Black Friday

Lojas virtuais perdem R$ 132,05 milhões durante Black Friday e Cyber Monday por causa de instabilidade em algumas plataformas.

O e-commerce brasileiro sofreu uma perda de R$ 132,05 milhões em apenas quatro dias, entre a Black Friday e a Cyber Monday. É o que constatou um estudo realizado pela Sofist, depois de acompanhar o desempenho dos e-commerce’s durante o período mais importante para o varejo online no Brasil.

Realizado pelo terceiro ano consecutivo, o estudo contemplou o monitoramento de 104 lojas virtuais, desde às 22h do dia 28 de novembro até às 23h59 do dia 2 de dezembro (englobando a Cyber Monday).

Para quantificar o prejuízo, a Sofist considerou que um site estava indisponível quando era impossível navegar pela loja. Qualquer um dos seguintes fatores poderiam causar uma indisponibilidade: problemas técnicos, como páginas de erro, uso de página de espera, também conhecida como “tampão”, e demora excessiva (timeout), quando o site não termina de carregar mesmo após 45 segundos do acesso inicial.

Das 104 lojas, 90 impediram, em algum momento, o consumidor de navegar em seu e-commerce, somando mais de 88 horas de indisponibilidade. De acordo com estudos do Google, ficar 1 hora fora do ar durante a Black Friday acarreta a um e-commerce R$ 1,5 milhão em perda de receita.

Neste ano, apenas nas quatro primeiras horas de evento, as lojas deixaram de faturar R$ 8,6 milhões de reais, ⅓ do prejuízo total apurado no estudo completo de 2018, quando foram monitoradas 65 lojas que somaram uma perda de pelo menos R$ 24 milhões.

Tivemos quase que uma sexta-feira 13

Ainda que, ano a ano, a importância da Black Friday no varejo brasileiro venha crescendo, notou-se que muitas empresas ainda não estão prontas para oferecer a melhor experiência no canal online para seus consumidores, seja através de um app, um site desktop ou site mobile.

Até o fim da sexta-feira, a Sofist identificou um conjunto de 90 lojas virtuais que, juntas, ficaram indisponíveis para seus consumidores por quase 65 horas, gerando perdas em vendas que somam mais de R$ 97,3 milhões.

Veja na tabela abaixo um recorte de quatro períodos muito importantes para a Black Friday, mostrando o período de indisponibilidade e o prejuízo estimado.

A manhã de sexta-feira, dia 29, foi um período extremamente crítico. De acordo com o monitoramento, 33 e-commerces foram afetados por um problema em um plugin de terceiro que apresenta um selo de certificação na loja virtual.

O recurso para incentivar mais vendas e passar credibilidade para os consumidores acabou causando lentidão em dezenas de lojas virtuais, cujo tempo de carregamento ultrapassava com frequência os 45 segundos.

Segundo Bruno Abreu, CEO da Sofist, “a recomendação que observamos e lemos em vários canais envolvendo os e-commerces era de que o selo fosse removido ou desativado o quanto antes, dado que estava prejudicando a experiência dos usuários e as vendas”.

Além do problema com este plugin em específico, o alto volume de acessos fez com que alguns sites ativassem páginas de espera (ou “tampão”) ou apresentassem aos usuários mensagens técnicas de erro (veja exemplo real abaixo), causando frustração aos consumidores.

Apenas foi observada melhoria nos acessos e tempo médio de carregamento no fim da tarde de sexta-feira. Mesmo assim, o prejuízo calculado para este período (“Fim de tarde de sexta”) foi alto e está bem próximo dos R$ 8,6 milhões observados na abertura do evento na noite de quinta-feira.

O tempo de carregamento superou o recomendado (4,3 segundos) e muita, mas muita instabilidade

O estudo deste ano mostra que as 104 lojas virtuais monitoradas demoraram, em média, 4,3 segundos a mais para carregar completamente do que em outros periodos.

