, é importante dar o primeiro passo estruturando bem sua loja virtual desde o começo e aproveitando as dicas transmitidas acima.

Gostou dos dados apresentados? Compartilhe-os nas suas redes sociais e seja referência no assunto!

 

fonte:  ecommercenews

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Adobe compra Magento por 1,68 bilhões de dólares

A Adobe anunciou a compra da plataforma Magento, que lhe permite ter presença no comércio eletrónico para B2B e B2C e que vai integrar a Experience Cloud.


A Adobe, líder em design e entrega de experiências digitais por meio de conteúdo e dados, quer integrar também o comércio para a experiência do cliente, seja na web, em dispositivos móveis, em redes sociais, no on-line ou na loja.

Adobe quer competir com a Salesforce, que comprou recentemente a Demandware e que está presente em marketing, vendas e serviços. A Adobe reforça o portfólio com a Magento que irá preencher uma lacuna na Experience Cloud e permite finalizar uma transação digital que tenha sido iniciada com as ferramentas digitais de marketing que a empresa já tinha. Por outro lado, esta compra vai aproximar a Adobe da Microsoft, vaticina Brent Leary, que detém a CRM Essentials e que monitoriza a intersecção entre CRM e marketing.

A Salesforce é o alvo a abater por parte destas duas empresas. Esta gigante faturou 8 bilhões de dólares no ano passado.

A Magento, comprada agora, focou-se no segmento de pequenas e médias empresas, embora tenha grandes nomes como a Coca-Cola, enquanto a Adobe especializou-se nas grandes empresas.

Um pouco mais sobre o Magento:

A Magento produz programas para a construção e manutenção de lojas virtuais, com sistemas para gestão de compras, entregas, pagamentos, possíveis devoluções, criação de anúncios em redes sociais e otimização para ferramentas de buscas. Ela foi parte do eBay por cinco anos, tendo sido separada em 2015.

Ela é uma das plataformas de comércio eletrônico mais utilizadas do mundo, tendo uma versão de código aberto que pode ser implementada gratuitamente pelas lojas. Uma edição paga mais completa, com ferramentas avançadas e direito a suporte técnico, também pode ser adquirida. A Adobe avisou que vai anunciar mais detalhes da compra quando a transação for concluída, o que deve acontecer no final deste ano.

A Plataforma Magento é construída sobre tecnologia comprovada e escalável, apoiada por uma comunidade de mais de 300.000 desenvolvedores. O ecossistema de parceiros Magento oferece milhares de extensões pré-construídas, incluindo pagamento, frete, impostos e logística. Esse nível de flexibilidade permite que as empresas acelerem rapidamente e iterem seus recursos de negócios para suas necessidades exclusivas de negócios.

Os atuais clientes do Magento incluem marcas como Canon, Helly Hansen, Paul Smith e Rosetta Stone. A Adobe e a Magento compartilham clientes em comum, incluindo Coca-Cola, Warner Music Group, Nestlé e Cathay Pacific.

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Black Friday é semana que vem, mas lojas já anunciam ofertas!


A Black Friday só acontece oficialmente na semana que vem, mas o consumidor já encontra empresas divulgando promoções antecipadas. Com tantas ofertas, a dúvida é: vale a pena comprar antes do dia 24 de novembro?

Segundo o supervisor do Procon-SP Bruno Stroebel, o ideal é esperar a data oficial. “A orientação é aguardar. Quando começar a Black Friday, o consumidor vai ter mais opções e mais lojas para comparar os preços.

A economista do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) Ione Amorim concorda. “As campanhas antecipadas querem atrair, mas também confundem o consumidor. É preciso ter atenção para não se deixar levar pelo impulso. Na semana que vem, pode aparecer o produto em outro lugar, mais em conta. Quem já pesquisou e está monitorando o preço dos produtos de interesse está em uma situação mais favorável.

Dica: pesquise preços e evite a ‘Black Fraude’

Quem ainda não começou a pesquisar os preços deve aproveitar esses dias que antecedem o evento para isso, diz o supervisor do Procon-SP.
Aproveite esses dias para fazer pesquisas e ter uma ideia de quanto está o produto. O cuidado é para não cair na famosa ‘Black Fraude’, em que algumas lojas sobem o preço antes da data e depois reduzem para parecer que teve desconto. É maquiagem de preço e infração ao Código de Defesa do Consumidor.

O PROCON já começou a monitorar os preços nas lojas para coibir esse tipo de fraude, mas a orientação é que, ao pesquisar os valores, o consumidor faça registros. “Faça a pesquisa e tire foto da tela com o nome da loja e a data. Se for loja física, guarde o folheto da promoção.

Ele afirma que, se o consumidor encontrar empresas que subiram os preços para anunciar o produto como oferta na Black Friday, com esses registros será mais fácil denunciar a fraude.

Cadastro para receber ofertas em 1ª mão

Algumas lojas virtuais estão sugerindo que o consumidor faça um cadastro agora para receber as ofertas em primeira mão. Para Ione Amorim, o consumidor pode até fazer o cadastro antecipadamente, mas deve usar isso como ferramenta para acompanhar preços.

É uma fonte de pesquisa. Pode se cadastrar desde que tenha controle do que vai comprar, faça um planejamento, pesquise os preços e analise a política de privacidade, para não ficar recebendo depois inúmeras promoções e campanhas que não interessam.

Ela diz que o consumidor precisa estipular um valor que poderá gastar para não comprometer o orçamento. “A Black Friday coincide com o preparo para as compras de Natal e a liberação da primeira parcela do 13º salário. Mas é preciso se lembrar das obrigações financeiras do começo do ano. Faça a sua listinha e estabeleça quanto poderá gastar, para tomar decisões sem colocar a situação financeira em desequilíbrio.

