Dicas para ter um layout funcional em sua loja virtual

Se você está procurando uma empresa que crie sua loja virtual, isso é muito fácil de encontrar! Utilize o Google e verá inúmeras empresas que podem criar isso para você, agora se você realmente deseja construir um novo empreendimento, que lhe dê lucro, bem, preciso lhe pedir que descarte ao menos 70% desta lista de desenvolvedores de lojas virtuais, isso por que poucas empresas estão realmente interessadas em como isso pode trazer benefícios para você, o que interessa é apenas o quanto você está investindo. Aqui na SERI.E DESIGN O layout é tão importante quanto o próprio produto, acreditamos que a experiência de compra deve ser tão agradável que o consumidor não tenha pressa de sair da loja virtual. Pois bem, pensando nisso, resolvemos lhe dar uma “mãozinha” para que você não pague o preço por um trabalho desenvolvido sem as técnicas necessárias.

1) A estrutura é o começo de tudo

Será que você já ouviu falar em wireframe? O Wireframe é o projeto inicial da loja, até mesmo para se construir uma casa é necessário criar um. O wireframe tem a mesma função de uma planta baixa, geralmente ele é um arquivo em preto e branco demonstrando a disposição de cada detalhe da loja: Largura das colunas, quantidade de banners, espaço para o logotipo, tamanho dos selos de pagamento, medida das fotos, etc. Para facilitar seu entendimento, aqui na SERI.E DESIGN enviamos o wireframe em formato preview, atraves de um link com imagens estáticas apresentamos funcionalidades e conceito visual proposto para o seu projeto e também no que definimos quais os aplicativos e diferenciais que serão utilizados na loja.

É importantíssimo avaliar esta etapa com cautela e sem pressa, para garantir que não haja falhas depois que a loja estiver 100% pronta.

2) A grama do vizinho nem sempre é mais verde

Se você é daqueles que gosta tanto da loja de seu concorrente que resolveu criar a sua quase que uma cópia, você está fazendo isso errado!

Analisar a concorrência é realmente muito importante, mas não se limite apenas a lojas de seu segmento, avalie o que tem dado certo para eles e se inspire a buscar diferenciais, não apenas em seus concorrentes mas também na experiência de compra em outras lojas de outros segmentos.

3) Não fuja de suas raízes

Antes de iniciar o seu layout busque muitas referências de seu mercado: cores, fontes, fotos, funcionalidades, benefícios, etc, e utilize-as para que seu consumidor se sinta em casa. Ele precisa perceber logo de cara que está dentro de uma loja que vende aquilo que ele procura.

Criatividade é sempre bem vinda, mas não perca o bom senso, mantenha o foco no seu segmento de vendas.

4) O que importa é o Consumidor.

Desculpe a franqueza, mas neste momento: Sua opinião não importa!

Não deixe que suas preferências pessoais falem mais alto do que aquilo que o seu público alvo realmente gosta, afinal, são eles que você quer atingir. Claro que a loja não precisa fugir totalmente do que te agrada, mas tenha bom senso ao escolher os detalhes, nesse momento, sua opinião pode colocar tudo a perder.

5) Purpurina e Neon

Amigo empreendedor: Uma loja virtual não é um site institucional.

Luzes cintilantes? Logo que gira? Mouse com bichinho que segue? Banner de promoção que Pisca? – ESQUEÇA.

O Foco da sua loja tem que ser exclusivamente para o produto, nada deve chamar mais atenção do que ele e o botão comprar. Isso pode deixar sua loja cansativa para os olhos e o consumidor desistir da compra.

6) Cores e mais cores

A partir das cores é possível  decidir o que quer passar para seu consumidor. Mas falando de e-commerce, evite o uso excessivo de cores fortes, procure sempre mesclar com o branco ou o cinza, isso trará tranquilidade para a leitura online. De qualquer forma deixe para um especialista como a SERI.E DESIGN sugerir as melhores opções para o seu projeto.

7) Muitas vezes o menos é mais

Sabe por que o EUA é 1ª lugar em e-commerce no mundo? Por que se preocupam mais na facilidade e agilidade em comprar o produto do que em banners promocionais. Não seja exagerado, procure ser clean, e mesmo se usar cores fortes organize seus ícones de maneira que não fuja do foco: O produto.

8) Plataformas

Hoje existem diversas plataformas disponíveis no mercado, de todos os portes, regiões e preços. Não se iluda em achar que a mais cara é a melhor, independente do preço entre as diversas opções a melhor é a que se encaixe dentro do seu projeto. Para não perder tempo e nem cometer erros, entre em contato conosco!

Estas  dicas são apenas uma parte dos grandes benefícios que uma operação de e-commerce bem planejada pode trazer ao seu empreendimento.

