E-commerce

Lojas virtuais perdem R$ 132,05 milhões durante Black Friday e Cyber Monday por causa de instabilidade em algumas plataformas.

O e-commerce brasileiro sofreu uma perda de R$ 132,05 milhões em apenas quatro dias, entre a Black Friday e a Cyber Monday. É o que constatou um estudo realizado pela Sofist, depois de acompanhar o desempenho dos e-commerce’s durante o período mais importante para o varejo online no Brasil.

Realizado pelo terceiro ano consecutivo, o estudo contemplou o monitoramento de 104 lojas virtuais, desde às 22h do dia 28 de novembro até às 23h59 do dia 2 de dezembro (englobando a Cyber Monday).

Para quantificar o prejuízo, a Sofist considerou que um site estava indisponível quando era impossível navegar pela loja. Qualquer um dos seguintes fatores poderiam causar uma indisponibilidade: problemas técnicos, como páginas de erro, uso de página de espera, também conhecida como “tampão”, e demora excessiva (timeout), quando o site não termina de carregar mesmo após 45 segundos do acesso inicial.

Das 104 lojas, 90 impediram, em algum momento, o consumidor de navegar em seu e-commerce, somando mais de 88 horas de indisponibilidade. De acordo com estudos do Google, ficar 1 hora fora do ar durante a Black Friday acarreta a um e-commerce R$ 1,5 milhão em perda de receita.

Neste ano, apenas nas quatro primeiras horas de evento, as lojas deixaram de faturar R$ 8,6 milhões de reais, ⅓ do prejuízo total apurado no estudo completo de 2018, quando foram monitoradas 65 lojas que somaram uma perda de pelo menos R$ 24 milhões.

Tivemos quase que uma sexta-feira 13

Ainda que, ano a ano, a importância da Black Friday no varejo brasileiro venha crescendo, notou-se que muitas empresas ainda não estão prontas para oferecer a melhor experiência no canal online para seus consumidores, seja através de um app, um site desktop ou site mobile.

Até o fim da sexta-feira, a Sofist identificou um conjunto de 90 lojas virtuais que, juntas, ficaram indisponíveis para seus consumidores por quase 65 horas, gerando perdas em vendas que somam mais de R$ 97,3 milhões.

Veja na tabela abaixo um recorte de quatro períodos muito importantes para a Black Friday, mostrando o período de indisponibilidade e o prejuízo estimado.

A manhã de sexta-feira, dia 29, foi um período extremamente crítico. De acordo com o monitoramento, 33 e-commerces foram afetados por um problema em um plugin de terceiro que apresenta um selo de certificação na loja virtual.

O recurso para incentivar mais vendas e passar credibilidade para os consumidores acabou causando lentidão em dezenas de lojas virtuais, cujo tempo de carregamento ultrapassava com frequência os 45 segundos.

Segundo Bruno Abreu, CEO da Sofist, “a recomendação que observamos e lemos em vários canais envolvendo os e-commerces era de que o selo fosse removido ou desativado o quanto antes, dado que estava prejudicando a experiência dos usuários e as vendas”.

Além do problema com este plugin em específico, o alto volume de acessos fez com que alguns sites ativassem páginas de espera (ou “tampão”) ou apresentassem aos usuários mensagens técnicas de erro (veja exemplo real abaixo), causando frustração aos consumidores.

Apenas foi observada melhoria nos acessos e tempo médio de carregamento no fim da tarde de sexta-feira. Mesmo assim, o prejuízo calculado para este período (“Fim de tarde de sexta”) foi alto e está bem próximo dos R$ 8,6 milhões observados na abertura do evento na noite de quinta-feira.

O tempo de carregamento superou o recomendado (4,3 segundos) e muita, mas muita instabilidade

O estudo deste ano mostra que as 104 lojas virtuais monitoradas demoraram, em média, 4,3 segundos a mais para carregar completamente do que em outros periodos.

A loja com o melhor tempo médio de carregamento disponibilizou seu conteúdo em 0,4 segundos, contra 13,5 segundos da loja com o pior tempo.

“Quem comprou no sábado teve uma experiência mais agradável”, explica Abreu. É o que mostra a tabela a seguir, indicando o tempo de carregamento médio dos sites, o melhor tempo observado e o pior. Vale reforçar que os piores tempos observados ocorreram justamente na sexta-feira de manhã.

Um tempo ruim de carregamento de um site é prejudicial, pois atrapalha a experiência de um usuário ao ponto de fazer com que ele desista de comprar um produto em um determinado site.

Veja no gráfico abaixo os dados de tempo de carregamento para uma loja do segmento de construção; em várias ocasiões o tempo para que o site terminasse de carregar ultrapassou os 10 segundos, com um período muito ruim na manhã e tarde de sexta-feira.

Assim como em 2018, todas as lojas virtuais monitoradas apresentaram instabilidade em algum momento do evento, o que significa uma variação no tempo de carregamento médio superior a 3 segundos.

Três segundos de carregamento é um tempo crítico: a Akamai, líder global em soluções de CDN, relata que apenas 1 segundo a mais no carregamento de um e-commerce implica em uma perda de conversão de 20,5% no smartphone e 21,8% no computador.

Segmento de construção é o mais afetado por lentidão

O acompanhamento mostrou que o segmento de construção foi o que mais teve problemas de lentidão ao longo da Black Friday. Os e-commerces deste meio apresentaram tempo médio de carregamento de 9,4 segundos, 5,1 segundos acima da média geral de carregamento.

Acompanhe na tabela abaixo a evolução do tempo médio de carregamento dos segmentos acompanhados desde 2017.

Locais com traço (“-“) indicam que o segmento não foi acompanhado no ano em questão.

Plugins continuam impactando no tempo de carregamento dos sites

Desde a primeira edição do estudo constata-se que os plugins (programas utilizados para adicionar recursos novos às lojas virtuais) têm afetado o tempo de carregamento dos sites monitorados e, consequentemente, a experiência do usuário final.

Este ano, 84,6% dos sites monitorados apresentaram problemas com plugins. Em 2018 esse número foi de 49,2%, e em 2017, 51,1%. Foram identificados 87 plugins lentos (cujo tempo de carregamento foi superior a 10 segundos) de um total de 144 monitorados.

Durante a sexta-feira, primeiro dia de evento, foi detectado às 8h14 que um plugin de selo de certificação estava causando lentidão em 33 lojas virtuais. O impacto foi tanto que levou a uma plataforma de e-commerce recomendar, via comunicado oficial, que seus clientes removessem o plugin visando não prejudicar as vendas.

