Comércio eletrônico deve faturar R$ 37,9 bi no segundo semestre do ano, aponta ABComm

Projeções de crescimento do mercado são animadoras

O comércio eletrônico deve faturar R$ 37,9 bilhões no segundo semestre do ano. É o que estima a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Caso a projeção se concretize, esse montante representará um crescimento de 15% quando comparado com o mesmo período do ano passado.

De acordo com a entidade, o tíquete médio no período deve somar R$ 310,00, com um total de 122 milhões de pedidos feitos. O segundo semestre tende a ser mais aquecido em razão de datas sazonais importantes para o varejo, como a Black Friday e o Natal, além do Dia dos Pais.

Eventos atípicos que afetaram a economia do País, como a paralisação dos caminhoneiros, tiveram um impacto marginal no faturamento do setor. “Foram mais de três milhões de pacotes atrasados, com uma média de 11 dias de atraso nas entregas por conta da paralisação”, avalia Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

Para o segundo semestre, porém, eventos como as eleições não devem gerar maiores impactos no resultado do setor. “As eleições em si não causam variação nas vendas online. O que influencia mais são as especulações em torno do câmbio, uma vez que muitos produtos são importados”, afirma Salvador.

 

Fonte: https://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/comercio-eletronico-deve-faturar-r-379-bi-no-segundo-semestre-do-ano-aponta-abcomm/ 

12 dados que comprovam o crescimento do e-commerce no Brasil

Nos últimos anos, o e-commerce tem crescido no Brasil devido a fatores como maior acesso à internet e disseminação dos dispositivos móveis inteligentes.

No entanto, é preciso entender como está o panorama mercadológico atual da área para estruturar sua loja virtual com base nas oportunidades do setor.

Para ajudar você nesse objetivo, separamos 12 dados que demonstram como o comércio eletrônico se fortaleceu, indo, até mesmo, na contramão da recente crise. Não deixe de conferir!

1- O faturamento do setor alcançou R$ 47,7 bi, em 2017

De acordo com a 37º edição da pesquisa Webshoppers (2018), feita pela Ebit em parceria com a Elo, o faturamento do e-commerce, em 2017, foi de R$ 47,7 bilhões. Isso representa aumento de 7,5% em relação a 2016, quando o setor registrou R$ 44,4 bi.

A elevação nos números se deu porque, em 2017, houve 111,2 milhões de pedidos feitos nos e-commerces, ante 106,3 milhões do ano anterior — uma expansão de 5%.

O ticket médio por consumidor também se ampliou, passando de R$ 418, em 2016, para R$ 429 no ano passado, ou seja, um aumento de 3%.

2- Crescimento do e-commerce no Brasil foi de 12%

O comércio eletrônico, em 2017, teve crescimento de 12% em relação a 2016. Isso é o que aponta outro estudo, o E-commerce Radar 2017, feito pela Atlas, que atua com análise de dados, e apoiado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

3- A expectativa de crescimento para 2018 também é de 12%

A Ebit prevê aumento nominal também de 12% no mercado para 2018, em que o faturamento deve chegar a R$ 53,5 bilhões. Isso se dá por causa da recuperação da economia brasileira, da consolidação das vendas em dispositivos móveis e do fortalecimento das transações nos marketplaces.

4- O número de consumidores chegou a 55,15 milhões, em 2017

O radar Webshoppers relata que a quantidade de consumidores ativos no país passou de 47,93 milhões, em 2016, para mais de 55 milhões no ano seguinte, alta de aproximadamente 15%. Clientes ativos são os brasileiros que realizaram ao menos uma compra digital no ano.

5- O investimento em tecnologia pelas lojas virtuais corresponde, em média, a 9% da receita

Segundo dados de um estudo da Forrester Research, feito em parceria com o portal E-commerce Brasil, em 2016, o investimento médio em tecnologia da informação corresponde a 9% das receitas provenientes das vendas. No entanto, é interessante destacar que negócios digitais diretos (que atuam só na internet) costumam aplicar mais em TI do que os varejistas que têm lojas físicas.

6- 27,3% das compras, em 2017, foram feitas em smartphones ou tablets

A pesquisa do Ebit aponta que 27,3% das compras no ano passado foram efetuadas em tablets ou smartphones, reforçando a expansão desses canais na preferência dos consumidores.

O estudo do Atlas, por sua vez, indica que o percentual de compras por meio de dispositivos móveis foi de 31%, tendo crescido em relação a 2016, quando foi de 22%.

Embora tenham suas diferenças, ambos os relatórios reforçam a necessidade de se definir estratégias específicas para esse meio, que tende a crescer conforme os dados apresentados acima.

7- 31,5% das vendas foram feitas em marketplaces

O ano de 2017 também foi marcado pelo fortalecimento das transações realizadas em marketplaces, como aponta a 37° edição Webshoppers. Isso porque, ao considerar o mercado total de bens de consumo (o que inclui sites de vendas de mercadorias novas/usadas e sites de artesanato), o segmento atingiu R$ 73,4 bilhões. O crescimento foi de 21,9% em relação a 2016.

A pesquisa do Atlas também reforçou esse dado, indicando que as vendas em marketplaces corresponderam a 31,5% das operações do comércio eletrônico brasileiro.

8- Perfil dos compradores é majoritariamente feminino

O relatório do Ebit destaca a predominância das mulheres nas compras online em 2017, embora a diferença com os homens tenha diminuído na comparação com 2016. A participação feminina foi de 50,6%, contra 49,4% da masculina. No ano anterior, a representação era de 51,6% e 48,4%, respectivamente.