Fonte: ecommercenews

Jacques Janine é a nova loja criada pela Seri.e

Conheça a história da primeira rede de salões de beleza da América Latina

A nova loja criada pela Seri.e Design é a do salão Jacques Janine. O salão criado por Jacques e Janine Goossens está no mercado de beleza há 59 anos, e é conhecido pelo pioneirismo na área de estética e maquiagem social. São mais de 60 unidades espalhadas por todo o Brasil e uma instalada na Flórida, Estados Unidos.

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Seri.e design é destaque nesta terça-feira no Ecommerce News

Conheça um pouco a nossa história, são mais de 600 lojas virtuais já entregues

 

Nesta terça-feira (14), a Seri.e design foi destaque na Ecommerce News. Com 10 anos de história, a agência localizada em São Paulo tem como principal foco o comércio eletrônico, design gráfico e desenvolvimento de sites.  Já foram mais de 600 lojas virtuais entregues nas mais diversas plataformas.

A equipe da Seri.e é composta por designers, programadores, publicitários e jornalistas que trabalham para entregar soluções inteligentes em uma perspectiva global.

Segundo a Ecommerce News, o diferencial da Seri.e é o atendimento fulltime junto ao cliente com a coordenação dos diretores da agência. Além da preocupação com a criatividade e design.

A Seri.e Design é membro da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM).

Os serviços disponíveis são: planejamento, desenvolvimento de layout para e-commerce, criação de sites responsivos, criação de banners e social media, criação de identidade visual, consultoria em marketing digital.

Leia a matéria na íntegra 

 

Quer saber mais? Entre em contato conosco aqui

 

 

7 tendências do varejo on-line para 2017

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O varejo on-line vem construindo um futuro promissor. Para se ter uma ideia das tendências para o próximo ano, considere que, somente no estado de São Paulo, o e-commerce registrou um faturamento real de R$ 3,4 bilhões no segundo trimestre de 2016! Esse resultado foi atingido em apenas 3 meses, em plena crise econômica e em apenas um estado da federação.Com a conquista de cada vez mais espaço no faturamento total do mercado, novos empreendimentos on-line surgem diariamente, na expectativa de abocanhar uma fatia desse bolo. Para se manter competitivo, é essencial acompanhar e implementar com rapidez as tendências que referenciam e criam linhas de base para o varejo on-line como um todo. Novas tecnologias têm contribuído para que clientes tenham experiências mais ricas, e, varejistas, melhor rentabilidade.Sendo assim, apresentamos sete tendências do varejo on-line para 2017, para você acompanhar de perto e sair na frente da concorrência. Confira!

1. Análises serão feitas em tempo real

Análise em tempo real é uma das mais pertinentes tendências para 2017, pois fornece uma visão mais profunda e de maior alcance sobre conversões e comportamento do cliente.Liderando as mudanças, há um nome que muitos varejistas on-line já conhecem: kissmetrics. Esse software permite rastrear todos os canais de vendas e fontes de conversão possíveis, seguindo-os da sua origem até o resultado final.Por meio da análise em tempo real, você poderá acompanhar cada ponto de conversão possível, porque softwares como esse (e outras soluções afim, como Mixpanel e Hubspot) irão mantê-lo informado de cada interação.Em seguida, você estará apto a usar essas informações para melhor entender o comportamento de compra dos seus clientes e realizar as alterações necessárias para gerar melhores conversões.

2. Atendimento ao cliente será live-action

Outra tendência muito discutida é a interação ao vivo com os clientes. Deve-se considerar, entretanto, que há clientes mais e menos engajados e dispostos a aprofundar o relacionamento com sua empresa e marca.Obviamente, quanto mais engajado estiver o cliente, maiores são as chances de interagirem e realizarem compras. Ou seja, sua empresa e marca se beneficiam quanto mais interativa for sua relação com o consumidor. Para engajá-lo e aproveitar essa tendência, há certas ações que você pode realizar:

  • Citar nominalmente os clientes no seu blog para incentivar a repetição de visitas e a interação;
  • Responder às suas perguntas por meio de vídeos ou blog posts;
  • Atualizá-los por e-mail ou newsletter;
  • Postar conteúdos valiosos com frequência para mantê-los informados;
  • Otimizar a interação com o cliente nos seus projetos de e-commerce;
  • Priorizar os clientes mais fiéis na destinação de ofertas especiais.

Além disso, você poderá incorporar softwares de atendimento ao cliente, como o Zendesk. Por meio dessa solução, é possível envolver ativamente os clientes ao permitir que façam perguntas em um sistema que integra chat on-line, redes sociais, chamadas telefônicas, sms, etc. Os relatórios criados permitirão à sua equipe de atendimento ao cliente responder em tempo real. Além disso, oferece suporte live-chat para qualquer cliente durante o processo de compra. Isso é muito útil para atender àquele consumidor que ainda não está acostumado ou se sinta inseguro ao realizar compras on-line.

