Black Friday é semana que vem, mas lojas já anunciam ofertas!


A Black Friday só acontece oficialmente na semana que vem, mas o consumidor já encontra empresas divulgando promoções antecipadas. Com tantas ofertas, a dúvida é: vale a pena comprar antes do dia 24 de novembro?

Segundo o supervisor do Procon-SP Bruno Stroebel, o ideal é esperar a data oficial. “A orientação é aguardar. Quando começar a Black Friday, o consumidor vai ter mais opções e mais lojas para comparar os preços.

A economista do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) Ione Amorim concorda. “As campanhas antecipadas querem atrair, mas também confundem o consumidor. É preciso ter atenção para não se deixar levar pelo impulso. Na semana que vem, pode aparecer o produto em outro lugar, mais em conta. Quem já pesquisou e está monitorando o preço dos produtos de interesse está em uma situação mais favorável.

Dica: pesquise preços e evite a ‘Black Fraude’

Quem ainda não começou a pesquisar os preços deve aproveitar esses dias que antecedem o evento para isso, diz o supervisor do Procon-SP.
Aproveite esses dias para fazer pesquisas e ter uma ideia de quanto está o produto. O cuidado é para não cair na famosa ‘Black Fraude’, em que algumas lojas sobem o preço antes da data e depois reduzem para parecer que teve desconto. É maquiagem de preço e infração ao Código de Defesa do Consumidor.

O PROCON já começou a monitorar os preços nas lojas para coibir esse tipo de fraude, mas a orientação é que, ao pesquisar os valores, o consumidor faça registros. “Faça a pesquisa e tire foto da tela com o nome da loja e a data. Se for loja física, guarde o folheto da promoção.

Ele afirma que, se o consumidor encontrar empresas que subiram os preços para anunciar o produto como oferta na Black Friday, com esses registros será mais fácil denunciar a fraude.

Cadastro para receber ofertas em 1ª mão

Algumas lojas virtuais estão sugerindo que o consumidor faça um cadastro agora para receber as ofertas em primeira mão. Para Ione Amorim, o consumidor pode até fazer o cadastro antecipadamente, mas deve usar isso como ferramenta para acompanhar preços.

É uma fonte de pesquisa. Pode se cadastrar desde que tenha controle do que vai comprar, faça um planejamento, pesquise os preços e analise a política de privacidade, para não ficar recebendo depois inúmeras promoções e campanhas que não interessam.

Ela diz que o consumidor precisa estipular um valor que poderá gastar para não comprometer o orçamento. “A Black Friday coincide com o preparo para as compras de Natal e a liberação da primeira parcela do 13º salário. Mas é preciso se lembrar das obrigações financeiras do começo do ano. Faça a sua listinha e estabeleça quanto poderá gastar, para tomar decisões sem colocar a situação financeira em desequilíbrio.

Fonte:economia.uol.com.br

Presidente do Mercado Livre não teme Amazon e projeta forte investimento no Brasil

Em entrevista para a revista EXAME, Marcos Galperin falou sobre possível corrente no mercado brasileiro

Sede do Mercado Livre no Brasil (Melicidade)

Um dos maiores players do mercado mundial, a Amazon sinaliza que está chegando ao mercado brasileiro. Informações apontam para uma estratégia agressiva e direcionada, para tomar a liderança do gigante Mercado Livre no segmento! Seriam esses os motivos para algumas mudanças dentro do gigante argentino?

Para Marcos Galperin, presidente mundial do Mercado Livre, a Amazon não será uma dor de cabeça tão grande quanto muitos imaginam. Em entrevista recente a revista brasileira EXAME, o argentino ressaltou que sempre houve concorrência no mercado e a Amazon será apenas mais um concorrente:

” Sempre tivemos muita concorrência no Brasil e em toda a América Latina. Hoje mesmo já concorremos com a Amazon no México. Os números mostram que nossa estratégia funciona.”

Planejando investir cerca de 1 bilhão de reais no mercado nacional, Galperin afirma que o crescimento da organização é positivo, o número crescente de contratações e a inauguração do primeiro centro de distribuição são o foco deste investimento:

“Nas primeiras semanas de agosto, contratamos 120 pessoas no Brasil, um recorde mensal. Temos hoje 1.600 funcionários aqui e 5.000 no mundo. Basicamente, é um investimento para aumentar toda a operação no Brasil. Outro investimento importante é a abertura do nosso primeiro centro de distribuição no Brasil, com 17.000 metros quadrados e capacidade para chegar a 50.000 metros”.

