Marketing

A dura verdade do e-commerce que o empreendedor precisa saber!

E-commerce é a primeira opção de investimentos para a maioria dos empreendedores para alavancar vendas no seu negócio. Imagine só: ter sua própria loja online em um local com possibilidade de acesso para mais de 210 milhões de Brasileiros, cujas vendas crescem a um ritmo meteórico há muitos anos, e ainda mais agora devido ao isolamento e restrições de acesso ocasionado pela pandemia do COVID19, enquanto todos os outros mercados estão em crise.

É verdade que o e-commerce já não é mais o futuro do Varejo, hoje é o presente e a realidade para quase todos os setores, mas a desinformação dos varejistas e empreendedores sobre o que é realmente necessário para se ter um e-commerce é impressionante. A maioria tem a ilusão de que com um endereço eletrônico criado, um layout pronto sem nenhum cuidado com a identidade visual da marca/empresa, com produtos cadastrados sem um bom texto e uma boa foto, um Instagram institucional sem gerenciamento e finalmente compartilhando sua nova loja no Facebook e no WhatsApp para meia dúzia de amigos e familiares, as vendas vão ser um estouro. Doce ilusão!

A verdade é que abrir uma loja online é como abrir uma pequena tenda no meio do deserto. Ninguém vai entrar na sua loja online no inicio porque ninguém sabe como chegar até ela. Seus amigos e familiares não são suficientes para trazer um tráfego relevante para sua página e se você insistir nessa ideia, vai rapidamente entrar para estatística de empresas que fecham em poucos meses.

Mas então é possível ganhar dinheiro com uma loja online?

SIM! É possível! Mas a primeira coisa que você precisa entender é que para criar uma loja online, não tem receita nem uma fórmula mágica, mas sim conhecimento qualificado e experiência. Não tente fazer sozinho, procure uma agência e/ou um profissional especializado para lhe orientar, você até pode conhecer um pouco de uma coisa ou outra mas não serão suficientes, você terá outros desafios na operação da loja online e no dia a dia que vão exigir dedicação e tempo. Deixe para um profissional qualificado cuidar da implantação da sua loja.

Busque conhecer o portifólio do profissional e/ou agência, solicite referências de clientes atendidos e jamais escolhe por ser a mais barata, não necessariamente o que é mais caro é melhor, porem manter uma equipe bem qualificada tem um custo e o mesmo será repassado no orçamento. Portanto saiba que é necessário uma reserva para investimento, assim como para todo novo negocio, o segredo é escolher bem para que o investimento não vire custo, sem ter um retorno.

LAYOUT DO E-COMMERCE

Muitos ficam apenas preocupados com TRÁFEGO X CONVERSÃO X TICKET MÉDIO = FATURAMENTO, mas não é tão simples assim, pois não adianta ter trafego se sua loja não tiver um layout atraente, que explore a identidade visual da marca, despertando o desejo de consumo apenas pelo olhar e um bom designer vai ser o responsável por esse “sex appeal” utilizando conceitos de UX, mantendo a navegação fluida e intuitiva até a pagina de fechamento de compra (checkout).

Usar temas ou layouts prontos pode ser tentador pelo baixo custo, porem vamos concordar que se esse fosse o caminho do sucesso os grandes players do mercado teriam todos o mesmo layout, não é mesmo?

Os cases do mercado investem muito em design e UX, tecnologia evolui muito rápido, todos os dias temos novidades e minha outra dica é também ter um plano mensal (sustentação/ongoing) após o go live com uma agência, para manter seu ambiente atualizado e sempre proporcionando aos consumidores/clientes o que tem de mais moderno se tratando de vendas online.

SEO PARA E-COMMERCE

Não podemos esquecer que a loja online precisa ser otimizado para os mecanismos de busca, afinal o Google ainda não é capaz de rankear uma página a partir da sua qualidade visual e para ajudar o Google é preciso se atentar as heading tags, e posso garantir que menos de 10% dos profissionais do mercado aplicam isso nos projetos de e-commerce e por isso reforço não escolher uma agência por ser a mais barata, pois ter um conhecimento e um profissional de SEO tem um custo e é melhor investir no inicio do que ficar batendo cabeça depois com a falta de vendas em sua loja.


As heading tags podem ser caracterizadas como uma espécie de estrutura que possibilitam a organização de uma página. A partir disto é possível determinar quais são os itens considerados importantes em uma página, criando uma estrutura que possa evidenciá-las e promover a melhora de navegação dos usuários em uma página, além de ampliar a sua capacidade nos motores de busca, como o Google.

De forma simples, as heading tags são recursos utilizados em um código de HTML que possibilite o destaque de títulos e subtítulos de uma página a partir de tags. Essas tags podem ser compostas por seis tags que são distintas entre si, sendo que cada uma possui um valor diante dos motores de busca e até mesmo para a composição da página. As tags são descritas como “H1”, “H2”, “H3” e assim em diante até “H6”.

Portanto, tanto do ponto de vista SEO quanto de qualquer outro, desrespeitar essa hierarquia utilizando-se, por exemplo, de um título em h3 e um subtítulo em h1, a estrutura ficaria no mínimo estranha e confusa, comprometendo até mesmo o rankeamento de seu site nos resultados do Google e, sobretudo, o entendimento de seus leitores em relação ao texto.

Para clarear ainda mais a importância de se respeitar a hierarquia das heading tags, pense nela da mesma maneira que o local onde vive alguém do interior do Paraná, por exemplo, e imagine qualquer um dos itens fora da ordem:

H1 – Terra
H2 – América do Sul
H3 – Brasil
H4 – Paraná
H5 – Curitiba
H6 – Alto da Glória
Ficaria esquisito se algo estivesse fora do lugar, não é mesmo?

TRÁFEGO NO E-COMMERCE

Quem tem uma loja de rua sabe o quão importante é ter uma boa movimentação no seu ponto. Não é à toa que pontos em Shoppings Centers costumam ser muito caros, pois combinam um público com poder de compra e um volume de movimentação elevado. Tráfego, no sentido do E-commerce, é simplesmente criar formas de muitas pessoas acessarem o seu site. Nesse quesito, o Volume de Acessos é uma métrica extremamente importante para medir o progresso de uma nova página.

Mas então, como conseguir ter muitos acessos? Ter acessos é um processo longo, que demanda muita energia, muito relacionamento com clientes e, claro, investimento. Existem algumas formas infalíveis de se gerar tráfego:

– Anúncios do Google (também chamado de SEM): Nesse tipo de anúncio, você escolhe palavras-chave para “comprar” e paga para estar “bem ranqueado” no Google quando alguém pesquisa aquelas palavras-chave. Ao contrário do que parece, esse é um trabalho EXTREMAMENTE difícil e envolve muita, mas muita análise mesmo. Isso porque as pessoas digitam muita, mas muita coisa mesmo no google, e muitas vezes você pode estar pagando por uma palavra errada. Ou mesmo deixando de comprar as palavras que seriam mais efetivas. Além disso, o google tem vários canais – Google Shopping, Youtube, Google Parceiros, etc. Saber distribuir seus recursos entre essas várias opções é a chave para o investimento valer a pena.

– Anúncios do Facebook/Instagram: O Facebook e o Instagram têm uma ferramenta muito simplificada para que páginas possam promover conteúdos (que podem ou não estar linkados com o seu site). Da mesma forma que os Anúncios do Google, o trabalho de investir em promover conteúdos é altamente especializado e eu recomendo FORTEMENTE que você jamais gaste UM REAL no Facebook sem ter uma boa assessoria. Quando bem utilizados, no entanto, o seu dinheiro nas plataformas do Facebook podem gerar um tráfego muito bem qualificado pro seu site, e portanto deve ser fortemente considerado para este fim.

– Anúncios em Sites Especializados: Pagar para expor um banner em um site que já tenha muito tráfego, quase como um “Outdoor Online”. A vantagem aí é que pode se pagar por número de visualizações ou até por número de cliques no seu banner.

– Parcerias pagas em Blogs especializados: diferentemente do anúncio, que normalmente é apenas expositivo, parcerias pagas envolvem, muitas vezes, um texto elaborado pelo parceiro, vendendo algum serviço ou produto da sua loja. Esse tipo de exposição costuma ser muito mais efetiva (traz um tráfego mais interessado em comprar), porém, costuma ser bem mais cara.

– Parcerias pagas para Influenciadores: Todo mundo, ou quase todo mundo, está nas redes sociais. Em TODOS os mercados, tem pessoas que conseguiram reunir uma autoridade ou uma qualidade em seu conteúdo sobre determinado assunto, seja ele automóveis, moda, decoração, passeios, viagens, cachorros, vinhos, cosméticos, etc. E essas pessoas são chamadas de influenciadoras porque, de fato, conseguem influenciar pessoas comuns que não são especialistas a consumir determinados produtos. Nesse sentido, os influenciadores podem ser uma ferramenta poderosíssima para convencer mais usuários a visitar ou conhecer o seu site. Mas CUIDADO: o mercado de Influenciadores está bastante saturado. Muitas pessoas acham que basta alguém ter muitos seguidores (no Facebook ou Instagram) para já considerar um investimento no seu conteúdo como algo seguro. O tamanho da página do influenciador (seu número de seguidores, número de curtidas, etc) é importante sim, mas também é fundamental entender se o perfil do público da página é interessante para o seu negócio, e se ele realmente AS INFLUENCIA.

Não se iluda: construir uma audiência leva tempo: meses ou até anos!!!

CONVERSÃO

Novamente, todo lojista sabe a importância de ter uma boa conversão na sua loja. Isto é, não basta ter um ponto movimentado – as pessoas precisam entrar na sua loja e sair com algum produto. No mundo online, a conversão significa exatamente a porcentagem de usuários que entraram no seu site e fizeram alguma compra. Trabalhar uma boa conversão pode ser um pé-no-saco e a falta dela pode ter razões muito diversas. Eis os principais cuidados que atrapalham a sua conversão:

– Custo de Envio: No mundo todo, é consenso entre os especialistas que o principal fator que atrapalha uma venda online é o Custo de Envio. Se possível, tente criar muitas formas em que o frete seja gratuito para seu cliente (jogue os custos no preço do produto). Se não for possível, pelo menos tente absorver parte desses custos.

– Prazo de Entrega: O número 2 na lista de principais inimigos da conversão é o prazo de entrega. Sobretudo para empresas que não estão no sudeste, esse pode ser a principal vantagem que seu concorrente baseado em SP-RJ-MG terá sobre você. Além de uma malha logística mais estruturada, a maior parte do consumo online vem dessas regiões. Se prepare para pensar em estratégias para diminuir o seu prazo de entrega. Do contrário, em breve, estará fora do mercado.

– Experiência do Usuário: Esse termo é o grande chamego dos especialistas em E-commerce modernos. Apesar do nome “diferente”, Experiência do Usuário nada mais é do que “ter um site bom de navegar”. Isso significa, entre outras coisas: velocidade (um site que abre as páginas rápido), informações fáceis, pouca fricção entre a pesquisa de produtos e a compra (se o cliente tiver formulários pra preencher, esqueça – você não vai vender nada), produtos disponíveis em várias opções, cores, modelos (dê um google no termo “calda longa”), possibilidade de tirar dúvidas (falarei mais a frente em atendimento), etc.

Uma conversão média para E-commerces Brasileiros gira em torno de 0,5%-1,5%. Isto é, para você gerar uma venda, precisa, em média, de 100 pessoas acessando. E esse número só faz sentido se você estiver fazendo um bom trabalho no tráfego – isto é, trazendo pessoas realmente interessadas em comprar o que você se propõe a vender. Por essa razão, o trabalho de Conversão e Tráfego estão intimamente relacionados e são sim Co-dependentes

Por trás de uma e-commerce tem muito mais coisas envolvidas que não foram abordadas nesse texto e que vão além dos serviços de uma agências, porém ao escolher uma agência com knowhow a mesma vai saber auxiliar e dar as orientações corretas para fazer do seu negocio um sucesso de vendas online.

Fale com um dos nossos especialistas, a SERI.E DESIGN é associada da APAGE – Associação Brasileira de Agências e Profissionais de e-Commerce

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Descubra como as técnicas de SEO podem te auxiliar na otimização de suas vendas

Fazer uso das técnicas de SEO é uma ótima estratégia para alavancar os seus resultados. Através de um bom posicionamento, o seu negócio pode vir a crescer exponencialmente, tanto no alcance, como no número de vendas. Quer saber como? Continue a leitura e confira! 

Sabemos que o uso da internet vem aumentando exponencialmente. A todo instante, usuários utilizam os buscadores a fim de obter soluções para os seus problemas. 

 

Não é atoa que o número de sites e blogs só aumentam.

 

Ao realizar uma pesquisa, o usuário encontra uma espécie de vitrine virtual e começa a selecionar os sites e links mais atrativos.

 

Geralmente, as primeiras escolhas são aqueles links que se encontram na primeira página. Isso porque aqueles que se destacam, provavelmente têm algo de especial, não é mesmo? 

 

E é exatamente para deixar o seu site bem posicionado que existem as técnicas de SEO. 

Mas afinal, o que é SEO

 

SEO é um termo em inglês para Search Engine Optimization que quando traduzido para o português significa Otimização de Mecanismo de Busca.

