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5 tendências do e-commerce para 2021

Apandemia mudou definitivamente a maneira como as pessoas fazem compras. De acordo com uma pesquisa recente da Comscore, o tempo gasto no varejo é maior em aparelhos móveis, que contam hoje com mais de 72 milhões de usuários ativos no Brasil.

Apesar disso, ainda existem 17 milhões de pessoas que utilizam apenas o computador no seu dia a dia, sendo necessário que as empresas adaptem suas lojas de ecommerce para funcionarem perfeitamente em ambas plataformas. E essa não foi a única mudança que vimos.

As práticas de ecommerce mudaram ao longo dos meses de 2020. Agora, mais do que nunca, o foco dos negócio é a experiência do usuário. Confira 5 tendências para observar em 2021.

1 – Omnichannel é rei

Seja em vendas, logística, cadeia de suprimentos ou comunicação, omnichannel é uma das palavras do momento e o futuro de todos os negócios em desenvolvimento. Omnichannel é uma estratégia de conteúdo de canal cruzado que as organizações usam para melhorar a experiência do usuário e conduzir melhores relacionamentos com seu público.
O segredo para uma estratégia omnichannel vencedora é entender o que seus clientes precisam antes mesmo que eles saibam que precisam, oferecendo ao seu cliente todo o suporte por meio de diferentes canais de vendas. Depois de ter uma experiência completa para seus clientes em diferentes canais e dispositivos que pareça natural e consistente, você aumentará suas vendas exponencialmente e tornará os clientes leais à sua marca.

2 – Voice Shopping

“Ok Google”, “Hey Siri” e “Hi Alexa” se tornarão as frases mais faladas depois que o Voice Shopping se tornar uma realidade em todo o mundo. As pessoas estão começando a gostar da ideia de ter um assistente com dispositivo de voz em suas casas, como Assistente Google e Alexa. A compra por meio desses dispositivos de voz chegará a US $ 40 bilhões em 2022.
Isso acontecerá porque a Amazon e o Google estão visando mercados ao redor do mundo, incluindo diferentes idiomas. Essas empresas apostam no conforto e comodidade para seus clientes e muitas outras seguirão criando aplicativos que usarão comandos de voz para executar suas ações. À medida em que a popularidade dos dispositivos assistidos por voz aumenta, há uma preocupação crescente com a privacidade do usuário. Essa conversa provavelmente continuará no próximo ano.

3 – Produtos verdes e sustentabilidade assumirão o controle

A nova geração é formada por compradores conscientes. Seu comportamento de compra é focado em valores como responsabilidade social e ambiental. Em 2021, se as marcas não se adaptarem à uma política pró-sustentabilidade, ecológica e livre de crueldade, elas correm o risco de serem substituídas por empresas que, embora potencialmente mais caras, defendem essas práticas. Os jovens consumidores preferem marcas que compartilhem seus valores e moral, empresas que tenham um propósito definido.

4 – AI e AR

Espera-se que a inteligência artificial (IA) e a realidade aumentada (AR) sejam um dos maiores investimentos dos vendedores em 2021. As empresas gastarão dinheiro e esforços para garantir que o ecommerce ofereça a melhor experiência aos clientes. Os benefícios da IA no próximo ano virão principalmente da otimização do processo e da maximização da receita.
Embora a IA ofereça experiências personalizadas para pessoas diferentes — rastreando o histórico do cliente e o comportamento de navegação e oferecendo exatamente o que ele está procurando ou a combinação perfeita para o que acabou de comprar —, a AR se concentrará em satisfazer a necessidade do cliente de inspecionar fisicamente o produto. Ela mostrará todas as características do seu produto e como ficaria bem com eles, mas no conforto de suas casas.

5 – Comércio visual

Uma imagem vale mais que mil palavras, dizem. E isso nunca poderia ser mais preciso quando se trata de comércio eletrônico. As lojas mais relevantes do mundo não usam imagens apenas na página de produtos. Elas também usam em todo o site para atrair a atenção dos consumidores e convertê-los em clientes na hora.
Toneladas de imagens de alta qualidade podem comprometer a velocidade de carregamento da página — e diminuir a experiência do cliente. Portanto, as empresas precisam ficar de olho nisso. Para 2021, os e-commerces terão de investir em formatos modernos para venderem. Isso inclui utilizar imagens e vídeos 360° dos produtos, ferramentas de busca visual e se manter atualizado com as novidades em imagem.
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fonte:ecommercebrasil

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Tudo sobre e-commerce: Vale a pena aceitar o Pix na loja online?

Quando o sistema de telefonia móvel foi inventado, algumas pessoas viram o celular como uma forma de perseguição, já que poderiam receber ligações e ser encontradas a qualquer momento. E hoje em dia? Bem, é possível que você esteja lendo este artigo no seu smartphone.

O Pix, sistema de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central, enfrenta o mesmo tipo de resistência no momento.