A loja com o melhor tempo médio de carregamento disponibilizou seu conteúdo em 0,4 segundos, contra 13,5 segundos da loja com o pior tempo.

“Quem comprou no sábado teve uma experiência mais agradável”, explica Abreu. É o que mostra a tabela a seguir, indicando o tempo de carregamento médio dos sites, o melhor tempo observado e o pior. Vale reforçar que os piores tempos observados ocorreram justamente na sexta-feira de manhã.

Um tempo ruim de carregamento de um site é prejudicial, pois atrapalha a experiência de um usuário ao ponto de fazer com que ele desista de comprar um produto em um determinado site.

Veja no gráfico abaixo os dados de tempo de carregamento para uma loja do segmento de construção; em várias ocasiões o tempo para que o site terminasse de carregar ultrapassou os 10 segundos, com um período muito ruim na manhã e tarde de sexta-feira.

Assim como em 2018, todas as lojas virtuais monitoradas apresentaram instabilidade em algum momento do evento, o que significa uma variação no tempo de carregamento médio superior a 3 segundos.

Três segundos de carregamento é um tempo crítico: a Akamai, líder global em soluções de CDN, relata que apenas 1 segundo a mais no carregamento de um e-commerce implica em uma perda de conversão de 20,5% no smartphone e 21,8% no computador.

Segmento de construção é o mais afetado por lentidão

O acompanhamento mostrou que o segmento de construção foi o que mais teve problemas de lentidão ao longo da Black Friday. Os e-commerces deste meio apresentaram tempo médio de carregamento de 9,4 segundos, 5,1 segundos acima da média geral de carregamento.

Acompanhe na tabela abaixo a evolução do tempo médio de carregamento dos segmentos acompanhados desde 2017.

Locais com traço (“-“) indicam que o segmento não foi acompanhado no ano em questão.

Plugins continuam impactando no tempo de carregamento dos sites

Desde a primeira edição do estudo constata-se que os plugins (programas utilizados para adicionar recursos novos às lojas virtuais) têm afetado o tempo de carregamento dos sites monitorados e, consequentemente, a experiência do usuário final.

Este ano, 84,6% dos sites monitorados apresentaram problemas com plugins. Em 2018 esse número foi de 49,2%, e em 2017, 51,1%. Foram identificados 87 plugins lentos (cujo tempo de carregamento foi superior a 10 segundos) de um total de 144 monitorados.

Durante a sexta-feira, primeiro dia de evento, foi detectado às 8h14 que um plugin de selo de certificação estava causando lentidão em 33 lojas virtuais. O impacto foi tanto que levou a uma plataforma de e-commerce recomendar, via comunicado oficial, que seus clientes removessem o plugin visando não prejudicar as vendas.

Veja abaixo dois sites que apresentaram lentidão devido ao plugin em questão. Os problemas de carregamento da Loja B, do segmento de Departamento, acompanharam o desempenho do plugin até por volta das 17h. Já a Loja C, do segmento de Bens de Consumo, provavelmente retirou o plugin de sua loja virtual por volta das 10h, minimizando o prejuízo.

Segundo Abreu, “mesmo que a loja virtual tivesse feito todo o seu dever de casa de preparação para receber o volume de acessos, ela ainda seria afetada pelo problema. É importante avaliar sempre com cautela o que deve ou não ser utilizado, além de saber se o mantenedor do plugin está, de fato, realmente preparado para uma eventual sobrecarga e volume de acessos”.

Balanço Geral

Como mostra o estudo, apesar do tempo médio de carregamento ter melhorado em relação à Black Friday de 2018, ainda está longe de ser o ideal. O consumidor ainda precisou lidar com instabilidades constantes e, em muitos casos, com sites indisponíveis.

Para as lojas, estes números são preocupantes: eles mostram que, apesar do aumento da importância da data no varejo nacional, os e-commerces ainda subestimam a preparação para o evento. Veja que as lojas virtuais deixaram de vender pelo menos outros R$ 132 milhões.