Questionado sobre o motivo do crescimento do mercado de vendas online no Brasil, Marcos deu sua opinião sobre os motivos da alta nas vendas digitais:

“Por causa dos fatores ligados à tecnologia. Os smartphones ficam cada vez mais baratos, as conexões 3G e 4G melhoram. Tudo isso faz com que mais gente esteja conectada à internet, o que favorece o comércio eletrônico. Com recessão ou crescimento, essa é uma mudança que vai acontecer de qualquer maneira”.

Após a implementação do “frete grátis” pelo Mercado Livre, o aporte financeiro foi mais necessário do que nunca, na visão do presidente da organização. A política de frete grátis vai aumentar as vendas para clientes cada vez mais distantes dos grandes centros comerciais:

“Porque está ajudando a aumentar as vendas. Enquanto o setor de comércio eletrônico deve crescer 12% neste ano no Brasil, nós estamos crescendo 60%. Quem vive em Manaus e quer comprar um celular, por exemplo, chegou a pagar 150 reais pelo envio no passado. Nós perdíamos vendas por causa disso. Agora, o frete gratuito é uma alternativa”.

Visto como uma das empresas mais promissoras no mercado latina-americano, o Mercado Livre  busca se consolidar, cada vez mais, na liderança do mercado de vendas online. Suas estratégias apontam para serviços cada vez mais integrados e de grande projeção para pequenos, médios e grandes vendedores.

 

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Dicas para ter um layout funcional em sua loja virtual

Se você está procurando uma empresa que crie sua loja virtual, isso é muito fácil de encontrar! Utilize o Google e verá inúmeras empresas que podem criar isso para você, agora se você realmente deseja construir um novo empreendimento, que lhe dê lucro, bem, preciso lhe pedir que descarte ao menos 70% desta lista de desenvolvedores de lojas virtuais, isso por que poucas empresas estão realmente interessadas em como isso pode trazer benefícios para você, o que interessa é apenas o quanto você está investindo. Aqui na SERI.E DESIGN O layout é tão importante quanto o próprio produto, acreditamos que a experiência de compra deve ser tão agradável que o consumidor não tenha pressa de sair da loja virtual. Pois bem, pensando nisso, resolvemos lhe dar uma “mãozinha” para que você não pague o preço por um trabalho desenvolvido sem as técnicas necessárias.

1) A estrutura é o começo de tudo

Será que você já ouviu falar em wireframe? O Wireframe é o projeto inicial da loja, até mesmo para se construir uma casa é necessário criar um. O wireframe tem a mesma função de uma planta baixa, geralmente ele é um arquivo em preto e branco demonstrando a disposição de cada detalhe da loja: Largura das colunas, quantidade de banners, espaço para o logotipo, tamanho dos selos de pagamento, medida das fotos, etc. Para facilitar seu entendimento, aqui na SERI.E DESIGN enviamos o wireframe em formato preview, atraves de um link com imagens estáticas apresentamos funcionalidades e conceito visual proposto para o seu projeto e também no que definimos quais os aplicativos e diferenciais que serão utilizados na loja.

É importantíssimo avaliar esta etapa com cautela e sem pressa, para garantir que não haja falhas depois que a loja estiver 100% pronta.

2) A grama do vizinho nem sempre é mais verde

Se você é daqueles que gosta tanto da loja de seu concorrente que resolveu criar a sua quase que uma cópia, você está fazendo isso errado!

Analisar a concorrência é realmente muito importante, mas não se limite apenas a lojas de seu segmento, avalie o que tem dado certo para eles e se inspire a buscar diferenciais, não apenas em seus concorrentes mas também na experiência de compra em outras lojas de outros segmentos.

3) Não fuja de suas raízes

Antes de iniciar o seu layout busque muitas referências de seu mercado: cores, fontes, fotos, funcionalidades, benefícios, etc, e utilize-as para que seu consumidor se sinta em casa. Ele precisa perceber logo de cara que está dentro de uma loja que vende aquilo que ele procura.

Criatividade é sempre bem vinda, mas não perca o bom senso, mantenha o foco no seu segmento de vendas.

4) O que importa é o Consumidor.

Desculpe a franqueza, mas neste momento: Sua opinião não importa!