3. O uso de dispositivos móveis atingirá novas alturas

Cada vez mais, as pessoas estão utilizando smartphones e tablets para efetuar compras on-line. Porém, todo o potencial que esse novo mercado abre, está, ainda, longe de ser explorado satisfatoriamente. Os smartphones servirão de catalisadores para levar as empresas a uma nova era, na qual todo o foco estará voltado para a satisfação do cliente. Toda empresa que queira sobreviver no século XXI deverá investir em plataformas de e-commerce que estimulem a aproximação dos consumidores.Já podemos ver, no dia a dia, os primeiros passos dessa transição, na qual a maioria das vendas – mesmo de lojas exclusivamente físicas – é processada digitalmente!

4. As compras on-line serão o novo status quo

À medida que varejistas on-line começam a perceber que os clientes gostam de visitar a loja física, mas desejam a conveniência e comodidade oferecidas pelas compras on-line, passarão a realizar ações no sentido de individualizar, cada vez mais, a experiência de compra nas suas lojas virtuais. Além do suporte interativo, os clientes poderão se comunicar diretamente com assistentes de venda para terem suas dúvidas sanadas, além de obterem respostas em tempo real para suas dúvidas e comentários.

5. Vendas serão ancoradas nas redes sociais

Soluções como o Soldsie permitirão que você obtenha valiosas referências de alta conversão a partir de redes sociais, ajudando-o a melhorar suas taxas de CTR e ROI. Outra solução que promete entrar cada vez mais no mercado brasileiro (competidor direto do Soldsie) é o Curalate. Ele permite aos usuários mensurar as conversões originadas a partir de plataformas mais visuais, como o Instagram e o Pinterest. Seus algoritmos são capazes de identificar as imagens e quantificar a presença da sua empresa nessas redes, além de poder descobrir quem são os usuários mais ativos e comparar seu desempenho com o dos concorrentes.

6. As entregas no mesmo dia da compra estabelecerão um novo padrão

Muitas empresas já perceberam que a maioria dos consumidores adoraria poder receber o produto que comprou on-line no mesmo dia, ainda que tenha que pagar um pouco mais por isso. No entanto, vá com calma: analise seu público-alvo, suas demandas e a sua atual infraestrutura de entrega. Se for possível realizar um investimento para oferecer esse diferencial, realmente valerá a pena. Caso contrário, considere realizar essa opção a longo prazo. Seja como for, certamente representará uma vantagem competitiva para sua empresa!

7. Big Data e Small Data serão tendências do varejo para estratégia

O Big Data é um conceito bastante difundido nos últimos anos e contribuiu de modo relevante para o desenvolvimento de novas maneiras de comercializar e se comunicar com clientes on-line. Isso é possível a partir da coleta de dados dos consumidores em larga escala, viabilizando a criação de uma abordagem mais eficiente. Seu foco é mais quantitativo e estabelece bases para o desenvolvimento de estratégias de alto impacto.

Já o Small Data concentra-se nos pequenos detalhes. É resultado do garimpo minucioso das informações do Big Data, com o objetivo de captar percepções dos clientes, entender como eles pensam e suas motivações intrínsecas. O foco do Small Data é qualitativo e visa obter insights que o Big Data por si só não é capaz, além de garantir às empresas que o colocarem em prática percepções únicas dos seus clientes, que nenhuma outra descobriu ainda. Tudo isso deve ser levado em consideração para que sua empresa esteja sempre à altura de clientes cada vez mais bem informados e exigentes. Ao lado dessas 7 tendências do varejo on-line, não podemos esquecer aquela que é válida para todos os anos: a única constância em tecnologia (e na vida, de modo geral) é a mudança. Então, esteja sempre preparado para ela!

Gostou de conhecer as principais tendências para 2017?

Temos muito mais para lhe oferecer, entre em contato agora!

Fonte: EZ Commerce

4 livros que todo designer deve ler

Seja qual for o ramo de atuação, qualquer profissional, para aprender algo, precisa estudar, ler, pesquisar.

Com os designers, não poderia ser diferente. Por isso, no post de hoje, preparamos uma lista com 4 livros de design inspiradores e indispensáveis para quem cursa a faculdade, é curioso e apaixonado pelo tema, ou que precisa de uma ajudinha técnica pra apresentar um bom trabalho, mas não sabe como deixá-lo esteticamente profissional.

Na lista, há livros para designers, para quem ainda quer ser um, e, também outros escritos especialmente para leigos que querem conhecer um pouco mais o maravilhoso universo do Design. Vamos lá?

1 – Sintaxe da linguagem visual – Donis A. Dondis

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Típico livro de design para deixar na cabeceira da cama, sempre à vista e fundamental para estudantes do curso de Design, daqueles que são utilizados logo no início do curso e no decorrer da vida acadêmica e profissional.

