3 sinais de que o seu site profissional precisa ser renovado

3 sinais de que o seu site profissional precisa ser renovado

Criar Site profissional ou renovar site profissional
Criar Site profissional ou renovar site profissional

Criar um site profissional é a chave para o seu negócio decolar!

Site profissional. Você já trabalha com a venda online de produtos, mas seu site profissional pode ser melhorado. Com um faturamento estável, chegou o momento de tomar essa decisão, que deve ser bem pensada e consciente — afinal, o investimento precisa valer a pena.

Por isso, o primeiro passo é refletir sobre quais são seus objetivos ao manter o site. Por exemplo: aumentar as vendas, oferecer um atendimento diferenciado, trazer autoridade para a marca etc. Essa análise é a base para uma possível renovação, porque é a partir dela que você identifica as oportunidades que está perdendo.

Para ajudar na sua reflexão, listamos, neste post, 3 sinais que indicam que você precisa renovar o seu site. Além disso, entenderá por que vale a pena profissionalizá-lo ainda mais e qual é o potencial de retorno que essa medida traz para o seu negócio. Vamos lá?

3 sinais de que é preciso renovar o site da sua empresa

Ter um site profissional é uma forma eficiente de ganhar credibilidade e aumentar sua presença online. Para um negócio baseado na internet, esses dois fatores são altamente estratégicos e oferecem vantagem competitiva.

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Tudo o que você precisa saber sobre plataformas de e-commerce está aqui

Tudo o que você precisa saber sobre plataformas de e-commerce está aqui

Plataformas de e-commerce, tudo o que você precisa saber está aqui!
Plataformas de e-commerce, tudo o que você precisa saber está aqui!

Plataformas de e-commerce, o guia definitivo!

Plataformas de e-commerce. Parece história de sucesso dos filmes, mas, na verdade, é comum ver negócios online que começam as vendas informalmente. Com o tempo, aumentam tanto suas transações que seus gestores precisam tomar uma importante decisão. Investir ou não em plataformas de e-commerce para profissionalizar o ambiente de compra?!

Abrir uma loja virtual exige conhecimento, mas, principalmente, planejamento. Ao escolher uma plataforma, por exemplo, é preciso considerar qual cenário de sucesso está sendo planejado. Para o médio e longo prazo e quanto o investimento em tal solução impactará nos resultados do negócio.

Mas, uma coisa é certa: é preciso dar mais estrutura tecnológica ao negócio para que seja possível responder a novas demandas. Desta forma, crescer exponencialmente, automatizar alguns processos e passar credibilidade para o consumidor ao mesmo tempo.

Promover essas melhorias no seu negócio está em seus planos? Pois todas elas deveriam ser prioridades.

Para ajudar nesse planejamento, reunimos neste conteúdo todas as informações que devem ser consideradas em suas escolhas. Além de conceitos básicos que podem ser determinantes para a análise das opções e a negociação final. Acompanhe!

Leia também: O que fazem as empresas de desenvolvimento de lojas virtuais?

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Logotipo ou Logomarca, qual a diferença?

Logotipo – Entenda qual o significado e quando utilizar

Logotipo ou logomarca
Logotipo ou logomarca

A eterna briga entre profissionais que usam o termo “Logomarca” e os que batem o pé que o certo é “Logotipo”. Mas afinal, qual termo utilizar? Primeiro vamos entender o significado de cada termo:

Existem muitos designers, profissionais de marketing, comunicadores e publicitários que utilizam o termo “logomarca”, mesmo com muita gente torcendo o nariz ao ouvir. E, sim, esse termo existe no dicionário. Mas é só no Brasil que este termo existe; o restante do mundo utiliza variações das palavras logo, logotipo ou marca — mas nunca logomarca.

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Uma agência fora de Seri.e

Agência é tudo igual? Como escolher a agência ideal? O que avaliar em uma agência?