Muitas pessoas expressaram receio em se cadastrar no Pix por medo de terem seus dados bancários roubados, ou ainda por verem o Pix como uma forma de ficarem presas a uma instituição financeira.

Apesar dos muitos boatos que circulam pela internet, o Pix faz parte de uma grande revolução no envio e no recebimento de valores — é uma mudança que está em curso em todo o mundo. Sistemas de pagamento instantâneo já existem em mais de 50 países, e o Brasil agora se junta a essa tendência com o Pix.

Se você não sabe o que é Pix ou se deve oferecê-lo em sua loja, então este artigo é para você. Reunimos aqui informações sobre o funcionamento do Pix, bem como uma série de benefícios que esse novo meio de pagamento pode trazer para seu e-commerce.

O que é Pix?

O Pix é um meio de pagamento instantâneo, lançado pelo Banco Central em novembro de 2020, com o objetivo de futuramente substituir as transferências TED e DOC. Ao se cadastrar no sistema do Pix dentro do site ou do aplicativo de uma instituição financeira, o usuário tem acesso a essa opção na hora de realizar pagamentos ou transferências de valores.

Para se cadastrar no Pix, basta acessar o aplicativo ou site de seu banco e criar uma chave Pix. Sua chave Pix pode corresponder a um desses quatro meios de identificação: CPF/CNPJ, e-mail, número de telefone celular ou uma chave aleatória — uma combinação de letras e números que funciona como um login.

Com o Pix, é possível transferir valores para contatos no celular ou ainda fazer pagamentos no e-commerce por QR code, que mostrará o valor da transação e a identificação do recebedor.

Benefícios do Pix para seus clientes

A principal vantagem do Pix para os consumidores é a praticidade: o pagamento pode ser feito com o próprio smartphone, a partir da lista de contatos da pessoa ou por meio de um QR code — ou seja, sem a necessidade de inserir dados bancários ou de cartão.

Além disso, por ser um meio de pagamento instantâneo, as transações são processadas e confirmadas em questão de segundos — diferentemente das transferências TED ou DOC, que levam horas ou dias para serem concluídas.

Outro benefício para o cliente é que não há cobrança de taxa de transferência feita por pessoas físicas.

Por que oferecer o Pix como meio de pagamento?

O novo sistema de pagamento instantâneo do Banco Central é especialmente vantajoso para lojistas. Incluir o Pix nos meios de pagamentos aceitos em sua loja poderá trazer benefícios para suas finanças e até mesmo para suas vendas.

Trata-se de um meio de pagamento mais barato para o e-commerce: as transferências são feitas do cliente diretamente para o lojista, eliminando assim a necessidade de intermediários no processo.

Com outros métodos de pagamento, como boletos bancários e cartões de crédito, o lojista só vem a receber o valor referente à compra alguns dias ou até mesmo semanas depois. Já com o Pix, que é um meio de pagamento instantâneo, o valor fica disponível para o lojista imediatamente após a transação.

As transações feitas com o Pix serão bastante seguras para os lojistas por três motivos:

  1. O Banco Central é o responsável por monitorar todo o sistema do Pix, o que traz mais proteção para o processo;
  2. O Banco Central dispõe da infraestrutura centralizada necessária para implementar um complexo sistema de liquidação pelo valor bruto em tempo real (LTBR);
  3. Por se tratarem de pagamentos instantâneos, as compras feitas com o Pix não são passíveis de cancelamento.

Use o Pix para vender mais

As formas de pagamento oferecidas pela loja estão entre os fatores que mais influenciam a decisão do consumidor na hora de concluir a compra. Quanto mais diversos forem os meios de pagamentos oferecidos, o cliente terá menos razões para desistir da compra.

Suas taxas de abandono de carrinho também poderão diminuir, uma vez que o processo de compra será simplificado por conta do QR code. Em vez de ter que inserir dados de cartão ou pagar boletos, o cliente poderá apenas escanear o QR code oferecido pelo e-commerce e realizar o pagamento de forma imediata.

A praticidade desse meio de pagamento tornará o processo de compra mais ágil, e a eliminação de alguns obstáculos no checkout pode levar a mais conversões.

A previsão é de que, muito em breve, esse novo sistema de pagamento instantâneo seja amplamente usado pelos consumidores — o acordo firmado pelo Banco Central obriga todos os bancos com mais de 500 mil contas ativas a oferecer o Pix como meio de pagamento. Adiantar-se a essa tendência pode fazer com que clientes optem por sua loja em vez da concorrência justamente pela possibilidade de fazer compras com o Pix.

Vale ressaltar também que estar à frente em termos de tecnologia faz com que os consumidores tenham uma percepção positiva de sua marca. Em geral, o público aprecia empresas que estão por dentro das novidades tecnológicas.