De início, pode ser uma leitura um pouco pesada. Entretanto, o livro explora a discussão sobre a linguagem visual quase que em sua totalidade.

Tudo tem um porquê, e a autora Dondis explica a história contada por trás de cada detalhe, ajudando o leitor a compreender as mensagens que constam por trás dos elementos que caracterizam uma mensagem visual – desde a definição de cores e seus diferentes tons à diagramação e tipografia que melhor se adéqua à mensagem que você deseja transmitir.

2 – Design para quem não é designer – Robin Williams

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Robin Williams escreve este livro principalmente para os iniciantes, e, portanto, esse é um título destinado para toda e qualquer pessoa que precisa criar uma página com uma boa estética, mas não tem a técnica necessária para tal.

Não importa a sua formação, se você é estudante ou empresário.

O livro tem uma linguagem divertida, direta, prática e sucinta. Explica o conteúdo com situações do dia a dia de maneira que lhe faz o leitor entender a extrema importância da entrega de um trabalho bem estruturado, limpo, organizado, de forma convidativa e super criativa.

3 – O design do designer – Lígia Fascioni

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Livro de design recheado de reflexões, críticas e ideias dissertadas de forma clara, descontraída e muito prazerosa de ler.

Indicado para estudantes, profissionais e curiosos em geral, nele, a autora reúne artigos de seu blog semanal especializado em comunicação e marketing.

O livro abrange temas variados e que falam sobre o que é ser designer e o conceito do design no dia a dia. A partir dele, os leitores desenvolvem um lado mais crítico sobre o complexo e apaixonante mundo do design.

4 – Diseño gráfico para la gente – Jorge Frascara

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Leitura leve e de fácil compreensão, o livro prende a atenção intercalando textos com imagens. Intitulado “Design gráfico para as Pessoas”, ele abrange a comunicação visual com ênfase na promoção de produtos e serviços de consumo.

O autor mostra que o desenho, a comunicação visual e os problemas sociais existentes caminham juntos.

Conversa e confronta a realidade e a prática em toda sua complexidade, de forma a analisar a maneira com que o design de comunicação opera.

Além disso, o livro abrange a função do designer de comunicação visual, os métodos mais adequados para se trabalhar, as estratégias de comunicação e uma análise sobre o setor.

 

Boa leitura!

 

 

10 erros de Design que sua empresa pode estar cometendo e não sabe!

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Na concepção de um site ou e-commerce, os critérios visuais e técnicos devem andar lado a lado, certo? Todas as empresas querem construir uma página visualmente atraente e tecnicamente performática. Afinal, de nada adianta levar em conta o design se a usabilidade é ruim.

Nesse post, aponto alguns erros de design que podem comprometer o desempenho da principal porta de entrada de seus potenciais clientes no ambiente digital. Procure avaliar ponto a ponto e tentar aplicar em seu site ou loja virtual. Prontos para começar? Então vamos lá:

1)Imagens muito pesadas

O principal erro na maioria dos sites e e-commerces. As imagens são as maiores responsáveis pelo tempo de carregamento da página, e podem significar a desistência do visitante/cliente. Também é importante considerar que muitos usuários acessam a web pelo celular, com uso restrito de dados. Você não quer ser o responsável por acabar com o pacote de dados do seu cliente, certo?

Solução: Otimize as imagens, e as substitua por imagens mais leves. O ideal é que imagens grandes não passem de 100kb e imagens pequenas tenham no máximo 50kb. Ícones, botões e demais objetos menores não podem passar de 10kb. Você pode usar ferramentas como o Tinypng para reduzir suas imagens sem perdas perceptíveis de qualidade ou mesmo transparência.

2)Imagens Pixeladas

As imagens ficam com aparência “pixelada” por duas razões: imagens muito grandes que foram comprimidas ou imagens muito pequenas que foram expandidas. É um erro bem comum e fácil de ser corrigido.

Solução: Use imagens no tamanho correto para que elas não percam em qualidade.

3)Objetos “flutuando”, sem sombra

Como todos os demais elementos, os objetos e imagens fazem parte do design de seu site ou loja virtual. Sendo assim, eles precisam estar inseridos na página. Lembre-se: os objetos produzem sombra quando expostos a fontes de luz. Da mesma forma, as imagens da web representam objetos reais, e precisam da sombra própria. Atente para isso antes de incluir imagens no site sem sombra.

Solução: Lembre-se de conferir cada imagem antes de publicá-la no site a fim de evitar que os objetos pareçam flutuar.

4)Imagens muito chamativas

Nem sempre chamar a atenção do cliente pode ser benéfico para sua página. Seu visitante fica perdido quando é bombardeado visualmente. Pondere! Se sua imagem prende muito a atenção, ela pode vir a atrapalhar o foco principal da sua página – navegação, interação e conversão.