Se há uma expectativa das compras aumentarem, tanto em volume quanto em ticket médio, e se o investimento em marketing vai aumentar, para que colocar todo o sucesso do evento em risco e frustrar a experiência do consumidor, reduzindo as chances dele comprar e estabelecer uma relação de longo prazo com a marca? “O segredo é se antecipar e começar a preparação para o evento o quanto antes, e nunca às vésperas já em novembro”, afirma Abreu.

Sobre a metodologia

Para a coleta dos dados, a Sofist acessou uma lista pré-definida de 104 sites a partir de servidores localizados em São Paulo, onde cada um deles monitorava apenas um site, a fim de evitar a interferência de outros processos. Para simular a experiência de um usuário real, as páginas foram carregadas com o navegador Google Chrome 78.0.3904.108, com cache desativado e aba anônima.

Durante o monitoramento, o Chrome abre uma aba em branco e acessa a página principal da loja virtual. Este processo é repetido a cada 60 segundos e, então, as informações são registradas. Consideramos que ocorreu um timeout quando, mesmo depois de 45 segundos, a página ainda não terminou de carregar ou quando o acesso do usuário é cancelado unilateralmente pelo site. Foram registradas métricas como tempo de carregamento, quantidade de requisições, dados transferidos e erros HTTP 4xx ou 5xx (como Forbidden e Internal Server Error).

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/

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Consumidor paga até 1/3 a mais por experiência de compra positiva, aponta pesquisa

Uma pesquisa da PWC Brasil — feita com 21 mil compradores online e apresentada em primeira mão — revelou que o consumidor brasileiro está disposto a pagar até 1/3 a mais por uma boa experiência de compra.

O estudo aponta que além das métricas de retorno sobre o investimento (ROI), a organização precisa estar ciente de como se apresenta a experiência de compra do seu consumidor (métrica de ROX, ou Return on experience).

Quem explicou sobre essa tendência foi Ricardo Neves, sócio da pesquisadora. No palco do Fórum Digitalks 2019, ele afirmou que não adianta mais oferecer um site de ponta, se a experiência de compra for mediana. “Dos 27 países pesquisados, descobrimos que o Brasil tem o consumidor que mais valoriza a experiência de compra no mundo. E ele quer essa excelência em todos os pontos de contato da relação, inclusive no mundo físico”.

Essa informação é de extrema importância, dado o levantamento de que 94% dos consumidores de todas as classes já compraram no online. “Praticamente toda a classe C utiliza aplicativos para transações bancárias. O consumo online por celular subiu para a metade da população brasileira. Para ter uma ideia, 1/4 das vendas de calçados no país já é feita no online. Isso só reforça que o lojista deve investir na experiência de compra”, afirmou Ricardo.

Estudo aponta que metade dos brasileiros realizam suas compras por smartphone ao menos uma vez por mês.

A tecnologia na experiência de compra

De acordo com a pesquisa, o brasileiro é favorável à adoção de tecnologias. 80% da população brasileira — reunindo todas as classes sociais — gosta de cuidar da saúde e já utiliza até 3 aplicativos para isso. Além disso, 52% obtêm informações por canais não tradicionais de mídia (blogs, sites, aplicativos, jornais digitais…). No restante do mundo, segundo o levantamento, 32% ainda optam pelas mídias tradicionais, como os jornais New York Times, Financial Times e CNN, por exemplo.

Outro dado interessante: 76% dos consumidores fazem streaming de filmes e programas de TV duas vezes por semana ou mais. E os millenials lideram essa tendência: mais de 57% dizem assistir filmes ou vídeos dessa forma ao menos uma vez por dia.

Experiência de compras sem atrito

Tanto no ambiente físico como online, a jornada de compras deve ter o mínimo de atrito possível. Para isso, o estudo aponta alguns dados a serem observados:

Métodos mais fáceis e rápidos de pagamento se tornaram o principal atributo de melhoria da experiência de compra na loja física para 58% dos entrevistados no Brasil;
41% desejam tecnologias auxiliares enquanto percorre a loja de maneira rápida e conveniente;
44% têm o interesse em pagar pelas suas compras dentro da loja via app;
39% dos que compram em marketplaces acabam comprando com maior frequência.