O Banco Central realizou uma série de webinars nos últimos meses para tirar dúvidas da população a respeito do Pix. Em um desses webinars, foi feito um painel para discutir o uso do Pix como meio de pagamento no varejo. Você pode conferir abaixo o webinar “Pix como solução de pagamento para o varejo” na íntegra, ou então salvar o vídeo para assistir depois.

Comece a usar o Pix em sua loja online

Se você se empolgou com os benefícios do Pix e quer começar a aceitar esse novo meio de pagamento, basta se cadastrar e, em seguida, vincular o número identificador de sua conta bancária ao Pix.

Ainda é muito cedo para prever como será a disseminação desse sistema de pagamento instantâneo, então se você não quiser dar esse passo no seu e-commerce agora, não tem problema. Você já está munido de informações valiosas para tomar uma decisão no futuro.

fonte: Shopify

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Pix no e-commerce: como vai funcionar e quais as vantagens para minha loja online?

Em 16 de novembro de 2020, entra em vigor a nova modalidade de transferência e pagamento. O PIX, que permitirá os Pagamentos Instantâneos em todo o Brasil vai beneficiar as vendas pelo e-commerce.

Disponibilidade em todos os dias do ano, velocidade, conveniência, segurança, ambiente aberto, multiplicidade de casos de uso, informações agregadas.

E qual será o impacto do PIX no e-commerce? Como aproveitar essa nova forma de se realizar pagamentos e aumentar as vendas no varejo online?

Os pagamentos instantâneos e os maiores usuários no mundo

Há no mundo, atualmente, 54 países que realizam Pagamentos Instantâneos (PI), e o principal fator dessa escalada são os programas lançados na Ásia e a expansão no sistema europeu das chamadas Transferências a Crédito Instantâneas do SEPA (Área Única de Pagamentos em Euro, ou Single Euro Payments Area).

A China, sem dúvida, é o pais que mais escalou os pagamentos instantâneos através das Mobile Payment Platforms, como Alipay e Tencent-backed WeChat Pay da Alibaba que geraram 81 trilhões de yuans em transações ($12,8 trilhões) no ano de 2018.

Segundo o report anual da FIS (Fidelity National Information Services, Inc.), que criou o ranking de programas de pagamentos em tempo real — classificando os países que utilizam PI com base em características inovadoras, disponibilidade de fundos e aplicação no mercado — a Índia hoje é o líder global em usabilidade do PI. Ela é seguida por mais seis países, que se mostram grandes adeptos do PI, sendo eles: Austrália, Dinamarca, Polônia, Romênia, Singapura e Suécia. Os Estados Unidos e o Reino Unido estão entre 31 outros países ou regiões com seus esquemas de pagamentos instantâneos.

PIX do BCB

Desde a publicação do Relatório de Vigilância do Sistema de Pagamentos Brasileiro 2013, o BC vem incentivando o desenvolvimento de um arranjo de pagamentos, de amplo acesso, que possibilite a realização de pagamentos instantâneos. Em 2018, o BC decidiu liderar essa construção.

Pagamentos instantâneos são as transferências monetárias eletrônicas na qual a transmissão da ordem de pagamento e a disponibilidade de fundos para o usuário recebedor (EC) ocorre em tempo real e cujo serviço está disponível durante 24 horas por dia, sete dias por semana e em todos os dias no ano.

As transferências ocorrem diretamente da conta do usuário pagador (comprador) para a conta do usuário recebedor (EC), sem a necessidade de intermediários, o que propicia custos de transação menores.

O BC está liderando o processo de implantação do ecossistema de pagamentos instantâneos brasileiro, que está sendo construído de forma participativa, envolvendo a interlocução com diversos agentes do mercado.

O principal objetivo do BC com essa ação é aumentar a eficiência e a competitividade do mercado de pagamentos de varejo no Brasil, por meio da criação de um novo meio de pagamento que ajudará no processo de eletronização do mercado brasileiro.

O ecossistema de pagamentos instantâneos brasileiro será formado:

  • pelo arranjo aberto instituído pelo BC (PIX);
  • pelos prestadores de serviços de pagamento participantes do arranjo (instituições financeiras e instituições de pagamento);
  • pela plataforma única que fará a liquidação das transações realizadas entre diferentes instituições participantes (SPI); e
  • pelo diretório de identificadores de contas transacionais que armazenará as informações das chaves ou apelidos que servem para identificar as contas dos usuários recebedores (DICT).

O SPI, à semelhança de plataformas de outras jurisdições, terá arquitetura centralizada, com comunicação via mensageria, que será baseada no padrão internacional ISO 20022.

O BC estabeleceu, por intermédio Circular n° 3.985, 18/2/2020, os critérios e modalidades de participação no PIX, na plataforma de liquidação financeira do PIX (SPI) e no diretório de contas transacionais para endereçamento de pagamentos (DICT).