Solução: Use imagens somente quando necessário. Observe se sua imagem não desvia o foco principal da página. Ferramentas de Heatmap são muito úteis para essa conferência.

5)Cores sem contraste ou com muito contraste

A escolha de cores é fundamental para a boa visualização do seu site. O contraste correto é responsável pelo entendimento do seu conteúdo. Usar cores muito parecidas ou muito opostas pode dificultar a visualização da sua página.

Solução: De modo geral, não use cores claras em fundos claros nem tons escuros em fundos escuros. Veja no exemplo abaixo:

6) Cores que não combinam

Ainda no exemplo acima, veja como os tons de vermelho e verde não harmonizam entre si. Também é importante seguir um padrão. Se uma página do seu site tem design mais voltado para o laranja, não convém usar outros detalhes em roxo, por exemplo.

Solução: Uma rápida pesquisa sobre Teoria das Cores pode dar boas dicas para a escolha correta da paleta de tons mais adequada.

7)Estilos diferentes de design

Sabe aquela dica básica de moda que xadrez e listrado não combinam? Você pode usá-la em seu site também. Usar diferentes estilos na mesma seção do site não convém. Se você usa ícones para suas subseções, continue usando ícones para todas; se sua página é mais voltada ao flat, não convém usar objetos muito realistas, ou mesmo sombras que não sigam esse estilo.

Solução: Procure seguir um padrão nas diversas seções de seu site para manter a harmonia de todo o conjunto de elementos.

8)Diferenças de alinhamento

O alinhamento dos elementos é ideal para a organização do seu site. Com os alinhamentos padronizados você transmite mais firmeza e confiança. Uma página bagunçada pode soar como desleixo ou amadorismo.

Solução: Revise conteúdos e imagens publicados e, se necessário, realinhe esses elementos para dar um ar mais profissional ao site.

9)Espaços em branco

Um erro muito comum e que muitas vezes não é notado pelo desenvolvedor, mas percebido facilmente pelos clientes. Muitos espaços ficam vazios, sem conteúdo, e simplesmente não acrescentam nada a sua página.

Solução: Lembre-se que organização é fundamental. Preencha esses espaços com material relevante para a navegação.

10)Falta de espaço

Erro oposto ao anterior, mas também muito comum. É bem desconfortável pegar o ônibus lotado, né? Também é muito desconfortável navegar em um site lotado de informações e estímulos. Perdido em meio à poluição visual, o usuário não se sente confortável no site.

Solução: O ideal é sempre deixar um espaço suficiente entre os elementos para que eles possam respirar e conviver harmoniosamente.

Espero que as dicas acima possam ser úteis para aprimorar ainda mais a qualidade do seu site e profissionalizar a forma como você se apresenta aos seus clientes na web.

fonte: ecommercenews

Como criar uma página no Facebook (Fan Page)?

O Facebook já possui mais de 70 milhões de usuários cadastrados somente no Brasil. Sabendo que o país possui um pouco mais de 90 milhões de pessoas que acessam a internet, podemos concluir que de cada 5 internautas, 4 possuem cadastro na rede social. Outro número interessante é o de acesso diário, desses mais de 70 milhões de cadastrados no Facebook, 72% acessam o Facebook diariamente, ou seja, mais de 50 milhões de pessoas dão aquela conferida na sua rede social pela menos uma vez por dia.

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Com números tão expressivos, acreditamos que não é preciso convencê-lo da importância de ter sua empresa, marca ou produto presentes nesta rede social, não é verdade? Então para facilitar a vida da sua equipe iremos mostrar um passo a passo de como criar uma página no Facebook, ou seja, como criar uma Fan Page no Facebook.

Criar um perfil para sua empresa não é o mais indicado, primeiro por que o perfil não foi desenvolvido para este propósito, segundo por que se o Facebook descobrir que o perfil não é de uma pessoa e sim de uma empresa, marca ou produto, sua conta poderá ser excluída. Então, vamos ao passo a passo de como criar fan page no Facebook:

1) ACESSANDO SEU FACEBOOK PARA COMEÇAR
Antes de qualquer coisa é necessário que você tenha uma conta pessoal criada no Facebook, caso ainda não tenha, crie agora mesmo acessando o site do Facebook. Logo na página principal você verá o formulário de cadastro.