Fonte:economia.uol.com.br

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Dicas para ter um layout funcional em sua loja virtual

Se você está procurando uma empresa que crie sua loja virtual, isso é muito fácil de encontrar! Utilize o Google e verá inúmeras empresas que podem criar isso para você, agora se você realmente deseja construir um novo empreendimento, que lhe dê lucro, bem, preciso lhe pedir que descarte ao menos 70% desta lista de desenvolvedores de lojas virtuais, isso por que poucas empresas estão realmente interessadas em como isso pode trazer benefícios para você, o que interessa é apenas o quanto você está investindo. Aqui na SERI.E DESIGN O layout é tão importante quanto o próprio produto, acreditamos que a experiência de compra deve ser tão agradável que o consumidor não tenha pressa de sair da loja virtual. Pois bem, pensando nisso, resolvemos lhe dar uma “mãozinha” para que você não pague o preço por um trabalho desenvolvido sem as técnicas necessárias.

1) A estrutura é o começo de tudo

Será que você já ouviu falar em wireframe? O Wireframe é o projeto inicial da loja, até mesmo para se construir uma casa é necessário criar um. O wireframe tem a mesma função de uma planta baixa, geralmente ele é um arquivo em preto e branco demonstrando a disposição de cada detalhe da loja: Largura das colunas, quantidade de banners, espaço para o logotipo, tamanho dos selos de pagamento, medida das fotos, etc. Para facilitar seu entendimento, aqui na SERI.E DESIGN enviamos o wireframe em formato preview, atraves de um link com imagens estáticas apresentamos funcionalidades e conceito visual proposto para o seu projeto e também no que definimos quais os aplicativos e diferenciais que serão utilizados na loja.

É importantíssimo avaliar esta etapa com cautela e sem pressa, para garantir que não haja falhas depois que a loja estiver 100% pronta.

2) A grama do vizinho nem sempre é mais verde

Se você é daqueles que gosta tanto da loja de seu concorrente que resolveu criar a sua quase que uma cópia, você está fazendo isso errado!

Analisar a concorrência é realmente muito importante, mas não se limite apenas a lojas de seu segmento, avalie o que tem dado certo para eles e se inspire a buscar diferenciais, não apenas em seus concorrentes mas também na experiência de compra em outras lojas de outros segmentos.

3) Não fuja de suas raízes

Antes de iniciar o seu layout busque muitas referências de seu mercado: cores, fontes, fotos, funcionalidades, benefícios, etc, e utilize-as para que seu consumidor se sinta em casa. Ele precisa perceber logo de cara que está dentro de uma loja que vende aquilo que ele procura.

Criatividade é sempre bem vinda, mas não perca o bom senso, mantenha o foco no seu segmento de vendas.

4) O que importa é o Consumidor.

Desculpe a franqueza, mas neste momento: Sua opinião não importa!

Não deixe que suas preferências pessoais falem mais alto do que aquilo que o seu público alvo realmente gosta, afinal, são eles que você quer atingir. Claro que a loja não precisa fugir totalmente do que te agrada, mas tenha bom senso ao escolher os detalhes, nesse momento, sua opinião pode colocar tudo a perder.

5) Purpurina e Neon

Amigo empreendedor: Uma loja virtual não é um site institucional.

Luzes cintilantes? Logo que gira? Mouse com bichinho que segue? Banner de promoção que Pisca? – ESQUEÇA.

O Foco da sua loja tem que ser exclusivamente para o produto, nada deve chamar mais atenção do que ele e o botão comprar. Isso pode deixar sua loja cansativa para os olhos e o consumidor desistir da compra.

6) Cores e mais cores

A partir das cores é possível  decidir o que quer passar para seu consumidor. Mas falando de e-commerce, evite o uso excessivo de cores fortes, procure sempre mesclar com o branco ou o cinza, isso trará tranquilidade para a leitura online. De qualquer forma deixe para um especialista como a SERI.E DESIGN sugerir as melhores opções para o seu projeto.

7) Muitas vezes o menos é mais

Sabe por que o EUA é 1ª lugar em e-commerce no mundo? Por que se preocupam mais na facilidade e agilidade em comprar o produto do que em banners promocionais. Não seja exagerado, procure ser clean, e mesmo se usar cores fortes organize seus ícones de maneira que não fuja do foco: O produto.

8) Plataformas

Hoje existem diversas plataformas disponíveis no mercado, de todos os portes, regiões e preços. Não se iluda em achar que a mais cara é a melhor, independente do preço entre as diversas opções a melhor é a que se encaixe dentro do seu projeto. Para não perder tempo e nem cometer erros, entre em contato conosco!

Estas  dicas são apenas uma parte dos grandes benefícios que uma operação de e-commerce bem planejada pode trazer ao seu empreendimento.

Fonte: ecommercenews

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Vendas no e-commerce podem aumentar 12% no Dia dos Pais

Vendas no e-commerce

Estudos apontam crescimento de 9% no ticket médio no mesmo período

Datas comemorativas são sempre um prato cheio para ações de impulsionamento de vendas. Desta forma, o Dia dos Pais esta incluso no hall das grandes datas para os lojistas do Brasil.