 

A sua função é justamente otimizar os conteúdos de uma determinada plataforma para que ela tenha melhor avaliação dos buscadores e assim, tenha um melhor ranqueamento. 

 

Por meio de um conjunto de técnicas, textos, artigos e e-books poderão ganhar um maior destaque. Imagine que você é da área da saúde odontológica e deseja ser o primeiro site a aparecer de forma orgânica em pesquisas como “tratamento de canal preço”.

 

A resposta para essa situação é: Inserindo o SEO em seu processo de criação de conteúdo. Dessa forma, você terá um diferencial da sua concorrência e os seu desempenho online será muito maior.

 

Otimizando o número de tráfego, permanência e até mesmo de vendas em seu site. 

 

Como colocar em prática?

 

O Google é um dos buscadores mais utilizados na internet. Conhecido por ser uma espécie de “guru sabe tudo”, mais de 70% dos consumidores utilizam esta plataforma antes de adquirir um produto. 

 

Por isso é tão importante estar presente e bem ranqueado. Assim, quando uma pessoa pesquisar sobre um determinado produto ou tema que faça parte do seu segmento, como “clareamento dental preço”, sites de clínicas e consultórios odontológicos que fizerem uso do SEO, terão mais chances de aparecerem no topo dos resultados. 

 

Mas não basta apenas acrescentar diversas palavras-chave. É preciso ter um cuidado para que o seu texto continue tendo sentido. Quanto melhor a estruturação e a coerência do conteúdo, melhor será o seu posicionamento. 

 

Para te ajudar a colocar essas técnicas em prática, separamos alguns passos essenciais para a estratégia de SEO. Vamos conferir? 

 

  • Crie URLs personalizadas 

 

Se tratando de vendas, cada produto tem uma URL. E é muito importante que cada uma especifique qual é o produto. 

 

Por exemplo, vamos supor que o produto em questão é uma escova dental para pessoas que possuem aparelho ortodontico. Ao invés de utilizar a URL automática, que provavelmente irá ter símbolos e números, o recomendado seria algo como “sualoja.com.br/escova-dental-aparelho-ortodontico”. 

 

Além do seu cliente conseguir decorar a sua URL e utilizar posteriormente, os buscadores também dão maior visibilidade para endereços personalizados. 

  • Capriche na descrição

Ao anunciar um produto, é preciso que tanto o título, quanto a descrição precisam ser totalmente originais. 

 

Sabemos que algumas especificações são padrão, mas tente ser o mais criativo possível para se destacar dos demais. Quanto mais atrativo o seu título e descrição, mais chances do cliente adquirir. 

 

  • Tenha um blog

 

Oferecer algo além dos seus produtos e seu portfólio faz com que o seu site tenha ainda mais chances de ser recomendado pelos buscadores. 

 

Publicar textos, artigos e eBooks da sua área de atuação pode auxiliar na atração de potenciais consumidores. 

 

No momento em que você for criar conteúdos, faça uso de palavras-chave e certifique-se de que os títulos e subtítulos estão hierarquizados de forma correta. 

 

Ainda utilizando o case da clínica odontológica, você pode criar conteúdos com os procedimentos mais comentados e mais atrativos, como por exemplo, um texto informativo sobre as vantagens de utilizar um aparelho ortodôntico transparente.

 

Seja original, forneça informações relevantes e apresente de forma criativa. Fuja dos grandes blocos de textos, utilize imagens, ilustrações, vídeos e animações para que não seja tedioso de ler. 

 

E cuidado, caso você publique cópias de textos de outros sites, o seu domínio pode sofrer penalidades e perder vários pontos com o buscador. 

Outras dicas importantes

 

Além da otimização dos conteúdos, existem algumas ações que você deve fazer em seu site para que ele tenha maior visibilidade e aceitação do público. Por isso, separamos estas duas dicas extras para você! 

  • Disponibilize as avaliações

 

Mostrar o que os consumidores acharam do seu serviço e do seu produto é essencial para atrair novos clientes. 

 

Afinal, quem nunca visitou uma loja virtual e pensou “Será que chega?” ou então “O produto é igual o da foto mesmo?” 

 

Por isso, ter um espaço em que os consumidores coloquem uma avaliação da experiência que teve com a loja e também, com o produto adquirido é essencial para que os futuros clientes se sintam confortáveis e seguros. 

 

  • Tenha um bom servidor

 

De acordo com o Google, o tempo recomendado para o carregamento de uma página é de no máximo 3 segundos. 

 

Contudo, se o servidor que você utiliza não for de qualidade, o seu site irá demorar muito mais que isso, gerando então, uma frustração nos usuários. 

 

O seu conteúdo deve ser de qualidade, conter técnicas de SEO, mas também, ser ágil no momento da exibição. Certifique-se que o servidor do seu site consegue dar conta do recado! 

 

Dessa forma, você evita que as pessoas saiam do seu site frustradas por não conseguirem acessar o seu conteúdo. 

 

Este conteúdo foi produzido por Mayara Santos, redatora na empresa Clínica Ideal

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Layout pronto para e-commerce, é um bom negócio?

O e-commerce é um negócio e como todo negócio requer investimento, dedicação, planejamento e atuação de profissionais experientes no assunto. É de conhecimento de todo varejista, que não adianta simplesmente ter uma loja física com apenas uma fachada bonita, e é assim também no e-commerce, não adianta comprar um layout (tema) pronto e esperar que a loja vá estourar de vender.

Existem vários fatores tão importantes quanto se ter uma url e um layout! O desenvolvimento da identidade visual da sua empresa, deve ser composta por um estudo, desde a história da marca, segmento de atuação, até o perfil de clientes consumidores, compondo nome/marca e logotipo.

Devido ao momento do cenário que estamos vivendo na economia, é claro a identificação no aumento de novas lojas online, como CEO de agência especializada em e-commerce, é ótimo ver esse interesse e o aquecimento do segmento, por outro lado, é nítido que a maioria são aventureiros e sem preparo e certamente teremos um churn acelerado.

Se planejamento é fundamental para o sucesso de qualquer negócio, planejar o investimento do desenvolvimento de layout personalizado é obrigatório, com aplicação de boas práticas, estrutura SEO correta, boa usabilidade entre outros elementos que vão além do aspecto visual, assim como ter uma boa agência para performar sua marca e produtos no Google e redes sociais.

Se layout pronto fosse o caminho do sucesso, teríamos os grandes cases do mercado usando o mesmo layout, ou até mesmo sendo usado o layout deles em sua loja. Não se iluda e não rasgue seu dinheiro com layouts prontos!

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De parceiras à irmãs, Yooper adquire SERI.E Design mirando expansão de sua operação

CEO SERI.E DESIGN

Em um movimento ousado e assertivo, Yooper adquire SERI.E DESIGN para expandir sua operação no mercado de marketing digital.

A Yooper anunciou na segunda-feira (13) a aquisição da SERI.E DESIGN, agência especializada em desenvolvimento e implantação de e-commerces. Representada pela entrada de Leandro Gorzoni, CEO e proprietário da Yooper, no quadro de sócios da SERI.E DESIGN, a sociedade firmada no dia 27 de dezembro passa a ser válida em 2020.

Leandro, agora CEO das duas agências, explicou o que o levou a comprar ações da SERI.E DESIGN: “A Yooper sempre sentiu necessidade de ter parceiros próximos para dar vazão às melhorias e customizações em plataformas como Fbits, Tray Varejo, Nuvem e sites institucionais, então vimos na aquisição da SERI.E DESIGN não só um potencial parceiro para crescermos e melhorarmos a qualidade dos nossos serviços, mas também uma oportunidade de levar nossa expertise avançada em Marketing para essas plataformas e, porque não, aumentar nosso market share”

Yooper e SERI.E DESIGN: quem são as agências?

Nascida em 2006 com a missão de oferecer estratégias criativas e soluções inteligentes para clientes que desejam desenvolver e implantar e-commerces de diversos setores, a SERI.E DESIGN tem como objetivo superar as expectativas dos clientes mais exigentes, desde o atendimento até a finalização do projeto. Até 2019, a SERI.E DESIGN desenvolveu mais de 2.700 projetos tendo como últimos cases: Unimed, i2GO, CVC Corp, Kikos Fitness, Long Island, Ferrari Net.

A compradora, Yooper, surgiu em 2011 com o nome de Compre Clicks e passou pela mudança de nome e de mindset em 2018. Focada em marketing digital, a agência oferece serviços de Inbound Marketing, Mídia, SEO, Redes Sociais, Email Marketing, Conteúdo e Influenciadores, com um histórico de participação em quase 500 projetos e atendimento de clientes como Embelleze, Lupo, Baw, Nutty Bavarian, Boa Vista, Clóvis, Farmácia Indiana, Moda Love e muitos outros.

De parceiras a irmãs: conhecendo o histórico da parceria
Sediadas na capital paulista, SERI.E DESIGN e a Yooper iniciaram uma parceria em meados de 2019. Segundo o novo CEO, “Em um período bem curto, as equipes demonstraram uma forte sinergia, refletindo diretamente nos clientes atendidos pelas duas empresas e resultando em elogios e indicações.” Com a chegada desses novos clientes, a SERI.E DESIGN identificou a necessidade em ter alguém com perfil mais estratégico e know-how diferenciado na equipe.

Do outro lado da transação, Leandro explica que, ao longo de toda a parceria, as motivações para a compra foram se consolidando naturalmente: “A qualidade dos trabalhos da SERI.E DESIGN e as vantagens de negócio apresentadas, bem como uma sinergia de negócios e valores, fizeram com que o time da Yooper olhasse de maneira diferenciada para essa oportunidade”.

O potencial para crescimento estava latente: uma proposta de sociedade e aporte foi feita por Gorzoni e aceita pelos sócios da SERI.E DESIGN (Rafael Grassmann, Rodrigo Augusto e Silvia Alessio). A entrada do novo sócio, somada ao aumento do investimento, amadurecimento de processos e união de know-hows são vistas por todos os envolvidos como pilares essenciais para o crescimento e expansão da SERI.E DESIGN, e são uma jogada importante para consolidá-la definitivamente como uma das principais agências especialistas em e-commerce e desenvolvimento do mercado.

Rodrigo Augusto, sócio da agência de desenvolvimento, se pronunciou: “Nossos clientes e colaboradores vão ganhar muito com a entrada do Leandro no quadro societário da SERI.E DESIGN. Ele é um cara extremamente estratégico, com grande conhecimento e expertise no segmento de e-commerce, comprovados pela evolução da agência Yooper, da qual é fundador. A partir de 2020 teremos duas empresas “irmãs”, a SERI.E DESIGN + Yooper, com serviços distintos que se complementam, já que não existe um case de sucesso sem um excelente desenvolvimento de layout e uma excelente gestão de performance, assim, concluindo minha afirmação, os nossos clientes serão os maiores beneficiários dessa aquisição, recebendo um serviço 360º de extrema qualidade”.

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7 habilidades de marketing digital para impulsionar as vendas da sua loja virtual

Os e-commerces são a nova tendência do empreendedor brasileiro. Eles possibilitam que qualquer pessoa tenha uma pequena empresa vendendo produtos online. Porém, é necessário pesquisar sempre sobre novas estratégias de marketing digital para não estagnar os negócios e perder clientes.

 

Por isso, confira no artigo de hoje 7 habilidades de marketing digital para impulsionar as vendas da sua loja virtual!

Análise de dados e testes

O primeiro passo para tomar decisões mais assertivas na sua loja virtual é analisar os dados do seu site.

Se você observa, por exemplo, que a maior parte de seus visitantes vêm de um canal de mídia específico (como Facebook), você poderá investir mais nesse canal.

Além disso, a partir dos dados você pode usar plataformas como o Optimizely para fazer testes em suas páginas, a fim de entender qual design ou copy converte mais, por exemplo, sem correr o risco de fazer uma mudança repentina.

UX Design

Durante a criação do seu site, o design de cada página precisa ser elaborado para aumentar suas conversões.

Por isso, a maior tendência do marketing digital é o UX Design, focado na experiência do usuário.

Integrando um sistema de feedback às suas páginas, como o Hotjar, você pode detectar os pontos fortes da sua página e onde é necessário fazer mudanças.

Nisso é importante incluir também a experiência no mobile e a criação de sites responsivos, pois atualmente o Brasil é o 5º país líder em uso de smartphones.

SEO

A otimização para os mecanismos de busca, conhecida como SEO, é fundamental para aumentar suas vendas de forma orgânica.

O objetivo do SEO é facilitar o rastreamento dos mecanismos de busca para encontrar o seu conteúdo.

A partir dele você pode aumentar seu tráfego orgânico, ou seja, sem pagar por anúncios, apenas investindo em otimizações a longo prazo.

HTML + CSS + JavaScript

Se engana quem pensa que para ter uma loja virtual basta divulgar os produtos para vendê-los.

Saber pelo menos o básico de programação é, atualmente, uma enorme vantagem competitiva para os donos de e-commerce.

Afinal, até mesmo em estratégias de SEO é necessário ter conhecimento do código das suas páginas para entender como cada função afeta a performance do site.