Amazon

Apesar de ainda não chegar no mesmo patamar de outros países, como EUA e Japão, a Amazon cresce de forma contundente no Brasil — 57% dos consumidores disseram ter feito uma comprar na empresa, ante os 47% apresentados recentemente. “Amazon deve estar na pauta de discussão dos lojistas, pois acreditamos que ela promete muito no mercado nacional”, disse Ricardo.

Como medir o retorno sobre a experiência de compra?

Segundo Ricardo, há algumas questões importantes a serem colocadas em prática nas organizações para começar a entender como medir o retorno sobre a experiência de compras. São elas:

  • Quanto os seus colaboradores estão emocionalmente envolvidos com o propósito da sua marca?
  • Identifique quais comportamentos essenciais geram impacto no resultado. A instalação de um sistema transacional talvez não gere um retorno de experiência, mas sim de investimento.
  • Quais investimentos você está fazendo para envolver os seus colaboradores como embaixadores da sua marca?
  • Até que ponto você está gerando valor aos olhos dos seus clientes, internos e externos? Projetos de investimento, atividades aos funcionários…Como está medindo os resultados financeiros? Se investiu em experiência, quanto aumentou as vendas em cima dessa questão?

Para aumentar a experiência e o retorno, portanto, deve ser mudado o comportamento do consumidor. Ou seja, deve ser criado novos canais, estar com o consumidor quando ele precisar, fazer algo a mais para gerar uma situação positiva.

Ações concretas nas organizações

A organização que busca melhorar o retorno sobre a experiência de compra sem considerar a experiência dos colaboradores perderá uma parte fundamental do investimento. Isso porque gera informações valiosas sobre o que satisfaz o empregado e, consequentemente, o cliente.

  • Entenda o consumidor – isso deve ocorrer com base no comportamento deles, e não do seu. É preciso entender as necessidades de fora pra dentro.
  • Comunidades com propósito – é preciso haver um objetivo na comunidade, com interação. Encontre formas de engajar seu negócio com o público interno e externo, especialmente quando se fala de dispositivos móveis e redes sociais.
  • Propicie momentos mágicos – dê um verdadeiro diferencial que o cliente não espera. Todos estão fazendo o mesmo, e você deve gerar uma boa experiência. E o mesmo vale para o seu colaborador. Se ele não falar bem da sua empresa/marca, quem falará? Pense em seu empregado como se ele fosse o seu consumidor.
  • Experiência digital – aumente a segurança, pois do contrário tudo será perdido. Consumidores buscam outras opções ao perceberem que a empresa não é capaz de proteger suas informações privadas. O mesmo vale sobre o valor gerado a partir dessa troca de informações — deve ser positivo.
  • Foco na jornada – todos buscam uma diferenciação. É preciso, portanto, estar atento e criar incentivos dentro da organização para refletir no resultado da empresa. Compreender qual o tipo de experiência do cliente física ou digitalmente se faz necessário. Oferecer qualidade de sortimento e preço, recomendações, exclusividades… Vale inclusive conectar pesquisas online com visitas presenciais para gerar o melhor relacionamento empresa/consumidor.

Para acessar o estudo na íntegra, clique aqui.

Por Giuliano Gonçalves, via redação do E-Commerce Brasil.

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Black Friday – Vídeos no e-commerce

Black Friday Vídeo no e-commerce

Dicas para Black Friday 

Black Friday, os gestores de e-commerce têm aprendido a usar diversas ferramentas para crescer ao longo do tempo. Plataformas de vídeo podem ser uma alternativa ideal para quem busca diversificação de conteúdo e aproximação com a sua base de fãs.