Vendas no e-commerce
Vendas no e-commerce

Segundo dados levantados pela INFRACOMMERCE, o e-commerce possui uma expectativa de crescer 12% em relação ao mesmo período do ano anterior. O E-bit também transmitiu outra informação interessante sobre o período. O ticket médio deve subir 9% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O maior foco nas buscas do período são celulares e aparelhos eletrônicos em geral, mas não obstante destes segmentos, roupas e acessórios esportivos são amplamente procurados nesta época, todavia, a INFRACOMMERCE ainda identificou um aumento 20% e 40% nas vendas para o período e a expectativa é que aproximadamente 20 milhões de brasileiros comprem até o dia 13 de agosto, especialmente mulheres entre 20 e 34 anos.

A constante busca por cupons de desconto também foi analisada no processo de compra. Desta forma, vale lembra,  que utilizar essa estratégia pode potencializar ainda mais as vendas. Entretanto, recomendamos sempre avaliar cada estratégica e assim, definir qual obteve o melhor resultado.

Mesmo assim, se você ainda não esta convencido sobre esses números, acesso nosso Blog e confira!

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Jacques Janine é a nova loja criada pela Seri.e

Conheça a história da primeira rede de salões de beleza da América Latina

A nova loja criada pela Seri.e Design é a do salão Jacques Janine. O salão criado por Jacques e Janine Goossens está no mercado de beleza há 59 anos, e é conhecido pelo pioneirismo na área de estética e maquiagem social. São mais de 60 unidades espalhadas por todo o Brasil e uma instalada na Flórida, Estados Unidos.

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Seri.e design é destaque nesta terça-feira no Ecommerce News

comercio eletronico

Conheça um pouco a nossa história, são mais de 600 lojas virtuais já entregues

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Seri.e Design

 

Nesta terça-feira (14), a Seri.e design foi destaque na Ecommerce News. Com 10 anos de história, a agência localizada em São Paulo tem como principal foco o comércio eletrônico, design gráfico e desenvolvimento de sites.  Já foram mais de 600 lojas virtuais entregues nas mais diversas plataformas.

A equipe da Seri.e é composta por: Designers, programadores, publicitários e jornalistas que trabalham para entregar soluções inteligentes em uma perspectiva global.

Segundo a Ecommerce News, o diferencial da Seri.e é o atendimento fulltime. Junto ao cliente e com a coordenação dos diretores da agência. Além da preocupação com a criatividade e design.

A Seri.e Design é membro da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM).

Os serviços disponíveis são:

  • planejamento;
  • desenvolvimento de layout para e-commerce,;
  • criação de sites responsivos;
  • criação de banners e social media;
  • criação de identidade visual;
  • consultoria em marketing digital.

Leia a matéria na íntegra 

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Seri.e Design

 

Quer saber mais? Entre em contato conosco aqui

 

 

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7 tendências do varejo on-line para 2017

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O varejo on-line vem construindo um futuro promissor. Para se ter uma ideia das tendências para o próximo ano, considere que, somente no estado de São Paulo, o e-commerce registrou um faturamento real de R$ 3,4 bilhões no segundo trimestre de 2016! Esse resultado foi atingido em apenas 3 meses, em plena crise econômica e em apenas um estado da federação.Com a conquista de cada vez mais espaço no faturamento total do mercado, novos empreendimentos on-line surgem diariamente, na expectativa de abocanhar uma fatia desse bolo. Para se manter competitivo, é essencial acompanhar e implementar com rapidez as tendências que referenciam e criam linhas de base para o varejo on-line como um todo. Novas tecnologias têm contribuído para que clientes tenham experiências mais ricas, e, varejistas, melhor rentabilidade.Sendo assim, apresentamos sete tendências do varejo on-line para 2017, para você acompanhar de perto e sair na frente da concorrência. Confira!

1. Análises serão feitas em tempo real

Análise em tempo real é uma das mais pertinentes tendências para 2017, pois fornece uma visão mais profunda e de maior alcance sobre conversões e comportamento do cliente.Liderando as mudanças, há um nome que muitos varejistas on-line já conhecem: kissmetrics. Esse software permite rastrear todos os canais de vendas e fontes de conversão possíveis, seguindo-os da sua origem até o resultado final.Por meio da análise em tempo real, você poderá acompanhar cada ponto de conversão possível, porque softwares como esse (e outras soluções afim, como Mixpanel e Hubspot) irão mantê-lo informado de cada interação.Em seguida, você estará apto a usar essas informações para melhor entender o comportamento de compra dos seus clientes e realizar as alterações necessárias para gerar melhores conversões.

2. Atendimento ao cliente será live-action

Outra tendência muito discutida é a interação ao vivo com os clientes. Deve-se considerar, entretanto, que há clientes mais e menos engajados e dispostos a aprofundar o relacionamento com sua empresa e marca.Obviamente, quanto mais engajado estiver o cliente, maiores são as chances de interagirem e realizarem compras. Ou seja, sua empresa e marca se beneficiam quanto mais interativa for sua relação com o consumidor. Para engajá-lo e aproveitar essa tendência, há certas ações que você pode realizar:

  • Citar nominalmente os clientes no seu blog para incentivar a repetição de visitas e a interação;
  • Responder às suas perguntas por meio de vídeos ou blog posts;
  • Atualizá-los por e-mail ou newsletter;
  • Postar conteúdos valiosos com frequência para mantê-los informados;
  • Otimizar a interação com o cliente nos seus projetos de e-commerce;
  • Priorizar os clientes mais fiéis na destinação de ofertas especiais.

Além disso, você poderá incorporar softwares de atendimento ao cliente, como o Zendesk. Por meio dessa solução, é possível envolver ativamente os clientes ao permitir que façam perguntas em um sistema que integra chat on-line, redes sociais, chamadas telefônicas, sms, etc. Os relatórios criados permitirão à sua equipe de atendimento ao cliente responder em tempo real. Além disso, oferece suporte live-chat para qualquer cliente durante o processo de compra. Isso é muito útil para atender àquele consumidor que ainda não está acostumado ou se sinta inseguro ao realizar compras on-line.