Para isso, aprenda o básico de:

  • HTML: É a linguagem básica do seu website, a estrutura dele;
  • CSS: Linguagem usada para definir a formatação visual do conteúdo HTML, a aparência;
  • JavaScript: Linguagem usada para gerar interatividade nos sites.

E-mail marketing

O e-mail marketing é um canal excelente para gerar conexão com o usuário, nutrir leads e aumentar suas conversões.

Sua principal vantagem é que o usuário decidiu se cadastrar na sua newsletter, ou seja, ele não se sente invadido, pelo contrário, decidiu receber seus e-mails por vontade própria.

Através do e-mail é possível quebrar objeções dos clientes, evitar o abandono de carrinho, fazer upselling e cross-selling.

Automação de marketing

Nem sempre será possível gerenciar todas as suas redes sociais manualmente. Para isso, invista na automação de marketing.

A automação de marketing é a estratégia de usar softwares de marketing para agir em escala e automaticamente.

Com esses softwares é possível identificar, monitorar e responder suas personas de forma personalizada.

Esses programas reduzem o trabalho manual da sua equipe de marketing e aumentam a eficiência do time, que passa a focar em tarefas mais relevantes.

Marketing de Conteúdo

Você sabia que um novo cliente pode custar até 7 vezes mais caro do que manter um cliente atual?

Por isso, investir em marketing de conteúdo é a chave para nutrir sua base de clientes e gerar valor para eles, mantendo seu público sempre interessado nos seus conteúdos.

Seja criando um blog, um canal no YouTube ou uma newsletter, o investimento em marketing de conteúdo não é tão alto e vai te gerar mais vendas e satisfação dos clientes.

Gostou das nossas dicas de 7 habilidades de marketing digital para impulsionar as vendas da sua loja virtual? Entre em contato

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3 sinais de que o seu site profissional precisa ser renovado

Criar Site profissional ou renovar site profissional

3 sinais de que o seu site profissional precisa ser renovado

Criar Site profissional ou renovar site profissional
Criar Site profissional ou renovar site profissional

Criar um site profissional é a chave para o seu negócio decolar!

Site profissional. Você já trabalha com a venda online de produtos, mas seu site profissional pode ser melhorado. Com um faturamento estável, chegou o momento de tomar essa decisão, que deve ser bem pensada e consciente — afinal, o investimento precisa valer a pena.

Por isso, o primeiro passo é refletir sobre quais são seus objetivos ao manter o site. Por exemplo: aumentar as vendas, oferecer um atendimento diferenciado, trazer autoridade para a marca etc. Essa análise é a base para uma possível renovação, porque é a partir dela que você identifica as oportunidades que está perdendo.

Para ajudar na sua reflexão, listamos, neste post, 3 sinais que indicam que você precisa renovar o seu site. Além disso, entenderá por que vale a pena profissionalizá-lo ainda mais e qual é o potencial de retorno que essa medida traz para o seu negócio. Vamos lá?

3 sinais de que é preciso renovar o site da sua empresa

Ter um site profissional é uma forma eficiente de ganhar credibilidade e aumentar sua presença online. Para um negócio baseado na internet, esses dois fatores são altamente estratégicos e oferecem vantagem competitiva.

(mais…)

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Tudo o que você precisa saber sobre plataformas de e-commerce está aqui

Plataformas de e-commerce, tudo o que você precisa saber está aqui!

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Plataformas de e-commerce, tudo o que você precisa saber está aqui!
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Plataformas de e-commerce, o guia definitivo!

Plataformas de e-commerce. Parece história de sucesso dos filmes, mas, na verdade, é comum ver negócios online que começam as vendas informalmente. Com o tempo, aumentam tanto suas transações que seus gestores precisam tomar uma importante decisão. Investir ou não em plataformas de e-commerce para profissionalizar o ambiente de compra?!

Abrir uma loja virtual exige conhecimento, mas, principalmente, planejamento. Ao escolher uma plataforma, por exemplo, é preciso considerar qual cenário de sucesso está sendo planejado. Para o médio e longo prazo e quanto o investimento em tal solução impactará nos resultados do negócio.

Mas, uma coisa é certa: é preciso dar mais estrutura tecnológica ao negócio para que seja possível responder a novas demandas. Desta forma, crescer exponencialmente, automatizar alguns processos e passar credibilidade para o consumidor ao mesmo tempo.

Promover essas melhorias no seu negócio está em seus planos? Pois todas elas deveriam ser prioridades.

Para ajudar nesse planejamento, reunimos neste conteúdo todas as informações que devem ser consideradas em suas escolhas. Além de conceitos básicos que podem ser determinantes para a análise das opções e a negociação final. Acompanhe!

Leia também: O que fazem as empresas de desenvolvimento de lojas virtuais?

(mais…)

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Social selling: 5 dicas para vender nas redes sociais

Social selling - Dicas para vender nas redes sociais
Social selling - Dicas para vender nas redes sociais
Social selling – Dicas para vender nas redes sociais

Dicas para vender nas redes sociais

Bons vendedores sempre usaram o relacionamento para gerar negócios. Até mesmo aqueles que iam de porta em porta vender panelas iniciavam uma longa conversa antes de fazer a oferta. Muitas inovações depois, essa estratégia ainda é um sucesso. Mas, para quem quer dominar o social selling nos dias de hoje, um mergulho nas dicas para vender nas redes sociais é essencial.

Então, vamos chamar o Sr. Pedro, vendedor de panelas em 1993, para fazer social selling, afinal de contas, as portas do comércio eletrônico estão abertas para todos, não precisa pedir para entrar, mas é essencial saber atrair e converter leads nesse novo terreno.

Como todo bom vendedor e dono de seu próprio negócio, ele logo entenderá que o social selling é uma estratégia para encontrar, conectar e gerar negócios pelas redes sociais muito eficiente, afinal de contas:

  • permite que ele interaja e dê atenção a diversos potenciais clientes;
  • pode ser considerada uma estratégia de baixo custo, ou, em alguns casos, livre de investimentos;
  • conecta seu negócio a milhares de interessados, permitindo segmentar o público; e
  • é o futuro, Sr. Pedro!

Garantir que suas ações de vendas sejam escaladas e sem um aumento do investimento para tal é uma razão bem convincente, mas não só para o Sr. Pedro, e para você, gestor. Muitas empresas também curtiram esses benefícios e estão apostando forte no social selling.

Então, o que fazer? Diferenciar-se de todos eles com as dicas para vender nas redes sociais que separamos para seu e-commerce. Confira!

1. Estabeleça uma marca pessoal

Quando Sr. Pedro ia visitar seus potenciais clientes, usava um carro todo adesivado com a marca das panelas que vendia, mas nada chamativo, e sim com informações e imagens que davam credibilidade e até um ar de elegância para seus produtos. Ele usava roupas modernas e sempre dava dicas de alta gastronomia. Muitos acreditavam que ele era um chef de cozinha internacional.

Essa era a marca pessoal do Sr. Pedro em suas vendas diretas, e ela é igualmente importante nas redes sociais. Mas atenção, a identidade visual — ou seja, os adesivos, logo ou foto do perfil no Instagram, por exemplo — representa apenas uma pequena parte dessa estratégia.

O que essas imagens dizem e a conclusão que potenciais clientes tiram quando interagem com a marca ou leem a respeito dela são os elementos importantes. Ou seja, é a credibilidade e a elegância que o veículo do Sr. Pedro transmitia, ou sua imagem de autoridade da cozinha, quando dava dicas gastronômicas.

Para estabelecer sua marca pessoal, pense em respostas para perguntas, como:

  • Que percepções e sensações seu e-commerce gera?
  • Como os clientes descrevem seu negócio?
  • Quais são os valores intangíveis dos seus produtos?

2. Gere leads e faça um fluxo para sua nutrição

Essa o Sr. Pedro também fazia, ele visitava algumas dezenas de casas, anotava contatos, passava receitas e jogava conversa fora. Dava opiniões para seus potenciais clientes no dia da feira do bairro.

Transplantando essa dinâmica para o ambiente virtual, tudo isso é perfeitamente possível. Ao publicar um vídeo de receitas no Facebook, por exemplo, o Sr. Pedro pode atrair novos interessados, interagir nos comentários, oferecer uma newsletter ou livro de receitas para captar os e-mails de seus seguidores e, ainda, participar de fóruns de pessoas com interesse em gastronomia e itens de cozinha.

Essas interações contextualizadas, que têm a ver com o produto do Sr. Pedro, são uma forma de nutrir relacionamentos, e, ao mesmo tempo, convencer gradativamente que os leads precisam de panelas antiaderentes, vermelhas ou de determinada marca. Ou seja, esse fluxo garante que os contatos realizados conduzam as ações para a conversão da venda.

3. Tenha engajamento positivo para seu social selling

Quanto melhores e mais criativas forem essas interações no fluxo de nutrição e geração de leads, maior será o engajamento, ou volume de respostas dos leads. Na verdade, a gestão do social selling, por si só, é um ponto considerado um diferencial do negócio, pois, de forma resumida, representa o modo como o e-commerce valoriza o relacionamento com seus clientes.

Se o Sr. Pedro vende um conjunto de panelas e elas são extraviadas. O cliente pode usar as redes sociais para fazer uma reclamação e criticar seu e-commerce.

A rápida identificação e atuação na resolução da situação, no entanto, pode ser transformada em um trunfo. Com isso, o Sr. Pedro mostrará que tem uma boa infraestrutura comercial, inclusive para contornar problemas, além, é claro, de demonstrar como a satisfação de seus clientes está sempre em suas prioridades.

Ou seja, é possível explorar qualquer situação, data ou ocorrência para criar interações nas redes sociais que engajam. Uma ótima dica para isso, aliás, é conhecer exatamente quem é a sua buyer persona, ou representação do comprador ideal.

Isso permitirá que as postagens e o envio de ofertas de produtos sejam ainda mais personalizados.

4. Entregue valor nas interações

Cada rede social tem um apelo maior, seja visual, seja para textos. Para entregar valor, o Sr. Pedro precisa, primeiramente, saber em quais redes sociais seus potenciais clientes estão. Quem compra panelas tem gosto ou necessidade de cozinhar, certo? (mais…)

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6 lições para aprender com os maiores e-commerces do Brasil

maiores e-commerces do brasil
maiores e-commerces do brasil
Maiores e-commerces do brasil

Maiores e-commerces do brasil, como se tornar um gigante nos tempos atuais

Maiores e-commerces do brasil. O e-commerce é uma modalidade de comércio virtual já familiar para grande parte dos consumidores. Fato que confirma por que ele vem crescendo cada vez mais no Brasil e mundialmente.

E quais seriam os demais motivos que levaram empreendedores e grandes empresas a apostarem no mundo virtual? Maior facilidade de gestão, redução de custos, melhor margem de lucro, flexibilidade para as estratégias comerciais, novas tecnologias e proximidade com os clientes são alguns deles.

Porém, até descobrirem tais vantagens e os demais potenciais desse mercado, muitos e-commerces precisaram aprender duras lições de administração para, só depois, prosperarem. E sabe o que é o melhor dessa história? Seu negócio não precisa viver os mesmos desafios para ter sucesso, basta aprender com as decisões que eles tomaram.

Quer saber o que os maiores e-commerces do Brasil aprenderam em suas jornadas de sucesso? Fizemos uma lista imperdível. Confira!

Maiores e-commerces do Brasil

Entre os maiores e-commerces, não podemos deixar de comentar sobre o trio: B2W, Americanas, Submarino e Shoptime. Este que é um dos mais conhecidos. Além da estratégia de incorporar outros comércios virtuais, a internacionalização de suas vendas também foi outra ação que rendeu resultados.

Também no topo está a Magazine Luiza, que se destacou pelo investimento no atendimento inovador de qualidade da robô Luiza. Já no Privalia, com foco na venda por tempo determinado de marcas exclusivas, o grande diferencial foi o forte apelo para o design de seu ambiente virtual de compras e estratégias que privilegiavam a experiência de uso por smartphones.

Fecham essa lista, ainda, outros gigantes, como o Netshoes, que, hoje, tem um portfólio de produtos imenso. O Grupo Herval, a Dell Computadores, a Máquina de Vendas e outros mais.

Cada um prosperou de forma diferente. Mas todos tiveram, em seus crescimentos, a oportunidade de experimentar estratégias em um mercado, até então, quase inexplorado. Na atualidade, os empreendedores que estão de olho no e-commerce podem aprender com as dicas desses grandes negócios.

Dicas e cases de sucesso no comércio digital

Muitos empresários que estão planejando seus e-commerces ou que já têm uma clientela em crescimento sonham com negócios milionários. Mas, para chegar até lá, é preciso ter muito esforço e fazer decisões acertadas. Aí vão algumas dicas de quem já testou e aprovou algumas estratégias de sucesso.

1. Ofereça atendimento ágil

A dúvida de um cliente pode ser a única coisa que o separa da efetivação da compra. Assim sendo, se ele não for respondido a tempo, a consequência mais provável é que o e-commerce perca a chance de fidelizá-lo.

Essa consequência desastrosa não aconteceria apenas porque o cliente não sanou sua dúvida. Mas também, porque teria sido conduzido para um atendimento ruim, ou, até mesmo, inexistente.