E também trouxe na Carta Circular n° 4.006, 20/2/2020, a forma de cadastro dos participantes para o processo de adesão ao arranjo de pagamentos instantâneos (Pix) e ao Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI).

Basicamente, todas as instituições financeiras e instituições de pagamento com mais de 500 mil contas de clientes ativas, considerando as contas de depósito à vista, as contas de depósito de poupança e as contas de pagamento pré-pagas, serão obrigadas a participar do PIX.

As demais instituições financeiras e de pagamento, mesmo aquelas que ainda não atingiram os limites para requerer autorização de funcionamento como instituição de pagamento, poderão, de forma facultativa, participar do PIX desde o seu lançamento.

Os benefícios do PIX

Os pagamentos instantâneos estão sendo desenhados com diversos objetivos, dentre eles o de aprimorar a experiência de pagamento dos usuários, tanto Compradores quanto ECs. Com a implantação do PIX, o país ganha mais uma alternativa para efetuar transações, além dos modelos tradicionais já existentes, como TED, DOC, boleto, cheque e cartões.

Com o surgimento de novas tecnologias de pagamento desenvolvidas tanto por bancos como por prestadores de serviços de pagamento não bancários (PSP), os Compradores e os ECs dispõem agora de uma vasta gama de instrumentos de pagamento à sua escolha.

Os pagamentos instantâneos podem ser utilizados para transferências:

  • entre pessoas (transações P2P, person to person);
  • entre pessoas e estabelecimentos comerciais (EC)s, incluindo comércio eletrônico (transações P2B, person to business);
  • entre estabelecimentos, como pagamentos de fornecedores, por exemplo (transações B2B, business to business);
  • para transferências envolvendo entes governamentais, como pagamentos de taxas e impostos (transações P2G e B2G, person to government e business to government);
  • pagamentos de salários e benefícios sociais (transações G2P, government to person) e de convênios e serviços (transações G2B, government to business).

Do ponto de vista dos compradores, o objetivo é construir soluções que permitam que a realização de um pagamento instantâneo seja tão fácil, simples, intuitiva e rápida quanto realizar um pagamento com dinheiro em espécie. Para tanto, os compradores poderão iniciar pagamentos por pelo menos três formas diferentes:

  • por meio da utilização de chaves ou apelidos para a identificação da conta transacional, como o número do telefone celular, o CPF, o CNPJ ou um endereço de e-mail;
  • por meio de QR Code (estático – uso em múltiplas transações, ou dinâmico – uso exclusivo a cada transação ); ou
  • por meio de tecnologias que permitam a troca de informações por aproximação, como a tecnologia near-field communication (NFC).

Do ponto de vista dos ECs, espera-se que a diminuição do número de intermediários na cadeia de pagamentos leve a um custo de aceitação menor que os demais meios eletrônicos. Além do menor custo, a disponibilização imediata dos recursos otimizará a gestão do fluxo de caixa dos ECs, o que tenderá a reduzir sua necessidade de crédito. Outro benefício é a facilidade de automatização e de conciliação dos pagamentos, e rapidez de checkout.

Para usar o PIX, será preciso que o Comprador e o EC tenham conta em um banco, em uma instituição de pagamento ou em uma fintech; não necessariamente uma conta corrente, as transações também poderão ser feitas usando uma conta de pagamento ou poupança.

O dia e a hora da transação não importarão, nem se o Comprador e o EC da operação possuem relacionamento com o mesmo banco ou instituição. A liquidação será imediata, ou seja, o EC terá em poucos segundos os recursos disponíveis em sua conta.

E para o PIX, os benefícios são:

  • eletronização dos meios de pagamento (consequentemente, melhor controle de LD/FT e redução do uso de cédulas, que são instrumentos socialmente mais custosos);
  • maior competição entre prestadores de serviços de pagamento (tende a gerar serviços com maior qualidade e menor custo);
  • facilita a entrada de novos atores;
  • maior potencial de inclusão financeira (custos menores de iniciação e de aceitação e ambiente com mais agentes ofertantes);
  • aumento de benefícios, preservada a segurança.

Os impactos do PIX no e-commerce:

Imagine uma situação em que o comprador está navegando pelo seu site, no note, computador, tablete ou smartphone e se depara com um produto ou serviço de imediata atração, então ele realiza o processo de compra e, quando finaliza o checkout, surge a seguinte tela:

  • Formas de Pagamento: PIX, Cartão de Crédito, Cartão de Débito, One Click Buy, Boleto;
  • O Comprador escolhe a opção de pagamento instantâneo PIX;
  • Após a confirmação dos dados do EC, o Comprador insere valor e senha ou autenticação biométrica/facial, e confirma a ação;
  • As informações da transação são confirmadas;
  • Voilà!