Para se ter uma ideia do crescimento do consumo de vídeo, o Youtube divulgou, no dia 19 de setembro, os resultados de sua pesquisa anual sobre tendências de consumo da plataforma. Neste estudo foi identificado um aumento de, aproximadamente, 24% no consumo de vídeos em relação a 2017. O usuário, hoje, consome, em média, 19 horas de conteúdo por semana e esse montante pode ser aplicado em benefício da sua loja.

Black Friday - Vídeos no e-commerce
Black Friday – Vídeos no e-commerce

Youtube Wins

Superando muito os concorrentes, segundo o estudo, 44% dos entrevistados usam o YouTube como canal preferido para assistir a vídeos online. Em seguida, vem o Netflix, que tomou o lugar do WhatsApp no comparativo de 2017.

E qual o melhor modo de engajar o usuário que consome conteúdo? Como falar com o seu público da maneira correta? O primeiro passo é entender o seu público!

Se você atende a geração Z, clique aqui e veja um e-book feito sob medida para esse tipo de cliente.

Publicidade assertiva

Provando que a tendência do Youtube está cada vez mais alinhada com as necessidades das marcas e lojas virtuais, a pesquisa confirmou o aumento de conversão cinco vezes maior que 2017.

De acordo com Cauã Taborda, gerente de comunicação do YouTube América Latina.  “Existe um amadurecimento das marcas e empresas no entendimento dos conteúdos, que de fato movimentam as empresas”. Entretanto,a partir disso a própria plataforma também cresceu e amadureceu como um todo, assim como seus anunciantes.

E como o público passou a ser mais seletivo, oito em cada dez brasileiros utilizam o YouTube para se informar antes de tomar uma decisão de compra.

“As marcas perceberam que o consumidor está muito mais informado, que ele usa todas as ferramentas disponíveis para se informar durante a sua jornada de decisão”, afirmou Maria Helena Marinho, gerente de Insights da empresa. “O brasileiro entendeu que o on demand veio para ficar”, concluiu.

Maior plataforma de vídeo

Desta forma, o Youtube é a maior plataforma de vídeos, gerando diariamente mais de 1 bilhão de horas de conteúdo e tráfego exponencial, sendo primordial para que as empresas divulguem suas marcas, serviços e produtos, através de vídeos, caso queiram acompanhar as tendências do mercado. Logo abaixo temos algumas informações fornecidas pelo próprio YouTube:

  • O Youtube tem mais de 1 bilhão de usuários, ou seja, quase um terço da Internet
  • Somando as bilhões de visualizações diárias, os usuários do YouTube juntos somam mais de 1 bilhão de horas assistidas na plataforma.
  • Só em dispositivos móveis, o YouTube atinge mais pessoas entre 18 a 34 anos nesse público dos EUA do que qualquer canal de TV.

O e-commerce só cresce, já viu os números de crescimento das vendas online? Veja nosso e-book sobre isso e tire suas próprias conclusões

Black Friday - Vídeos no e-commerce
Black Friday – Vídeos no e-commerce

Sua empresa já está trabalhando com o Youtube? A melhor maneira de se alcançar o público é estando onde ele habita, se você não possui um canal no Youtube, não deixe para depois e trace uma estratégia para extrair o melhor desta oportunidade. As interações feitas através dessa rede social podem trazer bons frutos, quando você sabe o que quer e como chegar no seu público, listamos 5 dicas para você dar esse primeiro passo.

Vídeos no e-commerce
Vídeos no e-commerce

Com alguns cuidados você poderá obter os melhores resultados nas pesquisas da rede, confira algumas dicas abaixo:

1º. Nome do arquivo submetido

Renomeie o arquivo para algo de que se trate o vídeo. Exemplo: ao invés de video_01.mp4, utilize:

  • video-agencias-digitais-especializadas-em-ecommerce.mp4

Dessa forma, o YouTube vai entender o tema principal do seu vídeo para localizá-lo.