3. O uso de dispositivos móveis atingirá novas alturas

Cada vez mais, as pessoas estão utilizando smartphones e tablets para efetuar compras on-line. Porém, todo o potencial que esse novo mercado abre, está, ainda, longe de ser explorado satisfatoriamente. Os smartphones servirão de catalisadores para levar as empresas a uma nova era, na qual todo o foco estará voltado para a satisfação do cliente. Toda empresa que queira sobreviver no século XXI deverá investir em plataformas de e-commerce que estimulem a aproximação dos consumidores.Já podemos ver, no dia a dia, os primeiros passos dessa transição, na qual a maioria das vendas – mesmo de lojas exclusivamente físicas – é processada digitalmente!

4. As compras on-line serão o novo status quo

À medida que varejistas on-line começam a perceber que os clientes gostam de visitar a loja física, mas desejam a conveniência e comodidade oferecidas pelas compras on-line, passarão a realizar ações no sentido de individualizar, cada vez mais, a experiência de compra nas suas lojas virtuais. Além do suporte interativo, os clientes poderão se comunicar diretamente com assistentes de venda para terem suas dúvidas sanadas, além de obterem respostas em tempo real para suas dúvidas e comentários.

5. Vendas serão ancoradas nas redes sociais

Soluções como o Soldsie permitirão que você obtenha valiosas referências de alta conversão a partir de redes sociais, ajudando-o a melhorar suas taxas de CTR e ROI. Outra solução que promete entrar cada vez mais no mercado brasileiro (competidor direto do Soldsie) é o Curalate. Ele permite aos usuários mensurar as conversões originadas a partir de plataformas mais visuais, como o Instagram e o Pinterest. Seus algoritmos são capazes de identificar as imagens e quantificar a presença da sua empresa nessas redes, além de poder descobrir quem são os usuários mais ativos e comparar seu desempenho com o dos concorrentes.

6. As entregas no mesmo dia da compra estabelecerão um novo padrão

Muitas empresas já perceberam que a maioria dos consumidores adoraria poder receber o produto que comprou on-line no mesmo dia, ainda que tenha que pagar um pouco mais por isso. No entanto, vá com calma: analise seu público-alvo, suas demandas e a sua atual infraestrutura de entrega. Se for possível realizar um investimento para oferecer esse diferencial, realmente valerá a pena. Caso contrário, considere realizar essa opção a longo prazo. Seja como for, certamente representará uma vantagem competitiva para sua empresa!

7. Big Data e Small Data serão tendências do varejo para estratégia

O Big Data é um conceito bastante difundido nos últimos anos e contribuiu de modo relevante para o desenvolvimento de novas maneiras de comercializar e se comunicar com clientes on-line. Isso é possível a partir da coleta de dados dos consumidores em larga escala, viabilizando a criação de uma abordagem mais eficiente. Seu foco é mais quantitativo e estabelece bases para o desenvolvimento de estratégias de alto impacto.

Já o Small Data concentra-se nos pequenos detalhes. É resultado do garimpo minucioso das informações do Big Data, com o objetivo de captar percepções dos clientes, entender como eles pensam e suas motivações intrínsecas. O foco do Small Data é qualitativo e visa obter insights que o Big Data por si só não é capaz, além de garantir às empresas que o colocarem em prática percepções únicas dos seus clientes, que nenhuma outra descobriu ainda. Tudo isso deve ser levado em consideração para que sua empresa esteja sempre à altura de clientes cada vez mais bem informados e exigentes. Ao lado dessas 7 tendências do varejo on-line, não podemos esquecer aquela que é válida para todos os anos: a única constância em tecnologia (e na vida, de modo geral) é a mudança. Então, esteja sempre preparado para ela!

Gostou de conhecer as principais tendências para 2017?

Temos muito mais para lhe oferecer, entre em contato agora!

Fonte: EZ Commerce

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4 livros que todo designer deve ler

Seja qual for o ramo de atuação, qualquer profissional, para aprender algo, precisa estudar, ler, pesquisar.

Com os designers, não poderia ser diferente. Por isso, no post de hoje, preparamos uma lista com 4 livros de design inspiradores e indispensáveis para quem cursa a faculdade, é curioso e apaixonado pelo tema, ou que precisa de uma ajudinha técnica pra apresentar um bom trabalho, mas não sabe como deixá-lo esteticamente profissional.

Na lista, há livros para designers, para quem ainda quer ser um, e, também outros escritos especialmente para leigos que querem conhecer um pouco mais o maravilhoso universo do Design. Vamos lá?

1 – Sintaxe da linguagem visual – Donis A. Dondis

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Típico livro de design para deixar na cabeceira da cama, sempre à vista e fundamental para estudantes do curso de Design, daqueles que são utilizados logo no início do curso e no decorrer da vida acadêmica e profissional.

De início, pode ser uma leitura um pouco pesada. Entretanto, o livro explora a discussão sobre a linguagem visual quase que em sua totalidade.

Tudo tem um porquê, e a autora Dondis explica a história contada por trás de cada detalhe, ajudando o leitor a compreender as mensagens que constam por trás dos elementos que caracterizam uma mensagem visual – desde a definição de cores e seus diferentes tons à diagramação e tipografia que melhor se adéqua à mensagem que você deseja transmitir.