O atendimento ágil é essencial para o sucesso do e-commerce. Por isso, considere criar uma área para perguntas frequentes, oferecer um chat online ou ter um telefone de contato ativo. E crie internamente metas que assegurem tempo máximo de resposta e nível de satisfação dos clientes, por exemplo.

2. Invista em uma boa logística

Um dos grandes diferenciais que um e-commerce pode oferecer é um sistema logístico com qualidade superior aos seus concorrentes. Esse é um ponto sensível para a compra dos clientes, ser o melhor é uma das garantias mais certas para sua fidelização.

A boa logística deve começar na consulta do estoque dos itens. Logo depois, no seu bloqueio no caso de compra e, invariavelmente, na escolha de transportadores confiáveis para finalizar o processo com sucesso.

Dar opções do nível de serviço e tempo de entrega para o cliente também pode ser um bom negócio. Assim, ficará a critério dele escolher entre pagar um envio mais caro ou receber em um tempo maior.

3. Conheça detalhes sobre seu cliente

Gigante com valor de marca de aproximadamente US$ 637 milhões, a Netshoes está sempre atenta às necessidades e interesses de seus diferentes públicos. Talvez o mais antigo deles, composto pelos amantes de esportes, por exemplo, seja atraído por campanhas e produtos que remetem a diferentes atividades físicas.

Com o slogan “Netshoes. Conecta você ao esporte”, já patrocinou times de futebol e, mais recentemente, equipes de jogos eletrônicos. É uma comunicação direta com seu público e uma forma eficiente de personalizar o atendimento e o mix de produtos.

4. Tenha um portfólio de produtos abrangente

Ao mencionar o mix de produtos, não dá para deixar de falar sobre a importância de um portfólio de produtos abrangente. Claro que é preciso respeitar o nicho de mercado e ter um item de venda principal. Mas aumentar o leque de opções de compra é essencial para o sucesso de um e-commerce.

Os maiores e-commerces do brasil especializados em goiaba podem oferecer goiabada, ketchup à base de goiaba, geleia da fruta com diferentes combinações, chutneys, bolos, kits para datas especiais e até vestuários com o tema, por exemplo. E engana-se quem pensa que criar uma variação de produtos, nesse caso, é um grande desafio.

Para aqueles que não têm um produto carro-chefe, a diversificação é ainda mais importante e complexa, afinal de contas, sua oferta de itens é comparada à de outros e-commerces.

5. Ofereça a opção de retirada na loja

Outra tendência que já foi identificada pelos grandes e-commerces é que a comodidade de comprar de onde estiver é muito boa, mas pode ser prejudicada pelo fato de não ter o produto imediatamente depois.

Por isso, oferecer ao cliente a opção de retirar na loja é uma forma de colocar a decisão nas mãos dele, literalmente. Ele pode usufruir da experiência de compra online, das condições de pagamento e demais características, mas retirar seu produto na loja para obtê-lo mais rapidamente.

6. Considere a experiência de uso do e-commerce

Um layout agradável e intuitivo, fotos de qualidade dos produtos, segurança para as transações de cartões de crédito e outros elementos da experiência de uso do e-commerce podem ser ainda melhores.

É possível inserir pequenos vídeos para descrição dos produtos, designs personalizados de acordo com o nicho de atuação e conteúdos otimizados para atrair e fazer com que mais vendas sejam convertidas. Técnicas de marketing de conteúdo e gestão de mídias sociais são algumas dessas soluções que jornalistas e publicitários especializados no ambiente digital podem atribuir aos projetos.

Essas lições ajudaram no crescimento dos maiores e-commerces do Brasil, suprindo as demandas dos compradores, equiparando e, algumas vezes, superando os benefícios oferecidos no comércio tradicional. A experiência de consumo online tornou-se única e relevante, porém, certamente, esses não foram os únicos fatores para o sucesso. Além das estratégias pontuais de cada e-commerce, a mudança de comportamento dos consumidores mostra que a sociedade, de forma geral, está cada vez mais propensa a concentrar suas compras no ambiente virtual.

Quer conhecer outros dados que atestam essa realidade? Confira aqui 12 fatos que mostram como o e-commerce está em franco crescimento no Brasil.



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O que fazem as empresas de desenvolvimento de lojas virtuais?

loja virtual

O que fazem as empresas de desenvolvimento de lojas virtuais?

Desenvolvimento de lojas virtuais
Desenvolvimento de lojas virtuais

Entenda toda a jornada de desenvolvimento da sua loja virtual, e itens adicionais que podem fazer toda diferença para o seu negócio!

Desenvolvimento de lojas virtuais. De acordo com alguns especialistas, vendas por meio de lojas virtuais ultrapassarão U$2 trilhões nos próximos anos. Entretanto, esta é uma das indústrias que mais crescem e mais se valorizam com o passar do tempo.

Um mercado tão atrativo faz com que cada vez mais negócios queiram operar no mundo digital. Mas, para que isso ocorra de forma efetiva, é preciso se preocupar com a forma como o desenvolvimento de lojas virtuais é feito.

Quer entender a importância e as atribuições de uma empresa responsável pela criação de um e-commerce? Confira os tópicos a seguir.

O que faz uma empresa de desenvolvimento de lojas virtuais?

(mais…)

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Logotipo ou Logomarca, qual a diferença?

Logotipo ou logomarca

Logotipo – Entenda qual o significado e quando utilizar

Logotipo ou logomarca
Logotipo ou logomarca

A eterna briga entre profissionais que usam o termo “Logomarca” e os que batem o pé que o certo é “Logotipo“. Mas afinal, qual termo utilizar? Primeiro vamos entender o significado de cada termo:

Existem muitos designers, profissionais de marketing, comunicadores e publicitários que utilizam o termo “logomarca”, mesmo com muita gente torcendo o nariz ao ouvir. E, sim, esse termo existe no dicionário. Mas é só no Brasil que este termo existe; o restante do mundo utiliza variações das palavras logo, logotipo ou marca — mas nunca logomarca.

(mais…)

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Uma agência fora de Seri.e

Agência Seri.e

Agência é tudo igual? Como escolher a agência ideal? O que avaliar em uma agência?

Agência Seri.e
Agência Seri.e

Uma agência fora de “SERI.E” é tudo o que o empreendedor gostaria para sua loja virtual ou negócio. Ter um parceiro para agregar qualidade, comprometimento e gerar resultados positivos, além do custo x benefício, é interessante para a saúde e visibilidade da marca e, por apresentar soluções assertivas e de qualidade, aumenta o engajamento com o público alvo. Essa sacada de marketing já foi notada por quase todo o mercado: Qualidade + Comprometimento + Disciplina = Bons resultados 😉 . Entretanto, se a receita do bolo já está pronta, por quê os resultados finais são tão discrepantes de um parceiro para outro? Por que, cada vez mais, a busca por uma agência fora de “SERI.E” vem aumentando?

 

Agência sem receita de bolo!

A resposta é simples: mais do que ter a receita pronta, é preciso fazer a alquimia correta, misturar os ingredientes para agregar a massa e fazer com que esse bolo simples torne-se um mega bolo de festas!

Quantas vezes você já leu ou ouviu por aí que era só fazer tal coisa e pronto, haveria uma chuva de clientes comprando na sua loja, mas não deu certo?

Tudo isso acontece justamente porque a maioria das agências segue um padrão de mercado, tentando automatizar suas interações com o cliente e, no desespero de atender o máximo possível de clientes, param de ESCUTAR sobre o seu negócio, desperdiçando suas particularidades e minando suas chances de se destacar.

Para ter ideia, segundo a consultoria Big Data analisou, há mais de 371 mil sites e-commerces no Brasil. Se não houver nenhum trabalho diferenciado, logo o seu site será mais um entre esses tantos mil, mais um “mais do mesmo” brigando por preço e esquecendo que o cliente realmente quer: valor!

Bolo de chocolate é bom, uma delícia! Mas se seu cliente gosta e compra o bolo de morango, então por que fazer campanha para vender bolo de chocolate?

(mais…)

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ESTRATÉGIA DE VENDAS E SUA DEFINIÇÃO

Estratégia de vendas
estratégia de vendas
Estratégia de vendas

Estratégia de vendas é um diferencial competitivo

Estratégia de vendas é um plano para incrementar as vendas de serviços ou produtos, visando o lucro. E, pode ser aplicada em lojas virtuais, grandes empresas e outros vendedores em geral.
As estratégias de vendas de uma loja virtual, são desenvolvidas, normalmente, pela direção da empresa em conjunto os gerentes de vendas, marketing e publicidade. Muitas estratégias envolvem “discursos” ou palavras-chave para abordar o cliente em potencial. Alguns desses “discursos”, como aqueles usados ​​por operadores de telemarketing, podem ter que ser memorizados e comunicados textualmente.

 

Identificando Mercados

Estratégias de vendas diferem por setor/ramo, mas não importa o que você vende, será necessário determinar o mercado alvo. Por exemplo, seria imprudente para uma empresa que vende bonecas, anunciar seus produtos em revistas de moda masculina. Mas, identificar um mercado vai além do óbvio. Pontos como localização, idade, sexo e hábitos de consumo dos clientes em potencial de uma empresa devem ser levados em consideração.

 

Métodos de configuração

Todas as empresas devem determinar como promover e vender seus produtos ao desenvolver uma estratégia de vendas. Em outras palavras, você entrará em contato com seus clientes por telefone, cartas (via correio), ou enviando e-mails de marketing em massa? Muitas empresas usam todos esses métodos (entre outros) para conseguir marcar uma reunião presencial, por exemplo. De fato, a forma que um vendedor usa para vender seus produtos ou serviços está, novamente, ligado ao conhecimento do seu mercado.

 

Conhecendo a Concorrência

Qualquer boa estratégia de vendas é construída com a concorrência em mente. Isso significa entender o que funcionou para empresas opostas e, talvez, integrá-las à sua própria estratégia de vendas. Ou melhor ainda, saber o que funciona para a concorrência, aprimorar e integrar ao seu planejamento, seja para ofertar um produto semelhante a preços mais baixos ou comercializar um produto como se fosse o melhor de seu tipo, exibindo seus diferenciais.

 

Analisando Tendências

Ocasionalmente, um produto sai de moda e precisa ser atualizado ou substituído por completo. Em outros casos, a economia determinará quanto um consumidor está disposto a gastar em determinado produto. Entender esses tipos de tendências é um grande fator no desenvolvimento de uma estratégia de vendas. As melhores estratégias começam com bastante antecedência, assim é possível identificar o ciclo de vida de um produto, ou seja, quando os produtos se tornam menos populares, ou ainda, quando os mercados financeiros flutuam.

 

Seja Organizado

A organização é um fator importante para o sucesso em qualquer setor e, para as vendas, não é diferente. Portanto, essa organização precisa incluir detalhes sobre o papel de quem realiza a venda, como metas e regiões que devem ser gerenciadas e, obviamente, as comissões e compensações. Às vezes, as estratégias incluem incentivos ou bônus para um registro de vendas bem-sucedido.

Agora que você já sabe tudo sobre estratégia de vendas, compartilhe com seus amigos e conhecidos!

 

 

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Crescimento do e-commerce no Brasil em 12 dados

Crescimento do e-commerce no brasil

Crescimento do e-commerce pode ajudar o seu negócio!

O crescimento do e-commerce no Brasil é devido a fatores como maior acesso à internet e disseminação dos dispositivos móveis inteligentes.

No entanto, é preciso entender como está o panorama mercadológico atual da área para estruturar sua loja virtual com base nas oportunidades do setor.

Para ajudar você, separamos 12 dados que demonstram como o comércio eletrônico se fortaleceu, indo, na contramão da recente crise. Não deixe de conferir!

1- O faturamento do setor alcançou R$ 47,7 bi, em 2017

De acordo com a 37º edição da pesquisa Webshoppers (2018), feita pela Ebit e em parceria com a Elo. O faturamento do e-commerce, em 2017, foi de R$ 47,7 bilhões. Isso representa aumento de 7,5% em relação a 2016, quando o setor registrou R$ 44,4 bi.

A elevação nos números se deu porque, em 2017, houve 111,2 milhões de pedidos feitos nos e-commerces, ante 106,3 milhões do ano anterior — uma expansão de 5%.

O ticket médio/consumidor se ampliou, de R$ 418 (2016), para R$ 429 (2017), um aumento de 3%.

2- Crescimento do e-commerce no Brasil foi de 12%

O comércio eletrônico, em 2017, teve crescimento de 12% em relação a 2016. Isso é o que aponta outro estudo, o E-commerce Radar 2017, feito pela Atlas, que atua com análise de dados, e apoiado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

3- A expectativa de crescimento para 2018 também é de 12%

A Ebit prevê aumento nominal também de 12% no mercado para 2018, em que o faturamento deve chegar a R$ 53,5 bilhões. Isso se dá por causa da recuperação da economia brasileira, da consolidação das vendas em dispositivos móveis e do fortalecimento das transações nos marketplaces.

4- O número de consumidores chegou a 55,15 milhões, em 2017

O radar Webshoppers relata que a quantidade de consumidores ativos no país passou de 47,93 milhões (2016), para mais de 55 milhões no ano seguinte, alta de aproximadamente 15%. Clientes ativos são os brasileiros que realizaram ao menos uma compra digital no ano.