2º. Título

O título deve ter entre 20 e 60 caracteres e conter a palavra-chave em foco no título. Utilize palavras-chave que façam sentido para o seu público-alvo. Exemplo: “como escolher uma agência digital especializada em e-commerce”.

3º. Descrição

O tamanho mínimo recomendado para uma descrição são de 300 caracteres. Crie um texto semântico com palavras-chave e adicione links para suas redes sociais. Assim, os clientes têm a oportunidade de conhecer mais sobre a sua loja, e você pode conquistar mais seguidores.

4º. Adicione telas finais

Engaje mais seus seguidores adicionando telas finais atraentes aos seus vídeos. Elas são exibidas em dispositivos móveis e em desktops. Use telas finais nos seus vídeos para:

  • direcionar os espectadores para outros vídeos, playlists ou canais no YouTube;
  • incentivar inscrições no seu canal;
  • promover seu website, produtos ou campanhas.

As telas finais são exibidas durante os últimos 5 a 20 segundos dos vídeos. Sendo assim, os vídeos precisam ter ao menos 25 segundos de duração para exibir uma tela final.

5º. Adicione o vídeo a playlist

Playlist é uma forma do usuário passar um tempo maior no seu canal, aumentando o tempo de visualizações dos seus vídeos.

No geral, você precisa aplicar e mensurar toda alteração, possibilitando assim entender quais foram as mais efetivas, e quais precisam ser afinadas para maximizar a conversão. Estamos nos aproximando de datas super importantes para o e-commerce: Black Friday e Natal, então é fundamental se atentar aos detalhes e documentar a ações realizadas.

Black Friday chegando

Lembre-se, a Black Friday está chegando e segundo dados oficiais da Black Friday, no ano passado o evento movimentou mais de R$ 2 bilhões em vendas no País, além de gerar um aumento de consumo de mais de 10% entre os anos de 2016 e 2017.

Em datas como estas, que podem até duplicar a quantidade de encomendas enviadas em um único dia, os e-commerces devem ficar atentos, sobretudo, à logística. A alta da taxa de frete, por exemplo, é o principal motivo de abandono de carrinhos. Já o atraso na entrega e a falta de informações sobre a localização das compras são fatores que aumentam, e muito, as reclamações e a infidelidade dos consumidores.

A Black Friday é uma época de grande visibilidade e giro de vendas. Na sexta-feira de liquidação, as lojas vendem em média 10% a mais do que nos dias comuns.

Por isso é importante estar preparado para atender a enorme demanda de novos negócios!

Já se preparou para o Black Friday e para sequência de datas festivas?

A Seri.e Design é uma agência especialista em grandes projetos, perfeita para você e todos que buscam crescer no e-commerce, conhece nossos serviços?

Entre em contato e tenha a oportunidade de se tornar uma referência no mercado.

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O que fazem as empresas de desenvolvimento de lojas virtuais?

loja virtual

O que fazem as empresas de desenvolvimento de lojas virtuais?

Desenvolvimento de lojas virtuais
Desenvolvimento de lojas virtuais

Entenda toda a jornada de desenvolvimento da sua loja virtual, e itens adicionais que podem fazer toda diferença para o seu negócio!

Desenvolvimento de lojas virtuais. De acordo com alguns especialistas, vendas por meio de lojas virtuais ultrapassarão U$2 trilhões nos próximos anos. Entretanto, esta é uma das indústrias que mais crescem e mais se valorizam com o passar do tempo.

Um mercado tão atrativo faz com que cada vez mais negócios queiram operar no mundo digital. Mas, para que isso ocorra de forma efetiva, é preciso se preocupar com a forma como o desenvolvimento de lojas virtuais é feito.

Quer entender a importância e as atribuições de uma empresa responsável pela criação de um e-commerce? Confira os tópicos a seguir.

O que faz uma empresa de desenvolvimento de lojas virtuais?