2 – Design para quem não é designer – Robin Williams

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Robin Williams escreve este livro principalmente para os iniciantes, e, portanto, esse é um título destinado para toda e qualquer pessoa que precisa criar uma página com uma boa estética, mas não tem a técnica necessária para tal.

Não importa a sua formação, se você é estudante ou empresário.

O livro tem uma linguagem divertida, direta, prática e sucinta. Explica o conteúdo com situações do dia a dia de maneira que lhe faz o leitor entender a extrema importância da entrega de um trabalho bem estruturado, limpo, organizado, de forma convidativa e super criativa.

3 – O design do designer – Lígia Fascioni

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Livro de design recheado de reflexões, críticas e ideias dissertadas de forma clara, descontraída e muito prazerosa de ler.

Indicado para estudantes, profissionais e curiosos em geral, nele, a autora reúne artigos de seu blog semanal especializado em comunicação e marketing.

O livro abrange temas variados e que falam sobre o que é ser designer e o conceito do design no dia a dia. A partir dele, os leitores desenvolvem um lado mais crítico sobre o complexo e apaixonante mundo do design.

4 – Diseño gráfico para la gente – Jorge Frascara

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Leitura leve e de fácil compreensão, o livro prende a atenção intercalando textos com imagens. Intitulado “Design gráfico para as Pessoas”, ele abrange a comunicação visual com ênfase na promoção de produtos e serviços de consumo.

O autor mostra que o desenho, a comunicação visual e os problemas sociais existentes caminham juntos.

Conversa e confronta a realidade e a prática em toda sua complexidade, de forma a analisar a maneira com que o design de comunicação opera.

Além disso, o livro abrange a função do designer de comunicação visual, os métodos mais adequados para se trabalhar, as estratégias de comunicação e uma análise sobre o setor.

 

Boa leitura!

 

 

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10 erros de Design que sua empresa pode estar cometendo e não sabe!

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Na concepção de um site ou e-commerce, os critérios visuais e técnicos devem andar lado a lado, certo? Todas as empresas querem construir uma página visualmente atraente e tecnicamente performática. Afinal, de nada adianta levar em conta o design se a usabilidade é ruim.

Nesse post, aponto alguns erros de design que podem comprometer o desempenho da principal porta de entrada de seus potenciais clientes no ambiente digital. Procure avaliar ponto a ponto e tentar aplicar em seu site ou loja virtual. Prontos para começar? Então vamos lá:

1)Imagens muito pesadas

O principal erro na maioria dos sites e e-commerces. As imagens são as maiores responsáveis pelo tempo de carregamento da página, e podem significar a desistência do visitante/cliente. Também é importante considerar que muitos usuários acessam a web pelo celular, com uso restrito de dados. Você não quer ser o responsável por acabar com o pacote de dados do seu cliente, certo?

Solução: Otimize as imagens, e as substitua por imagens mais leves. O ideal é que imagens grandes não passem de 100kb e imagens pequenas tenham no máximo 50kb. Ícones, botões e demais objetos menores não podem passar de 10kb. Você pode usar ferramentas como o Tinypng para reduzir suas imagens sem perdas perceptíveis de qualidade ou mesmo transparência.

2)Imagens Pixeladas

As imagens ficam com aparência “pixelada” por duas razões: imagens muito grandes que foram comprimidas ou imagens muito pequenas que foram expandidas. É um erro bem comum e fácil de ser corrigido.

Solução: Use imagens no tamanho correto para que elas não percam em qualidade.

3)Objetos “flutuando”, sem sombra

Como todos os demais elementos, os objetos e imagens fazem parte do design de seu site ou loja virtual. Sendo assim, eles precisam estar inseridos na página. Lembre-se: os objetos produzem sombra quando expostos a fontes de luz. Da mesma forma, as imagens da web representam objetos reais, e precisam da sombra própria. Atente para isso antes de incluir imagens no site sem sombra.

Solução: Lembre-se de conferir cada imagem antes de publicá-la no site a fim de evitar que os objetos pareçam flutuar.

4)Imagens muito chamativas

Nem sempre chamar a atenção do cliente pode ser benéfico para sua página. Seu visitante fica perdido quando é bombardeado visualmente. Pondere! Se sua imagem prende muito a atenção, ela pode vir a atrapalhar o foco principal da sua página – navegação, interação e conversão.

Solução: Use imagens somente quando necessário. Observe se sua imagem não desvia o foco principal da página. Ferramentas de Heatmap são muito úteis para essa conferência.

5)Cores sem contraste ou com muito contraste

A escolha de cores é fundamental para a boa visualização do seu site. O contraste correto é responsável pelo entendimento do seu conteúdo. Usar cores muito parecidas ou muito opostas pode dificultar a visualização da sua página.

Solução: De modo geral, não use cores claras em fundos claros nem tons escuros em fundos escuros. Veja no exemplo abaixo:

6) Cores que não combinam

Ainda no exemplo acima, veja como os tons de vermelho e verde não harmonizam entre si. Também é importante seguir um padrão. Se uma página do seu site tem design mais voltado para o laranja, não convém usar outros detalhes em roxo, por exemplo.

Solução: Uma rápida pesquisa sobre Teoria das Cores pode dar boas dicas para a escolha correta da paleta de tons mais adequada.

7)Estilos diferentes de design

Sabe aquela dica básica de moda que xadrez e listrado não combinam? Você pode usá-la em seu site também. Usar diferentes estilos na mesma seção do site não convém. Se você usa ícones para suas subseções, continue usando ícones para todas; se sua página é mais voltada ao flat, não convém usar objetos muito realistas, ou mesmo sombras que não sigam esse estilo.