Não deixe que suas preferências pessoais falem mais alto do que aquilo que o seu público alvo realmente gosta, afinal, são eles que você quer atingir. Claro que a loja não precisa fugir totalmente do que te agrada, mas tenha bom senso ao escolher os detalhes, nesse momento, sua opinião pode colocar tudo a perder.

5) Purpurina e Neon

Amigo empreendedor: Uma loja virtual não é um site institucional.

Luzes cintilantes? Logo que gira? Mouse com bichinho que segue? Banner de promoção que Pisca? – ESQUEÇA.

O Foco da sua loja tem que ser exclusivamente para o produto, nada deve chamar mais atenção do que ele e o botão comprar. Isso pode deixar sua loja cansativa para os olhos e o consumidor desistir da compra.

6) Cores e mais cores

A partir das cores é possível  decidir o que quer passar para seu consumidor. Mas falando de e-commerce, evite o uso excessivo de cores fortes, procure sempre mesclar com o branco ou o cinza, isso trará tranquilidade para a leitura online. De qualquer forma deixe para um especialista como a SERI.E DESIGN sugerir as melhores opções para o seu projeto.

7) Muitas vezes o menos é mais

Sabe por que o EUA é 1ª lugar em e-commerce no mundo? Por que se preocupam mais na facilidade e agilidade em comprar o produto do que em banners promocionais. Não seja exagerado, procure ser clean, e mesmo se usar cores fortes organize seus ícones de maneira que não fuja do foco: O produto.

8) Plataformas

Hoje existem diversas plataformas disponíveis no mercado, de todos os portes, regiões e preços. Não se iluda em achar que a mais cara é a melhor, independente do preço entre as diversas opções a melhor é a que se encaixe dentro do seu projeto. Para não perder tempo e nem cometer erros, entre em contato conosco!

Estas  dicas são apenas uma parte dos grandes benefícios que uma operação de e-commerce bem planejada pode trazer ao seu empreendimento.

Fonte: ecommercenews

B2W queima menos caixa, mas ‘vendidos’ dobram a aposta

A B2W está tendo seus dias de Magazine Luiza.

A dona de sites como Submarino, Americanas.com e Shoptime disparou na Bolsa desde que publicou seu balanço do segundo trimestre, na noite do dia 10. De lá pra cá, os papéis sobem quase 45%, e o fechamento na sexta-feira (R$ 18,48) foi o mais alto em dois anos.

A razão da euforia: a perspectiva de que a B2W vai finalmente parar de torrar caixa.

Nos últimos anos, os aumentos de capital para manter a companhia de pé quase viraram uma data no calendário do mercado de capitais. Ao todo, foram R$ 4,4 bilhões em aportes: R$ 2,4 bilhões em 2014; R$ 800 milhões em 2016; e R$ 1,2 bilhão em março. (A companhia vale R$ 8,3 bilhões na Bolsa hoje.)

Mas agora, a companhia começou a estancar a sangria. No segundo trimestre, a B2W queimou ‘apenas’ R$ 348 milhões, contra R$ 1,07 bilhão do primeiro trimestre e R$ 606 milhões no segundo trimestre do ano passado. Mais: a direção sinalizou que a empresa deve finalmente começar a gerar caixa na segunda metade do ano.

A inflexão é o resultado direto da migração da B2W para o modelo de marketplace, que já fez maravilhas para a Amazon e para o Mercado Livre, e que também explica parte do sucesso recente do Magazine Luiza.

No marketplace, os sites atuam apenas como intermediários, recebendo uma comissão para conectar vendedores e compradores. A estrutura, conhecida como 3P (ou third-party seller) é muito mais enxuta e rentável do que o modelo de ecommerce tradicional — o 1P (first party) — no qual as empresas compram dos atacadistas e vendem diretamente para os clientes, com custos pesados de estoque e distribuição.

No fim de junho, o marketplace já era 29,6% do valor das mercadorias vendidas (GMV, na sigla em inglês) da B2W, quase o dobro dos 15,9% do mesmo período do ano passado. A expectativa é que esse número supere os 30% este ano e chegue a 50% em 2018.

A B2W já tem mais de 6.000 fornecedores em seu marketplace oferecendo mais de 3,3 milhões de produtos – de eletrônicos a vinhos, passando por papelaria e produtos da Nestlé.