(mais…)

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Planejamento de vendas para as datas de fim de ano

Planejamento de vendas

Planejamento de vendas para as datas de fim de ano

O planejamento de vendas certo fará toda a diferença para o seu e-commerce

Planejamento de vendas. Quem passou a infância inteira lendo revistinhas do Maurício de Sousa sabe que planos infalíveis, infelizmente, falham. Era até divertido nas histórias, mas no seu e-commerce, isso seria um desastre, não é verdade? Acontece que o personagem Cebolinha e seu amigo Cascão pulavam etapas cruciais para o sucesso de suas ações, o que no planejamento de vendas do seu negócio, não pode acontecer.

Planejamento Vendas
Planejamento Vendas

As etapas de preparação são especialmente importantes no fim do ano porque são datas que aquecem o mercado e geram grandes oportunidades para aumentar o capital de giro, os lucros, a conquista de novos clientes e a fidelização daqueles já existentes. Ou seja, é um dos momentos mais importantes para ganhar dinheiro!

Fizemos um conteúdo com todos os aspectos que devem ser analisados no seu planejamento de vendas de fim de ano. Confira!

Conceito e estruturação do planejamento de vendas

Planejar as vendas consiste em definir objetivos para determinado período e estratégias para alcançá-los. Parece simples, mas antes de colocar as metas lá nas alturas, é importante primeiramente dar um passo para trás e avaliar a situação atual do negócio.

Talvez seja por esse motivo que os planos infalíveis do Cebolinha não davam certo, ele não avaliava seu cenário atual. Então, para estruturar seu planejamento de forma eficiente, considere uma estruturação similar a esta!

Analise como está sua força de vendas

As compras do fim de ano podem exigir muito mais da estrutura comercial do que no restante do ano. É uma demanda fora da curva habitual que, para ser aproveitada, necessita organização e uma boa dose de logística.

Comece avaliando os níveis de estoque dos produtos, os processos internos e logísticos disponíveis, base de clientes, volume de comercialização atual, como está o capital de giro e suas finanças de forma geral. Esse levantamento dará um panorama do ponto de partida para a maratona de vendas.

Defina suas metas

Com uma análise completa desses elementos, é possível criar metas realizáveis e satisfatórias para o negócio. Para isso, considere ser bem específico sobre elas, e não somente determinar que o ideal é dobrar o faturamento.

E-commerces que já vivenciaram essa época podem avaliar o crescimento desse período em comparação aos anteriores. Mas além disso, é possível definir metas para cada produto comercializado. Desta forma, colocando aqueles com maior percentual de lucro em promoções especiais de Natal.

Crie suas estratégias

Com as metas de vendas para cada item, é preciso desenvolver estratégias para buscar os resultados estimados. Como já citado, é possível criar pacotes de produtos especiais para o Natal.

Na Black Friday, que usualmente acontece no final de novembro mas muitas empresas estendem seus descontos durante todo o mês é possível colocar os produtos com maior volume em estoque ou que já tenham modelos mais avançados disponíveis em liquidação.

Tenha em mente que, além do seu e-commerce, todos os outros vão criar ações para atrair e converter mais clientes e fazer apenas o básico pode ser insuficiente.

Avalie a possibilidade de elaborar embalagens especiais para os eventos, crie expectativas nos dias anteriores ou permita que seus clientes preferenciais façam reservas de produtos. Gerando a antecipação de compra, o e-commerce sai na frente de seus concorrentes e consegue atingir suas metas mais rapidamente.

(mais…)

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O dia das crianças é a data mais quente do e-commerce, saiba o por que

Dia das crianças e-commerce

Estudos mostram a importância das datas comemorativas para o e-commerce

Aquele que vive do e-commerce precisa estar preparado para as datas mais quentes do ano. Esses dias “chave” serão a diferença entre um faturamento alto ou mediano para sua loja online. Segundo especialistas, o dia doze de outubro tende a ser um dos momentos mais quentes para quem vende online.

