“Novo”Mercado Shops! O que muda?

Novo Mercado Shops

Na última semana de março, o Mercado Shops publicou uma nova Landing Page informando que em breve, você lojista poderá experimentar o novo Mercado Shops.

Mas o que seria esse “novo” Mercado Shops? Como ficam as lojas que usam o modelo atual da plataforma?

Segundo o conteúdo da Landing Page o Mercado Shops quer oferecer uma melhor experiência, estando totalmente integrada ao Mercado Livre, porém sem muito detalhes de como isso vai ajudar você lojista a impulsionar seu negócio on-line usando a nova plataforma.

Uma das maiores duvidas dos lojistas é: O que vai acontecer com a minha loja atual?

Por enquanto, a informação é que sua loja continuará funcionando como sempre. A plataforma informa que estão trabalhando para que você possa experimentar essa nova ferramenta e fazer a transição mais facilmente.

Observando algumas lojas que já utilizam a nova plataforma em versão beta, o visual é o mesmo do Mercado Livre, o lojista poderá apenas inserir seu logotipo, deixando pra trás toda sua identidade visual e personalização de layout.

A identidade visual é parte importante de toda empresa e ainda mais no e-commerce. Hoje, com a maioria das lojas compartilhando dos mesmos benefícios para atrair a atenção e conseguir converter a venda, sem o apelo visual ficará ainda mais difícil se destacar entre as milhares de lojas on-lines e dos grandes cases do segmento.

Ainda de acordo com as informações da Landing Page do Mercado Shops, quais benefícios você lojista teria com o novo Mercado Shops?

  Você não terá custos fixos de ativação nem mensalidades. Você pagará apenas a tarifa de venda como no Mercado Livre.
  • as tarifas variam de 11 a 16% de acordo com o produto e categoria anunciada e ainda prevalecem as regras de anúncio do Mercado Livre, precisa consultar se seu produto é ou não liberado para venda dentro da plataforma (ex. acessórios de tabacaria, alguns suplementos, cosméticos, etc).
 Integração completa com o Mercado Livre. Você não terá que dobrar esforços no gerenciamento de diferentes canais. Toda a gestão da sua loja será feita a partir do painel de vendas do Mercado Livre.
  • não existe personalização de layout, o gerenciamento é apenas dos produtos.
 As vendas do Mercado Shops vão impactar diretamente na sua reputação no Mercado Livre e ajudarão você a posicionar-se melhor nos resultados de busca da plataforma.
  • esse é um ponto polêmico e muito pouco claro de como as vendas vão impactar seja NEGATIVAMENTE ou positivamente
 Sua loja conta com os mesmos benefícios de vender pelo Mercado Livre, incluindo Mercado Envios, Mercado Pago, o programa de proteção em todas as suas vendas e Mercado Pontos para seus clientes.
  • isso sempre existiu, não tem nada de novo!
Nosso viés é que ainda falta muita clareza de como e quando essa migração vai acontecer, a única certeza que temos, é que no futuro, todas as lojas terão o mesmo layout, sem destaque e apelo para se diferenciar e conquistar os consumidores.

Fonte: //www.mercadoshops.com.br/landing/migration

E-commerce e Mercado Livre: entenda essa relação em 6 perguntas

E-commerce e mercado livre
E-commerce e mercado livre

E-commerce e mercado livre, sua gestão não é fácil. Existem inúmeros fatores que impactam diretamente nos resultados finais do seu negócio. Marketing, vendas, design, tecnologia, enfim, são diversas áreas para se preocupar com o bom funcionamento. Caso alguma delas não esteja sendo bem executada, é provável que os seus resultados apresentem números pouco satisfatórios.

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Tudo o que você precisa saber sobre plataformas de e-commerce está aqui

Tudo o que você precisa saber sobre plataformas de e-commerce está aqui

Plataformas de e-commerce, tudo o que você precisa saber está aqui!
Plataformas de e-commerce, tudo o que você precisa saber está aqui!

Plataformas de e-commerce, o guia definitivo!

Plataformas de e-commerce. Parece história de sucesso dos filmes, mas, na verdade, é comum ver negócios online que começam as vendas informalmente. Com o tempo, aumentam tanto suas transações que seus gestores precisam tomar uma importante decisão. Investir ou não em plataformas de e-commerce para profissionalizar o ambiente de compra?!

