Tudo o que você precisa saber sobre plataformas de e-commerce está aqui

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Plataformas de e-commerce, tudo o que você precisa saber está aqui!
Plataformas de e-commerce, tudo o que você precisa saber está aqui!

Plataformas de e-commerce, o guia definitivo!

Plataformas de e-commerce. Parece história de sucesso dos filmes, mas, na verdade, é comum ver negócios online que começam as vendas informalmente. Com o tempo, aumentam tanto suas transações que seus gestores precisam tomar uma importante decisão. Investir ou não em plataformas de e-commerce para profissionalizar o ambiente de compra?!

Abrir uma loja virtual exige conhecimento, mas, principalmente, planejamento. Ao escolher uma plataforma, por exemplo, é preciso considerar qual cenário de sucesso está sendo planejado. Para o médio e longo prazo e quanto o investimento em tal solução impactará nos resultados do negócio.

Mas, uma coisa é certa: é preciso dar mais estrutura tecnológica ao negócio para que seja possível responder a novas demandas. Desta forma, crescer exponencialmente, automatizar alguns processos e passar credibilidade para o consumidor ao mesmo tempo.

Promover essas melhorias no seu negócio está em seus planos? Pois todas elas deveriam ser prioridades.

Para ajudar nesse planejamento, reunimos neste conteúdo todas as informações que devem ser consideradas em suas escolhas. Além de conceitos básicos que podem ser determinantes para a análise das opções e a negociação final. Acompanhe!

Leia também: O que fazem as empresas de desenvolvimento de lojas virtuais?

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O que fazem as empresas de desenvolvimento de lojas virtuais?

O que fazem as empresas de desenvolvimento de lojas virtuais?

Desenvolvimento de lojas virtuais
Desenvolvimento de lojas virtuais

Entenda toda a jornada de desenvolvimento da sua loja virtual, e itens adicionais que podem fazer toda diferença para o seu negócio!

Desenvolvimento de lojas virtuais. De acordo com alguns especialistas, vendas por meio de lojas virtuais ultrapassarão U$2 trilhões nos próximos anos. Entretanto, esta é uma das indústrias que mais crescem e mais se valorizam com o passar do tempo.

Um mercado tão atrativo faz com que cada vez mais negócios queiram operar no mundo digital. Mas, para que isso ocorra de forma efetiva, é preciso se preocupar com a forma como o desenvolvimento de lojas virtuais é feito.

Quer entender a importância e as atribuições de uma empresa responsável pela criação de um e-commerce? Confira os tópicos a seguir.

O que faz uma empresa de desenvolvimento de lojas virtuais?

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O maior evento 100% online de e-commerce e marketplace do Brasil.

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O que Esperar do Seller Day:

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Junte-se a nós no dia 09 de Agosto no Centro de Convenções Rebouças ou ao vivo pelo Youtube para o Seller Day, um evento criado especialmente para vendedores de marketplaces.

Palestras e Histórias Inspiradoras

Surpreenda-se com uma série de 7 palestras com os maiores especialistas do mercado e 1 painel incrível com Top Vendedores, contando suas histórias no Mercado Livre.

Amigos, Prêmios e Muita Diversão

Expanda sua rede e conheça os maiores vendedores de marketplace do Brasil, concorra a diversos prêmios e divirta-se conosco em um Happy Hour no Centro de Convenções Rebouças.

Painel com Top Vendedores do Mercado Livre

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Adobe compra Magento por 1,68 bilhões de dólares

A Adobe anunciou a compra da plataforma Magento, que lhe permite ter presença no comércio eletrónico para B2B e B2C e que vai integrar a Experience Cloud.


A Adobe, líder em design e entrega de experiências digitais por meio de conteúdo e dados, quer integrar também o comércio para a experiência do cliente, seja na web, em dispositivos móveis, em redes sociais, no on-line ou na loja.