Agência Seri.e
Agência Seri.e

Uma agência fora de “SERI.E” é tudo o que o empreendedor gostaria para sua loja virtual ou negócio. Ter um parceiro para agregar qualidade, comprometimento e gerar resultados positivos, além do custo x benefício, é interessante para a saúde e visibilidade da marca e, por apresentar soluções assertivas e de qualidade, aumenta o engajamento com o público alvo. Essa sacada de marketing já foi notada por quase todo o mercado: Qualidade + Comprometimento + Disciplina = Bons resultados 😉 . Entretanto, se a receita do bolo já está pronta, por quê os resultados finais são tão discrepantes de um parceiro para outro? Por que, cada vez mais, a busca por uma agência fora de “SERI.E” vem aumentando?

 

Agência sem receita de bolo!

A resposta é simples: mais do que ter a receita pronta, é preciso fazer a alquimia correta, misturar os ingredientes para agregar a massa e fazer com que esse bolo simples torne-se um mega bolo de festas!

Quantas vezes você já leu ou ouviu por aí que era só fazer tal coisa e pronto, haveria uma chuva de clientes comprando na sua loja, mas não deu certo?

Tudo isso acontece justamente porque a maioria das agências segue um padrão de mercado, tentando automatizar suas interações com o cliente e, no desespero de atender o máximo possível de clientes, param de ESCUTAR sobre o seu negócio, desperdiçando suas particularidades e minando suas chances de se destacar.

Para ter ideia, segundo a consultoria Big Data analisou, há mais de 371 mil sites e-commerces no Brasil. Se não houver nenhum trabalho diferenciado, logo o seu site será mais um entre esses tantos mil, mais um “mais do mesmo” brigando por preço e esquecendo que o cliente realmente quer: valor!

Bolo de chocolate é bom, uma delícia! Mas se seu cliente gosta e compra o bolo de morango, então por que fazer campanha para vender bolo de chocolate?

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7 características essenciais que todo site de e-commerce deve ter

7 características que todo site de e-commerce deve ter

Descubra quais são os pontos mais importantes para o seu e-commerce

Site de e-commerce
Site de e-commerce

Site de e-commerce. Não existe um site de e-commerce igual ao outro. Apesar, de as tendências no setor ajudarem as lojas virtuais e sites de e-commerce a se manterem relevantes e com baixas taxas de rejeição, são o conteúdo e os produtos ou serviços ofertados que permitem a sobrevivência da página em um mercado cada vez mais competitivo.

E é justamente devido à alta competitividade para conseguir conquistar a atenção e um espaço no orçamento do consumidor que fazer o básico deixa de ser suficiente. É preciso ir além e investir em características que darão longevidade ao site de e-commerce. Quer saber quais são elas? Confira a seguir.

1. Facilidade de uso

Simplicidade deve ser o principal objetivo ao pensar no design da loja virtual. Segundo dados da Hubspot,, 76% dos consumidores online afirmam que a facilidade para navegar nas páginas e entender as informações nelas contidas é a característica mais importante no processo de decisão por comprar ou não de dado fornecedor.

O consumidor precisa atingir o seu propósito na página fácil e rapidamente. Toda e qualquer complexidade desnecessária será um desestímulo para a compra.

O vendedor de e-commerce tem minutos, às vezes segundos, para completar uma venda. Focar na experiência do usuário, fornecer reviews de produtos e um FAQ informativo é fundamental em toda loja virtual.

2. Fotos e vídeos em alta qualidade

Há muito tempo, deixou de ser suficiente uma única foto com alguns bullet points descrevendo o produto para que uma venda fosse concretizada. O consumidor atual quer ver o item de múltiplos ângulos e, se possível, sendo utilizado em diferentes ambientes antes de tomar a decisão.

Quanto mais detalhes a imagem trouxer, mais próxima será a sensação que o consumidor terá de possuir o produto. Por isso, é preciso ter alguns cuidados na hora de fazer o upload de imagens no site de e-commerce.

O fundamental é que elas não demorem muito para carregar, já que, quando isso acontece, 39% dos consumidores deixam de tomar a ação esperada pelo vendedor (seja colocar o produto no carrinho, seja, de fato, concluir a compra).