Abrir uma loja virtual exige conhecimento, mas, principalmente, planejamento. Ao escolher uma plataforma, por exemplo, é preciso considerar qual cenário de sucesso está sendo planejado. Para o médio e longo prazo e quanto o investimento em tal solução impactará nos resultados do negócio.

Mas, uma coisa é certa: é preciso dar mais estrutura tecnológica ao negócio para que seja possível responder a novas demandas. Desta forma, crescer exponencialmente, automatizar alguns processos e passar credibilidade para o consumidor ao mesmo tempo.

Promover essas melhorias no seu negócio está em seus planos? Pois todas elas deveriam ser prioridades.

Para ajudar nesse planejamento, reunimos neste conteúdo todas as informações que devem ser consideradas em suas escolhas. Além de conceitos básicos que podem ser determinantes para a análise das opções e a negociação final. Acompanhe!

Leia também: O que fazem as empresas de desenvolvimento de lojas virtuais?

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O que fazem as empresas de desenvolvimento de lojas virtuais?

O que fazem as empresas de desenvolvimento de lojas virtuais?

Desenvolvimento de lojas virtuais
Desenvolvimento de lojas virtuais

Entenda toda a jornada de desenvolvimento da sua loja virtual, e itens adicionais que podem fazer toda diferença para o seu negócio!

Desenvolvimento de lojas virtuais. De acordo com alguns especialistas, vendas por meio de lojas virtuais ultrapassarão U$2 trilhões nos próximos anos. Entretanto, esta é uma das indústrias que mais crescem e mais se valorizam com o passar do tempo.

Um mercado tão atrativo faz com que cada vez mais negócios queiram operar no mundo digital. Mas, para que isso ocorra de forma efetiva, é preciso se preocupar com a forma como o desenvolvimento de lojas virtuais é feito.

Quer entender a importância e as atribuições de uma empresa responsável pela criação de um e-commerce? Confira os tópicos a seguir.

O que faz uma empresa de desenvolvimento de lojas virtuais?

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O maior evento 100% online de e-commerce e marketplace do Brasil.

Olá! Como vai?

O Marketplace Summit e Seri.e Design convidam você para, o maior evento 100% online de e-commerce e marketplace do Brasil.

Nele, os principais especialistas do mercado vão revelar estratégias para você ter sucesso no seu negócio.


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Mais de 10 mil participantes irão acompanhar 35 palestras
exclusivas sobre vendas, marketing, retenção de clientes e atendimento. Não perca!

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Um abraço,

 

Logotipo ou Logomarca, qual a diferença?

Logotipo – Entenda qual o significado e quando utilizar

Logotipo ou logomarca
Logotipo ou logomarca

A eterna briga entre profissionais que usam o termo “Logomarca” e os que batem o pé que o certo é “Logotipo”. Mas afinal, qual termo utilizar? Primeiro vamos entender o significado de cada termo:

Existem muitos designers, profissionais de marketing, comunicadores e publicitários que utilizam o termo “logomarca”, mesmo com muita gente torcendo o nariz ao ouvir. E, sim, esse termo existe no dicionário. Mas é só no Brasil que este termo existe; o restante do mundo utiliza variações das palavras logo, logotipo ou marca — mas nunca logomarca.

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MercadoShops – Tudo o que você precisa saber!

MercadoShops – Tudo o que você precisa saber!

A plataforma de loja virtual do MercadoShops é perfeita para o seu projeto de e-commerce

MercadoShops é uma plataforma intuitiva e simples. Pois sabemos que iniciar ou ampliar um e-commerce nunca é uma tarefa fácil. Mesmo com o aumento do número de vendas online, é necessário escolher o caminho certo para dar o primeiro passo. A plataforma de e-commerce do Mercado Livre tem sido uma alternativa incrível para o lojista que busca velocidade, praticidade e um sistema seguro para realizar suas vendas.

Atendimento -E-commerce em números
Quer saber mais sobre os números do e-commerce? Clique na imagem

O MercadoShops é baseado em 3 pilares principais: MARCA, VENDAS E GESTÃO. Vamos apresentar cada um deles, confira:

MercadoShops – MARCA

É a “identidade” da empresa e com o MercadoShops, a loja virtual marcará presença com sua identidade online, facilitando a visibilidade.

Ainda pensando nas facilidades do MercadoShops, podemos elencar:

Loja virtual personalizada

Escolha entre vários modelos de layout disponíveis na plataforma, e altere cores, fontes, imagens etc. Também é possível realizar a alteração de todo layout diretamente no código fonte, personalizando ainda mais o visual, incrementando o design e usabilidade de sua sua loja virtual. Se você não é programador, não esquenta! Temos um time de especialistas (programadores e designers) certificados e especialistas em MercadoShops ansiosos para te ajudar.