Adobe quer competir com a Salesforce, que comprou recentemente a Demandware e que está presente em marketing, vendas e serviços. A Adobe reforça o portfólio com a Magento que irá preencher uma lacuna na Experience Cloud e permite finalizar uma transação digital que tenha sido iniciada com as ferramentas digitais de marketing que a empresa já tinha. Por outro lado, esta compra vai aproximar a Adobe da Microsoft, vaticina Brent Leary, que detém a CRM Essentials e que monitoriza a intersecção entre CRM e marketing.

A Salesforce é o alvo a abater por parte destas duas empresas. Esta gigante faturou 8 bilhões de dólares no ano passado.

A Magento, comprada agora, focou-se no segmento de pequenas e médias empresas, embora tenha grandes nomes como a Coca-Cola, enquanto a Adobe especializou-se nas grandes empresas.

Um pouco mais sobre o Magento:

A Magento produz programas para a construção e manutenção de lojas virtuais, com sistemas para gestão de compras, entregas, pagamentos, possíveis devoluções, criação de anúncios em redes sociais e otimização para ferramentas de buscas. Ela foi parte do eBay por cinco anos, tendo sido separada em 2015.

Ela é uma das plataformas de comércio eletrônico mais utilizadas do mundo, tendo uma versão de código aberto que pode ser implementada gratuitamente pelas lojas. Uma edição paga mais completa, com ferramentas avançadas e direito a suporte técnico, também pode ser adquirida. A Adobe avisou que vai anunciar mais detalhes da compra quando a transação for concluída, o que deve acontecer no final deste ano.

A Plataforma Magento é construída sobre tecnologia comprovada e escalável, apoiada por uma comunidade de mais de 300.000 desenvolvedores. O ecossistema de parceiros Magento oferece milhares de extensões pré-construídas, incluindo pagamento, frete, impostos e logística. Esse nível de flexibilidade permite que as empresas acelerem rapidamente e iterem seus recursos de negócios para suas necessidades exclusivas de negócios.

Os atuais clientes do Magento incluem marcas como Canon, Helly Hansen, Paul Smith e Rosetta Stone. A Adobe e a Magento compartilham clientes em comum, incluindo Coca-Cola, Warner Music Group, Nestlé e Cathay Pacific.

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Mercado Livre consegue liminar contra aumento no frete dos Correios

Uma liminar concedida ao Mercado Livre suspendeu, ao menos temporariamente, o aumento no frete de encomendas enviadas pelos Correios. O e-commerce chegou a organizar uma campanha contra o reajuste, afirmando que o aumento poderia chegar a 51% para compras e vendas realizadas pela internet.

A liminar vale apenas para o Mercado Livre, suspendendo tanto os reajustes nos serviços de PAC e Sedex quanto a cobrança extra de R$ 3 para entrega a clientes na cidade do Rio de Janeiro. A taxa adicional para a capital fluminense foi implantada pelos Correios porque “a situação de violência chegou a níveis extremos e o custo para entrega de mercadorias nessa localidade sofreu altíssimo impacto”.

O Mercado Livre defende que o aumento médio no frete seria de 29%. Uma encomenda de até 500 gramas enviada por PAC de São Paulo (SP) para Franca (SP) passaria de R$ 11,85 para R$ 12,79 (aumento de 7,93%), enquanto uma de Fortaleza (CE) para Joinville (SC) subiria 50,89%, de R$ 54,02 para R$ 81,51.

Os Correios contestaram os números do Mercado Livre, afirmando que o reajuste médio no frete seria de 8%, e que o aumento estava previsto em contrato, sendo baseado em custos como “gastos com transporte, pagamento de pessoal, aluguéis de imóveis, combustível, contratação de recursos para segurança, entre outros”.

Em nota, o Mercado Livre confirma que conseguiu a liminar, mas que vai “continuar com força total para que a decisão seja definitiva e que esse engajamento ajude outras empresas de e-commerce”. Ao G1, os Correios informam que estão cumprindo a decisão, mas que “foram notificados e estão trabalhando para obter a suspensão da liminar”.

Fonte: tecnoblog

Black Friday é semana que vem, mas lojas já anunciam ofertas!


A Black Friday só acontece oficialmente na semana que vem, mas o consumidor já encontra empresas divulgando promoções antecipadas. Com tantas ofertas, a dúvida é: vale a pena comprar antes do dia 24 de novembro?