A premissa é: imagens vendem, textos não. Por isso, exibir múltiplas imagens por produto, em alta resolução e otimizadas para a página carregar rapidamente é impreterível para o sucesso do site de e-commerce.

Site de e-commerce
Site de e-commerce

3. Mobile friendly

Segundo regras do Google, desde 2017, todos os sites devem ser mobile friendly, ou arcar com a não priorização da ferramenta de busca na hora de ranqueá-los nas páginas de resultados.

Um portal responsivo é aquele em que o seu conteúdo se adapta a qualquer dispositivo em que esteja sendo acessado (tablets, smartphones, desktops ou notebooks). Surpreendentemente, muitos sites ainda não aderiram a um design responsivo.

4. Campo de busca

A barra de buscas é o equivalente ao vendedor em uma loja tradicional. No mundo online, em vez de perguntar se há o produto ou onde ele se encontra a um representante comercial, o cliente buscará a resposta no campo de buscas. Por isso, é importante um cuidado especial com essa funcionalidade.

Fique atento aos seguintes pontos:

  • visibilidade: ela precisa estar visível em qualquer lugar do site em que o cliente estiver. Usualmente, ela sempre se encontra na parte superior;
  • ajuda na busca: deixe fixado, no campo de busca, o que você espera que o consumidor faça. Geralmente, são usadas algumas frases, como “o que você procura?” “insira aqui a palavra-chave”, “o que você deseja buscar?”, entre outras;
  • preenchimento automático: quando o possível consumidor começar a buscar por um item, a barra já deve exibi-lo, assim, as chances de conversão são muito maiores.

5. Descrição dos produtos

Um dos erros mais comuns é usar frases que apenas descrevem os produtos em vez de vendê-los. É preciso esclarecer quais são as buyer personas que o e-commerce quer atingir e utilizar um copywriting que seja apelativo para essa audiência-alvo.

Veja dicas de como descrever os produtos da sua loja virtual:

  • entenda que a descrição deve responder seis perguntas fundamentais: para quem é o produto, quais são os seus detalhes e seus diferenciais, onde ele pode ser utilizado, quando ele pode ser utilizado, por que é uma boa ideia comprar o produto e como ele funciona;
  • deixe explícita a proposta de valor, ou seja, mais do que descrever as funcionalidades, é preciso deixar claro como elas impactam o dia a dia da buyer persona;
  • escolha um tom de voz que diferencie o seu e-commerce da concorrência. Se o concorrente usar um tom mais corporativo e sério, você pode optar por um mais leve e divertido, por exemplo;
  • elimine o sentimento de culpa do consumidor. A maioria das pessoas se sente culpada ao gastar dinheiro, mas, se você deixar claro que é uma oferta imperdível, que o produto é exclusivo e que é um ótimo negócio, elas estarão mais propícias à compra;
  • use mais verbos e menos adjetivos;
  • preocupe-se com SEO ao descrever os produtos;
  • aposte na comprovação social (social proof). Quanto melhores forem as reviews e histórias reais de uso do produto, melhor.

6. Layout do site de e-commerce

Se você quer que o visitante fique no seu site e veja o que você tem a oferecer, é preciso que essa experiência seja agradável. O layout do e-commerce tem papel fundamental nas taxas de conversão. Por isso, lembre-se:

  • use espaços em branco para minimizar a sensação de tumulto e desordem entre os produtos. Assim, é possível criar uma hierarquia visual;
  • aposte em fontes customizáveis para dar personalidade e deixar os textos legíveis;
  • use o design para contar histórias (storytelling);
  • não tenha longos blocos de texto;
  • não tenha informações desnecessárias na homepage.

7. Política de devolução

As políticas de retorno de mercadorias devem ser claras, visíveis e ilustradas. Preferencialmente, representando uma excelente forma de construir um relacionamento de confiança com o consumidor. Assim, o possível cliente se sente mais propício a comprar pois saberá que, caso ele esteja insatisfeito, poderá devolver ou trocar o item.

Uma pesquisa da Invest mostra que:

  • 30% dos produtos comprados online são devolvidos;
  • 92% dos consumidores comprarão novamente do site se o processo de retorno for fácil;
  • 67% dos consumidores conferem as políticas de devolução antes da compra.