Veja abaixo dois sites que apresentaram lentidão devido ao plugin em questão. Os problemas de carregamento da Loja B, do segmento de Departamento, acompanharam o desempenho do plugin até por volta das 17h. Já a Loja C, do segmento de Bens de Consumo, provavelmente retirou o plugin de sua loja virtual por volta das 10h, minimizando o prejuízo.

Segundo Abreu, “mesmo que a loja virtual tivesse feito todo o seu dever de casa de preparação para receber o volume de acessos, ela ainda seria afetada pelo problema. É importante avaliar sempre com cautela o que deve ou não ser utilizado, além de saber se o mantenedor do plugin está, de fato, realmente preparado para uma eventual sobrecarga e volume de acessos”.

Balanço Geral

Como mostra o estudo, apesar do tempo médio de carregamento ter melhorado em relação à Black Friday de 2018, ainda está longe de ser o ideal. O consumidor ainda precisou lidar com instabilidades constantes e, em muitos casos, com sites indisponíveis.

Para as lojas, estes números são preocupantes: eles mostram que, apesar do aumento da importância da data no varejo nacional, os e-commerces ainda subestimam a preparação para o evento. Veja que as lojas virtuais deixaram de vender pelo menos outros R$ 132 milhões.

Se há uma expectativa das compras aumentarem, tanto em volume quanto em ticket médio, e se o investimento em marketing vai aumentar, para que colocar todo o sucesso do evento em risco e frustrar a experiência do consumidor, reduzindo as chances dele comprar e estabelecer uma relação de longo prazo com a marca? “O segredo é se antecipar e começar a preparação para o evento o quanto antes, e nunca às vésperas já em novembro”, afirma Abreu.

Sobre a metodologia

Para a coleta dos dados, a Sofist acessou uma lista pré-definida de 104 sites a partir de servidores localizados em São Paulo, onde cada um deles monitorava apenas um site, a fim de evitar a interferência de outros processos. Para simular a experiência de um usuário real, as páginas foram carregadas com o navegador Google Chrome 78.0.3904.108, com cache desativado e aba anônima.

Durante o monitoramento, o Chrome abre uma aba em branco e acessa a página principal da loja virtual. Este processo é repetido a cada 60 segundos e, então, as informações são registradas. Consideramos que ocorreu um timeout quando, mesmo depois de 45 segundos, a página ainda não terminou de carregar ou quando o acesso do usuário é cancelado unilateralmente pelo site. Foram registradas métricas como tempo de carregamento, quantidade de requisições, dados transferidos e erros HTTP 4xx ou 5xx (como Forbidden e Internal Server Error).

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/

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Como configurar meu domínio do registro.br da minha Loja na Nuvemshop?

Passo a passo de como criar os apontamentos DNS para que seu domínio funcione em sua loja virtual Nuvemshop.

O 🌎 Registro.Br  é o serviço oficial de comercialização de domínios com final .com.br no Brasil, e por esse motivo recomendamos que compre seu domínio diretamente com eles. Fazemos essa recomendação pois ao comprar um domínio  em outros serviços de comercialização, este será comprado no Registro.Br, o que poderá tornar o serviço um pouco mais caro e trabalhoso para configurar.

💡 Dica: caso ainda não tenha comprado o seu domínio, pode seguir os passos do tutorial 👉 Como comprar domínio do Registro.br?.

Este tutorial está dividido em duas partes:

  • Como prepara o domínio no Registro.br
  • Cadastrando os apontamentos
  • Adicionando o domínio no painel de administração de sua loja

Como prepara o domínio no Registro.br

1. Acesse o 🌎 Registro.Br e faça o login em sua conta. Em seguida, clique sobre o domínio que quer configurar.

2. Em seguida, vá até a seção Provedor de serviços e clique “Selecionar outro provedor”.

🌟 Importante: a configuração do provedor é indicada para quem nunca usou o domínio anteriormente em nenhum outro serviço. Se você já usou seu domínio em outra site ou plataforma, essa alteração também será necessária, porém assim que realizada, qualquer serviço que usa o domínio para funcionar (e-mail personalizado ou o site onde o domínio está vinculado) não funcionará após a mudança. Se essa é a primeira vez que você configura o domínio, prossiga com os passos sem qualquer preocupação.

3. Na seção Provedor de serviços, selecione a opção NENHUM (0) e clique em “Prosseguir” para continuar.

Será exibido um termo, com as condições de usar o Registro.Br como provedor do seu domínio. Clique em “Concordo” para prosseguir.

4. Para retornar para a tela de configurações dos domínios, clique em “Domínios”, e sem seguida novamente no domínio que quer configurar.

5. Na próxima tela, vá até a seção DNS e clique em “Editar zona”.

🌟 Importante: Caso não apareça a opção de “Editar Zona“, antes de prosseguir para o próximo passo é necessário alterar o servidor DNS que está configurado, para isso, é só seguir os passos desse tutorial 👉 Como alterar o servidor do meu domínio no Registro.br?.
Terminando essa configuração, pode retornar para esse ponto e clicar em “Editar Zona”.

6. Na próxima tela, você visualizará alguns campos. Não preencha nada e clique em “Modo avançado” para prosseguir. Em seguida, aparecerá um popup alertando sobre as configurações demandarem conhecimento avançado. Clique em “Sim” para continuar.

7. Na próxima tela, você deverá cadastrar os apontamentos. Clique em “Nova entrada” para continuar.

🌟 Importante: se você tiver acabado de comprar o domínio ou de alterar o provedor, pode aparecer uma informação de que o domínio encontra-se em transição ou que estará disponível para alterações somente em 72h. Tente atualizar a página ou saia do site e retorne após o prazo informado, para conferir se a mensagem desapareceu e os botões para o cadastro dos apontamentos foram habilitados.

Cadastrando os apontamentos

Apontamento Tipo CNAME

O apontamento do tipo CNAME é aquele que possibilita sua loja ser acessada com o WWW no começo. Preencha da seguinte forma:

  • Primeiro campo: escreva www;
  • Segundo campo: selecione a opção CNAME;
  • Terceiro campo: coloque a URL de sua loja na Nuvemshop (aquele com final .lojavirtualnuvem.com.br), sem “//” no começo e sem a “/” no final.

Clique em “Adicionar”.

Apontamento Tipo A

O apontamento do tipo A é aquele que possibilita sua loja ser acessada sem o WWW no começo. Clique novamente em Preencha da seguinte forma:

  • Primeiro campo: deixe em branco;
  • Segundo campo: selecione a opção A;
  • Terceiro campo: coloque o seguinte IP: 52.200.197.31

Clique em “Adicionar”.