5- O investimento em tecnologia pelas lojas virtuais corresponde, em média, a 9% da receita

Segundo dados de um estudo da Forrester Research, feito em parceria com o portal E-commerce Brasil, em 2016, o investimento médio em tecnologia da informação corresponde a 9% das receitas provenientes das vendas. No entanto, é interessante destacar que negócios digitais diretos (que atuam só na internet) costumam aplicar mais em TI do que os varejistas que têm lojas físicas.

6- 27,3% das compras, em 2017, foram feitas em smartphones ou tablets

A pesquisa do Ebit aponta que 27,3% das compras no ano passado foram via mobile, reforçando a preferência dos consumidores.

O estudo do Atlas, por sua vez, indica que o percentual de compras por meio de dispositivos móveis foi de:

  • 31% em 2017 (9% maior que o ano anterior)

Ambos os relatórios reforçam a necessidade de se definir estratégias específicas, conforme os dados apresentados acima.

7- 31,5% das vendas foram feitas em marketplaces

O ano de 2017 também foi marcado pelo fortalecimento das transações realizadas em marketplaces, como aponta a 37° edição Webshoppers. Isso porque, ao considerar o mercado total de bens de consumo (o que inclui sites de vendas de mercadorias novas/usadas e sites de artesanato), o segmento atingiu R$ 73,4 bilhões. O crescimento foi de 21,9% em relação a 2016.

A pesquisa do Atlas também reforçou esse dado, indicando que as vendas em marketplaces corresponderam a 31,5% das operações do comércio eletrônico brasileiro.

8- Perfil dos compradores é majoritariamente feminino

O relatório do Ebit destaca a predominância das mulheres nas compras online em 2017. Embora, a diferença com os homens tenha diminuído na comparação com 2016. A participação feminina foi de 50,6%, contra 49,4% da masculina. No ano anterior, a representação era de 51,6% e 48,4%, respectivamente.

9- Compras à vista cresceram e representam 49,8% do total

Do montante de compras feitas no ano passado, 49,8% foram pagas à vista. Esse dado é do relatório do Ebit, que destaca ainda que as transações parceladas em 2 ou 3 vezes representam 18,7% do volume total, enquanto parcelamentos entre 4 e 12 vezes significam 31,5%.

Isso vem ao encontro com um dado reportado sobre o pagamento com boletos no estudo do Atlas. Ele indica que 35,5% dos pedidos efetuados tiveram o boleto como forma de pagamento, sendo que, desse total, 48,5% foram efetivamente quitados. Normalmente, boletos são pagos à vista.

Além do mais, a média de parcelamento recuou de 3,5 meses, em 2016, para 3,3 meses em 2017.

10- Abandono de carrinhos chega a 82,3%

Embora pareça um dado negativo, o fato de 82,3% dos carrinhos gerados serem abandonados (conforme o estudo do Atlas) significa que há muita margem para melhorias que estimulem o aumento das vendas.

Em outras palavras, é possível implantar estratégias virtuais para gerar volume maior de conversões, contribuindo ainda mais para o crescimento do comércio eletrônico.

11- A taxa média de conversão do e-commerce brasileiro é de 1,4%

A média de conversões dos clientes que acessam lojas virtuais é de 1,4% (dados do Atlas sobre 2017). Em 2016, a porcentagem era de 1,6%. Essa queda se dá pelo aumento da participação dos dispositivos móveis, que costumam ser menos eficientes nas conversões.

Isso também dá margem para a estruturação de novas estratégias mercadológicos para smartphones, tablets e outros aparelhos móveis. Visto que há carência de maior efetividade nesses meios.

12- 58,5% das vendas foram para visitantes que retornaram

Em 2017, de acordo com o relatório do Atlas, 58,5% das vendas foram para visitantes que retornaram aos e-commerces. Já 41,5% das operações são de clientes novos.

Esses dados significam que as lojas virtuais estão conseguindo se aproximar de seus consumidores, reforçando seus relacionamentos. No entanto, 77% dos clientes fez uma só compra no ano, o que significa que há margem para estabelecer ações que visem a elevação da recorrência nas aquisições por parte dos usuários.

Dicas para quem quer investir

Como visto, o comércio eletrônico brasileiro tem apresentado crescimento em várias áreas. Demonstrando que há espaço para novos empreendimentos virtuais. Contudo, ainda há desafios para superar, como:

– Aumentar as margens de conversões;
– Elevar a recorrência nas compras dos clientes;
– Diminuir as porcentagens de abandonos de carrinhos.

Esses três pontos podem ser trabalhados como oportunidades por novos estabelecimentos virtuais para conseguirem competir com as grandes lojas virtuais e se consolidarem nesse mercado. Além disso, separamos algumas dicas para quem deseja investir no setor, confira:

– Otimize o seu e-commerce para os dispositivos móveis, adotando uma plataforma que ofereça layout full responsivo;

– Selecione um nicho para começar e amplie gradativamente o seu escopo de atuação. Isso possibilita adquirir experiência em comércio digital enquanto constrói uma boa base de clientes fiéis à marca;

– Não se esqueça de empregar ações de marketing nas redes sociais para conquistar novos consumidores;

– Estabeleça um bom relacionamento com o seu público;

– Esteja atento a tendências tecnológicas que possam ajudar seu e-commerce a melhorar os resultados, como o uso de social login e de gamificação.

Os dados mostram que há um expressivo crescimento do e-commerce no Brasil. Nesse contexto, existe espaço para quem quer aproveitar as oportunidades dessa expansão. Para tanto, é importante dar o primeiro passo estruturando bem sua loja virtual desde o começo e aproveitando as dicas transmitidas acima.

Gostou dos dados apresentados? Compartilhe-os nas suas redes sociais e seja referência no assunto!

 

fonte:  ecommercenews

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Adobe compra Magento por 1,68 bilhões de dólares

A Adobe anunciou a compra da plataforma Magento, que lhe permite ter presença no comércio eletrónico para B2B e B2C e que vai integrar a Experience Cloud.


A Adobe, líder em design e entrega de experiências digitais por meio de conteúdo e dados, quer integrar também o comércio para a experiência do cliente, seja na web, em dispositivos móveis, em redes sociais, no on-line ou na loja.

Adobe quer competir com a Salesforce, que comprou recentemente a Demandware e que está presente em marketing, vendas e serviços. A Adobe reforça o portfólio com a Magento que irá preencher uma lacuna na Experience Cloud e permite finalizar uma transação digital que tenha sido iniciada com as ferramentas digitais de marketing que a empresa já tinha. Por outro lado, esta compra vai aproximar a Adobe da Microsoft, vaticina Brent Leary, que detém a CRM Essentials e que monitoriza a intersecção entre CRM e marketing.

A Salesforce é o alvo a abater por parte destas duas empresas. Esta gigante faturou 8 bilhões de dólares no ano passado.

A Magento, comprada agora, focou-se no segmento de pequenas e médias empresas, embora tenha grandes nomes como a Coca-Cola, enquanto a Adobe especializou-se nas grandes empresas.

Um pouco mais sobre o Magento:

A Magento produz programas para a construção e manutenção de lojas virtuais, com sistemas para gestão de compras, entregas, pagamentos, possíveis devoluções, criação de anúncios em redes sociais e otimização para ferramentas de buscas. Ela foi parte do eBay por cinco anos, tendo sido separada em 2015.

Ela é uma das plataformas de comércio eletrônico mais utilizadas do mundo, tendo uma versão de código aberto que pode ser implementada gratuitamente pelas lojas. Uma edição paga mais completa, com ferramentas avançadas e direito a suporte técnico, também pode ser adquirida. A Adobe avisou que vai anunciar mais detalhes da compra quando a transação for concluída, o que deve acontecer no final deste ano.

A Plataforma Magento é construída sobre tecnologia comprovada e escalável, apoiada por uma comunidade de mais de 300.000 desenvolvedores. O ecossistema de parceiros Magento oferece milhares de extensões pré-construídas, incluindo pagamento, frete, impostos e logística. Esse nível de flexibilidade permite que as empresas acelerem rapidamente e iterem seus recursos de negócios para suas necessidades exclusivas de negócios.

Os atuais clientes do Magento incluem marcas como Canon, Helly Hansen, Paul Smith e Rosetta Stone. A Adobe e a Magento compartilham clientes em comum, incluindo Coca-Cola, Warner Music Group, Nestlé e Cathay Pacific.

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Curso de Imersão Amplie seus Conhecimentos sobre E-commerce

curso imersão

Curso Imersão Gestão E-commerce com

Curso Imersão Gestão E-commerce,  um curso especial para melhorar a gestão do seu e-commerce com a metodologia utilizada na Dr. e-commerce, que já ajudou mais de 400 lojistas. Um final de semana inteiro estudando e vivenciando casos reais, vamos rever todos os principais conceitos e estrutura para operar melhor seu e-commerce.

Curso imersão
Curso imersão

 

 

 

O curso Imersão Gestão E-commerce será ministrado em São Paulo Capital, em um final de semana inteiro.

Começando as 08:59 e terminando às 17:59. Com 2 pausas para café a cada 2 horas de curso e um intervalo de 1 hora para almoço em cada dia.

Com estrutura para utilizar seu notebook, vamos contar com internet e material de apoio.

O curso será gravado e posteriormente será disponibilizado alguns vídeos com o resumo do que foi falado no dia.

O investimento cobre todos os custos referente ao treinamento, exceto almoço e estacionamento, que ficam a cargo do treinando.

Local

VTEX – São Paulo Capital (Av Brigadeiro Faria Lima, 4.440 – 10º andar)

Público-Alvo

Este curso é focado em pessoas que JÁ POSSUEM E-COMMERCE. Caso queria participar de uma turma para Criação de e-commerce, clique aqui.

O curso abrange uma linguagem para quem está operando a pouco tempo no e-commerce, como também para gestores de longa data. Vamos unificar a linguagem, pois o dia a dia é o mesmo.

Para gestores de e-commerce de Pequeno, Médio e Grande Porte.

 

Quando e que horas?

Dia 24 e 25 de Março das 08:59 às 17:59

Principais pontos do Curso

  • Planejamento: mercado, budget, projeto e expectativas, cronograma e resultados
  • Sistemas e Integração: plataforma, ERP, ferramentas e Google
  • Equipe: estrutura, matriz de responsabilidades, budget
  • Comunicação Visual: Wireframe, Layouts, Interfaces, Funcionalidades e Mídias Internas
  • Conteúdo: Ofertas, Cadastro, Produtos, Categorização, Descrições, SEO e Políticas
  • Logística: Fornecedores, Gestão de Estoque, Tabela de Frete, Fluxo de Pedidos
  • Pagamentos: Fornecedores, Fluxo de Pagamentos, Regras, Gateway, Análise de Risco e Política
  • Selos e Segurança: Fornecedores, Cadastros, Processo de Atendimento, Selos de Segurança
  • Marketing: Canais de Venda, Métricas, Redes Sociais, Loja, Planos de Evolução

Gostou? Então aproveite e faça sua inscrição agora!!

A Serie.Design! está lhe presenteando com um desconto especial para este curso.

Uma cortesia de R$ 600,00 na sua inscrição.

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Ficou com dúvida? Fale com o meu time
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Fique ligado! Buscas por Dia do Consumidor crescem 92% em 2018

Uma das datas mais importantes para o cenário do e-commerce nacional se aproxima

Criado em 2014, o Dia do Consumidor, comemorado em 15 de março, vem ganhando cada vez mais força e relevância na internet. Segundo levantamento realizado pelo Google, as buscas pela data apresentam um crescimento acumulado de 92% em relação a 2017. Na última semana, o interesse vem acelerando ainda mais, com um crescimento de 143%.

Dia do consumidor (Créditos: Shutterstock)

A data já se tornou a maior do varejo no primeiro trimestre e, neste ano, tem tudo para ser sua grande virada, como foi 2015 para a Black Friday. Em 2014, apenas 27% dos consumidores conheciam a Black Friday, já no ano seguinte, o número saltou para 56%. Apenas 30% dos brasileiros conheciam o Dia do Consumidor no início de 2018, mas quando a data é explicada, 81% afirmam que desejam comprar.

À medida em que o dia do evento se aproxima, as buscas por produtos de algumas categorias têm ganhado destaque. Entre os setores com maior crescimento de buscas na última semana estão laptops, TVs, perfumes, smartphones, eletroportáteis, roupas e calçados e eletrodomésticos.

E você, já esta preparado para todas datas importantes do ano? Entre em contato conosco e vamos desenvolver um grande projeto juntos!!! 

 

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/buscas-dia-consumidor-crescem-2018/

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Black Friday é semana que vem, mas lojas já anunciam ofertas!


A Black Friday só acontece oficialmente na semana que vem, mas o consumidor já encontra empresas divulgando promoções antecipadas. Com tantas ofertas, a dúvida é: vale a pena comprar antes do dia 24 de novembro?

Segundo o supervisor do Procon-SP Bruno Stroebel, o ideal é esperar a data oficial. “A orientação é aguardar. Quando começar a Black Friday, o consumidor vai ter mais opções e mais lojas para comparar os preços.