Solução: Procure seguir um padrão nas diversas seções de seu site para manter a harmonia de todo o conjunto de elementos.

8)Diferenças de alinhamento

O alinhamento dos elementos é ideal para a organização do seu site. Com os alinhamentos padronizados você transmite mais firmeza e confiança. Uma página bagunçada pode soar como desleixo ou amadorismo.

Solução: Revise conteúdos e imagens publicados e, se necessário, realinhe esses elementos para dar um ar mais profissional ao site.

9)Espaços em branco

Um erro muito comum e que muitas vezes não é notado pelo desenvolvedor, mas percebido facilmente pelos clientes. Muitos espaços ficam vazios, sem conteúdo, e simplesmente não acrescentam nada a sua página.

Solução: Lembre-se que organização é fundamental. Preencha esses espaços com material relevante para a navegação.

10)Falta de espaço

Erro oposto ao anterior, mas também muito comum. É bem desconfortável pegar o ônibus lotado, né? Também é muito desconfortável navegar em um site lotado de informações e estímulos. Perdido em meio à poluição visual, o usuário não se sente confortável no site.

Solução: O ideal é sempre deixar um espaço suficiente entre os elementos para que eles possam respirar e conviver harmoniosamente.

Espero que as dicas acima possam ser úteis para aprimorar ainda mais a qualidade do seu site e profissionalizar a forma como você se apresenta aos seus clientes na web.

fonte: ecommercenews

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Como criar uma página no Facebook (Fan Page)?

O Facebook já possui mais de 70 milhões de usuários cadastrados somente no Brasil. Sabendo que o país possui um pouco mais de 90 milhões de pessoas que acessam a internet, podemos concluir que de cada 5 internautas, 4 possuem cadastro na rede social. Outro número interessante é o de acesso diário, desses mais de 70 milhões de cadastrados no Facebook, 72% acessam o Facebook diariamente, ou seja, mais de 50 milhões de pessoas dão aquela conferida na sua rede social pela menos uma vez por dia.

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Com números tão expressivos, acreditamos que não é preciso convencê-lo da importância de ter sua empresa, marca ou produto presentes nesta rede social, não é verdade? Então para facilitar a vida da sua equipe iremos mostrar um passo a passo de como criar uma página no Facebook, ou seja, como criar uma Fan Page no Facebook.

Criar um perfil para sua empresa não é o mais indicado, primeiro por que o perfil não foi desenvolvido para este propósito, segundo por que se o Facebook descobrir que o perfil não é de uma pessoa e sim de uma empresa, marca ou produto, sua conta poderá ser excluída. Então, vamos ao passo a passo de como criar fan page no Facebook:

1) ACESSANDO SEU FACEBOOK PARA COMEÇAR
Antes de qualquer coisa é necessário que você tenha uma conta pessoal criada no Facebook, caso ainda não tenha, crie agora mesmo acessando o site do Facebook. Logo na página principal você verá o formulário de cadastro.

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2) SELECIONANDO A CATEGORIA DA SUA FAN PAGE
Caso você já possua uma conta no Facebook, vamos começar a criar a página no Facebook agora. Acesse sua conta pessoal e depois acesse https://pt-br.facebook.com/pages/create/, você verá a tela abaixo:

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Negócios locais ou Local: Essa categoria serve para empresas que possuem uma abrangência local, como, por exemplo, advogados, bares, casa de shows, cinema, hospital, hotel, médico, restaurante etc…

Empresa, organização ou instituição: Muito parecida com a categoria anterior, porém, como não é uma atividade obrigatoriamente local, não há necessidade de fazer chek in, ou seja, informar a localização do estabelecimento. Essa categoria pode ser selecionada por empresas de tecnologia, publicidade, saúde e beleza, viagem etc… Para loja virtual, por exemplo, essa categoria é interessante, pois possui algumas opções que podem encaixar perfeitamente no perfil da sua empresa.

Marca ou Produto: Interessante para empresas que estão criando uma Fan Page para um determinado produto ou para uma determinada marca. Por exemplo, a empresa P&G quer criar uma Fan Page para a marca Oral-B, então essa categoria é a mais indicada.

Artista, banda ou figura pública: Como o próprio nome já diz é uma categoria indicada para bandas, cantores, políticos, apresentadores de televisão, personagem etc…

Entretenimento: Categoria ideal para um programa de tv, um evento (esportivo, rave, micareta), filme, livro, música etc…

Causa ou comunidade: Ideal para uma passeata, ONG, uma causa específica etc…

É importante lembrar que você poderá editar essa categoria futuramente, então mesmo que faça uma escolha errada e perceba isso futuramente, fique tranquilo, você poderá editar essa categoria mesmo com sua Fan Page em funcionamento.

3) PERSONALIZANDO FOTO, DESCRIÇÃO E URL
1 – Aqui você coloca uma breve descrição sobre a sua empresa, marca ou produto. É interessante escrever, de forma direta, o que sua empresa oferece, o que é exatamente seu produto ou marca.

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2 – Agora você poderá colocar uma imagem, podendo ser o logotipo da sua empresa, marca ou uma foto do seu produto. O tamanho ideal é 180pxl de largura por 180pxl de altura.

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3 – Informe o endereço da sua Fan Page no Facebook e depois clique em “Definir endereço”.

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4) FINALIZANDO A CRIAÇÃO DA FAN PAGE
Nesta etapa você poderá curtir sua Fan Page (você será seu primeiro seguidor) e também poderá começar a adquirir novos seguidores, começando pelos seus amigos.

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Clicando em “Convidar amigos” o Facebook apresentará uma lista com todos os seus amigos, basta você selecionar quais os amigos deseja enviar o convite e depois clicar em “Enviar”.