Seguir estas dicas, tornará o seu site de e-commerce mais preparado para enfrentar a concorrência e reter clientes. Para descobrir como aumentar as chances de sua empresa ser uma loja virtual de sucesso, entre em contato com a gente!

Crescimento do e-commerce no Brasil em 12 dados

Crescimento do e-commerce pode ajudar o seu negócio!

O crescimento do e-commerce no Brasil é devido a fatores como maior acesso à internet e disseminação dos dispositivos móveis inteligentes.

No entanto, é preciso entender como está o panorama mercadológico atual da área para estruturar sua loja virtual com base nas oportunidades do setor.

Para ajudar você, separamos 12 dados que demonstram como o comércio eletrônico se fortaleceu, indo, na contramão da recente crise. Não deixe de conferir!

1- O faturamento do setor alcançou R$ 47,7 bi, em 2017

De acordo com a 37º edição da pesquisa Webshoppers (2018), feita pela Ebit e em parceria com a Elo. O faturamento do e-commerce, em 2017, foi de R$ 47,7 bilhões. Isso representa aumento de 7,5% em relação a 2016, quando o setor registrou R$ 44,4 bi.

A elevação nos números se deu porque, em 2017, houve 111,2 milhões de pedidos feitos nos e-commerces, ante 106,3 milhões do ano anterior — uma expansão de 5%.

O ticket médio/consumidor se ampliou, de R$ 418 (2016), para R$ 429 (2017), um aumento de 3%.

2- Crescimento do e-commerce no Brasil foi de 12%

O comércio eletrônico, em 2017, teve crescimento de 12% em relação a 2016. Isso é o que aponta outro estudo, o E-commerce Radar 2017, feito pela Atlas, que atua com análise de dados, e apoiado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

3- A expectativa de crescimento para 2018 também é de 12%

A Ebit prevê aumento nominal também de 12% no mercado para 2018, em que o faturamento deve chegar a R$ 53,5 bilhões. Isso se dá por causa da recuperação da economia brasileira, da consolidação das vendas em dispositivos móveis e do fortalecimento das transações nos marketplaces.

4- O número de consumidores chegou a 55,15 milhões, em 2017

O radar Webshoppers relata que a quantidade de consumidores ativos no país passou de 47,93 milhões (2016), para mais de 55 milhões no ano seguinte, alta de aproximadamente 15%. Clientes ativos são os brasileiros que realizaram ao menos uma compra digital no ano.

5- O investimento em tecnologia pelas lojas virtuais corresponde, em média, a 9% da receita

Segundo dados de um estudo da Forrester Research, feito em parceria com o portal E-commerce Brasil, em 2016, o investimento médio em tecnologia da informação corresponde a 9% das receitas provenientes das vendas. No entanto, é interessante destacar que negócios digitais diretos (que atuam só na internet) costumam aplicar mais em TI do que os varejistas que têm lojas físicas.

6- 27,3% das compras, em 2017, foram feitas em smartphones ou tablets

A pesquisa do Ebit aponta que 27,3% das compras no ano passado foram via mobile, reforçando a preferência dos consumidores.

O estudo do Atlas, por sua vez, indica que o percentual de compras por meio de dispositivos móveis foi de:

  • 31% em 2017 (9% maior que o ano anterior)

Ambos os relatórios reforçam a necessidade de se definir estratégias específicas, conforme os dados apresentados acima.

7- 31,5% das vendas foram feitas em marketplaces

O ano de 2017 também foi marcado pelo fortalecimento das transações realizadas em marketplaces, como aponta a 37° edição Webshoppers. Isso porque, ao considerar o mercado total de bens de consumo (o que inclui sites de vendas de mercadorias novas/usadas e sites de artesanato), o segmento atingiu R$ 73,4 bilhões. O crescimento foi de 21,9% em relação a 2016.

A pesquisa do Atlas também reforçou esse dado, indicando que as vendas em marketplaces corresponderam a 31,5% das operações do comércio eletrônico brasileiro.