O PIX vem compor o portfólio de meios de pagamentos, se tornando mais uma opção de compra e venda entre os Compradores e ECs. Em uma avaliação mais superficial, ele não irá concorrer com as modalidades de cartão de crédito à vista ou parcelado, que possuem prazos de pagamentos próprios e favoráveis, do ponto de vista do comprador (essa ainda é uma questão cultural muito forte do consumidor brasileiro).

Então onde o PIX se torna atrativo aos ECs donos de sites de e-commerce?

De acordo com os dados da ABECs (estudo finalizado será apresentado no CMEP 2020), o mercado de cartões de crédito, débito e pré-pago, estima ter fechado o ano de 2019 com um volume financeiro transacionado no Brasil de mais de R$ 1,8 Trilhão, um pouco a mais do que os 17% de crescimento projetados para o ano. Desses pouco mais de R$ 1,8 Trilhão, o share do crédito e parcelado é de pouco mais de 60% em compras, contra uma participação de aproximadamente 37% no débito (o restante é pré-pago).

Quando transportamos isso para o mundo online, temos o seguinte cenário (dados de 2018):

  • Compras não presenciais já representam 20,5% do total movimentado pelo cartão de crédito;
  • Crescimento de mais de 18,5% de um ano para o outro;
  • 80% dos usuários usam o cartão de crédito nas compras online;
  • Via celular 63%, via desktop 35%, via notebook 33%, via tablet 3%.

Somando a esses fatores, temos dois grandes paradigmas que ainda não foram quebrados: os custos das transações via boleto e a morosidade, resistência e falta de usabilidade amigável das transações no cartão de débito em transações online.

Mesmo com o novo Protocolo 3DS 2.0, o crescimento das transações de débito no e-commerce é insignificante perante as demais formas de pagamentos online.

E nesse sentido, o PIX será um grande divisor de águas na indústria online, sendo uma forma de pagamento mais amigável, sem atritos na experiência de compras do Consumidor, sem mudanças de telas no checkout, funcional e transparente para todos os tipos de devices, além de não ter custos abusivos aos ECs.

Talvez agora, o e-commerce brasileiro efetivamente aumente suas vendas com segurança e velocidade, recebendo os valores à vista, através do PIX, powered by Banco Central.

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Fonte: ecommercebrasil

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Estudo revela os produtos mais vendidos do e-commerce durante a pandemia 2020

Uma pesquisa realizada pela Criteo, empresa de tecnologia voltada para profissionais de marketing, mostra o desempenho de diversos setores no comércio eletrônico durante as primeiras semanas de abril. Os resultados levam em conta os efeitos do isolamento social para evitar a propagação do novo coronavírus. O estudo foi antecipado com exclusividade pela EXAME.

Sendo possível filtrar os resultados por data e por país, a pesquisa revela quais foram as categorias que tiveram a maior alta nas vendas pelo e-commerce e leva em consideração a análise de um banco de dados com informações de 80 países e de 2 bilhões de compradores mensais ativos de mais de 20 mil plataformas de e-commerce.

Se analisados os dados do Brasil somente após o início da quarentena oficial instituída em São Paulo pelo governador João Doria no dia 24 de março, um dos destaques vai para a venda online de snacks. A comercialização de produtos como salgadinhos, chocolates, biscoitos, entre outros, aumentou 722% durante a segunda semana de abril.

Na análise da empresa de pesquisas, o fechamento dos espaços físicos dos restaurantes e bares se tornou essencial para o aumento direto das vendas online de supermercado. Vale destacar que o setor, em geral, teve alta de 233% também durante a segunda semana do mês de abril deste ano.

Mesmo com alta de 191%, o comércio online de televisores não figurou na liderança do mercado de eletrônicos. O posto ficou com produtos relacionados a jogos eletrônicos, como videogames, com alta de 315%. A venda de laptops aumentou 169%, menos do que roteadores e repetidores de sinal, com 193%.

As pessoas também estão se exercitando mais. Ou pelo menos comprando mais aparelhos desta categoria. Pulseiras inteligentes para medir batimentos cardíacos, contar passos e contabilizar calorias tiveram alta de 513% nas vendas. Produtos voltados para a prática de yoga e pilates foram comercializados com crescimento de 387%.

Curiosamente, nos Estados Unidos, apesar da covid-19 forçar as pessoas a ficarem confinadas na segurança de suas residências, a venda de patinetes elétricas aumentou 603% durante a terceira e quarta semana de abril. Patins e bicicletas tiveram altas de 475% e 392% respectivamente.

Segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o varejo digital brasileiro poderia crescer 18% em 2020 para atingir um faturamento de 106 bilhões de reais no ano. Os dados, porém, não levavam em conta todos os efeitos da pandemia da covid-19. Assim, é possível que esse percentual seja ainda maior.

fonte: exame.com

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Layout de Loja Virtual: Melhores práticas para seu e-commerce

Quando falamos em tendências para e-commerce, e tudo que evolve esse tema como UX e UI para e-commerce nos próximos anos, a quantidade de novas soluções e que surgem é enorme. Os profissional que trabalham com design, engajados e bem informado precisam estar, no mínimo, preocupados, na hora de optar e definir quais as técnicas vão deixar o layout de um e-commerce totalmente pronto para atrair e converter mais vendas.