Para finalizar a configuração no Registro.Br, clique em “Salvar”. Pronto, os apontamentos estarão feitos e as configurações no Registro.Br concluídas!

Adicionando o domínio no painel de administração de sua loja

Agora que você já fez a configuração correta dos apontamentos DNS no painel do Registro.Br, é preciso vincular o domínio à sua loja, inserindo-o no painel e administração da Nuvemshop.

1. No painel de administração de sua loja, siga pelo caminho Configurações > Domínios.

2. Clique no botão “Adicionar um novo domínio”.

Pode ser o botão do meio da tela, se for o seu primeiro domínio, ou do canto superior direito, se já tiver outros domínios cadastrados.

3. Preencha o campo com o endereço do seu domínio. Não é necessário colocar o “//” no começo, pois a plataforma já entende essa informação automaticamente. Clique em “Salvar domínio” para prosseguir.

4. Você verá uma mensagem sucesso, como no exemplo baixo:

🌟 Importante: ao fazer esta configuração, a plataforma poderá apresentar a informação de que falta vincular o domínio. Isso acontece pois seu domínio ainda estará em processo de propagação e o Registro.Br ainda não enviou a informação de que as configurações foram realizadas para a Nuvemshop. Em até 48 horas essa informação será atualizada.

Pronto, seu domínio estará configurado!

💡 Dica: Se tiver dificuldades seguindo os passos por escrito, temos um vídeo que explica como fazer as configurações necessárias:

 
📌Vale lembrar: como mencionamos acima, após essas configurações o domínio ficará por 48 horas em período de propagação e, por esse motivo, com possíveis instabilidades. Após 4 horas da configuração do domínio, o certificado de segurança SSL ficará disponível para a ativação. Consulte o tutorial 👉 Como ativar um certificado de segurança para meu domínio? para saber como ativar o SSL.

Como saber se o domínio foi configurado corretamente

Caso após as 48 horas de propagação seu domínio ainda não funcione, recomendamos que reveja os passos e confira se os apontamentos foram feitos corretamente. Uma alternativa é consultar os apontamentos via WhoIs, que é uma ferramenta que detecta quais apontamentos do seu domínio estão ativos. O processo é simples:

1. Acesse o site do 🌎 WhoIs, digite o seu domínio e clique na lupa, para pesquisar.

2. Na página do resultado, clique na opção “DNS Records”.

3. Agora, busque pelos apontamentos que você fez no painel do domínio. Eles estarão misturados junto de outros apontamentos:

Caso os apontamentos não apareçam na lista, entre em contato com o atendimento da empresa onde comprou o domínio, para que possam te ajudar a entender o problema. Se os apontamentos aparecerem, faça novamente os passos deste tutorial, para reconfirmar se tudo está correto. Se estiver e mesmo assim não funcionar, acesse o tutorial  👉 Por que minha loja está fora do ar? para entender quais são os possíveis motivos dela estar fora do ar, além dos apontamentos DNS.

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Consumidor paga até 1/3 a mais por experiência de compra positiva, aponta pesquisa

Uma pesquisa da PWC Brasil — feita com 21 mil compradores online e apresentada em primeira mão — revelou que o consumidor brasileiro está disposto a pagar até 1/3 a mais por uma boa experiência de compra.

O estudo aponta que além das métricas de retorno sobre o investimento (ROI), a organização precisa estar ciente de como se apresenta a experiência de compra do seu consumidor (métrica de ROX, ou Return on experience).

Quem explicou sobre essa tendência foi Ricardo Neves, sócio da pesquisadora. No palco do Fórum Digitalks 2019, ele afirmou que não adianta mais oferecer um site de ponta, se a experiência de compra for mediana. “Dos 27 países pesquisados, descobrimos que o Brasil tem o consumidor que mais valoriza a experiência de compra no mundo. E ele quer essa excelência em todos os pontos de contato da relação, inclusive no mundo físico”.

Essa informação é de extrema importância, dado o levantamento de que 94% dos consumidores de todas as classes já compraram no online. “Praticamente toda a classe C utiliza aplicativos para transações bancárias. O consumo online por celular subiu para a metade da população brasileira. Para ter uma ideia, 1/4 das vendas de calçados no país já é feita no online. Isso só reforça que o lojista deve investir na experiência de compra”, afirmou Ricardo.

Estudo aponta que metade dos brasileiros realizam suas compras por smartphone ao menos uma vez por mês.

A tecnologia na experiência de compra

De acordo com a pesquisa, o brasileiro é favorável à adoção de tecnologias. 80% da população brasileira — reunindo todas as classes sociais — gosta de cuidar da saúde e já utiliza até 3 aplicativos para isso. Além disso, 52% obtêm informações por canais não tradicionais de mídia (blogs, sites, aplicativos, jornais digitais…). No restante do mundo, segundo o levantamento, 32% ainda optam pelas mídias tradicionais, como os jornais New York Times, Financial Times e CNN, por exemplo.

Outro dado interessante: 76% dos consumidores fazem streaming de filmes e programas de TV duas vezes por semana ou mais. E os millenials lideram essa tendência: mais de 57% dizem assistir filmes ou vídeos dessa forma ao menos uma vez por dia.

Experiência de compras sem atrito

Tanto no ambiente físico como online, a jornada de compras deve ter o mínimo de atrito possível. Para isso, o estudo aponta alguns dados a serem observados:

Métodos mais fáceis e rápidos de pagamento se tornaram o principal atributo de melhoria da experiência de compra na loja física para 58% dos entrevistados no Brasil;
41% desejam tecnologias auxiliares enquanto percorre a loja de maneira rápida e conveniente;
44% têm o interesse em pagar pelas suas compras dentro da loja via app;
39% dos que compram em marketplaces acabam comprando com maior frequência.

Amazon

Apesar de ainda não chegar no mesmo patamar de outros países, como EUA e Japão, a Amazon cresce de forma contundente no Brasil — 57% dos consumidores disseram ter feito uma comprar na empresa, ante os 47% apresentados recentemente. “Amazon deve estar na pauta de discussão dos lojistas, pois acreditamos que ela promete muito no mercado nacional”, disse Ricardo.

Como medir o retorno sobre a experiência de compra?