8- Perfil dos compradores é majoritariamente feminino

O relatório do Ebit destaca a predominância das mulheres nas compras online em 2017. Embora, a diferença com os homens tenha diminuído na comparação com 2016. A participação feminina foi de 50,6%, contra 49,4% da masculina. No ano anterior, a representação era de 51,6% e 48,4%, respectivamente.

9- Compras à vista cresceram e representam 49,8% do total

Do montante de compras feitas no ano passado, 49,8% foram pagas à vista. Esse dado é do relatório do Ebit, que destaca ainda que as transações parceladas em 2 ou 3 vezes representam 18,7% do volume total, enquanto parcelamentos entre 4 e 12 vezes significam 31,5%.

Isso vem ao encontro com um dado reportado sobre o pagamento com boletos no estudo do Atlas. Ele indica que 35,5% dos pedidos efetuados tiveram o boleto como forma de pagamento, sendo que, desse total, 48,5% foram efetivamente quitados. Normalmente, boletos são pagos à vista.

Além do mais, a média de parcelamento recuou de 3,5 meses, em 2016, para 3,3 meses em 2017.

10- Abandono de carrinhos chega a 82,3%

Embora pareça um dado negativo, o fato de 82,3% dos carrinhos gerados serem abandonados (conforme o estudo do Atlas) significa que há muita margem para melhorias que estimulem o aumento das vendas.

Em outras palavras, é possível implantar estratégias virtuais para gerar volume maior de conversões, contribuindo ainda mais para o crescimento do comércio eletrônico.

11- A taxa média de conversão do e-commerce brasileiro é de 1,4%

A média de conversões dos clientes que acessam lojas virtuais é de 1,4% (dados do Atlas sobre 2017). Em 2016, a porcentagem era de 1,6%. Essa queda se dá pelo aumento da participação dos dispositivos móveis, que costumam ser menos eficientes nas conversões.

Isso também dá margem para a estruturação de novas estratégias mercadológicos para smartphones, tablets e outros aparelhos móveis. Visto que há carência de maior efetividade nesses meios.

12- 58,5% das vendas foram para visitantes que retornaram

Em 2017, de acordo com o relatório do Atlas, 58,5% das vendas foram para visitantes que retornaram aos e-commerces. Já 41,5% das operações são de clientes novos.

Esses dados significam que as lojas virtuais estão conseguindo se aproximar de seus consumidores, reforçando seus relacionamentos. No entanto, 77% dos clientes fez uma só compra no ano, o que significa que há margem para estabelecer ações que visem a elevação da recorrência nas aquisições por parte dos usuários.

Dicas para quem quer investir

Como visto, o comércio eletrônico brasileiro tem apresentado crescimento em várias áreas. Demonstrando que há espaço para novos empreendimentos virtuais. Contudo, ainda há desafios para superar, como:

– Aumentar as margens de conversões;
– Elevar a recorrência nas compras dos clientes;
– Diminuir as porcentagens de abandonos de carrinhos.

Esses três pontos podem ser trabalhados como oportunidades por novos estabelecimentos virtuais para conseguirem competir com as grandes lojas virtuais e se consolidarem nesse mercado. Além disso, separamos algumas dicas para quem deseja investir no setor, confira:

– Otimize o seu e-commerce para os dispositivos móveis, adotando uma plataforma que ofereça layout full responsivo;

– Selecione um nicho para começar e amplie gradativamente o seu escopo de atuação. Isso possibilita adquirir experiência em comércio digital enquanto constrói uma boa base de clientes fiéis à marca;

– Não se esqueça de empregar ações de marketing nas redes sociais para conquistar novos consumidores;

– Estabeleça um bom relacionamento com o seu público;

– Esteja atento a tendências tecnológicas que possam ajudar seu e-commerce a melhorar os resultados, como o uso de social login e de gamificação.

Os dados mostram que há um expressivo crescimento do e-commerce no Brasil. Nesse contexto, existe espaço para quem quer aproveitar as oportunidades dessa expansão. Para tanto, é importante dar o primeiro passo estruturando bem sua loja virtual desde o começo e aproveitando as dicas transmitidas acima.