De acordo com Rodrigo Augusto, sócio fundador da SERI.E DESIGN, o layout de e-commerce precisar transmitir a identidade da marca, e isso é essencial para vender e ter sucesso no mundo digital, uma vez que mostra que a empresa “trabalha com seriedade no comércio online”. Para ele, uma bom layout e usabilidade demonstra que a empresa investe em experiência do usuário no processo de compra online: “Quando sua loja virtual entrega uma boa experiência de compra online, desde a navegação até a finalização de compra, é nítido a percepção com a segurança e assim conquista um consumidor e divulgador fiel”.

São tecnologias, estilos gráficos, conteúdos, novas linguagens e muitos outros itens que entrarão em discussões de diversas agências sobre desenvolvimento e design de sites e e-commerce para os próximos anos.

Pensando nisso, a aqui na SERI.E DESIGN separamos uma seleção especial das principais tendências de webdesign para E-commerce. Descubra aqui no que você precisa ficar atento!

Design simples e funcional

Loja Provoke, inovação de UX e UI

O design para sites e lojas virtuais em si possui um viés totalmente voltado para a simplicidade. A tática é continuar cada vez mais buscando conceber funções e sites simples, compatíveis com dispositivos móveis e totalmente focados na experiência do usuário.

Para Rodrigo Augusto, o diferencial está na praticidade: “Ser atraente é ser somente bonito, mas sim ter sintonia com a clareza das informações.” Ao usar técnicas já estabelecidas, formas e padrões reconhecidos pelos consumidores online na página, será possível conseguir excelentes resultados.

Primeiramente, cuide muito bem da aparência, das funcionalidades e da construção para um layout bem resolvido. Estes são os primeiros aspectos a serem percebidos por alguém. “A hierarquia nas categorias, qualidade das fotos dos produtos e textos são coisas que irão impactar positivamente o consumidor que busca um produto e aumentar as sensações de segurança durante o processo de compra”, completa Rodrigo Augusto.

O design mais clean e minimalista continuará em alta por conta dos seus benefícios. O conteúdo e a informação serão “reis”! É preciso lembrar que um dos diferenciais para as tendências em web design é o equilíbrio visual entre todos os itens e saber hierarquizar o que é mais importante para o usuário.

Imagem e conteúdo

Outra questão importante que domina todas as tendências nas cabeças dos web designers para os próximos anos, é a capacidade de dar uma “nova cara” para o e-commerce apenas fazendo uso de imagens e banners.

Portanto, é possível supor que identidade visuais bem definidas e de fácil edição ganharão muito mais popularidade. Criação de templates, grafismos mais leves e abstratos, que possam receber qualquer tipo de produto ou campanha de maneira fácil e rápida vão invadir a web. Ainda mais com a facilidade com que as campanhas irão atingir os nichos corretos.

É preciso ter agilidade para criação de imagens e conteúdos direcionados para os diferentes públicos que acessam sua loja. Muitas plataformas de e-commerce já permitem mostrar banners de acordo com a campanha, público ou porta de entrada do usuário.

As fotos e imagens vão continuar relevantes para o e-commerce. Afinal, 60% dos usuários acreditam que a imagem é um fator de decisivo de compra. Entretanto, busque criar sua identidade gráfica original e associada a sua marca.

Efeitos avançados e Microinterações

Todos os tipos de efeitos, rolagens e gatilhos também estão inclusos nas tendências para site de compras e incentivam os usuários a manter uma interação. Esses elementos interativos aumentam o engajamento e precisam ser pensados sempre.

Gatilhos de animação não são estratégia nova, mas eles começaram a ser usados de uma forma inovadora. As melhores animações ainda são as minimalistas, educacionais e estratégicas, projetadas para dar aumento nas conversões e prender a atenção do usuário, dando leveza ao site. Fazendo com que, ao invés de fazer do seu site uma coleção de botões e menus, ele possa transmitir uma experiência verdadeiramente única e agradável. São as chamadas “Microinterações”.

Atualmente, os objetos animados e com efeitos estão em todos os lugares. Seja em logotipos, ícones de sites e aplicativos, as transições entre os estados de objetos a interface ou até nas redes sociais. Recursos de vídeos, Parallaxs e GIFs continuam importantes e devem ser muito bem estudados durante a criação de sites.

Um vídeo em locais estratégicos ou um GIF de qualidade, trabalhados em um ciclo contínuo, oferecem maior prazer visual, real e suave para os olhos, sendo considerados como uma forma popular de adicionar algum drama e movimento às páginas, retendo a atenção do cliente com sucesso por um longo período de tempo. Porém, este é um recurso que precisa ser empregado com atenção e cautela, pois pode causar um impacto negativo no tempo de carregamento da loja virtual.