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2) SELECIONANDO A CATEGORIA DA SUA FAN PAGE
Caso você já possua uma conta no Facebook, vamos começar a criar a página no Facebook agora. Acesse sua conta pessoal e depois acesse https://pt-br.facebook.com/pages/create/, você verá a tela abaixo:

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Negócios locais ou Local: Essa categoria serve para empresas que possuem uma abrangência local, como, por exemplo, advogados, bares, casa de shows, cinema, hospital, hotel, médico, restaurante etc…

Empresa, organização ou instituição: Muito parecida com a categoria anterior, porém, como não é uma atividade obrigatoriamente local, não há necessidade de fazer chek in, ou seja, informar a localização do estabelecimento. Essa categoria pode ser selecionada por empresas de tecnologia, publicidade, saúde e beleza, viagem etc… Para loja virtual, por exemplo, essa categoria é interessante, pois possui algumas opções que podem encaixar perfeitamente no perfil da sua empresa.

Marca ou Produto: Interessante para empresas que estão criando uma Fan Page para um determinado produto ou para uma determinada marca. Por exemplo, a empresa P&G quer criar uma Fan Page para a marca Oral-B, então essa categoria é a mais indicada.

Artista, banda ou figura pública: Como o próprio nome já diz é uma categoria indicada para bandas, cantores, políticos, apresentadores de televisão, personagem etc…

Entretenimento: Categoria ideal para um programa de tv, um evento (esportivo, rave, micareta), filme, livro, música etc…

Causa ou comunidade: Ideal para uma passeata, ONG, uma causa específica etc…

É importante lembrar que você poderá editar essa categoria futuramente, então mesmo que faça uma escolha errada e perceba isso futuramente, fique tranquilo, você poderá editar essa categoria mesmo com sua Fan Page em funcionamento.

3) PERSONALIZANDO FOTO, DESCRIÇÃO E URL
1 – Aqui você coloca uma breve descrição sobre a sua empresa, marca ou produto. É interessante escrever, de forma direta, o que sua empresa oferece, o que é exatamente seu produto ou marca.

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2 – Agora você poderá colocar uma imagem, podendo ser o logotipo da sua empresa, marca ou uma foto do seu produto. O tamanho ideal é 180pxl de largura por 180pxl de altura.

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3 – Informe o endereço da sua Fan Page no Facebook e depois clique em “Definir endereço”.

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4) FINALIZANDO A CRIAÇÃO DA FAN PAGE
Nesta etapa você poderá curtir sua Fan Page (você será seu primeiro seguidor) e também poderá começar a adquirir novos seguidores, começando pelos seus amigos.

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Clicando em “Convidar amigos” o Facebook apresentará uma lista com todos os seus amigos, basta você selecionar quais os amigos deseja enviar o convite e depois clicar em “Enviar”.

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Agora falta inserir uma imagem de capa, assim sua Fan Page ficará ainda mais personalizada. Você precisará estar logado com sua Fan Page e não com o seu perfil pessoal. Para isso, faça como na imagem abaixo:

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Depois basta clicar em “Adicionar uma capa”:

A imagem de capa deve ter o tamanho de 851pxl de largura por 315pxl de altura.

Pronto! Sua Fan Page foi criada com sucesso. Agora basta divulgar para os seus clientes, mantê-la sempre atualizada e sempre interagir com seus seguidores.

 

Google diz: E-commerce brasileiro vai crescer 12,4% ao ano e dobrar de tamanho no país

O e-commerce vai dobrar a sua participação no varejo restrito brasileiro até 2021 e crescer, em média, 12,4% ao ano. As projeções foram feitas pelo instituto de pesquisa Forrester em levantamento encomendado pelo Google para analisar o comércio eletrônico no Brasil.

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Segundo o relatório, hoje o faturamento do setor está em R$ 47,1 bilhões, e ele tem 2,8% de participação no varejo, contando alimentos e bebidas (R$ 46,3 bilhões excluindo os dois segmentos). Mas, pela projeção do Google, a cifra deve chegar a R$ 84,7 bilhões em 2021 e abocanhar 4,6% do mercado (R$ 82,9 bilhões e 9,5% do mercado sem contar alimentos e bebidas).

Isso corresponde a um crescimento de, em média, 12,4% ao ano, com início de retomada já em 2017 (veja o gráfico abaixo).

Também de acordo com o levantamento, boa parte do desempenho positivo se dará por conta da diversificação no tipo de compras, hoje dominado, principalmente, por livros e materiais eletrônicos, que correspondiam, em 2010, a 65% das aquisições online, segundo o estudo.

Setores ainda em desenvolvimento no e-commerce, como roupas, calçados, beleza e itens alimentícios, serão mais procurados por consumidores a partir do próximo ano – o Google projeta que, em 2018, cerca de uma a cada quatro vendas feitas pela internet será desses segmentos. Hoje, eles correspondem a 11% das compras.

Eletrônicos e livros continuarão em primeiro lugar, mas representarão algo próximo a 52% do volume de transações.

Assim, o Brasil tem grandes chances de sair do que o Google chama de “terceira fase” do e-commerce – na qual bens comparáveis, como itens de mídia, eletrônicos e livros, são os mais comercializados – para a quarta fase, de aquisição frequente de bens subjetivos (beleza e alimentação, por exemplo).