Com a estrutura mais leve, a companhia já sinalizou que vai fechar dois centros de distribuição nos próximos meses.

Apesar da redução da queima de caixa, a B2W está longe de ser unanimidade no mercado. Junto com a alta das ações, cresceu também a chamada ‘posição vendida’, em que os investidores apostam na queda do papel.

O número de ações alugadas, que bateu 12 milhões ao fim de maio, vinha caindo ao longo dos últimos meses e chegou a 4 milhões no começo de agosto. Agora, com a esticada da última semana, voltou ao patamar de 9 milhões.

A principal preocupação é a concorrência. No segundo trimestre, enquanto o GMV da B2W subiu 10%, Mercado Livre e Magazine Luiza aumentaram suas vendas em 66% e 55%, respectivamente.

E há ainda o ‘fator Amazon’, que pode ser uma ameaça letal — ou uma enorme oportunidade.

Os ‘comprados’ no papel sempre sonharam com o dia em que a Amazon vai comprar a B2W. Para eles, agora que a empresa tem uma logística azeitada (depois de anos tentando ‘crack the code’), ela se tornou um alvo ainda mais lógico, que permitiria à Amazon crescer mais rápido no Brasil.

O outro lado do argumento é tão defensável quanto. “Vemos riscos de uma competição ainda maior no Brasil, na medida em que a Amazon parece estar procurando oportunidades de expandir suas categorias de produtos no Brasil”, diz num relatório o analista Guilherme Assis, do Brasil Plural, que tem recomendação de venda e preço-alvo de R$ 11 para o papel.

O ‘fator Amazon’ transforma a B2W numa aposta binária: ou a empresa vai valer muito mais do que hoje, ou pode valer uma fração.

Fonte: braziljournal

Vejam o primeiro trailer de “Loving Vincent”, um filme feito apenas de pinturas a óleo

O filme retratará a história de Vincent Van Gogh, um dos maiores nomes da história

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Retratando a vida de um dos maiores nomes a pintura, Loving Vincent foi produzido por 125 artistas que se inspiraram nas pinturas do renomado artista para dar vida ao primeiro filme realizado desta forma.

Confiram o primeiro trailer da obra:

Vendas no e-commerce podem aumentar 12% no Dia dos Pais

Estudos apontam crescimento de 9% no ticket médio no mesmo período

Datas comemorativas são sempre um prato cheio para ações de impulsionamento de vendas, o Dia dos Pais esta incluso no hall das grandes datas para os lojistas do Brasil.

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Segundo dados levantados pela INFRACOMMERCE, o e-commerce possui uma expectativa de crescer 12% em relação ao mesmo período do ano anterior. A empresa Ebit também transmitiu outra informação interessante sobre o período, o ticket médio deve subir 9% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O maior foco nas buscas do período são celulares e aparelhos eletrônicos em geral, não obstante destes segmentos, roupas e acessórios esportivos são amplamente procurados nesta época, a INFRACOMMERCE ainda identificou um aumento 20% e 40% nas vendas para o período e a expectativa é que aproximadamente 20 milhões de brasileiros comprem até o dia 13 de agosto, especialmente mulheres entre 20 e 34 anos.

A constante busca por cupons de desconto também foi analisada no processo de compra, utilizar essa estratégia pode potencializar ainda mais as vendas.

Nesta sexta, aumente suas vendas em até 50%

Participe do Dia do Frete Grátis

Na próxima sexta-feira (28) é comemorado o Dia do Frete Grátis. O evento é comemorado duas semanas antes do Dia das Mães, um dos eventos mais importantes para o comércio brasileiro.

No ano passado, o evento trouxe um aumento de 28% para as vendas online comparado a semana anterior da promoção. Segundo especialista de logística da Tray, Alexandre Davoli, com bom planejamento de comunicação, regras bem claras para o ganho do frete e campanhas bem elaboradas, o aumento de vendas pode chegar a 50% na data.

O frete é decisivo na hora da compra para a maioria dos consumidores virtuais. Segundo o relatório da E-bit, cerca de 67% de quem compra online aponta o valor do frete como um motivo negativo na hora de fechar uma compra online.

O dia é comemorado há 9 anos nos Estados Unidos com o nome de Free Shipping Day.