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Agora falta inserir uma imagem de capa, assim sua Fan Page ficará ainda mais personalizada. Você precisará estar logado com sua Fan Page e não com o seu perfil pessoal. Para isso, faça como na imagem abaixo:

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Depois basta clicar em “Adicionar uma capa”:

A imagem de capa deve ter o tamanho de 851pxl de largura por 315pxl de altura.

Pronto! Sua Fan Page foi criada com sucesso. Agora basta divulgar para os seus clientes, mantê-la sempre atualizada e sempre interagir com seus seguidores.

 

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Google diz: E-commerce brasileiro vai crescer 12,4% ao ano e dobrar de tamanho no país

O e-commerce vai dobrar a sua participação no varejo restrito brasileiro até 2021 e crescer, em média, 12,4% ao ano. As projeções foram feitas pelo instituto de pesquisa Forrester em levantamento encomendado pelo Google para analisar o comércio eletrônico no Brasil.

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Segundo o relatório, hoje o faturamento do setor está em R$ 47,1 bilhões, e ele tem 2,8% de participação no varejo, contando alimentos e bebidas (R$ 46,3 bilhões excluindo os dois segmentos). Mas, pela projeção do Google, a cifra deve chegar a R$ 84,7 bilhões em 2021 e abocanhar 4,6% do mercado (R$ 82,9 bilhões e 9,5% do mercado sem contar alimentos e bebidas).

Isso corresponde a um crescimento de, em média, 12,4% ao ano, com início de retomada já em 2017 (veja o gráfico abaixo).

Também de acordo com o levantamento, boa parte do desempenho positivo se dará por conta da diversificação no tipo de compras, hoje dominado, principalmente, por livros e materiais eletrônicos, que correspondiam, em 2010, a 65% das aquisições online, segundo o estudo.

Setores ainda em desenvolvimento no e-commerce, como roupas, calçados, beleza e itens alimentícios, serão mais procurados por consumidores a partir do próximo ano – o Google projeta que, em 2018, cerca de uma a cada quatro vendas feitas pela internet será desses segmentos. Hoje, eles correspondem a 11% das compras.

Eletrônicos e livros continuarão em primeiro lugar, mas representarão algo próximo a 52% do volume de transações.

Assim, o Brasil tem grandes chances de sair do que o Google chama de “terceira fase” do e-commerce – na qual bens comparáveis, como itens de mídia, eletrônicos e livros, são os mais comercializados – para a quarta fase, de aquisição frequente de bens subjetivos (beleza e alimentação, por exemplo).

Internet lotada

De acordo com o estudo, o crescimento do e-commerce nacional ocorrerá, também, devido à quantidade de usuários de internet no Brasil.

Hoje, cerca de 124 milhões de pessoas estão conectados à rede virtual de computadores – ou seja, 60% da população. Até 2021, o número vai aumentar 151 milhões de internautas e alcançar 71% do país.

Com isso, a faixa de idade mais propensa a comprar online no futuro será a de 25 a 44 anos, isto é, quem atualmente tem entre 20 e 39 anos.

Fonte: Rakuten

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Como o Projeto de Lei 281/2012 no CDC vai impactar o e-commerce.

LEGISLAÇÃO —
Após a aprovação pelo Senado, em novembro de 2015, o Projeto de Lei (281/2012) que propõe algumas adaptações ao Código de Defesa do Consumidor foi remetido à Câmara dos Deputados. Embora esteja submetido ao Regime de Tramitação Prioritária, fato é que, em decorrência dos recentes acontecimentos políticos no país, o Projeto ainda não foi objeto de deliberação na Câmara.

Apesar disso, o Projeto contém discussões importantes, entre elas um novo capítulo que trata exclusivamente do e-commerce e assuntos como privacidade de dados, direito ao arrependimento e envio de e-mail e spam.

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Para comentar como essas mudanças poderiam impactar os lojistas, o portal do e-Commerce Brasil entrevistou Mauro Tschiedel, Sócio e Founder da Usina Info, loja online de ferramentas, componentes e peças para eletrônica da cidade de Santo Ângelo, Rio Grande do Sul. Confira:

Como você vê a iniciativa deste Projeto?
Mauro: “na minha visão toda regulamentação precisa evoluir. Em 1990, a internet não existia comercialmente como é hoje: as formas de pagamento, os vídeos de produtos, as informações logísticas, etc. Então estas mudanças precisam ser levadas em conta pela legislação para que ela não fique ultrapassada. O que temos que ter cuidado é para a lei evolua de forma a contemplar um grande período de tempo e que seja justa”.

Levando em consideração as peculiaridades do comércio eletrônico, quais são as principais dificuldades da sua operação em cumprir o atual Código de Defesa do Consumidor?
Mauro: “o atual CDC regulamenta várias situações do e-commerce que protegem o consumidor, como a parte fraca da relação. O Atual CDC deixou passar situações em que as empresas são prejudicadas. Por exemplo, você envia um produto para um cliente, o produto chega lá, o cliente não segue as normas de utilização e danifica o produto. Se ele estiver dentro dos 7 dias é responsabilidade da empresa arcar com os custos envolvidos no arrependimento, inclusive os fretes. Todos os custos são da empresa, mesmo não sendo erro dela, mesmo sendo verificado o mau uso. Estes casos o CDC não trata”.