Segundo o supervisor do Procon-SP Bruno Stroebel, o ideal é esperar a data oficial. “A orientação é aguardar. Quando começar a Black Friday, o consumidor vai ter mais opções e mais lojas para comparar os preços.

A economista do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) Ione Amorim concorda. “As campanhas antecipadas querem atrair, mas também confundem o consumidor. É preciso ter atenção para não se deixar levar pelo impulso. Na semana que vem, pode aparecer o produto em outro lugar, mais em conta. Quem já pesquisou e está monitorando o preço dos produtos de interesse está em uma situação mais favorável.

Dica: pesquise preços e evite a ‘Black Fraude’

Quem ainda não começou a pesquisar os preços deve aproveitar esses dias que antecedem o evento para isso, diz o supervisor do Procon-SP.
Aproveite esses dias para fazer pesquisas e ter uma ideia de quanto está o produto. O cuidado é para não cair na famosa ‘Black Fraude’, em que algumas lojas sobem o preço antes da data e depois reduzem para parecer que teve desconto. É maquiagem de preço e infração ao Código de Defesa do Consumidor.

O PROCON já começou a monitorar os preços nas lojas para coibir esse tipo de fraude, mas a orientação é que, ao pesquisar os valores, o consumidor faça registros. “Faça a pesquisa e tire foto da tela com o nome da loja e a data. Se for loja física, guarde o folheto da promoção.

Ele afirma que, se o consumidor encontrar empresas que subiram os preços para anunciar o produto como oferta na Black Friday, com esses registros será mais fácil denunciar a fraude.

Cadastro para receber ofertas em 1ª mão

Algumas lojas virtuais estão sugerindo que o consumidor faça um cadastro agora para receber as ofertas em primeira mão. Para Ione Amorim, o consumidor pode até fazer o cadastro antecipadamente, mas deve usar isso como ferramenta para acompanhar preços.

É uma fonte de pesquisa. Pode se cadastrar desde que tenha controle do que vai comprar, faça um planejamento, pesquise os preços e analise a política de privacidade, para não ficar recebendo depois inúmeras promoções e campanhas que não interessam.

Ela diz que o consumidor precisa estipular um valor que poderá gastar para não comprometer o orçamento. “A Black Friday coincide com o preparo para as compras de Natal e a liberação da primeira parcela do 13º salário. Mas é preciso se lembrar das obrigações financeiras do começo do ano. Faça a sua listinha e estabeleça quanto poderá gastar, para tomar decisões sem colocar a situação financeira em desequilíbrio.

Fonte:economia.uol.com.br

B2W queima menos caixa, mas ‘vendidos’ dobram a aposta

A B2W está tendo seus dias de Magazine Luiza.

A dona de sites como Submarino, Americanas.com e Shoptime disparou na Bolsa desde que publicou seu balanço do segundo trimestre, na noite do dia 10. De lá pra cá, os papéis sobem quase 45%, e o fechamento na sexta-feira (R$ 18,48) foi o mais alto em dois anos.

A razão da euforia: a perspectiva de que a B2W vai finalmente parar de torrar caixa.

Nos últimos anos, os aumentos de capital para manter a companhia de pé quase viraram uma data no calendário do mercado de capitais. Ao todo, foram R$ 4,4 bilhões em aportes: R$ 2,4 bilhões em 2014; R$ 800 milhões em 2016; e R$ 1,2 bilhão em março. (A companhia vale R$ 8,3 bilhões na Bolsa hoje.)

Mas agora, a companhia começou a estancar a sangria. No segundo trimestre, a B2W queimou ‘apenas’ R$ 348 milhões, contra R$ 1,07 bilhão do primeiro trimestre e R$ 606 milhões no segundo trimestre do ano passado. Mais: a direção sinalizou que a empresa deve finalmente começar a gerar caixa na segunda metade do ano.

A inflexão é o resultado direto da migração da B2W para o modelo de marketplace, que já fez maravilhas para a Amazon e para o Mercado Livre, e que também explica parte do sucesso recente do Magazine Luiza.