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E-commerce é protagonista da nova série da NetFlix

Conheça a história da loja Nasty Gal

Nesta sexta-feira (21) estreou GirlBoss, a nova série da Netflix que  conta a história de Sophia Amoruso, criadora da Nasty Gal, loja de  e-commerce mundialmente conhecida pelas fashionistas.

Antes de construir seu império da moda, Amoruso comia pão do lixo, roubava objetos e trabalhava em empregos com baixos salários. Cansada da sua situação decidiu abrir a loja para pagar o aluguel.

A empreendedora começou em 2006 vendendo roupas customizadas no Ebay. Ebay é uma plataforma de negociações com modelo de negócio marketplace fundada nos EUA. Alguns sites encontrados no Brasil semelhantes são: Mercado Livre, OLX, Bom Negócio.

Com o crescimento da sua loja no Ebay, a empreendedora decidiu abrir sua própria loja online e alavancou suas vendas online.

Atualmente a Nasty Gal fatura mais de U$100 milhões e atende consumidores em 150 países. São mais de 350 funcionários divididos entre a loja virtual e 2 lojas físicas situadas em pontos disputados de Los Angeles. As lojas são visitadas por celebridades como Lena Dunham e Kendall Jenner.

Além da série, Sophia Amoruso escreveu a autobiografia #Girlboss em 2014 e também montou a Girlboss Foundation, que ajuda e divulga iniciativas de mulheres inovadoras pelo mundo.
Conheça a Nasty Gal

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Confira os 10 melhores produtos para vender online

Quer criar um e-commerce e não sabe qual setor investir?

As lojas virtuais estão crescendo no Brasil. O e-commerce é um setor que cresce em meio a crise econômica do país. Mas qual são os produtos mais procurados no ambiente virtual?

A EBIT realizou uma pesquisa e apontou quais são os 10 produtos que mais vende online.

Veja quais são:

1- Eletrodomésticos

2- Smartphones

3- Eletrônicos

4- Suprimentos de Informática

5- Casa e Decoração

6- Roupas e Acessórios

7- Cosméticos

8- Livros

9- Acessórios Automotivos

10- Artigos Esportivos

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7 tendências para seu e-commerce sair na frente

Descubra como deixar seu e-commerce mais lucrativo

A crise não diminuiu o crescimento do comércio online. O e-commerce cresceu 11% em relação ao ano anterior, movimentando R$ 53,4 milhões. Acompanhar as tendências de mercado e criar melhorias é um passo importante para manter-se a frente de concorrentes cada vez mais presentes.

Confira abaixo:

1- O cliente em primeiro lugar

Além da comodidade e conveniência, as lojas virtuais precisam se preocupar com a experiência do usuário, cada vez mais exigente. Uma loja precisa transmitir segurança, boa experiência de compra, ofertas relevantes e atendimento personalizado.

2- Mensure e analise sempre

Uma das vantagens do e-commerce é a possibilidade de testar e ver o que dá certo e o que não funciona. A mensuração fornece uma visão aprofundada e maior alcance sobre o comportamento do cliente dentro da loja, possibilitando conversões maiores.

3- Atendimento ao cliente mais próximo e interações em tempo real

Um atendimento personalizado e humanizado atrai mais clientes a realizarem uma compra na sua loja. Um exemplo são ferramentas de chat online, redes sociais, SMS e newsletter. Outro fator é interações que podem ser feitas diretamente como: citar nominalmente o cliente no blog, interações em redes sociais, otimizar interação da loja, etc.

4- Crescimento do mobile

Uma loja responsiva (que se adapta no celular) é cada vez mais importante com o aumento do uso de celular para compras online. Quem investir no e-commerce mobile e focar no atendimento diferenciado conseguirá crescer neste mercado.

5- Venda via redes sociais

É possível vender mais através das redes sociais. É preciso engajamento, criatividade e presença da empresa. Para isso, é preciso mensurar, testar e analisar o que está funcionando nas suas redes sociais e o que pode melhorar.

6- Cuidado com as entregas no mesmo dia

Muitos clientes gostam de receber o item rapidamente, mas é preciso verificar se esta é a melhor opção para seu público-alvo e se sua atual estrutura consegue oferecer a opção.

7- Small Data é tendência estratégica

A Small Data ganha traz espaço para insights e ideias exclusivas. A estratégia constitui em avaliar o consumidor de perto durante toda a sua rotina. O método proporciona a visão para novas inovações que o cliente poderia utilizar para facilitar no seu dia a dia.

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