Internet lotada

De acordo com o estudo, o crescimento do e-commerce nacional ocorrerá, também, devido à quantidade de usuários de internet no Brasil.

Hoje, cerca de 124 milhões de pessoas estão conectados à rede virtual de computadores – ou seja, 60% da população. Até 2021, o número vai aumentar 151 milhões de internautas e alcançar 71% do país.

Com isso, a faixa de idade mais propensa a comprar online no futuro será a de 25 a 44 anos, isto é, quem atualmente tem entre 20 e 39 anos.

Fonte: Rakuten

Como o Projeto de Lei 281/2012 no CDC vai impactar o e-commerce.

LEGISLAÇÃO —
Após a aprovação pelo Senado, em novembro de 2015, o Projeto de Lei (281/2012) que propõe algumas adaptações ao Código de Defesa do Consumidor foi remetido à Câmara dos Deputados. Embora esteja submetido ao Regime de Tramitação Prioritária, fato é que, em decorrência dos recentes acontecimentos políticos no país, o Projeto ainda não foi objeto de deliberação na Câmara.

Apesar disso, o Projeto contém discussões importantes, entre elas um novo capítulo que trata exclusivamente do e-commerce e assuntos como privacidade de dados, direito ao arrependimento e envio de e-mail e spam.

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Para comentar como essas mudanças poderiam impactar os lojistas, o portal do e-Commerce Brasil entrevistou Mauro Tschiedel, Sócio e Founder da Usina Info, loja online de ferramentas, componentes e peças para eletrônica da cidade de Santo Ângelo, Rio Grande do Sul. Confira:

Como você vê a iniciativa deste Projeto?
Mauro: “na minha visão toda regulamentação precisa evoluir. Em 1990, a internet não existia comercialmente como é hoje: as formas de pagamento, os vídeos de produtos, as informações logísticas, etc. Então estas mudanças precisam ser levadas em conta pela legislação para que ela não fique ultrapassada. O que temos que ter cuidado é para a lei evolua de forma a contemplar um grande período de tempo e que seja justa”.

Levando em consideração as peculiaridades do comércio eletrônico, quais são as principais dificuldades da sua operação em cumprir o atual Código de Defesa do Consumidor?
Mauro: “o atual CDC regulamenta várias situações do e-commerce que protegem o consumidor, como a parte fraca da relação. O Atual CDC deixou passar situações em que as empresas são prejudicadas. Por exemplo, você envia um produto para um cliente, o produto chega lá, o cliente não segue as normas de utilização e danifica o produto. Se ele estiver dentro dos 7 dias é responsabilidade da empresa arcar com os custos envolvidos no arrependimento, inclusive os fretes. Todos os custos são da empresa, mesmo não sendo erro dela, mesmo sendo verificado o mau uso. Estes casos o CDC não trata”.

Na sua opinião, o que precisaria ser mudado no Código atual para que a sua relação com o consumidor fosse melhor?
Mauro: “uma das coisas que o CDC deveria deixar claro é a responsabilidade de cada player na cadeia de comercialização. Deixar claro até onde vai a responsabilidade da empresa, das empresas de logística, de pagamento, etc. Outro ponto que considero importante é regulamentar variações de preços entre clientes de diferentes estados. Explico: com a nossa legislação tributária, hoje vender para o estado A ou B, tem custos totalmente diferentes no que tange à tributação. Hoje para atender o CDC, às vezes para vender no estado que é mais barato, o consumidor acaba pagando mais caro. Isto poderia ser melhorado”.

O Projeto de Lei também apresenta pontos bastante controversos. Alguns deles são:
– Seção VII. Art 45-B “Sem prejuízo do disposto neste Código, os sítios e demais meios eletrônicos, bem como as comunicações remetidas ao consumidor, utilizados para oferta ou conclusão de contrato de consumo devem disponibilizar, em local de destaque e de fácil visualização, entre outras informações:

III- Discriminação, no preço, de quaisquer despesas adicionais ou acessórias, tais como as de entrega; – Você já faz isso? Se não, por quê?

Mauro: “então, já começam as situações duvidosas. O que são ofertas? É um e-mail dizendo: “veja novidades que chegaram?” Considerando que os produtos já foram listados? Será obrigatório ter o preço? Se for uma questão de exibir o preço no site e a simulação de frete, acredito que a maioria dos e-commerces já estejam adaptados. Mas gosto de pensar para frente, por exemplo, um e-commerce de ‘grama de jardim’, o frete dificilmente será automatizado (varia o peso do produto com a umidade na colheita), precisando cotar com transportadoras quando o produto estiver embalado, pois só aí é possível ter o peso real. Um e-commerce nesta situação, não está agindo de má fé, porém perante o proposto estaria irregular, passível de multa. Este artigo precisa ser revisto e melhorado”.