Segundo Ricardo, há algumas questões importantes a serem colocadas em prática nas organizações para começar a entender como medir o retorno sobre a experiência de compras. São elas:

  • Quanto os seus colaboradores estão emocionalmente envolvidos com o propósito da sua marca?
  • Identifique quais comportamentos essenciais geram impacto no resultado. A instalação de um sistema transacional talvez não gere um retorno de experiência, mas sim de investimento.
  • Quais investimentos você está fazendo para envolver os seus colaboradores como embaixadores da sua marca?
  • Até que ponto você está gerando valor aos olhos dos seus clientes, internos e externos? Projetos de investimento, atividades aos funcionários…Como está medindo os resultados financeiros? Se investiu em experiência, quanto aumentou as vendas em cima dessa questão?

Para aumentar a experiência e o retorno, portanto, deve ser mudado o comportamento do consumidor. Ou seja, deve ser criado novos canais, estar com o consumidor quando ele precisar, fazer algo a mais para gerar uma situação positiva.

Ações concretas nas organizações

A organização que busca melhorar o retorno sobre a experiência de compra sem considerar a experiência dos colaboradores perderá uma parte fundamental do investimento. Isso porque gera informações valiosas sobre o que satisfaz o empregado e, consequentemente, o cliente.

  • Entenda o consumidor – isso deve ocorrer com base no comportamento deles, e não do seu. É preciso entender as necessidades de fora pra dentro.
  • Comunidades com propósito – é preciso haver um objetivo na comunidade, com interação. Encontre formas de engajar seu negócio com o público interno e externo, especialmente quando se fala de dispositivos móveis e redes sociais.
  • Propicie momentos mágicos – dê um verdadeiro diferencial que o cliente não espera. Todos estão fazendo o mesmo, e você deve gerar uma boa experiência. E o mesmo vale para o seu colaborador. Se ele não falar bem da sua empresa/marca, quem falará? Pense em seu empregado como se ele fosse o seu consumidor.
  • Experiência digital – aumente a segurança, pois do contrário tudo será perdido. Consumidores buscam outras opções ao perceberem que a empresa não é capaz de proteger suas informações privadas. O mesmo vale sobre o valor gerado a partir dessa troca de informações — deve ser positivo.
  • Foco na jornada – todos buscam uma diferenciação. É preciso, portanto, estar atento e criar incentivos dentro da organização para refletir no resultado da empresa. Compreender qual o tipo de experiência do cliente física ou digitalmente se faz necessário. Oferecer qualidade de sortimento e preço, recomendações, exclusividades… Vale inclusive conectar pesquisas online com visitas presenciais para gerar o melhor relacionamento empresa/consumidor.

Para acessar o estudo na íntegra, clique aqui.

Por Giuliano Gonçalves, via redação do E-Commerce Brasil.

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7 habilidades de marketing digital para impulsionar as vendas da sua loja virtual

Os e-commerces são a nova tendência do empreendedor brasileiro. Eles possibilitam que qualquer pessoa tenha uma pequena empresa vendendo produtos online. Porém, é necessário pesquisar sempre sobre novas estratégias de marketing digital para não estagnar os negócios e perder clientes.

 

Por isso, confira no artigo de hoje 7 habilidades de marketing digital para impulsionar as vendas da sua loja virtual!

Análise de dados e testes

O primeiro passo para tomar decisões mais assertivas na sua loja virtual é analisar os dados do seu site.

Se você observa, por exemplo, que a maior parte de seus visitantes vêm de um canal de mídia específico (como Facebook), você poderá investir mais nesse canal.

Além disso, a partir dos dados você pode usar plataformas como o Optimizely para fazer testes em suas páginas, a fim de entender qual design ou copy converte mais, por exemplo, sem correr o risco de fazer uma mudança repentina.

UX Design

Durante a criação do seu site, o design de cada página precisa ser elaborado para aumentar suas conversões.

Por isso, a maior tendência do marketing digital é o UX Design, focado na experiência do usuário.

Integrando um sistema de feedback às suas páginas, como o Hotjar, você pode detectar os pontos fortes da sua página e onde é necessário fazer mudanças.

Nisso é importante incluir também a experiência no mobile e a criação de sites responsivos, pois atualmente o Brasil é o 5º país líder em uso de smartphones.

SEO

A otimização para os mecanismos de busca, conhecida como SEO, é fundamental para aumentar suas vendas de forma orgânica.

O objetivo do SEO é facilitar o rastreamento dos mecanismos de busca para encontrar o seu conteúdo.

A partir dele você pode aumentar seu tráfego orgânico, ou seja, sem pagar por anúncios, apenas investindo em otimizações a longo prazo.

HTML + CSS + JavaScript

Se engana quem pensa que para ter uma loja virtual basta divulgar os produtos para vendê-los.

Saber pelo menos o básico de programação é, atualmente, uma enorme vantagem competitiva para os donos de e-commerce.

Afinal, até mesmo em estratégias de SEO é necessário ter conhecimento do código das suas páginas para entender como cada função afeta a performance do site.

Para isso, aprenda o básico de:

  • HTML: É a linguagem básica do seu website, a estrutura dele;
  • CSS: Linguagem usada para definir a formatação visual do conteúdo HTML, a aparência;
  • JavaScript: Linguagem usada para gerar interatividade nos sites.

E-mail marketing

O e-mail marketing é um canal excelente para gerar conexão com o usuário, nutrir leads e aumentar suas conversões.

Sua principal vantagem é que o usuário decidiu se cadastrar na sua newsletter, ou seja, ele não se sente invadido, pelo contrário, decidiu receber seus e-mails por vontade própria.

Através do e-mail é possível quebrar objeções dos clientes, evitar o abandono de carrinho, fazer upselling e cross-selling.

Automação de marketing

Nem sempre será possível gerenciar todas as suas redes sociais manualmente. Para isso, invista na automação de marketing.

A automação de marketing é a estratégia de usar softwares de marketing para agir em escala e automaticamente.

Com esses softwares é possível identificar, monitorar e responder suas personas de forma personalizada.

Esses programas reduzem o trabalho manual da sua equipe de marketing e aumentam a eficiência do time, que passa a focar em tarefas mais relevantes.

Marketing de Conteúdo

Você sabia que um novo cliente pode custar até 7 vezes mais caro do que manter um cliente atual?

Por isso, investir em marketing de conteúdo é a chave para nutrir sua base de clientes e gerar valor para eles, mantendo seu público sempre interessado nos seus conteúdos.

Seja criando um blog, um canal no YouTube ou uma newsletter, o investimento em marketing de conteúdo não é tão alto e vai te gerar mais vendas e satisfação dos clientes.