Gostou dos dados apresentados? Compartilhe-os nas suas redes sociais e seja referência no assunto!

 

fonte:  ecommercenews

Adobe compra Magento por 1,68 bilhões de dólares

A Adobe anunciou a compra da plataforma Magento, que lhe permite ter presença no comércio eletrónico para B2B e B2C e que vai integrar a Experience Cloud.


A Adobe, líder em design e entrega de experiências digitais por meio de conteúdo e dados, quer integrar também o comércio para a experiência do cliente, seja na web, em dispositivos móveis, em redes sociais, no on-line ou na loja.

Adobe quer competir com a Salesforce, que comprou recentemente a Demandware e que está presente em marketing, vendas e serviços. A Adobe reforça o portfólio com a Magento que irá preencher uma lacuna na Experience Cloud e permite finalizar uma transação digital que tenha sido iniciada com as ferramentas digitais de marketing que a empresa já tinha. Por outro lado, esta compra vai aproximar a Adobe da Microsoft, vaticina Brent Leary, que detém a CRM Essentials e que monitoriza a intersecção entre CRM e marketing.

A Salesforce é o alvo a abater por parte destas duas empresas. Esta gigante faturou 8 bilhões de dólares no ano passado.

A Magento, comprada agora, focou-se no segmento de pequenas e médias empresas, embora tenha grandes nomes como a Coca-Cola, enquanto a Adobe especializou-se nas grandes empresas.

Um pouco mais sobre o Magento:

A Magento produz programas para a construção e manutenção de lojas virtuais, com sistemas para gestão de compras, entregas, pagamentos, possíveis devoluções, criação de anúncios em redes sociais e otimização para ferramentas de buscas. Ela foi parte do eBay por cinco anos, tendo sido separada em 2015.

Ela é uma das plataformas de comércio eletrônico mais utilizadas do mundo, tendo uma versão de código aberto que pode ser implementada gratuitamente pelas lojas. Uma edição paga mais completa, com ferramentas avançadas e direito a suporte técnico, também pode ser adquirida. A Adobe avisou que vai anunciar mais detalhes da compra quando a transação for concluída, o que deve acontecer no final deste ano.

A Plataforma Magento é construída sobre tecnologia comprovada e escalável, apoiada por uma comunidade de mais de 300.000 desenvolvedores. O ecossistema de parceiros Magento oferece milhares de extensões pré-construídas, incluindo pagamento, frete, impostos e logística. Esse nível de flexibilidade permite que as empresas acelerem rapidamente e iterem seus recursos de negócios para suas necessidades exclusivas de negócios.

Os atuais clientes do Magento incluem marcas como Canon, Helly Hansen, Paul Smith e Rosetta Stone. A Adobe e a Magento compartilham clientes em comum, incluindo Coca-Cola, Warner Music Group, Nestlé e Cathay Pacific.

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Curso Imersão Gestão E-commerce,  um curso especial para melhorar a gestão do seu e-commerce com a metodologia utilizada na Dr. e-commerce, que já ajudou mais de 400 lojistas. Um final de semana inteiro estudando e vivenciando casos reais, vamos rever todos os principais conceitos e estrutura para operar melhor seu e-commerce.

Curso imersão
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O curso Imersão Gestão E-commerce será ministrado em São Paulo Capital, em um final de semana inteiro.

Começando as 08:59 e terminando às 17:59. Com 2 pausas para café a cada 2 horas de curso e um intervalo de 1 hora para almoço em cada dia.

Com estrutura para utilizar seu notebook, vamos contar com internet e material de apoio.

O curso será gravado e posteriormente será disponibilizado alguns vídeos com o resumo do que foi falado no dia.

O investimento cobre todos os custos referente ao treinamento, exceto almoço e estacionamento, que ficam a cargo do treinando.

Local

VTEX – São Paulo Capital (Av Brigadeiro Faria Lima, 4.440 – 10º andar)

Público-Alvo

Este curso é focado em pessoas que JÁ POSSUEM E-COMMERCE. Caso queria participar de uma turma para Criação de e-commerce, clique aqui.