Loja Braskape, re layout

Vetores e gráficos escaláveis no formato SVG

Conforme dito anteriormente, os SVGs vão ser uma tendência importante para 2019. Embora não sejam novos, é possível esperar que esse formato ultrapasse tipos de arquivos mais tradicionais, como PNG, GIF e JPG. Isso porque elas são imagens vetoriais e não pixels, o que lhes dá uma melhor vantagem.

Por serem escaláveis, essas imagens não perdem qualidade e não afetam a velocidade da página quando animados. Por isso, os SVGs são essenciais para fornecer experiências multimídia de qualidade para usuários no futuro.

Extensões mais antigas e conhecidas, como PNG e JPG, começarão a ser coisa do passado. O futuro vai precisar de mais atenção à qualidade das imagens e à sua acessibilidade, tornando o SVG a principal extensão do mercado.

Design responsivo continua em alta

De acordo com o site Statista, em 2016, 43,6% do tráfego de todos os sites do mundo foi gerado através de telefones celulares, um número maior do que os 35,1% de 2015. “Nos últimos anos tem sido cada vez mais comum o primeiro acesso. Seguir esta realidade te permitirá entregar uma experiência melhor para seus consumidores e estar à frente dos seus concorrentes”, afirma Rodrigo Augusto.

Só por esses números já é possível entender que a importância de criar uma loja virtual amigável para dispositivos móveis está aumentando mais e mais ano após ano, não parecendo que vai desacelerar. Com o lançamento do indicador Mobile-First do Google, a importância de uma versão móvel para o seu site se tornou muito mais essencial.

O trabalho de web design responsivo deixou de ser uma tendência, se tornando um princípio essencial para o seu e-commerce. Por isso, projete tudo para redimensionar e parecer atraente em vários tamanhos de telas diferentes, como TV, tablets, celulares ou desktops, não se esquecendo de fazer muitos testes de usabilidade.

Embora toda a revolução do UX tenha acontecido a quase uma década, apenas recentemente ela foi implementada em uma escala maior. É de se esperar que, nos próximos anos, as tendências na hora de como criar um e-commerce continuem expandindo para a inclusão de diversas formas de tecnologia.

As conhecidas páginas móveis aceleradas também estão se tornando muito mais importantes. Se você ainda não entende a AMP, é um padrão de codificação de código aberto para implantadores, permitindo que seja possível carregar qualquer site mais rapidamente no celular.

Se os sites móveis tradicionais são muito mais complicados, a AMP aumenta a experiência do celular ao remover o código, usando recursos externos para arquivos de mídia e executando scripts em paralelo, para permitir que as páginas sejam carregadas com mais facilidade e velocidade.

Nenhum cliente potencial gosta de uma página com tempo de carregamento lento e claro que você não quer empurrar seus clientes para um dos concorrentes. É bom ficar atento ao que o AMP ainda vai proporcionar para o mercado de e-commerce.

Elementos fixos

Você já está cansado de saber que os usuários leem da esquerda para a direita. Porém, você já pensou sobre o fato de que seus usuários podem acabar se acostumando a clicar na parte inferior dos smartphones ou aplicativos?

Uma vez que menus na parte inferior de Apps mobile é algo extremamente comum, é natural que em Web Design, UX e UI, passemos a seguir esta tendência para e-commerce.

Os aplicativos mais atuais são um pouco mais responsáveis por essa evolução de design, à medida que os UX Designers começam a projetar visando funcionalidades e experiências em dispositivos modernos.

Aplicativos Web Progressivos (PWA)

Os aplicativos são itens que consomem uma grande parte do espaço de armazenamento e uso do celular. Com isso, os designers da Web começaram a tomar conhecimento e misturar o melhor dos comportamentos da web e do aplicativo. Essa criação híbrida pode ser referida como um Aplicativo Web Progressivo.

A partir de 2019, será possível ver uma tendência de atualização de sites para adicionar elementos diferentes, como transições de páginas animadas, notificações push e tela de splash.

Alguns sites já estão oferecendo aplicativos que podem ser acessados facilmente, com apenas um clique. Esses apps continuarão a evoluir para atender os gostos personalizados de cada usuário.

Eles são úteis para os usuários desde a primeira vista em uma guia do navegador, não sendo necessária nenhuma instalação. A medida que o usuário cria um relacionamento com o aplicativo, ele se torna cada vez mais poderoso, carregando mais rápido, tendo um ícone na tela inicial e carregando como uma experiência de nível superior e tela cheia.

Fonte BOLD, Degradê e Cores Vibrantes

Outra tendência de design para layout de site é a utilização de cores vibrantes. Essa transição está entre as tendências contemporâneas de design moderno, portanto, estão ligadas ao webdesign também.