Gostou das nossas dicas de 7 habilidades de marketing digital para impulsionar as vendas da sua loja virtual? Entre em contato

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Pessoas compram experiências, não produtos”, diz CEO da Adobe

“Você se lembra das suas últimas férias?”, pergunta Shantanu Narayen, CEO da Adobe a um auditório com 12 mil pessoas. Analistas, profissionais de marketing e funcionários de empresas parceiras estão lá para saber o que a empresa prepara para o futuro. E ainda assim, o presidente da companhia quer falar sobre sua última viagem (que, por sinal, foi a Nova York, com sua esposa, para encontrar o filho que mora lá). Mais do que nunca, explica ele, é importante falar sobre experiências. A viagem durou 48 horas e foi planejada com pouquíssima antecedência – o que só foi possível por causa de várias plataformas online para comprar entradas para um musical, reservar o quarto de hotel, comprar a passagem aérea – mas apesar do pouco tempo lá, a experiência foi marcante, diz.

“Quando você lembra das experiências mais importantes da sua vida, pode não se lembrar dos detalhes, mas é a experiência geral que fica”, afirma Narayen. E apesar de o resultado final – a plataforma para reservar o hotel – parecer simples, há muito trabalho por trás disso. “Antes, os produtos eram a base da diferenciação, mas não mais. E para cada experiência positiva criada, houveram várias experiências ruins, que podem danificar o seu negócio”.

Durante a abertura do Adobe Summit 2018, em Las Vegas, ele afirmou que todos os negócios hoje precisam ter como base criar experiências para os usuários. E defende que todas as companhias podem fazer isso, inclusive aquelas que fornecem produtos e soluções para outras empresas (B2B). Afinal, diz ele, a expectativa das pessoas não muda quando vão para o escritório.

Brad Rencher, vice-presidente executivo da Adobe, ressaltou a importância de melhorar cada vez mais a experiência dos usuários. Recentemente, contou, ele começou a receber mensagens da companhia aérea Delta assim que a sua mala é colocada no avião – e quem já teve uma mala perdida sabe o valor dessa simples mensagem. “Parece simples, mas é muito difícil de realizar uma coisa dessas”, afirma.

Segundo uma pesquisa realizada pela Adobe, as empresas líderes em criação de experiência, independentemente do ramo de atividade da empresa, têm uma percepção de marca 1,6 vez maior, têm 1,7 vez mais a retenção de novos clientes, e o crescimento da receita é 36% o mais rápido, além de reportarem também em maior satisfação dos clientes.

E para melhorar a experiência dos usuários, os principais executivos da empresa falaram sobre a necessidade de uma “hiper-personalização em escala” para o marketing.

Para isso, diz Rencher, um grande desafio que as empresas enfrentam é a falta de unidade dos perfis dos consumidores. Diversas áreas da empresa recolhem determinados dados sobre um consumidor e têm visões diferentes sobre ele, explica. Quem nunca recebeu propagandas sobre um produto depois de tê-lo comprado? Além de ser ineficaz para a emrpesa, isso gera uma frustração no cliente, afirma Rencher. Para lidar com isso, a Adobe lançou hoje o Experience Profile, uma plataforma desenhada especificamente para unificar os dados de cada cliente. “Além de colocar todos os dados em uma caixa única, é preciso criar um sentido para essas informações”, afirma Rencher. A ferramenta de perfil dos consumidores também se integra ao programa de inteligência artificial da Adobe, o Sensei. Outras soluções mostradas durante o evento facilitam a segmentação da publicidade online e criação mais ágil de peças publicitárias que se encaixam nos diferentes formatos online, de banners nos sites a emails.

“O machine learning nos ajuda na segmentação, na previsão da jornada do consumidor e permite uma experiência segmentada”, diz Rencher. “É uma forma de usar de uma forma prática aqueles dados que você coletou”.

Adobe Advertising Cloud, por exemplo, cria automaticamente novos tamanhos e formatos de uma peça publicitária – algo que atualmente toma muito tempo dos designers. Além disso, a ferramenta facilita a segmentação. Em um exemplo mostrado no palco, é possível alterar a foto e o texto de um anúncio em minutos, e destinar aquela comunicação a um público bastante específico (como pessoas de 18 a 24 anos que moram em Chicago, por exemplo). Assim, em vez de perder tempo criando vários formatos da publicidade e imaginando qual seria o resultado de determinada campanha, é possível colocar isso no ar rapidamente.

Transformação digital
O CEO da Adobe falou sobre a necessidade da transformação digital nas empresas e de uma mudança de mentalidade das companhias. Para conseguir criar uma experiência, as empresas precisam diversificar o design, diz ele, que não está mais apenas na criação de um site ou de uma peça publicitária. “O mundo é muito mais complexo que isso hoje, o design está em tudo, precisamos pensar em experiência em realidade virtual ou realidade aumentada, e é preciso criar engajamento também no mundo off-line”, diz Narayen.

As empresas também precisam aprender a usar os dados com inteligência, “para entender o que se passa na vida das pessoas, em tempo real, não atualizando uma vez por dia ou a cada semana”. Para lidar com a imensa quantidade de dados disponíveis, ferramentas de inteligência artificial e machine learning são cada vez mais importantes.

Por último, ele falou sobre as mudanças que precisam ser feitas na cultura das empresas. “Os processos das empresas foram feitos em outro mundo e para outro mundo. É preciso criar uma nova arquitetura dentro das empresas e prepara-las para a transformação digital”.

*A jornalista viajou a convite da Adobe – Fonte: epocanegocios

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“Novo”Mercado Shops! O que muda?

Novo Mercado Shops

Na última semana de março, o Mercado Shops publicou uma nova Landing Page informando que em breve, você lojista poderá experimentar o novo Mercado Shops.

Mas o que seria esse “novo” Mercado Shops? Como ficam as lojas que usam o modelo atual da plataforma?

Segundo o conteúdo da Landing Page o Mercado Shops quer oferecer uma melhor experiência, estando totalmente integrada ao Mercado Livre, porém sem muito detalhes de como isso vai ajudar você lojista a impulsionar seu negócio on-line usando a nova plataforma.

Uma das maiores duvidas dos lojistas é: O que vai acontecer com a minha loja atual?

Por enquanto, a informação é que sua loja continuará funcionando como sempre. A plataforma informa que estão trabalhando para que você possa experimentar essa nova ferramenta e fazer a transição mais facilmente.

Observando algumas lojas que já utilizam a nova plataforma em versão beta, o visual é o mesmo do Mercado Livre, o lojista poderá apenas inserir seu logotipo, deixando pra trás toda sua identidade visual e personalização de layout.

A identidade visual é parte importante de toda empresa e ainda mais no e-commerce. Hoje, com a maioria das lojas compartilhando dos mesmos benefícios para atrair a atenção e conseguir converter a venda, sem o apelo visual ficará ainda mais difícil se destacar entre as milhares de lojas on-lines e dos grandes cases do segmento.