Linda-Fragrance-Mercadoshops
A loja Linda Fragrance foi desenvolvida para a plataforma do Mercadoshops

Seu endereço web

Escolha um endereço na web (domínio) que tenha sintonia com a marca da loja virtual. Desta forma, encontrar a loja virtual ficará mais fácil. O Mercado Shops permite a utilização do endereço/domínio que desejar (desde que esteja disponível para registro e compra).

Gmail próprio

A utilização de um email personalizado, utilizando o domínio escolhido, é fundamental para passar credibilidade e segurança para o visitante. No MercadoShops é possível utilizar o Gmail, ferramenta de e-mail do Google, agregado a outras ferramentas do Google, como: calendário, hangouts, drive etc.. Desta forma, haverá aumento da produtividade diária, permitindo uma comunicação profissional com seus clientes.

MercadoShops – VENDAS

Venda mais todo dia!

Com as ferramentas que o Mercado Shops oferece: aumentar o tráfego, visitas e vendas ficou fácil.

Loja Panda Black desenvolvida na plataforma do Mercadoshops
Loja Panda Black

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Becommerce Seller Day 2018

A SERI.E DESIGN está patrocinando o Becommerce Seller Day 2018, um evento exclusivo para Vendedores de Marketplace.


O que Esperar do Seller Day:

Um Evento Feito para Você

Junte-se a nós no dia 09 de Agosto no Centro de Convenções Rebouças ou ao vivo pelo Youtube para o Seller Day, um evento criado especialmente para vendedores de marketplaces.

Palestras e Histórias Inspiradoras

Surpreenda-se com uma série de 7 palestras com os maiores especialistas do mercado e 1 painel incrível com Top Vendedores, contando suas histórias no Mercado Livre.

Amigos, Prêmios e Muita Diversão

Expanda sua rede e conheça os maiores vendedores de marketplace do Brasil, concorra a diversos prêmios e divirta-se conosco em um Happy Hour no Centro de Convenções Rebouças.

Painel com Top Vendedores do Mercado Livre

Concorra a um Prêmio Incrível no Valor de R$8.000

Solicite seu ingresso grátis e compartilhe o evento com a sua rede para concorrer a um kit para vendedores de marketplaces no valor de R$8.000 e uma camiseta oficial da seleção brasileira. Serão 2 sorteios no dia do evento e quanto mais você compartilhar, maiores suas chances de ganhar.

Reserve Agora o seu Lugar

Crescimento do e-commerce no Brasil em 12 dados

Crescimento do e-commerce pode ajudar o seu negócio!

O crescimento do e-commerce no Brasil é devido a fatores como maior acesso à internet e disseminação dos dispositivos móveis inteligentes.

No entanto, é preciso entender como está o panorama mercadológico atual da área para estruturar sua loja virtual com base nas oportunidades do setor.

Para ajudar você, separamos 12 dados que demonstram como o comércio eletrônico se fortaleceu, indo, na contramão da recente crise. Não deixe de conferir!

1- O faturamento do setor alcançou R$ 47,7 bi, em 2017

De acordo com a 37º edição da pesquisa Webshoppers (2018), feita pela Ebit e em parceria com a Elo. O faturamento do e-commerce, em 2017, foi de R$ 47,7 bilhões. Isso representa aumento de 7,5% em relação a 2016, quando o setor registrou R$ 44,4 bi.

A elevação nos números se deu porque, em 2017, houve 111,2 milhões de pedidos feitos nos e-commerces, ante 106,3 milhões do ano anterior — uma expansão de 5%.

O ticket médio/consumidor se ampliou, de R$ 418 (2016), para R$ 429 (2017), um aumento de 3%.

2- Crescimento do e-commerce no Brasil foi de 12%

O comércio eletrônico, em 2017, teve crescimento de 12% em relação a 2016. Isso é o que aponta outro estudo, o E-commerce Radar 2017, feito pela Atlas, que atua com análise de dados, e apoiado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

3- A expectativa de crescimento para 2018 também é de 12%

A Ebit prevê aumento nominal também de 12% no mercado para 2018, em que o faturamento deve chegar a R$ 53,5 bilhões. Isso se dá por causa da recuperação da economia brasileira, da consolidação das vendas em dispositivos móveis e do fortalecimento das transações nos marketplaces.