Na sua opinião, o que precisaria ser mudado no Código atual para que a sua relação com o consumidor fosse melhor?
Mauro: “uma das coisas que o CDC deveria deixar claro é a responsabilidade de cada player na cadeia de comercialização. Deixar claro até onde vai a responsabilidade da empresa, das empresas de logística, de pagamento, etc. Outro ponto que considero importante é regulamentar variações de preços entre clientes de diferentes estados. Explico: com a nossa legislação tributária, hoje vender para o estado A ou B, tem custos totalmente diferentes no que tange à tributação. Hoje para atender o CDC, às vezes para vender no estado que é mais barato, o consumidor acaba pagando mais caro. Isto poderia ser melhorado”.

O Projeto de Lei também apresenta pontos bastante controversos. Alguns deles são:
– Seção VII. Art 45-B “Sem prejuízo do disposto neste Código, os sítios e demais meios eletrônicos, bem como as comunicações remetidas ao consumidor, utilizados para oferta ou conclusão de contrato de consumo devem disponibilizar, em local de destaque e de fácil visualização, entre outras informações:

III- Discriminação, no preço, de quaisquer despesas adicionais ou acessórias, tais como as de entrega; – Você já faz isso? Se não, por quê?

Mauro: “então, já começam as situações duvidosas. O que são ofertas? É um e-mail dizendo: “veja novidades que chegaram?” Considerando que os produtos já foram listados? Será obrigatório ter o preço? Se for uma questão de exibir o preço no site e a simulação de frete, acredito que a maioria dos e-commerces já estejam adaptados. Mas gosto de pensar para frente, por exemplo, um e-commerce de ‘grama de jardim’, o frete dificilmente será automatizado (varia o peso do produto com a umidade na colheita), precisando cotar com transportadoras quando o produto estiver embalado, pois só aí é possível ter o peso real. Um e-commerce nesta situação, não está agindo de má fé, porém perante o proposto estaria irregular, passível de multa. Este artigo precisa ser revisto e melhorado”.

– Art 45: Na contratação por meio eletrônico, ou similar, o fornecedor deve enviar ao consumidor:

IV – formulário ou link para formulário, facilitado e específico para preenchimento pelo consumidor em caso de exercício do direito de arrependimento. – Você já faz isso? Se não, por quê?

Mauro: “em nosso e-commerce, o cliente tem como solicitar garantias/devoluções diretamente em nosso site, baseado nos pedidos dele, que vai para análise e em seguida recebe um retorno. Quanto à necessidade de links, formulários, etc, é um preciosismo que só prejudica o crescimento. Do meu ponto de vista, a empresa precisa ter canais de comunicação para que o cliente tenha o direito de arrependimento atendido. Daqui a 10 anos, não sabemos nem se vai existir link ou formulário, quem sabe será por áudio, não sabemos. Criar especificações restritivas demais engessa o processo e não garante o cumprimento dos direitos dos clientes. A empresa que age de má fé, com formulário ou sem não vai cumprir a lei”.

– Art 45 45-F: É vedado ao fornecedor enviar mensagem eletrônica não solicitada. Como isso pode impactar a sua estratégia de marketing e vendas?

Mauro: “para nossa empresa isto não terá impacto, pois usamos base própria com autorização. Mas gosto de pensar nos impactos futuros. Se um cliente agir de má fé e alegar que não deu autorização, como fica? Qual a prova? Com os filtros anti-spam existentes e em evolução constante, acho que isto não deveria ser preocupação dos legisladores. O mercado irá resolver este problema”.

No caso do consumidor manifestar arrependimento, o Projeto prevê que o lojista deve devolver o crédito no valor total do produto ou serviço, acrescido de juros incidentes até a data da efetiva devolução. O que você acha dessa obrigação?
Mauro: “bom, estamos mal com esta visão de que toda empresa vai enriquecer com o dinheiro dentro dos sete dias do arrependimento. Isto demonstra uma clara falta de visão de como o mercado funciona. Se o cliente paga no cartão de crédito, seja por intermediador, gateway, banco…etc, a empresa não enxerga esse dinheiro em 7 dias. Ou seja, ela não lucrou, o dinheiro ainda está com a operadora. Bom aí analisemos o frete: o frete nem foi pago ainda para a empresa de logística, sendo ela responsável. Mas obviamente pequenos e-commerces não terão como repassar os juros para o cara da logística.

Imagina contabilmente como será isto. Você terá um débito de juros para um terceiro que não prestou serviço? Será uma multa? Como será calculado isto? Quando leio estas proposições fico pensando que foi redigido por alguém que ficou esperando 60 dias para receber seu dinheiro. E se isto aconteceu, existe a justiça para resolver. Não precisa criar uma nova tramoia tributária/jurídica que vai gerar mais custo do que benefício. E aí você, empresário vai ter que ficar calculando juros sobre vendas de R$ 20,00 por sete dias. Sem contar que isto irá gerar um nova fonte de renda para alguns que vão comprar e no sétimo dia solicitar arrependimento e ganhar juros, sem gastar nada ou fazer nada. Não gosto de quando a balança pende só para um lado”.

No Art 72-A, o CDC diz que se o lojista veicular qualquer dado sem autorização prévia do cliente pode sofrer pena de detenção de três meses a um ano e multa. O que você acha dessa obrigação?
Mauro: “algum empresário sério gosta de divulgar dados dos clientes? Isto acontece intencionalmente? obviamente que não. Novamente, parte-se do princípio que todo empresário age de má fé e que vai divulgar tudo para todos os lados. O malandro vai colocar no ‘contrato’ em letrinhas miúdas uma autorização prévia. Claro que, quando dados de clientes são divulgados de má fé, isto tem que ser penalizado, mas acredito que foge do âmbito do CDC e já existe jurisprudência”.

Fonte: ecommercebrasil

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