Ainda de acordo com as informações da Landing Page do Mercado Shops, quais benefícios você lojista teria com o novo Mercado Shops?

  Você não terá custos fixos de ativação nem mensalidades. Você pagará apenas a tarifa de venda como no Mercado Livre.
  • as tarifas variam de 11 a 16% de acordo com o produto e categoria anunciada e ainda prevalecem as regras de anúncio do Mercado Livre, precisa consultar se seu produto é ou não liberado para venda dentro da plataforma (ex. acessórios de tabacaria, alguns suplementos, cosméticos, etc).
 Integração completa com o Mercado Livre. Você não terá que dobrar esforços no gerenciamento de diferentes canais. Toda a gestão da sua loja será feita a partir do painel de vendas do Mercado Livre.
  • não existe personalização de layout, o gerenciamento é apenas dos produtos.
 As vendas do Mercado Shops vão impactar diretamente na sua reputação no Mercado Livre e ajudarão você a posicionar-se melhor nos resultados de busca da plataforma.
  • esse é um ponto polêmico e muito pouco claro de como as vendas vão impactar seja NEGATIVAMENTE ou positivamente
 Sua loja conta com os mesmos benefícios de vender pelo Mercado Livre, incluindo Mercado Envios, Mercado Pago, o programa de proteção em todas as suas vendas e Mercado Pontos para seus clientes.
  • isso sempre existiu, não tem nada de novo!
Nosso viés é que ainda falta muita clareza de como e quando essa migração vai acontecer, a única certeza que temos, é que no futuro, todas as lojas terão o mesmo layout, sem destaque e apelo para se diferenciar e conquistar os consumidores.

Fonte: https://www.mercadoshops.com.br/landing/migration

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Google Analytics para e-commerce o guia definitivo!

Google analytics para e-commerce

Google analytics para e-commerce
Google analytics para e-commerce

A era do achismo está definitivamente acabada: as empresas que embasam suas decisões em crenças e simples especulações pessoais estão colocando seus investimentos e resultados em risco. Se você ficou assustado com isso, saiba que realmente vale a atenção, mas é claro que há soluções para não cair nas armadilhas. Para isso basta tomar as decisões corretas e uma delas é trabalhar com o Google Analytics para e-commerce.

Essa ferramenta é considerada obrigatória para qualquer comércio eletrônico que queira prosperar e se consolidar no mercado. Até mesmo as páginas que não visam diretamente às vendas, como blogs e aplicativos, podem usufruir dos recursos da plataforma, conhecendo o tráfego, comportamento dos usuários, localização, permanência nas páginas, entre outros.

No entanto, para o e-commerce o Analytics é ainda mais crucial. Todas as métricas que a ferramenta proporciona ajudam a mostrar para os responsáveis o desempenho de cada estratégia, desenvolvendo condições de otimizar os investimentos e de buscar estratégias que tragam resultados melhores.

Preparamos este guia completo a fim de garantir que você consiga ter sucesso ao utilizar o Google Analytics para e-commerce. Vamos abordar os seguintes tópicos:

  • o que é o Google Analytics;
  • para que serve o Google Analytics;
  • como instalar e configurar a ferramenta;
  • quais são as métricas que você deve acompanhar no e-commerce;
  • como personalizar e gerar relatórios mais aprofundados;
  • como os relatórios ajudam o seu e-commerce.

Preparado para conhecer o universo das métricas e como utilizá-las para tomar decisões e ter melhores resultados no comércio eletrônico? Boa leitura e estudo!

O que é o Google Analytics?

Se você está lendo sobre o Google Analytics é porque provavelmente já tem um site que recebe visitantes ou está com um desejo de criar um. Essa ferramenta cria um monitoramento completo do ambiente digital, mostrando diferentes métricas que vão ajudam a entender melhor o desempenho das suas páginas.

Ao instalar a ferramenta no seu site ela vai começar a contabilizar os dados, tais como o número de visitantes, quais são as páginas mais acessadas, o momento do dia que possui maior tráfego, o tempo médio que os usuários permanecem dentro do seu ambiente, o comportamento deles, entre vários outros indicadores.

O importante a saber agora é que as empresas não podem mais embasar suas decisões em simples achismos e crenças. Com o acesso à internet cada vez mais amplo, elas podem aumentar o público-alvo ao vender para pessoas cada vez mais distantes. Isso é ótimo porque permite uma maior receita, mas tem também um lado negativo, uma vez que a concorrência é maior, pois seu negócio passa a competir com marcas de várias localidades.

Vale lembrar também que o comportamento do consumidor vem mudando ao longo dos anos. Os clientes estão se tornando cada vez mais exigentes em relação às marcas com as quais fazem negócios. Eles não aceitam mais somente a venda de um produto ou serviço, mas uma boa experiência em que suas necessidades sejam atendidas da melhor maneira possível. Isso aumenta a pressão sobre os empreendimentos para criarem ações mais personalizadas, assertivas e relevantes.

Além disso, é possível aliar o Google Analytics para e-commerce às estratégias de marketing digital, como campanhas de anúncio, redes sociais, e-mail marketing e diversas outras possibilidades. Uma boa comunicação requer um investimento financeiro por parte da empresa e as métricas são essenciais para analisar, por exemplo, a lucratividade de uma determinada ação, o que permite que sejam feitos investimentos mais certeiros e consequentemente que aumente o ROI (Retorno Sobre Investimento).

Para que serve o Google Analytics para e-commerce?

O Google Analytics para e-commerce tem uma infinidade de aplicações e serventias. Porém, para que você tenha conhecimento do que pode fazer com a ferramenta, criamos uma lista com as principais atribuições e benefícios. Veja:

Acompanhar o crescimento do número de visitantes

Vamos criar um cenário simples para gerar um melhor entendimento: imagine que você tem uma loja física em um shopping. Com tantas opções de compras lado a lado, o lojista precisa investir em uma boa decoração para atrair as pessoas que estão ali passando. Quanto mais pessoas dentro da loja, maior a probabilidade de gerar mais vendas. Certo?

No e-commerce funciona de uma forma parecida: quanto mais visitantes dentro das suas páginas, maior será a chance de aumentar as vendas. É claro que para isso é preciso investir na qualidade das páginas, criar um ambiente com bom layout, responsivo, que tenha um rápido carregamento (visto que grande parte dos acessos ocorre por meio de smarthphones), entre outras coisas.