A economista do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) Ione Amorim concorda. “As campanhas antecipadas querem atrair, mas também confundem o consumidor. É preciso ter atenção para não se deixar levar pelo impulso. Na semana que vem, pode aparecer o produto em outro lugar, mais em conta. Quem já pesquisou e está monitorando o preço dos produtos de interesse está em uma situação mais favorável.

Dica: pesquise preços e evite a ‘Black Fraude’

Quem ainda não começou a pesquisar os preços deve aproveitar esses dias que antecedem o evento para isso, diz o supervisor do Procon-SP.
Aproveite esses dias para fazer pesquisas e ter uma ideia de quanto está o produto. O cuidado é para não cair na famosa ‘Black Fraude’, em que algumas lojas sobem o preço antes da data e depois reduzem para parecer que teve desconto. É maquiagem de preço e infração ao Código de Defesa do Consumidor.

O PROCON já começou a monitorar os preços nas lojas para coibir esse tipo de fraude, mas a orientação é que, ao pesquisar os valores, o consumidor faça registros. “Faça a pesquisa e tire foto da tela com o nome da loja e a data. Se for loja física, guarde o folheto da promoção.

Ele afirma que, se o consumidor encontrar empresas que subiram os preços para anunciar o produto como oferta na Black Friday, com esses registros será mais fácil denunciar a fraude.

Cadastro para receber ofertas em 1ª mão

Algumas lojas virtuais estão sugerindo que o consumidor faça um cadastro agora para receber as ofertas em primeira mão. Para Ione Amorim, o consumidor pode até fazer o cadastro antecipadamente, mas deve usar isso como ferramenta para acompanhar preços.

É uma fonte de pesquisa. Pode se cadastrar desde que tenha controle do que vai comprar, faça um planejamento, pesquise os preços e analise a política de privacidade, para não ficar recebendo depois inúmeras promoções e campanhas que não interessam.

Ela diz que o consumidor precisa estipular um valor que poderá gastar para não comprometer o orçamento. “A Black Friday coincide com o preparo para as compras de Natal e a liberação da primeira parcela do 13º salário. Mas é preciso se lembrar das obrigações financeiras do começo do ano. Faça a sua listinha e estabeleça quanto poderá gastar, para tomar decisões sem colocar a situação financeira em desequilíbrio.

Fonte:economia.uol.com.br

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Dicas para ter um layout funcional em sua loja virtual

Se você está procurando uma empresa que crie sua loja virtual, isso é muito fácil de encontrar! Utilize o Google e verá inúmeras empresas que podem criar isso para você, agora se você realmente deseja construir um novo empreendimento, que lhe dê lucro, bem, preciso lhe pedir que descarte ao menos 70% desta lista de desenvolvedores de lojas virtuais, isso por que poucas empresas estão realmente interessadas em como isso pode trazer benefícios para você, o que interessa é apenas o quanto você está investindo. Aqui na SERI.E DESIGN O layout é tão importante quanto o próprio produto, acreditamos que a experiência de compra deve ser tão agradável que o consumidor não tenha pressa de sair da loja virtual. Pois bem, pensando nisso, resolvemos lhe dar uma “mãozinha” para que você não pague o preço por um trabalho desenvolvido sem as técnicas necessárias.

1) A estrutura é o começo de tudo

Será que você já ouviu falar em wireframe? O Wireframe é o projeto inicial da loja, até mesmo para se construir uma casa é necessário criar um. O wireframe tem a mesma função de uma planta baixa, geralmente ele é um arquivo em preto e branco demonstrando a disposição de cada detalhe da loja: Largura das colunas, quantidade de banners, espaço para o logotipo, tamanho dos selos de pagamento, medida das fotos, etc. Para facilitar seu entendimento, aqui na SERI.E DESIGN enviamos o wireframe em formato preview, atraves de um link com imagens estáticas apresentamos funcionalidades e conceito visual proposto para o seu projeto e também no que definimos quais os aplicativos e diferenciais que serão utilizados na loja.

É importantíssimo avaliar esta etapa com cautela e sem pressa, para garantir que não haja falhas depois que a loja estiver 100% pronta.

2) A grama do vizinho nem sempre é mais verde

Se você é daqueles que gosta tanto da loja de seu concorrente que resolveu criar a sua quase que uma cópia, você está fazendo isso errado!

Analisar a concorrência é realmente muito importante, mas não se limite apenas a lojas de seu segmento, avalie o que tem dado certo para eles e se inspire a buscar diferenciais, não apenas em seus concorrentes mas também na experiência de compra em outras lojas de outros segmentos.

3) Não fuja de suas raízes

Antes de iniciar o seu layout busque muitas referências de seu mercado: cores, fontes, fotos, funcionalidades, benefícios, etc, e utilize-as para que seu consumidor se sinta em casa. Ele precisa perceber logo de cara que está dentro de uma loja que vende aquilo que ele procura.

Criatividade é sempre bem vinda, mas não perca o bom senso, mantenha o foco no seu segmento de vendas.

4) O que importa é o Consumidor.

Desculpe a franqueza, mas neste momento: Sua opinião não importa!

Não deixe que suas preferências pessoais falem mais alto do que aquilo que o seu público alvo realmente gosta, afinal, são eles que você quer atingir. Claro que a loja não precisa fugir totalmente do que te agrada, mas tenha bom senso ao escolher os detalhes, nesse momento, sua opinião pode colocar tudo a perder.

5) Purpurina e Neon

Amigo empreendedor: Uma loja virtual não é um site institucional.

Luzes cintilantes? Logo que gira? Mouse com bichinho que segue? Banner de promoção que Pisca? – ESQUEÇA.

O Foco da sua loja tem que ser exclusivamente para o produto, nada deve chamar mais atenção do que ele e o botão comprar. Isso pode deixar sua loja cansativa para os olhos e o consumidor desistir da compra.

6) Cores e mais cores

A partir das cores é possível  decidir o que quer passar para seu consumidor. Mas falando de e-commerce, evite o uso excessivo de cores fortes, procure sempre mesclar com o branco ou o cinza, isso trará tranquilidade para a leitura online. De qualquer forma deixe para um especialista como a SERI.E DESIGN sugerir as melhores opções para o seu projeto.

7) Muitas vezes o menos é mais

Sabe por que o EUA é 1ª lugar em e-commerce no mundo? Por que se preocupam mais na facilidade e agilidade em comprar o produto do que em banners promocionais. Não seja exagerado, procure ser clean, e mesmo se usar cores fortes organize seus ícones de maneira que não fuja do foco: O produto.

8) Plataformas

Hoje existem diversas plataformas disponíveis no mercado, de todos os portes, regiões e preços. Não se iluda em achar que a mais cara é a melhor, independente do preço entre as diversas opções a melhor é a que se encaixe dentro do seu projeto. Para não perder tempo e nem cometer erros, entre em contato conosco!

Estas  dicas são apenas uma parte dos grandes benefícios que uma operação de e-commerce bem planejada pode trazer ao seu empreendimento.

Fonte: ecommercenews

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Frete grátis, nesta sexta, aumente suas vendas em até 50%

Frete grátis
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Frete Grátis, participe deste dia!

Na próxima sexta-feira (28) é comemorado o Dia do Frete Grátis. O evento é comemorado duas semanas antes do Dia das Mães. Sendo um dos eventos mais importantes para o comércio brasileiro.

Entretanto, o evento trouxe um aumento de 28% para as vendas online, quando comparado a semana anterior da promoção. Segundo especialista de logística da Tray, Alexandre Davoli. “Com bom planejamento de comunicação, regras bem claras para o ganho do frete e campanhas bem elaboradas, o aumento de vendas pode chegar a 50% na data.”

Contudo, o frete é decisivo na hora da compra para a maioria dos consumidores virtuais. Embora o relatório da E-bit. Cerca de 67% de quem compra online aponta o valor do frete como um motivo negativo na hora de fechar uma compra online.

O dia é comemorado há 9 anos nos Estados Unidos com o nome de Free Shipping Day.

Frete Grátis – Conclusão

No geral, o que determina qual ou quais as estratégias podem ser adotadas será o planejamento estratégico. Quando levado em consideração o desdobramento das micro etapas versus o tempo a ser concluído. Contudo, lembrando que não existe receita de bolo, o que funciona para você pode não funcionar para outra loja virtual e vice versa. Por isso, sempre recomendamos o acompanhamento de cada estratégia adotada. Desta forma é possível mensurar seus resultados e realizar algum ajuste se necessário.

Lembre-se:  investimento. Tempo e decerto o acompanhamento, são a regra de ouro para o planejamento estratégico sair do papel e alavancar as vendas de sua loja virtual.

Se precisar de mais dicas como:

  • usabilidade
  • gestão
  • estratégias
  • marketing digital

e tudo mais que possa incrementar a gama de possibilidades, assine nossa news e fique sempre por dentro dos materiais mais quentes e legais do e-commerce.

Agora, se você esta estruturando sua loja virtual, e-commerce e tem dúvidas ou esta inseguro(a), solicite uma assessoria gratuita e um de nossos especialistas entrará em contato contigo para entender do seu negócio!

Já pensou em ter sua própria loja virtual? Conheça nossas soluções

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7 tendências para seu e-commerce sair na frente

Descubra como deixar seu e-commerce mais lucrativo

A crise não diminuiu o crescimento do comércio online. O e-commerce cresceu 11% em relação ao ano anterior, movimentando R$ 53,4 milhões. Acompanhar as tendências de mercado e criar melhorias é um passo importante para manter-se a frente de concorrentes cada vez mais presentes.

Confira abaixo:

1- O cliente em primeiro lugar

Além da comodidade e conveniência, as lojas virtuais precisam se preocupar com a experiência do usuário, cada vez mais exigente. Uma loja precisa transmitir segurança, boa experiência de compra, ofertas relevantes e atendimento personalizado.

2- Mensure e analise sempre

Uma das vantagens do e-commerce é a possibilidade de testar e ver o que dá certo e o que não funciona. A mensuração fornece uma visão aprofundada e maior alcance sobre o comportamento do cliente dentro da loja, possibilitando conversões maiores.

3- Atendimento ao cliente mais próximo e interações em tempo real

Um atendimento personalizado e humanizado atrai mais clientes a realizarem uma compra na sua loja. Um exemplo são ferramentas de chat online, redes sociais, SMS e newsletter. Outro fator é interações que podem ser feitas diretamente como: citar nominalmente o cliente no blog, interações em redes sociais, otimizar interação da loja, etc.

4- Crescimento do mobile

Uma loja responsiva (que se adapta no celular) é cada vez mais importante com o aumento do uso de celular para compras online. Quem investir no e-commerce mobile e focar no atendimento diferenciado conseguirá crescer neste mercado.

5- Venda via redes sociais

É possível vender mais através das redes sociais. É preciso engajamento, criatividade e presença da empresa. Para isso, é preciso mensurar, testar e analisar o que está funcionando nas suas redes sociais e o que pode melhorar.

6- Cuidado com as entregas no mesmo dia

Muitos clientes gostam de receber o item rapidamente, mas é preciso verificar se esta é a melhor opção para seu público-alvo e se sua atual estrutura consegue oferecer a opção.

7- Small Data é tendência estratégica

A Small Data ganha traz espaço para insights e ideias exclusivas. A estratégia constitui em avaliar o consumidor de perto durante toda a sua rotina. O método proporciona a visão para novas inovações que o cliente poderia utilizar para facilitar no seu dia a dia.

Quer ter uma loja profissional? Conheça nossos planos!

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5 Dicas SEO para melhorar sua loja

Dicas SEO

Dicas SEO – Otimize seu site e venda mais!

Atualmente, estar no topo do Google pode te ajudar a ser encontrado por possíveis clientes. Desta forma, separamos algumas dicas para turbinar sua loja virtual. Confira nossas dicas para :

Dicas SEO
Dicas SEO

1. Dica SEO – Palavra-chave

Faça uma pesquisa de palavras mais usadas no buscador. O segredo é encontrar palavras-chaves muito procuradas (e relacionadas ao seu comércio) e que tenham uma concorrência menor (assim os valores são baixos)

(mais…)

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Loja Virtual x Marketplace

Confira os prós e contras destas duas ferramentes de comércio online

O comércio virtual veio para ficar: os números de vendas online crescem apesar da uma crise que vivenciamos hoje. Muita gente quer aproveitar a oportunidade para virar empreendedor ou complementar a renda, mas não sabe onde começar.
Separamos as vantagens de desvantagens de uma loja virtual e dos shopping virtuais: os famosos marketplace.
Loja virtual
Vantagens
1- Construa seu espaço

Uma loja virtual com um bom planejamento estratégico consegue fidelizar seus clientes. A loja virtual é uma ótima oportunidade para você criar um espaço seu e construir seu nome.

2- Liberdade

Customize, interaja com o seu cliente da forma que achar melhor.

3- Não divida lucros

Vender em uma loja própria significa ficar livre de comissões.

4- A concorrência é menor

No Marketplace, é preciso disputar espaço com outras lojas. Já na sua própria loja virtual, você não tem um concorrente tão direto.
Desvantagens
1- Investimento inicial maior

Para ter uma plataforma própria, é necessário um investimento maior, pois o usuário se preocupa com a usabilidade do site e a segurança que ele apresenta.