Dia das crianças e-commerce
Dia das crianças e-commerce

Os números apresentados pelo E-bit são claros neste sentido, a data deve movimentar mais de 2 bilhões de reais, some a este valor as expectativas para o Black Friday e o Natal que juntos vão ultrapassar 9 bilhões de reais! Um faturamento de 11 bilhões não pode ser ignorado, levando em consideração que estamos avaliando apenas o último trimestre do ano.

Uma pesquisa realizada pelo SPC e CNDL aponta que 75% dos brasileiros pretendem realizar compras durante este período, o que justifica esse aumento no volume de vendas, pedidos e ticket médio.

Para o dia das Crianças a expectativa é:

  • 4% aumento de vendas em relação à 2017
  • 8 milhões de pedidos
  • R$ 277 de ticket médio

Já se preparou para as melhores datas do e-commerce?

Recentemente a Seri.e Design desenvolveu o site da Potinho de mel, uma loja virtual voltada exclusivamente para o público infantil.

Estar preparado é a base de um projeto e a Seri.e Design visa sempre auxiliar seus clientes para que nenhuma oportunidade seja perdida. Você está preparado para se tornar um case de sucesso?

Entre em contato e descubra o que podemos fazer por você.

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Black Friday é semana que vem, mas lojas já anunciam ofertas!


A Black Friday só acontece oficialmente na semana que vem, mas o consumidor já encontra empresas divulgando promoções antecipadas. Com tantas ofertas, a dúvida é: vale a pena comprar antes do dia 24 de novembro?

Segundo o supervisor do Procon-SP Bruno Stroebel, o ideal é esperar a data oficial. “A orientação é aguardar. Quando começar a Black Friday, o consumidor vai ter mais opções e mais lojas para comparar os preços.

A economista do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) Ione Amorim concorda. “As campanhas antecipadas querem atrair, mas também confundem o consumidor. É preciso ter atenção para não se deixar levar pelo impulso. Na semana que vem, pode aparecer o produto em outro lugar, mais em conta. Quem já pesquisou e está monitorando o preço dos produtos de interesse está em uma situação mais favorável.

Dica: pesquise preços e evite a ‘Black Fraude’

Quem ainda não começou a pesquisar os preços deve aproveitar esses dias que antecedem o evento para isso, diz o supervisor do Procon-SP.
Aproveite esses dias para fazer pesquisas e ter uma ideia de quanto está o produto. O cuidado é para não cair na famosa ‘Black Fraude’, em que algumas lojas sobem o preço antes da data e depois reduzem para parecer que teve desconto. É maquiagem de preço e infração ao Código de Defesa do Consumidor.

O PROCON já começou a monitorar os preços nas lojas para coibir esse tipo de fraude, mas a orientação é que, ao pesquisar os valores, o consumidor faça registros. “Faça a pesquisa e tire foto da tela com o nome da loja e a data. Se for loja física, guarde o folheto da promoção.

Ele afirma que, se o consumidor encontrar empresas que subiram os preços para anunciar o produto como oferta na Black Friday, com esses registros será mais fácil denunciar a fraude.

Cadastro para receber ofertas em 1ª mão

Algumas lojas virtuais estão sugerindo que o consumidor faça um cadastro agora para receber as ofertas em primeira mão. Para Ione Amorim, o consumidor pode até fazer o cadastro antecipadamente, mas deve usar isso como ferramenta para acompanhar preços.

É uma fonte de pesquisa. Pode se cadastrar desde que tenha controle do que vai comprar, faça um planejamento, pesquise os preços e analise a política de privacidade, para não ficar recebendo depois inúmeras promoções e campanhas que não interessam.

Ela diz que o consumidor precisa estipular um valor que poderá gastar para não comprometer o orçamento. “A Black Friday coincide com o preparo para as compras de Natal e a liberação da primeira parcela do 13º salário. Mas é preciso se lembrar das obrigações financeiras do começo do ano. Faça a sua listinha e estabeleça quanto poderá gastar, para tomar decisões sem colocar a situação financeira em desequilíbrio.

Fonte:economia.uol.com.br

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