É preciso ter em mente que um dos objetivos para o site é atrair mais visitantes e existe a possibilidade de usar o Google Analytics para acompanhar a evolução do tráfego. As análises de quantas pessoas estão acessando as páginas podem ser feitas mês a mês, de forma semanal ou com intervalos personalizados.

Além disso, também dá pra saber quantos usuários estão fazendo o primeiro acesso no seu site ou blog. Uma ideia é criar metas de evolução e tomar ações para alcançar os valores desejados, sempre avaliando a eficácia de cada uma delas para fazer correções e otimizar o plano sempre que necessário.

Saber quais páginas possuem a maior taxa de rejeição

Sabe quando você clica em um anúncio na rede de pesquisa, vai para uma página da empresa, mas fecha antes de clicar em qualquer outra informação no site? Quando isso acontece essa página recebe uma pontuação como taxa de rejeição, a qual relaciona exatamente a quantidade de pessoas que estão entrando e saindo pela mesma fonte sem acessar outras informações.

É muito importante acompanhar a taxa de rejeição tanto do do site de forma geral quanto das suas páginas de maneira individualizada para encontrar qualquer problema de acesso ou tentar melhorar o conteúdo para gerar mais atração e retenção dos visitantes.

Descobrir por qual canal de comunicação os seus visitantes estão chegando

Dentro do marketing digital existem várias possibilidades que podem ser bem-exploradas. As redes sociais, por exemplo, como o Facebook, Instagram, LinkedIn e Twitter, se tornaram verdadeiras ferramentas para as empresas. Com as plataformas os profissionais conseguem atrair o público, postar novidades e tendências, acompanhar a movimentação da concorrência, além de vender diretamente, claro.

Outra possibilidade no mundo digital é com os anúncios. Trabalhando com a plataforma do Google Adwords, em que se cria anúncios de diversos formatos, como rede de display, pesquisa, vídeos no YouTube, entre outros, pode-se alcançar um público significativo.

Também não podemos nos esquecer da técnica de e-mail marketing, uma das ações mais antigas e que mais gera resultados. Essa estratégia permite uma aproximação maior com o público, melhorando o relacionamento e gerando nutrição dos leads. Vale ressaltar que essa estratégia pode ser automatizada com ferramentas específicas, otimizando todo o trabalho.

Esses são só exemplos de fontes que podem ser exploradas no marketing digital para gerar leads e vendas. Além disso ainda existem as técnicas de marketing offline, mas que não vamos detalhar muito aqui neste momento. No entanto, com tantas opções de ataque, o normal é que as empresas diversifiquem suas estratégias. Então, como saber qual é a maior fonte de geração de leads? Como saber por quais canais o seu tráfego está sendo gerado? A resposta está no Google Analytics!

A plataforma mostra em detalhes a quantidade de público gerado em cada fonte. Isso ajuda na decisão de priorizar algum canal, trabalhar mais forte para melhorar um que não está gerando bons resultados ou mesmo entender as preferências do seu público. Vale a pena reforçar: não podemos tomar decisões em achismos. O Google Analytics para e-commerce auxilia justamente a ter certeza dos investimentos e ações e conhecer o desempenho de cada canal de geração de tráfego é primordial.

Mapear os horários de maior procura e visita

Além de saber a fonte, que tal conhecer os horários e os dias da semana em que se concentram a maior parte do seu tráfego? Isso é importante para intensificar campanhas de promoções, direcionar o lançamento de anúncios ou e-mail marketing ou até mesmo fazer manutenções no seu site.

A plataforma de análise cria um gráfico com a distribuição de acessos ao longo da semana. Você pode usar essa informação para trabalhar melhor cada fase.

Identificar os conteúdos de maior sucesso

Por fim, a plataforma do Google Analytics também é útil para a identificação dos conteúdos com maior procura e leitura. Sabemos que criar um blog para e-commerce tem um peso muito importante nos dias de hoje., visto que o marketing de conteúdo está em alta. Várias marcas estão investindo na criação e divulgação de materiais relevantes para atrair, envolver e converter os potenciais interessados nas soluções em clientes.

Esses conteúdos podem ser usados para criar a jornada de compra, que abrange todo o funil de vendas desde a fase inicial, de atração, até o fechamento da venda e depois dela, com conteúdos especiais para gerar a fidelização do cliente. No blog é importante conhecer os conteúdos que têm maior sucesso com o público. Isso permite limpar a sua lista de postagens e concentrar seus esforços em otimizar aqueles que estão com melhor performance.

Como instalar e configurar a ferramenta?

Para começar a utilizar o Google Analytics para e-commerce nós preparamos um passo a passo para instalação e configuração:

Obter o código de acompanhamento

  • acesse a página do Google Analytics;
  • crie uma conta ou faça login, caso já tenha conta no Google;
  • clique em “inscreva-se”;
  • complete o formulário indicado com as informações do seu site;
  • com todos os dados preenchidos, clique em “obter ID de acompanhamento”. Isso vai gerar um código que deve ser colocado no seu site para gerar o rastreamento e coleta das informações;
  • aparecerá o termo de aceitação e, após a leitura e confirmação, o código de acompanhamento.

Inserir o código no site

  • ainda dentro da sua conta no Google Analytics, copie o código de “Acompanhamento de website”;
  • abra o seu site, clique em “Aparências” e “Editar”;
  • antes do código </head>, cole o código que você copiou no Analytics. Faça isso para todas as páginas que deseja acompanhar.

Pronto, agora seu site já está com o código do Google Analytics e pronto para ser analisado pela ferramenta. Se você não conseguiu seguir os passos aqui descritos e teve dificuldades, há alguns plugins para WordPress que podem ser usados, como o Insert Hearders and Footers ou Google Analyticator.

Uma vez que a ferramenta já está sendo utilizada você pode configurá-la de acordo com sua necessidade, destacando as métricas mais interessantes. Vamos falar mais sobre isso em seguida.

Quais são as métricas que você deve acompanhar no e-commerce?

Várias métricas são possíveis de serem acompanhadas na plataforma de e-commerce. A seguir nós listamos algumas das principais para que você possa usar bem a plataforma do Google Analytics. Veja:

Visitors / Visitantes

O número de visitantes, como já dissemos ao longo deste guia, é uma das métricas do Google Analytics para e-commerce. É muito importante monitorar os valores e trabalhar para que eles sempre aumentem. Uma boa ideia é colocar metas e observar o desempenho das ações para isso.

Uma dica é não olhar somente o valor de visitantes de forma geral, mas de cada canal de geração de tráfego. Dessa forma você evita que um canal compense o outro em caso de variações.

New users / Novos usuários

Os novos usuários no site são aqueles que estão acessando pela primeira vez. É interessante acompanhar essa métrica também a fim de saber como suas ações de atração de novos usuários estão se desempenhando.