– Art 45: Na contratação por meio eletrônico, ou similar, o fornecedor deve enviar ao consumidor:

IV – formulário ou link para formulário, facilitado e específico para preenchimento pelo consumidor em caso de exercício do direito de arrependimento. – Você já faz isso? Se não, por quê?

Mauro: “em nosso e-commerce, o cliente tem como solicitar garantias/devoluções diretamente em nosso site, baseado nos pedidos dele, que vai para análise e em seguida recebe um retorno. Quanto à necessidade de links, formulários, etc, é um preciosismo que só prejudica o crescimento. Do meu ponto de vista, a empresa precisa ter canais de comunicação para que o cliente tenha o direito de arrependimento atendido. Daqui a 10 anos, não sabemos nem se vai existir link ou formulário, quem sabe será por áudio, não sabemos. Criar especificações restritivas demais engessa o processo e não garante o cumprimento dos direitos dos clientes. A empresa que age de má fé, com formulário ou sem não vai cumprir a lei”.

– Art 45 45-F: É vedado ao fornecedor enviar mensagem eletrônica não solicitada. Como isso pode impactar a sua estratégia de marketing e vendas?

Mauro: “para nossa empresa isto não terá impacto, pois usamos base própria com autorização. Mas gosto de pensar nos impactos futuros. Se um cliente agir de má fé e alegar que não deu autorização, como fica? Qual a prova? Com os filtros anti-spam existentes e em evolução constante, acho que isto não deveria ser preocupação dos legisladores. O mercado irá resolver este problema”.

No caso do consumidor manifestar arrependimento, o Projeto prevê que o lojista deve devolver o crédito no valor total do produto ou serviço, acrescido de juros incidentes até a data da efetiva devolução. O que você acha dessa obrigação?
Mauro: “bom, estamos mal com esta visão de que toda empresa vai enriquecer com o dinheiro dentro dos sete dias do arrependimento. Isto demonstra uma clara falta de visão de como o mercado funciona. Se o cliente paga no cartão de crédito, seja por intermediador, gateway, banco…etc, a empresa não enxerga esse dinheiro em 7 dias. Ou seja, ela não lucrou, o dinheiro ainda está com a operadora. Bom aí analisemos o frete: o frete nem foi pago ainda para a empresa de logística, sendo ela responsável. Mas obviamente pequenos e-commerces não terão como repassar os juros para o cara da logística.

Imagina contabilmente como será isto. Você terá um débito de juros para um terceiro que não prestou serviço? Será uma multa? Como será calculado isto? Quando leio estas proposições fico pensando que foi redigido por alguém que ficou esperando 60 dias para receber seu dinheiro. E se isto aconteceu, existe a justiça para resolver. Não precisa criar uma nova tramoia tributária/jurídica que vai gerar mais custo do que benefício. E aí você, empresário vai ter que ficar calculando juros sobre vendas de R$ 20,00 por sete dias. Sem contar que isto irá gerar um nova fonte de renda para alguns que vão comprar e no sétimo dia solicitar arrependimento e ganhar juros, sem gastar nada ou fazer nada. Não gosto de quando a balança pende só para um lado”.

No Art 72-A, o CDC diz que se o lojista veicular qualquer dado sem autorização prévia do cliente pode sofrer pena de detenção de três meses a um ano e multa. O que você acha dessa obrigação?
Mauro: “algum empresário sério gosta de divulgar dados dos clientes? Isto acontece intencionalmente? obviamente que não. Novamente, parte-se do princípio que todo empresário age de má fé e que vai divulgar tudo para todos os lados. O malandro vai colocar no ‘contrato’ em letrinhas miúdas uma autorização prévia. Claro que, quando dados de clientes são divulgados de má fé, isto tem que ser penalizado, mas acredito que foge do âmbito do CDC e já existe jurisprudência”.

Fonte: ecommercebrasil

Logotipo-fail! 20 imagens bizarras mostram a importância de contratar uma agência de design para sua marca

Uma das piores coisas na vida de um designer ou publicitário é olhar algum trabalho mal feito, com erros que deveriam ter sido percebidos logo no primeiro olhar.
Algumas pessoas que resolvem abrir empresas, querem economizar tanto na hora da criação da comunicação, que acabam se dando mal e não contratando um profissional para realizar o trabalho. O resultado são serviços ridículos, que acabam remetendo coisas obscenas e queimando qualquer marca.
Nesse post selecionamos alguns logotipos horríveis que mostram a importância de contratar um designer na hora de criar uma marca. Algumas imagens chegam a dar vergonha alheia, tanto do “designer” que criou quanto para o empresário, que vai ter que sofrer com aquilo por muito tempo.

Confira!

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