2- Tempo de comprometimento

O tempo gasto também é maior. É preciso investir em estratégias e pensar no visual para garantir que sua loja faça sucesso.

3- Gastos com visibilidade

A sua loja precisará de uma ajuda inicial para ser conhecida. É preciso pensar em possíveis investimentos no Facebook, Google, Instagram.
4- Paciência

Começar um novo negócio sempre requer paciência.

Marketplace
Vantagens
1- Facilidade

Ter um espaço em um shopping é mais fácil. Não é necessário uma plataforma para poder vender.
2- Mais barato

O gasto são menores, pois não é preciso uma plataforma.
3- Acesso a uma grande quantidade de clientes

Uma grande quantidade de pessoas buscam produtos em lojas maiores. Você terá acesso a esses clientes.
Desvantagens
1- Pagar comissão

Sua margem de lucro será menor, pois é preciso pagar comissão a essas empresas.

2- Concorrência

Além do gasto com a comissão, a concorrência é maior. É preciso bons preços em relação aos concorrentes que estarão vendendo os mesmos produtos que você.

3- Visibilidade baixa

Quem compra em loja colaborativa, não se preocupa com o nome da loja que está vendendo. Logo, sua empresa não será reconhecida.

Qual é a melhor opção?
Conseguir aliar o marketplace com a loja própria pode contribuir para o faturamento da sua empresa. Aproveite todas as oportunidades de crescimento para alavancar sua marca.

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Sua loja física pode te ajudar a criar o seu e-commerce

Dicas importantes sobre como ampliar sua visão no e-commerce

Quem é vendedor, entende a essência de vender. Mas é preciso entender que as lojas online tem suas peculiaridades. Não adianta copiar tudo o que funciona no varejo físico. É preciso avaliar o que é possível aproveitar para a loja virtual. Por isso preparamos algumas dicas de como começar sua loja virtual.
1- Invista em publicidade

A publicidade online não é tão cara quanto as mídias tradicionais. Invista em publicidade com escala e conversão. Atualmente, temos diversos meios para isso: Google, Facebook, Twitter, Instagram, Sites conhecidos.
2- Cuidado com a gestão do estoque

Ter uma enorme variedade de produtos não é a prioridade. É melhor investir em uma quantidade maior de estoque.
3- Pense diferente

O mundo virtual é diferente! Ter redes sociais e criar posts divertidos pode fazer toda a diferença na hora de conhecer sua loja.
4- Controle de custos

Lembre-se que a loja virtual terá custo de frete, controle de envio e isso alterará a forma de calcular preços de venda.
Na hora de entrar no mundo virtual, seja cuidadoso. Para atingir sucesso nas vendas online, procure profissionais qualificados que tenham experiência.

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Saiba como uma loja virtual pode melhorar as vendas da sua loja física

Segundo o Ebit, a participação das lojas virtuais brasileiras já são mais de R$ 41 Bilhões em vendas anuais

Conheça as 5 vantagens para abrir uma loja virtual:
1- Menor investimento

Uma loja virtual não precisa de uma boa localização e requer espaços menores. Você economiza com aluguéis caros, despesas fixas ou uma equipe grande. Apessar disso, é necessário um investimento com a loja virtual. A estrutura e a dinâmica do site conta muito na hora das vendas.

2- Compartilhamento de estoque

Inicialmente, não é preciso montar um estoque só para a loja virtual. O estoque da sua loja física poderá ser utilizado. É possível trabalhar com reserva de estoque, gerando um pedido para repor quando o estoque estiver próximo de zerar.

3- Sua experiência no varejo conta

Se você já domina o mundo das vendas (calcular preço, controle de estoque ou negociar com fornecedores, por exemplo), fica muito mais fácil gerenciar uma loja virtual. As técnicas são as mesmas, com algumas variações. Você começa a frente da maioria dos lojistas online, pois já tem experiência na área que muitos demoram para aprender.

4- Alcance da marca

Com uma loja virtual, seus produtos podem ser vendidos para em qualquer parte do Brasil. Assim, sua empresa pode deixar de ser uma marca de bairro, podendo ser conhecida e elevando o nível.

5- Escalabilidade

A loja virtual não tem limites! Na loja física, há um número máximo de clientes que é viável atender diariamente. Isso acontece por diversos fatores: espaço, tamanhp da equipe, localização.

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6 Motivos para abrir uma loja virtual

Nos próximos anos, o varejo virtual aumentará de 3% para 6% do varejo total

Dados da Euromonitor International prevê que no Brasil, a paticipação das vendas online em 2019 será de 4.3% do total de vendas no país, atingindo U$ 19.1 bilhões.
Nos Estados Unidos e em alguns países Europeus e Asiáticos, as vendas online já são de 9%. Segundo o Ebit, a participação das lojas virtuais brasileiras já são mais de R$ 41 Bilhões em vendas anuais.
Motivos para abrir uma loja virtual:
1- Crescimento do setor e previsão de aumento nos próximos anos

Não fique para trás! O aumento das lojas virtuais já é estimativa econômica.

2- A praticidade de fazer compras online

As pessoas buscam praticidade no dia a dia. Segundo estudos do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), 33% dos compradores reconhecem a economia de tempo uma grande vantagem das compras online.

3- Comprar pela internet está mais seguro

Antigamente as pessoas tinham receio de comprar virtualmente, mas essa percepção mudou. Estudos apontam que numa escala de zero a dez, o índice médio de satisfação do consumidor brasileiro com as compras online é de 9.3
4- É fácil pesquisar e comprar os preços

Uma das vantagens do e-commerce é comparar preços e lojas dentro de casa.

5- O número de pessoas conectadas aumentou no Brasil

Segundo o IBGE, 50% das casas brasileiras tem internet.

6- Crescimento de smartphones com acesso a internet

Pesquisas revelam que há mais linhas de celulares que pessoas no mundo! O crescimento do aparelho contribui para o aumento de usuários online.

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7 tendências do varejo on-line para 2017

ecommerce-seriedesign

O varejo on-line vem construindo um futuro promissor. Para se ter uma ideia das tendências para o próximo ano, considere que, somente no estado de São Paulo, o e-commerce registrou um faturamento real de R$ 3,4 bilhões no segundo trimestre de 2016! Esse resultado foi atingido em apenas 3 meses, em plena crise econômica e em apenas um estado da federação.Com a conquista de cada vez mais espaço no faturamento total do mercado, novos empreendimentos on-line surgem diariamente, na expectativa de abocanhar uma fatia desse bolo. Para se manter competitivo, é essencial acompanhar e implementar com rapidez as tendências que referenciam e criam linhas de base para o varejo on-line como um todo. Novas tecnologias têm contribuído para que clientes tenham experiências mais ricas, e, varejistas, melhor rentabilidade.Sendo assim, apresentamos sete tendências do varejo on-line para 2017, para você acompanhar de perto e sair na frente da concorrência. Confira!

1. Análises serão feitas em tempo real

Análise em tempo real é uma das mais pertinentes tendências para 2017, pois fornece uma visão mais profunda e de maior alcance sobre conversões e comportamento do cliente.Liderando as mudanças, há um nome que muitos varejistas on-line já conhecem: kissmetrics. Esse software permite rastrear todos os canais de vendas e fontes de conversão possíveis, seguindo-os da sua origem até o resultado final.Por meio da análise em tempo real, você poderá acompanhar cada ponto de conversão possível, porque softwares como esse (e outras soluções afim, como Mixpanel e Hubspot) irão mantê-lo informado de cada interação.Em seguida, você estará apto a usar essas informações para melhor entender o comportamento de compra dos seus clientes e realizar as alterações necessárias para gerar melhores conversões.

2. Atendimento ao cliente será live-action

Outra tendência muito discutida é a interação ao vivo com os clientes. Deve-se considerar, entretanto, que há clientes mais e menos engajados e dispostos a aprofundar o relacionamento com sua empresa e marca.Obviamente, quanto mais engajado estiver o cliente, maiores são as chances de interagirem e realizarem compras. Ou seja, sua empresa e marca se beneficiam quanto mais interativa for sua relação com o consumidor. Para engajá-lo e aproveitar essa tendência, há certas ações que você pode realizar:

  • Citar nominalmente os clientes no seu blog para incentivar a repetição de visitas e a interação;
  • Responder às suas perguntas por meio de vídeos ou blog posts;
  • Atualizá-los por e-mail ou newsletter;
  • Postar conteúdos valiosos com frequência para mantê-los informados;
  • Otimizar a interação com o cliente nos seus projetos de e-commerce;
  • Priorizar os clientes mais fiéis na destinação de ofertas especiais.

Além disso, você poderá incorporar softwares de atendimento ao cliente, como o Zendesk. Por meio dessa solução, é possível envolver ativamente os clientes ao permitir que façam perguntas em um sistema que integra chat on-line, redes sociais, chamadas telefônicas, sms, etc. Os relatórios criados permitirão à sua equipe de atendimento ao cliente responder em tempo real. Além disso, oferece suporte live-chat para qualquer cliente durante o processo de compra. Isso é muito útil para atender àquele consumidor que ainda não está acostumado ou se sinta inseguro ao realizar compras on-line.

3. O uso de dispositivos móveis atingirá novas alturas

Cada vez mais, as pessoas estão utilizando smartphones e tablets para efetuar compras on-line. Porém, todo o potencial que esse novo mercado abre, está, ainda, longe de ser explorado satisfatoriamente. Os smartphones servirão de catalisadores para levar as empresas a uma nova era, na qual todo o foco estará voltado para a satisfação do cliente. Toda empresa que queira sobreviver no século XXI deverá investir em plataformas de e-commerce que estimulem a aproximação dos consumidores.Já podemos ver, no dia a dia, os primeiros passos dessa transição, na qual a maioria das vendas – mesmo de lojas exclusivamente físicas – é processada digitalmente!

4. As compras on-line serão o novo status quo

À medida que varejistas on-line começam a perceber que os clientes gostam de visitar a loja física, mas desejam a conveniência e comodidade oferecidas pelas compras on-line, passarão a realizar ações no sentido de individualizar, cada vez mais, a experiência de compra nas suas lojas virtuais. Além do suporte interativo, os clientes poderão se comunicar diretamente com assistentes de venda para terem suas dúvidas sanadas, além de obterem respostas em tempo real para suas dúvidas e comentários.

5. Vendas serão ancoradas nas redes sociais

Soluções como o Soldsie permitirão que você obtenha valiosas referências de alta conversão a partir de redes sociais, ajudando-o a melhorar suas taxas de CTR e ROI. Outra solução que promete entrar cada vez mais no mercado brasileiro (competidor direto do Soldsie) é o Curalate. Ele permite aos usuários mensurar as conversões originadas a partir de plataformas mais visuais, como o Instagram e o Pinterest. Seus algoritmos são capazes de identificar as imagens e quantificar a presença da sua empresa nessas redes, além de poder descobrir quem são os usuários mais ativos e comparar seu desempenho com o dos concorrentes.

6. As entregas no mesmo dia da compra estabelecerão um novo padrão

Muitas empresas já perceberam que a maioria dos consumidores adoraria poder receber o produto que comprou on-line no mesmo dia, ainda que tenha que pagar um pouco mais por isso. No entanto, vá com calma: analise seu público-alvo, suas demandas e a sua atual infraestrutura de entrega. Se for possível realizar um investimento para oferecer esse diferencial, realmente valerá a pena. Caso contrário, considere realizar essa opção a longo prazo. Seja como for, certamente representará uma vantagem competitiva para sua empresa!

7. Big Data e Small Data serão tendências do varejo para estratégia

O Big Data é um conceito bastante difundido nos últimos anos e contribuiu de modo relevante para o desenvolvimento de novas maneiras de comercializar e se comunicar com clientes on-line. Isso é possível a partir da coleta de dados dos consumidores em larga escala, viabilizando a criação de uma abordagem mais eficiente. Seu foco é mais quantitativo e estabelece bases para o desenvolvimento de estratégias de alto impacto.

Já o Small Data concentra-se nos pequenos detalhes. É resultado do garimpo minucioso das informações do Big Data, com o objetivo de captar percepções dos clientes, entender como eles pensam e suas motivações intrínsecas. O foco do Small Data é qualitativo e visa obter insights que o Big Data por si só não é capaz, além de garantir às empresas que o colocarem em prática percepções únicas dos seus clientes, que nenhuma outra descobriu ainda. Tudo isso deve ser levado em consideração para que sua empresa esteja sempre à altura de clientes cada vez mais bem informados e exigentes. Ao lado dessas 7 tendências do varejo on-line, não podemos esquecer aquela que é válida para todos os anos: a única constância em tecnologia (e na vida, de modo geral) é a mudança. Então, esteja sempre preparado para ela!

Gostou de conhecer as principais tendências para 2017?

Temos muito mais para lhe oferecer, entre em contato agora!

Fonte: EZ Commerce

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10 erros de Design que sua empresa pode estar cometendo e não sabe!

bad-design

Na concepção de um site ou e-commerce, os critérios visuais e técnicos devem andar lado a lado, certo? Todas as empresas querem construir uma página visualmente atraente e tecnicamente performática. Afinal, de nada adianta levar em conta o design se a usabilidade é ruim.