Geo / Geolocalização

Os dados de geolocalização indicam as regiões em que estão os usuários do seu site. Esse dado é muito interessante para descobrir se há algum local com maior número de visitantes, abrindo espaço para criar ações direcionadas.

A segmentação do público é muito importante para o sucesso das estratégias de marketing. Se você recebe um e-mail, por exemplo, falando sobre uma promoção na sua cidade, isso pode ter um alto engajamento. No entanto, se você recebe a mesma promoção, mas com o título de uma cidade a quilômetros de distância, a mensagem será facilmente desprezada.

Bounce rate / Taxa de rejeição

A taxa de rejeição é a quantidade de pessoas que entraram e saíram do seu site pela mesma página, sem buscar outros conteúdos. Essa métrica deve ser monitorada a fim de encontrar problemas de navegação, conteúdos fora do ar ou qualquer coisa que atrapalhe a experiência do público.

Além disso, você pode fazer testes com os anúncios e acompanhar a taxa de rejeição das páginas de direcionamento para analisar se aquela estratégia está sendo atrativa aos usuários.

Conversion rate / Taxa de conversão

A taxa de conversão é uma das métricas mais utilizadas no e-commerce. Ela funciona com uma determinação de ação, seja uma compra, cadastro, clique ou outra tomada de ação. Então, relaciona a parcela de usuários que seguiu essa ação esperada com o volume total.

Por exemplo, imagine que você queira monitorar a taxa de conversão do seu e-commerce em vendas. Com um tráfego de 13.000 pessoas mensalmente, 200 pedidos foram registrados em um período de 30 dias. Aplicando a fórmula da taxa de conversão com esses dados, teremos:

Taxa de conversão = 200 / 13.000 = 0,015 ou 1,5%

Essa taxa de conversão pode ser medida por estratégias, períodos, diferentes ações ou o que for mais interessante para o negócio.

Time on site / Tempo no site

O tempo no site é o intervalo médio que seus usuários permanecem navegando em suas páginas. Quanto maior esse tempo for, mais relevante está sendo seu conteúdo e os buscadores, como o Google, consideram esse fator como primordial no momento de criar o ranqueamento na busca orgânica, ou seja, a não paga. Os conteúdos do blog, por exemplo, ajudam bastante a manter os usuários no site, lendo os materiais e interagindo com eles.

Users real time / Usuários ativos no site

Outro recurso bem interessante do Google Analytics para e-commerce é o número de usuários ativos. Esse dado é coletado ao vivo, ou seja, a ferramenta mostra quantas pessoas estão online no seu site naquele exato momento. É muito bom acompanhar essa métrica para validar promoções, campanhas e períodos de alta procura, como Black Friday, Natal e outras datas sazonais.

Como personalizar e gerar relatórios mais aprofundados?

Uma das possibilidades ao usar o Google Analytics para e-commerce é a personalização. Por padrão a ferramenta apresenta um layout único, mas você pode estruturar a página como achar melhor. Para isso, siga o passo a passo:

  • faça o login na sua conta do Google Analytics;
  • vá até sua vista e clique em “Relatórios”;
  • escolha “Personalização” e depois “Painéis”;
  • para criar um novo painel você deve clicar em “+ Novo painel de controle”;
  • dê um nome e clique em “Criar painel”;

Na personalização você pode escolher widgets para o seu painel, acrescentando gráficos, métricas, mapas de localização, tabelas, barras e outros. Depois que você escolher todos os elementos do painel de controle também é possível alterar o layout. Para isso clique em “Customize Dashboard” e faça as alterações que achar necessárias.

Como os relatórios ajudam o seu e-commerce?

O Google Analytics concentra uma gama muito extensa de métricas sobre o seu site. Porém, nem sempre trabalhar com todas elas ou um número muito grande é uma boa estratégia. Você deve se concentrar naquilo que realmente é interessante e útil para o seu negócio em específico. Por isso é interessante customizar a plataforma e focar no que pode ajudar a gerar resultados.

Os relatórios com essas métricas ajudam a dar mais certeza sobre as ações. Imagine uma situação em que sua empresa dispõe de R$2.000 para investir em estratégias de marketing digital. Agora o objetivo é encontrar quais serão as ações tomadas e os valores para cada uma.

Se esse trabalho for feito sob achismo, os resultados podem ser totalmente aleatórios, acertando ou não, gerando bons ganhos ou não. Porém, se esse investimento for feito com base em resultados e análise de dados, a certeza de um bom negócio será bem maior. Com os relatórios do Google Analytics você pode ver, dentro deste exemplo que estamos criando, que a maioria do seu público está na região Sul do país. Além disso, grande parte do tráfego atual é gerado pelos anúncios, mesmo com outras estratégias já sendo aplicadas.

Com essa análise a sua equipe já tem mais informações para aplicar o investimento disponível, obtendo diversas dicas de marketing para aplicar. Ela pode criar anúncios personalizados para o público da região em destaque, destinando uma verba maior para eles ou até mesmo total. Além disso, uma outra ideia é buscar as páginas mais acessadas por esse público e concentrar os anúncios nesses temas, gerando maior atração. Por fim, vale também analisar o tipo de dispositivo usado para o acesso (desktop ou mobile) a fim de criar um ambiente que gere uma boa experiência.

Conseguiu perceber como a análise dos dados por meio de um relatório do Google Analytics para e-commerce ajuda a estruturar melhor as suas ações no e-commerce? As informações disponibilizadas devem servir como embasamento para gerar mais eficiência e assertividade, sendo de suma importância (pode-se dizer até que obrigatória na atualidade) para um negócio que quer conquistar o mercado e a preferência do seu público-alvo.

Essa ferramenta é realmente completa e capaz de gerar relatórios com tudo o que os gestores e responsáveis precisarão saber para acompanhar o desempenho das ações e saber se os esforços estão gerando os resultados esperados.

Toda empresa precisa trabalhar com base em fatos e números concretos para não perder espaço para a concorrência e também para não fazer apostas fundamentadas em meras convicções e correr grandes riscos. Com atitudes pautadas em informações fidedignas você conseguirá aumentar as vendas, gerar um melhor conhecimento da marca e projetar um crescimento sólido para a empresa.

Para finalizar, se você ficou com qualquer dúvida sobre a instalação, a configuração ou a utilização do Google Analytics para e-commerce, entre em contato com a nossa equipe agora mesmo. Somos especialistas nesse trabalho e estamos prontos para ajudar da melhor forma possível a conquistar os seus objetivos.

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