No marketplace, os sites atuam apenas como intermediários, recebendo uma comissão para conectar vendedores e compradores. A estrutura, conhecida como 3P (ou third-party seller) é muito mais enxuta e rentável do que o modelo de ecommerce tradicional — o 1P (first party) — no qual as empresas compram dos atacadistas e vendem diretamente para os clientes, com custos pesados de estoque e distribuição.

No fim de junho, o marketplace já era 29,6% do valor das mercadorias vendidas (GMV, na sigla em inglês) da B2W, quase o dobro dos 15,9% do mesmo período do ano passado. A expectativa é que esse número supere os 30% este ano e chegue a 50% em 2018.

A B2W já tem mais de 6.000 fornecedores em seu marketplace oferecendo mais de 3,3 milhões de produtos – de eletrônicos a vinhos, passando por papelaria e produtos da Nestlé.

Com a estrutura mais leve, a companhia já sinalizou que vai fechar dois centros de distribuição nos próximos meses.

Apesar da redução da queima de caixa, a B2W está longe de ser unanimidade no mercado. Junto com a alta das ações, cresceu também a chamada ‘posição vendida’, em que os investidores apostam na queda do papel.

O número de ações alugadas, que bateu 12 milhões ao fim de maio, vinha caindo ao longo dos últimos meses e chegou a 4 milhões no começo de agosto. Agora, com a esticada da última semana, voltou ao patamar de 9 milhões.

A principal preocupação é a concorrência. No segundo trimestre, enquanto o GMV da B2W subiu 10%, Mercado Livre e Magazine Luiza aumentaram suas vendas em 66% e 55%, respectivamente.

E há ainda o ‘fator Amazon’, que pode ser uma ameaça letal — ou uma enorme oportunidade.

Os ‘comprados’ no papel sempre sonharam com o dia em que a Amazon vai comprar a B2W. Para eles, agora que a empresa tem uma logística azeitada (depois de anos tentando ‘crack the code’), ela se tornou um alvo ainda mais lógico, que permitiria à Amazon crescer mais rápido no Brasil.

O outro lado do argumento é tão defensável quanto. “Vemos riscos de uma competição ainda maior no Brasil, na medida em que a Amazon parece estar procurando oportunidades de expandir suas categorias de produtos no Brasil”, diz num relatório o analista Guilherme Assis, do Brasil Plural, que tem recomendação de venda e preço-alvo de R$ 11 para o papel.

O ‘fator Amazon’ transforma a B2W numa aposta binária: ou a empresa vai valer muito mais do que hoje, ou pode valer uma fração.

Fonte: braziljournal

Vendas no e-commerce podem aumentar 12% no Dia dos Pais

Estudos apontam crescimento de 9% no ticket médio no mesmo período

Datas comemorativas são sempre um prato cheio para ações de impulsionamento de vendas. Desta forma, o Dia dos Pais esta incluso no hall das grandes datas para os lojistas do Brasil.

Vendas no e-commerce
Vendas no e-commerce

Segundo dados levantados pela INFRACOMMERCE, o e-commerce possui uma expectativa de crescer 12% em relação ao mesmo período do ano anterior. O E-bit também transmitiu outra informação interessante sobre o período. O ticket médio deve subir 9% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O maior foco nas buscas do período são celulares e aparelhos eletrônicos em geral, mas não obstante destes segmentos, roupas e acessórios esportivos são amplamente procurados nesta época, todavia, a INFRACOMMERCE ainda identificou um aumento 20% e 40% nas vendas para o período e a expectativa é que aproximadamente 20 milhões de brasileiros comprem até o dia 13 de agosto, especialmente mulheres entre 20 e 34 anos.

A constante busca por cupons de desconto também foi analisada no processo de compra. Desta forma, vale lembra,  que utilizar essa estratégia pode potencializar ainda mais as vendas. Entretanto, recomendamos sempre avaliar cada estratégica e assim, definir qual obteve o melhor resultado.

Mesmo assim, se você ainda não esta convencido sobre esses números, acesso nosso Blog e confira!