Nesse post, aponto alguns erros de design que podem comprometer o desempenho da principal porta de entrada de seus potenciais clientes no ambiente digital. Procure avaliar ponto a ponto e tentar aplicar em seu site ou loja virtual. Prontos para começar? Então vamos lá:

1)Imagens muito pesadas

O principal erro na maioria dos sites e e-commerces. As imagens são as maiores responsáveis pelo tempo de carregamento da página, e podem significar a desistência do visitante/cliente. Também é importante considerar que muitos usuários acessam a web pelo celular, com uso restrito de dados. Você não quer ser o responsável por acabar com o pacote de dados do seu cliente, certo?

Solução: Otimize as imagens, e as substitua por imagens mais leves. O ideal é que imagens grandes não passem de 100kb e imagens pequenas tenham no máximo 50kb. Ícones, botões e demais objetos menores não podem passar de 10kb. Você pode usar ferramentas como o Tinypng para reduzir suas imagens sem perdas perceptíveis de qualidade ou mesmo transparência.

2)Imagens Pixeladas

As imagens ficam com aparência “pixelada” por duas razões: imagens muito grandes que foram comprimidas ou imagens muito pequenas que foram expandidas. É um erro bem comum e fácil de ser corrigido.

Solução: Use imagens no tamanho correto para que elas não percam em qualidade.

3)Objetos “flutuando”, sem sombra

Como todos os demais elementos, os objetos e imagens fazem parte do design de seu site ou loja virtual. Sendo assim, eles precisam estar inseridos na página. Lembre-se: os objetos produzem sombra quando expostos a fontes de luz. Da mesma forma, as imagens da web representam objetos reais, e precisam da sombra própria. Atente para isso antes de incluir imagens no site sem sombra.

Solução: Lembre-se de conferir cada imagem antes de publicá-la no site a fim de evitar que os objetos pareçam flutuar.

4)Imagens muito chamativas

Nem sempre chamar a atenção do cliente pode ser benéfico para sua página. Seu visitante fica perdido quando é bombardeado visualmente. Pondere! Se sua imagem prende muito a atenção, ela pode vir a atrapalhar o foco principal da sua página – navegação, interação e conversão.

Solução: Use imagens somente quando necessário. Observe se sua imagem não desvia o foco principal da página. Ferramentas de Heatmap são muito úteis para essa conferência.

5)Cores sem contraste ou com muito contraste

A escolha de cores é fundamental para a boa visualização do seu site. O contraste correto é responsável pelo entendimento do seu conteúdo. Usar cores muito parecidas ou muito opostas pode dificultar a visualização da sua página.

Solução: De modo geral, não use cores claras em fundos claros nem tons escuros em fundos escuros. Veja no exemplo abaixo:

6) Cores que não combinam

Ainda no exemplo acima, veja como os tons de vermelho e verde não harmonizam entre si. Também é importante seguir um padrão. Se uma página do seu site tem design mais voltado para o laranja, não convém usar outros detalhes em roxo, por exemplo.

Solução: Uma rápida pesquisa sobre Teoria das Cores pode dar boas dicas para a escolha correta da paleta de tons mais adequada.

7)Estilos diferentes de design

Sabe aquela dica básica de moda que xadrez e listrado não combinam? Você pode usá-la em seu site também. Usar diferentes estilos na mesma seção do site não convém. Se você usa ícones para suas subseções, continue usando ícones para todas; se sua página é mais voltada ao flat, não convém usar objetos muito realistas, ou mesmo sombras que não sigam esse estilo.

Solução: Procure seguir um padrão nas diversas seções de seu site para manter a harmonia de todo o conjunto de elementos.

8)Diferenças de alinhamento

O alinhamento dos elementos é ideal para a organização do seu site. Com os alinhamentos padronizados você transmite mais firmeza e confiança. Uma página bagunçada pode soar como desleixo ou amadorismo.

Solução: Revise conteúdos e imagens publicados e, se necessário, realinhe esses elementos para dar um ar mais profissional ao site.

9)Espaços em branco

Um erro muito comum e que muitas vezes não é notado pelo desenvolvedor, mas percebido facilmente pelos clientes. Muitos espaços ficam vazios, sem conteúdo, e simplesmente não acrescentam nada a sua página.

Solução: Lembre-se que organização é fundamental. Preencha esses espaços com material relevante para a navegação.

10)Falta de espaço

Erro oposto ao anterior, mas também muito comum. É bem desconfortável pegar o ônibus lotado, né? Também é muito desconfortável navegar em um site lotado de informações e estímulos. Perdido em meio à poluição visual, o usuário não se sente confortável no site.

Solução: O ideal é sempre deixar um espaço suficiente entre os elementos para que eles possam respirar e conviver harmoniosamente.

Espero que as dicas acima possam ser úteis para aprimorar ainda mais a qualidade do seu site e profissionalizar a forma como você se apresenta aos seus clientes na web.

fonte: ecommercenews

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Como criar uma página no Facebook (Fan Page)?

O Facebook já possui mais de 70 milhões de usuários cadastrados somente no Brasil. Sabendo que o país possui um pouco mais de 90 milhões de pessoas que acessam a internet, podemos concluir que de cada 5 internautas, 4 possuem cadastro na rede social. Outro número interessante é o de acesso diário, desses mais de 70 milhões de cadastrados no Facebook, 72% acessam o Facebook diariamente, ou seja, mais de 50 milhões de pessoas dão aquela conferida na sua rede social pela menos uma vez por dia.

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Com números tão expressivos, acreditamos que não é preciso convencê-lo da importância de ter sua empresa, marca ou produto presentes nesta rede social, não é verdade? Então para facilitar a vida da sua equipe iremos mostrar um passo a passo de como criar uma página no Facebook, ou seja, como criar uma Fan Page no Facebook.

Criar um perfil para sua empresa não é o mais indicado, primeiro por que o perfil não foi desenvolvido para este propósito, segundo por que se o Facebook descobrir que o perfil não é de uma pessoa e sim de uma empresa, marca ou produto, sua conta poderá ser excluída. Então, vamos ao passo a passo de como criar fan page no Facebook:

1) ACESSANDO SEU FACEBOOK PARA COMEÇAR
Antes de qualquer coisa é necessário que você tenha uma conta pessoal criada no Facebook, caso ainda não tenha, crie agora mesmo acessando o site do Facebook. Logo na página principal você verá o formulário de cadastro.

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2) SELECIONANDO A CATEGORIA DA SUA FAN PAGE
Caso você já possua uma conta no Facebook, vamos começar a criar a página no Facebook agora. Acesse sua conta pessoal e depois acesse https://pt-br.facebook.com/pages/create/, você verá a tela abaixo:

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Negócios locais ou Local: Essa categoria serve para empresas que possuem uma abrangência local, como, por exemplo, advogados, bares, casa de shows, cinema, hospital, hotel, médico, restaurante etc…

Empresa, organização ou instituição: Muito parecida com a categoria anterior, porém, como não é uma atividade obrigatoriamente local, não há necessidade de fazer chek in, ou seja, informar a localização do estabelecimento. Essa categoria pode ser selecionada por empresas de tecnologia, publicidade, saúde e beleza, viagem etc… Para loja virtual, por exemplo, essa categoria é interessante, pois possui algumas opções que podem encaixar perfeitamente no perfil da sua empresa.

Marca ou Produto: Interessante para empresas que estão criando uma Fan Page para um determinado produto ou para uma determinada marca. Por exemplo, a empresa P&G quer criar uma Fan Page para a marca Oral-B, então essa categoria é a mais indicada.

Artista, banda ou figura pública: Como o próprio nome já diz é uma categoria indicada para bandas, cantores, políticos, apresentadores de televisão, personagem etc…

Entretenimento: Categoria ideal para um programa de tv, um evento (esportivo, rave, micareta), filme, livro, música etc…

Causa ou comunidade: Ideal para uma passeata, ONG, uma causa específica etc…

É importante lembrar que você poderá editar essa categoria futuramente, então mesmo que faça uma escolha errada e perceba isso futuramente, fique tranquilo, você poderá editar essa categoria mesmo com sua Fan Page em funcionamento.

3) PERSONALIZANDO FOTO, DESCRIÇÃO E URL
1 – Aqui você coloca uma breve descrição sobre a sua empresa, marca ou produto. É interessante escrever, de forma direta, o que sua empresa oferece, o que é exatamente seu produto ou marca.

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2 – Agora você poderá colocar uma imagem, podendo ser o logotipo da sua empresa, marca ou uma foto do seu produto. O tamanho ideal é 180pxl de largura por 180pxl de altura.

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3 – Informe o endereço da sua Fan Page no Facebook e depois clique em “Definir endereço”.

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4) FINALIZANDO A CRIAÇÃO DA FAN PAGE
Nesta etapa você poderá curtir sua Fan Page (você será seu primeiro seguidor) e também poderá começar a adquirir novos seguidores, começando pelos seus amigos.

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Clicando em “Convidar amigos” o Facebook apresentará uma lista com todos os seus amigos, basta você selecionar quais os amigos deseja enviar o convite e depois clicar em “Enviar”.

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Agora falta inserir uma imagem de capa, assim sua Fan Page ficará ainda mais personalizada. Você precisará estar logado com sua Fan Page e não com o seu perfil pessoal. Para isso, faça como na imagem abaixo:

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Depois basta clicar em “Adicionar uma capa”:

A imagem de capa deve ter o tamanho de 851pxl de largura por 315pxl de altura.

Pronto! Sua Fan Page foi criada com sucesso. Agora basta divulgar para os seus clientes, mantê-la sempre atualizada e sempre interagir com seus seguidores.

 

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Google diz: E-commerce brasileiro vai crescer 12,4% ao ano e dobrar de tamanho no país

O e-commerce vai dobrar a sua participação no varejo restrito brasileiro até 2021 e crescer, em média, 12,4% ao ano. As projeções foram feitas pelo instituto de pesquisa Forrester em levantamento encomendado pelo Google para analisar o comércio eletrônico no Brasil.

e-commerce

Segundo o relatório, hoje o faturamento do setor está em R$ 47,1 bilhões, e ele tem 2,8% de participação no varejo, contando alimentos e bebidas (R$ 46,3 bilhões excluindo os dois segmentos). Mas, pela projeção do Google, a cifra deve chegar a R$ 84,7 bilhões em 2021 e abocanhar 4,6% do mercado (R$ 82,9 bilhões e 9,5% do mercado sem contar alimentos e bebidas).

Isso corresponde a um crescimento de, em média, 12,4% ao ano, com início de retomada já em 2017 (veja o gráfico abaixo).

Também de acordo com o levantamento, boa parte do desempenho positivo se dará por conta da diversificação no tipo de compras, hoje dominado, principalmente, por livros e materiais eletrônicos, que correspondiam, em 2010, a 65% das aquisições online, segundo o estudo.

Setores ainda em desenvolvimento no e-commerce, como roupas, calçados, beleza e itens alimentícios, serão mais procurados por consumidores a partir do próximo ano – o Google projeta que, em 2018, cerca de uma a cada quatro vendas feitas pela internet será desses segmentos. Hoje, eles correspondem a 11% das compras.

Eletrônicos e livros continuarão em primeiro lugar, mas representarão algo próximo a 52% do volume de transações.

Assim, o Brasil tem grandes chances de sair do que o Google chama de “terceira fase” do e-commerce – na qual bens comparáveis, como itens de mídia, eletrônicos e livros, são os mais comercializados – para a quarta fase, de aquisição frequente de bens subjetivos (beleza e alimentação, por exemplo).

Internet lotada

De acordo com o estudo, o crescimento do e-commerce nacional ocorrerá, também, devido à quantidade de usuários de internet no Brasil.

Hoje, cerca de 124 milhões de pessoas estão conectados à rede virtual de computadores – ou seja, 60% da população. Até 2021, o número vai aumentar 151 milhões de internautas e alcançar 71% do país.

Com isso, a faixa de idade mais propensa a comprar online no futuro será a de 25 a 44 anos, isto é, quem atualmente tem entre 20 e 39 anos.

Fonte: Rakuten

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Black Friday chegando, economia no vermelho, mas o cenário do e-commerce é positivo

 

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Como todos já sabem, em novembro acontece a Black Friday, considerada a grande data do varejo. O objetivo dela é simples: uma sexta-feira para o lojista fazer giro de caixa e rodar seus estoques. Aos clientes, preços baixos e boas oportunidades de compras. A ansiedade de ambos os lados não é para menos pois, segundo a E-bit, empresa especializada em estudos sobre o comércio eletrônico, em 2014 a data resultou em um faturamento acima dos R$ 1,4 bilhão, o que representou um crescimento de 51% em relação ao ano anterior.
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Conheça as novidades do Facebook para fan pages

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Você sabia que mais de um bilhão de pessoas visitam fan pages mensalmente em busca de informações sobre uma empresa ou um segmento? Pois esta afirmação pertence ao próprio Facebook que anunciou o lançamento de novos recursos para as páginas empresariais, facilitando a comunicação entre empresa e cliente.

Conheça as novidades:
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