O importante, entretanto não é apenas ir fazendo as transições a torto e a direito. É importante misturar as cores com um contraste correto, para evitar tragédias. Para isso, o melhor é consultar um designer realmente.

Para complementar esses estilos mais modernos, é preciso escolher uma letra que se destaque. Nesse ponto, uma das melhores são os estilos de fonte em negrito ou Bold, que ajuda muito os usuários a se concentrar no conteúdo, enquanto o espaço em branco facilita a leitura e a navegação.

Juntos, esses itens são o complemento perfeito. Como as pessoas acabam gastando apenas algum tempo em sua página, você precisa realmente chamar a atenção com cores e textos que se destacam, dando ao cliente uma experiência de leitura rápida e fácil. O objetivo é que, ao fazer isso, ele possa se manter muito mais tempo em seu site, se convertendo em um cliente, eventualmente.

Nos próximos anos também será possível ver essas fontes e cores tomando o lugar das imagens. O que faz sentido especialmente nos celulares. Ao contrário das imagens, que reduzem as páginas, a ampliação da tipografia não afetará o desempenho.

Essas escolhas de layout para site também criam linhas mais limpas na sua página. Itens como botões grandes, slides, banners e imagens clicáveis estão dividindo os espaços para grandes expressões tipográficas.

Machine learning e a Inteligência Artificial

Inteligencia artificial i2Go Home

Mesmo que ainda pareça roteiro tirado de algum tipo de filme futurista, a Inteligência Artificial e o aprendizado das máquinas já pode ser considerado pelo mainstream.

Em 2016, o Alpha AI do Google venceu um jogador humano pela primeira vez e assistentes pessoais, como a Siri, começaram a ser disponibilizadas em milhares de dispositivos.

Por isso, não é surpresa que o Sensei da Adobe prometa tornar acessíveis as ferramentas de AI para desenvolvedores de todo o mundo. À medida que a AI e o Machine Learning vão avançando, começaremos a vê-los entrar nas tendências de webdesign em outras formas avançadas.

Imagina chegar em casa e ligar a luz da sala, ligar o seu Spotfy somente através de comandos de voz? isso já possível e está disponível para compra em nosso cliente https://www.i2go.com.br/linha-home aproveite e navegue pela loja e curta o trabalho da SERI.E DESIGN aplicado nessa loja.

Conectividade com a internet

Aparelhos eletrônicos conectados com a internet tem sido uma grande tendência nos últimos anos, continuando nesse caminho para 2019 em diante. Os dispositivos IoT podem acabar incluindo itens mais simples, como um refrigerador, ou mais complicados, como uma turbina de maré.

Esses objetos usam array’s de sensores e processamento do lado do servidor para receber e atuar em seus ambientes. Todas as APIs que permitem aos desenvolvedores que se conectem e se comuniquem a este dispositivos estão sendo criadas hoje em dia, levando a uma interconectividade maior para os anos subsequentes.

É preciso se imaginar tendências em criação de sites que projetem o desempenho dos seus canais e interfaces para uma maior quantidade de dispositivos além dos utilizados atualmente.

A profissionalização das redes sociais e o aumento das micro reações

Várias redes sociais se tornaram um poço de micro reações extremamente populares. Usuários adoram poder usar e enviar uma variedade de reações a postagens e resolver seus problemas com mensagens privadas, seja com o tradicional like dos posts, até uma enorme quantidade de corações animados e diversos outros emoticons.

As micro reações ajudam no nivelamento da velocidade e ter interações com suporte e atendimento mais informais e ricas para seus usuários.

O emprego de micro reações permitirá que os usuários se comuniquem em tempo real e ainda aumente a velocidade e conectividade que eles podem esperar de um mundo mais conectado.

Por isso, se tratando de redes sociais, o melhor é usar de estratégias de marketing ou simplesmente estar nos canais certos, aqueles mais profissionais ou conectados com nichos de profissões. Pode ter certeza que os seus projetos em redes sociais vão aumentar significativamente o reconhecimento da sua marca.

Para finalizar, é preciso ressaltar que o web design em si é apenas uma das fases mais importantes da implantação de um e-commerce e, portanto, um dos principais pontos de atenção.

Rodrigo Augusto, complementa: “Nós, como especialistas em e-commerce, UX e UI, estamos atentos às novidades que os sistemas operacionais estão desenvolvendo. Estão surgindo e sendo experimentados diversos recursos nativos para serem implantados na interface da loja e integrados nas plataformas de e-commerce. Estes recursos irão permitir a compra online com facilidade, rapidez, segurança e o mínimo de atrito entre usuário e etapas da compra”, fique atento!

E para te ajudar a criar o e-commerce com as melhores práticas aplicadas, conte com o time da SERI.E DESIGN, a mais de 15 anos e com mais de 3.000 projetos publicados, ajudamos varejistas e empresarios a evoluir seu negocio no mundo digital.

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