4- O número de consumidores chegou a 55,15 milhões, em 2017

O radar Webshoppers relata que a quantidade de consumidores ativos no país passou de 47,93 milhões (2016), para mais de 55 milhões no ano seguinte, alta de aproximadamente 15%. Clientes ativos são os brasileiros que realizaram ao menos uma compra digital no ano.

5- O investimento em tecnologia pelas lojas virtuais corresponde, em média, a 9% da receita

Segundo dados de um estudo da Forrester Research, feito em parceria com o portal E-commerce Brasil, em 2016, o investimento médio em tecnologia da informação corresponde a 9% das receitas provenientes das vendas. No entanto, é interessante destacar que negócios digitais diretos (que atuam só na internet) costumam aplicar mais em TI do que os varejistas que têm lojas físicas.

6- 27,3% das compras, em 2017, foram feitas em smartphones ou tablets

A pesquisa do Ebit aponta que 27,3% das compras no ano passado foram via mobile, reforçando a preferência dos consumidores.

O estudo do Atlas, por sua vez, indica que o percentual de compras por meio de dispositivos móveis foi de:

  • 31% em 2017 (9% maior que o ano anterior)

Ambos os relatórios reforçam a necessidade de se definir estratégias específicas, conforme os dados apresentados acima.

7- 31,5% das vendas foram feitas em marketplaces

O ano de 2017 também foi marcado pelo fortalecimento das transações realizadas em marketplaces, como aponta a 37° edição Webshoppers. Isso porque, ao considerar o mercado total de bens de consumo (o que inclui sites de vendas de mercadorias novas/usadas e sites de artesanato), o segmento atingiu R$ 73,4 bilhões. O crescimento foi de 21,9% em relação a 2016.

A pesquisa do Atlas também reforçou esse dado, indicando que as vendas em marketplaces corresponderam a 31,5% das operações do comércio eletrônico brasileiro.

8- Perfil dos compradores é majoritariamente feminino

O relatório do Ebit destaca a predominância das mulheres nas compras online em 2017. Embora, a diferença com os homens tenha diminuído na comparação com 2016. A participação feminina foi de 50,6%, contra 49,4% da masculina. No ano anterior, a representação era de 51,6% e 48,4%, respectivamente.

9- Compras à vista cresceram e representam 49,8% do total

Do montante de compras feitas no ano passado, 49,8% foram pagas à vista. Esse dado é do relatório do Ebit, que destaca ainda que as transações parceladas em 2 ou 3 vezes representam 18,7% do volume total, enquanto parcelamentos entre 4 e 12 vezes significam 31,5%.

Isso vem ao encontro com um dado reportado sobre o pagamento com boletos no estudo do Atlas. Ele indica que 35,5% dos pedidos efetuados tiveram o boleto como forma de pagamento, sendo que, desse total, 48,5% foram efetivamente quitados. Normalmente, boletos são pagos à vista.

Além do mais, a média de parcelamento recuou de 3,5 meses, em 2016, para 3,3 meses em 2017.

10- Abandono de carrinhos chega a 82,3%

Embora pareça um dado negativo, o fato de 82,3% dos carrinhos gerados serem abandonados (conforme o estudo do Atlas) significa que há muita margem para melhorias que estimulem o aumento das vendas.

Em outras palavras, é possível implantar estratégias virtuais para gerar volume maior de conversões, contribuindo ainda mais para o crescimento do comércio eletrônico.

11- A taxa média de conversão do e-commerce brasileiro é de 1,4%

A média de conversões dos clientes que acessam lojas virtuais é de 1,4% (dados do Atlas sobre 2017). Em 2016, a porcentagem era de 1,6%. Essa queda se dá pelo aumento da participação dos dispositivos móveis, que costumam ser menos eficientes nas conversões.

Isso também dá margem para a estruturação de novas estratégias mercadológicos para smartphones, tablets e outros aparelhos móveis. Visto que há carência de maior efetividade nesses meios.

12- 58,5% das vendas foram para visitantes que retornaram

Em 2017, de acordo com o relatório do Atlas, 58,5% das vendas foram para visitantes que retornaram aos e-commerces. Já 41,5% das operações são de clientes novos.

Esses dados significam que as lojas virtuais estão conseguindo se aproximar de seus consumidores, reforçando seus relacionamentos. No entanto, 77% dos clientes fez uma só compra no ano, o que significa que há margem para estabelecer ações que visem a elevação da recorrência nas aquisições por parte dos usuários.