O curso abrange uma linguagem para quem está operando a pouco tempo no e-commerce, como também para gestores de longa data. Vamos unificar a linguagem, pois o dia a dia é o mesmo.

Para gestores de e-commerce de Pequeno, Médio e Grande Porte.

 

Quando e que horas?

Dia 24 e 25 de Março das 08:59 às 17:59

Principais pontos do Curso

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  • Sistemas e Integração: plataforma, ERP, ferramentas e Google
  • Equipe: estrutura, matriz de responsabilidades, budget
  • Comunicação Visual: Wireframe, Layouts, Interfaces, Funcionalidades e Mídias Internas
  • Conteúdo: Ofertas, Cadastro, Produtos, Categorização, Descrições, SEO e Políticas
  • Logística: Fornecedores, Gestão de Estoque, Tabela de Frete, Fluxo de Pedidos
  • Pagamentos: Fornecedores, Fluxo de Pagamentos, Regras, Gateway, Análise de Risco e Política
  • Selos e Segurança: Fornecedores, Cadastros, Processo de Atendimento, Selos de Segurança
  • Marketing: Canais de Venda, Métricas, Redes Sociais, Loja, Planos de Evolução

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Black Friday é semana que vem, mas lojas já anunciam ofertas!


A Black Friday só acontece oficialmente na semana que vem, mas o consumidor já encontra empresas divulgando promoções antecipadas. Com tantas ofertas, a dúvida é: vale a pena comprar antes do dia 24 de novembro?

Segundo o supervisor do Procon-SP Bruno Stroebel, o ideal é esperar a data oficial. “A orientação é aguardar. Quando começar a Black Friday, o consumidor vai ter mais opções e mais lojas para comparar os preços.

A economista do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) Ione Amorim concorda. “As campanhas antecipadas querem atrair, mas também confundem o consumidor. É preciso ter atenção para não se deixar levar pelo impulso. Na semana que vem, pode aparecer o produto em outro lugar, mais em conta. Quem já pesquisou e está monitorando o preço dos produtos de interesse está em uma situação mais favorável.

Dica: pesquise preços e evite a ‘Black Fraude’

Quem ainda não começou a pesquisar os preços deve aproveitar esses dias que antecedem o evento para isso, diz o supervisor do Procon-SP.
Aproveite esses dias para fazer pesquisas e ter uma ideia de quanto está o produto. O cuidado é para não cair na famosa ‘Black Fraude’, em que algumas lojas sobem o preço antes da data e depois reduzem para parecer que teve desconto. É maquiagem de preço e infração ao Código de Defesa do Consumidor.

O PROCON já começou a monitorar os preços nas lojas para coibir esse tipo de fraude, mas a orientação é que, ao pesquisar os valores, o consumidor faça registros. “Faça a pesquisa e tire foto da tela com o nome da loja e a data. Se for loja física, guarde o folheto da promoção.

Ele afirma que, se o consumidor encontrar empresas que subiram os preços para anunciar o produto como oferta na Black Friday, com esses registros será mais fácil denunciar a fraude.

Cadastro para receber ofertas em 1ª mão

Algumas lojas virtuais estão sugerindo que o consumidor faça um cadastro agora para receber as ofertas em primeira mão. Para Ione Amorim, o consumidor pode até fazer o cadastro antecipadamente, mas deve usar isso como ferramenta para acompanhar preços.

É uma fonte de pesquisa. Pode se cadastrar desde que tenha controle do que vai comprar, faça um planejamento, pesquise os preços e analise a política de privacidade, para não ficar recebendo depois inúmeras promoções e campanhas que não interessam.

Ela diz que o consumidor precisa estipular um valor que poderá gastar para não comprometer o orçamento. “A Black Friday coincide com o preparo para as compras de Natal e a liberação da primeira parcela do 13º salário. Mas é preciso se lembrar das obrigações financeiras do começo do ano. Faça a sua listinha e estabeleça quanto poderá gastar, para tomar decisões sem colocar a situação financeira em desequilíbrio.

Fonte:economia.uol.com.br