Dicas para quem quer investir

Como visto, o comércio eletrônico brasileiro tem apresentado crescimento em várias áreas. Demonstrando que há espaço para novos empreendimentos virtuais. Contudo, ainda há desafios para superar, como:

– Aumentar as margens de conversões;
– Elevar a recorrência nas compras dos clientes;
– Diminuir as porcentagens de abandonos de carrinhos.

Esses três pontos podem ser trabalhados como oportunidades por novos estabelecimentos virtuais para conseguirem competir com as grandes lojas virtuais e se consolidarem nesse mercado. Além disso, separamos algumas dicas para quem deseja investir no setor, confira:

– Otimize o seu e-commerce para os dispositivos móveis, adotando uma plataforma que ofereça layout full responsivo;

– Selecione um nicho para começar e amplie gradativamente o seu escopo de atuação. Isso possibilita adquirir experiência em comércio digital enquanto constrói uma boa base de clientes fiéis à marca;

– Não se esqueça de empregar ações de marketing nas redes sociais para conquistar novos consumidores;

– Estabeleça um bom relacionamento com o seu público;

– Esteja atento a tendências tecnológicas que possam ajudar seu e-commerce a melhorar os resultados, como o uso de social login e de gamificação.

Os dados mostram que há um expressivo crescimento do e-commerce no Brasil. Nesse contexto, existe espaço para quem quer aproveitar as oportunidades dessa expansão. Para tanto, é importante dar o primeiro passo estruturando bem sua loja virtual desde o começo e aproveitando as dicas transmitidas acima.

Gostou dos dados apresentados? Compartilhe-os nas suas redes sociais e seja referência no assunto!

 

fonte:  ecommercenews

Adobe compra Magento por 1,68 bilhões de dólares

A Adobe anunciou a compra da plataforma Magento, que lhe permite ter presença no comércio eletrónico para B2B e B2C e que vai integrar a Experience Cloud.


A Adobe, líder em design e entrega de experiências digitais por meio de conteúdo e dados, quer integrar também o comércio para a experiência do cliente, seja na web, em dispositivos móveis, em redes sociais, no on-line ou na loja.

Adobe quer competir com a Salesforce, que comprou recentemente a Demandware e que está presente em marketing, vendas e serviços. A Adobe reforça o portfólio com a Magento que irá preencher uma lacuna na Experience Cloud e permite finalizar uma transação digital que tenha sido iniciada com as ferramentas digitais de marketing que a empresa já tinha. Por outro lado, esta compra vai aproximar a Adobe da Microsoft, vaticina Brent Leary, que detém a CRM Essentials e que monitoriza a intersecção entre CRM e marketing.

A Salesforce é o alvo a abater por parte destas duas empresas. Esta gigante faturou 8 bilhões de dólares no ano passado.

A Magento, comprada agora, focou-se no segmento de pequenas e médias empresas, embora tenha grandes nomes como a Coca-Cola, enquanto a Adobe especializou-se nas grandes empresas.

Um pouco mais sobre o Magento:

A Magento produz programas para a construção e manutenção de lojas virtuais, com sistemas para gestão de compras, entregas, pagamentos, possíveis devoluções, criação de anúncios em redes sociais e otimização para ferramentas de buscas. Ela foi parte do eBay por cinco anos, tendo sido separada em 2015.

Ela é uma das plataformas de comércio eletrônico mais utilizadas do mundo, tendo uma versão de código aberto que pode ser implementada gratuitamente pelas lojas. Uma edição paga mais completa, com ferramentas avançadas e direito a suporte técnico, também pode ser adquirida. A Adobe avisou que vai anunciar mais detalhes da compra quando a transação for concluída, o que deve acontecer no final deste ano.

A Plataforma Magento é construída sobre tecnologia comprovada e escalável, apoiada por uma comunidade de mais de 300.000 desenvolvedores. O ecossistema de parceiros Magento oferece milhares de extensões pré-construídas, incluindo pagamento, frete, impostos e logística. Esse nível de flexibilidade permite que as empresas acelerem rapidamente e iterem seus recursos de negócios para suas necessidades exclusivas de negócios.

Os atuais clientes do Magento incluem marcas como Canon, Helly Hansen, Paul Smith e Rosetta Stone. A Adobe e a Magento compartilham clientes em comum, incluindo Coca-Cola, Warner Music Group, Nestlé e Cathay Pacific.