9- Compras à vista cresceram e representam 49,8% do total

Do montante de compras feitas no ano passado, 49,8% foram pagas à vista. Esse dado é do relatório do Ebit, que destaca ainda que as transações parceladas em 2 ou 3 vezes representam 18,7% do volume total, enquanto parcelamentos entre 4 e 12 vezes significam 31,5%.

Isso vem ao encontro com um dado reportado sobre o pagamento com boletos no estudo do Atlas. Ele indica que 35,5% dos pedidos efetuados tiveram o boleto como forma de pagamento, sendo que, desse total, 48,5% foram efetivamente quitados. Normalmente, boletos são pagos à vista.

Além do mais, a média de parcelamento recuou de 3,5 meses, em 2016, para 3,3 meses em 2017.

10- Abandono de carrinhos chega a 82,3%

Embora pareça um dado negativo, o fato de 82,3% dos carrinhos gerados serem abandonados (conforme o estudo do Atlas) significa que há muita margem para melhorias que estimulem o aumento das vendas.

Em outras palavras, é possível implantar estratégias virtuais para gerar volume maior de conversões, contribuindo ainda mais para o crescimento do comércio eletrônico.

11- A taxa média de conversão do e-commerce brasileiro é de 1,4%

A média de conversões dos clientes que acessam lojas virtuais é de 1,4% (dados do Atlas sobre 2017). Em 2016, a porcentagem era de 1,6%. Essa queda se dá pelo aumento da participação dos dispositivos móveis, que costumam ser menos eficientes nas conversões.

Isso também dá margem para a estruturação de novas estratégias mercadológicos para smartphones, tablets e outros aparelhos móveis, visto que há carência de maior efetividade nesses meios.

12- 58,5% das vendas foram para visitantes que retornaram

Em 2017, de acordo com o relatório do Atlas, 58,5% das vendas foram para visitantes que retornaram aos e-commerces. Já 41,5% das operações são de clientes novos.

Esses dados significam que as lojas virtuais estão conseguindo se aproximar de seus consumidores, reforçando seus relacionamentos. No entanto, 77% dos clientes fez uma só compra no ano, o que significa que há margem para estabelecer ações que visem a elevação da recorrência nas aquisições por parte dos usuários.

Dicas para quem quer investir

Como visto, o comércio eletrônico brasileiro tem apresentado crescimento recente em várias áreas, demonstrando que há espaço para novos empreendimentos virtuais. Contudo, ainda há desafios para superar, como:

– Aumentar as margens de conversões;
– Elevar a recorrência nas compras dos clientes;
– Diminuir as porcentagens de abandonos de carrinhos.

Esses três pontos podem ser trabalhados como oportunidades por novos estabelecimentos virtuais para conseguirem competir com as grandes lojas virtuais e se consolidarem nesse mercado. Além disso, separamos algumas dicas para quem deseja investir no setor, confira:

– Otimize o seu e-commerce para os dispositivos móveis, adotando uma plataforma que ofereça layout full responsivo;

– Selecione um nicho para começar e amplie gradativamente o seu escopo de atuação. Isso possibilita adquirir experiência em comércio digital enquanto constrói uma boa base de clientes fiéis à marca;

– Não se esqueça de empregar ações de marketing nas redes sociais para conquistar novos consumidores e estabelecer um bom relacionamento com o seu público;

– Esteja atento a tendências tecnológicas que possam ajudar seu e-commerce a melhorar os resultados, como o uso de social login e de gamificação.

Os dados mostram que há um expressivo crescimento do e-commerce no Brasil. Nesse contexto, existe espaço para quem quer aproveitar as oportunidades dessa expansão. Para tanto, é importante dar o primeiro passo estruturando bem sua loja virtual desde o começo e aproveitando as dicas transmitidas acima.

Gostou dos dados apresentados? Compartilhe-os nas suas redes sociais e seja referência no assunto!

 

fonte:  ecommercenews

Adobe compra Magento por 1,68 bilhões de dólares

A Adobe anunciou a compra da plataforma Magento, que lhe permite ter presença no comércio eletrónico para B2B e B2C e que vai integrar a Experience Cloud.


A Adobe, líder em design e entrega de experiências digitais por meio de conteúdo e dados, quer integrar também o comércio para a experiência do cliente, seja na web, em dispositivos móveis, em redes sociais, no on-line ou na loja.

Adobe quer competir com a Salesforce, que comprou recentemente a Demandware e que está presente em marketing, vendas e serviços. A Adobe reforça o portfólio com a Magento que irá preencher uma lacuna na Experience Cloud e permite finalizar uma transação digital que tenha sido iniciada com as ferramentas digitais de marketing que a empresa já tinha. Por outro lado, esta compra vai aproximar a Adobe da Microsoft, vaticina Brent Leary, que detém a CRM Essentials e que monitoriza a intersecção entre CRM e marketing.

A Salesforce é o alvo a abater por parte destas duas empresas. Esta gigante faturou 8 bilhões de dólares no ano passado.

A Magento, comprada agora, focou-se no segmento de pequenas e médias empresas, embora tenha grandes nomes como a Coca-Cola, enquanto a Adobe especializou-se nas grandes empresas.

Um pouco mais sobre o Magento:

A Magento produz programas para a construção e manutenção de lojas virtuais, com sistemas para gestão de compras, entregas, pagamentos, possíveis devoluções, criação de anúncios em redes sociais e otimização para ferramentas de buscas. Ela foi parte do eBay por cinco anos, tendo sido separada em 2015.

Ela é uma das plataformas de comércio eletrônico mais utilizadas do mundo, tendo uma versão de código aberto que pode ser implementada gratuitamente pelas lojas. Uma edição paga mais completa, com ferramentas avançadas e direito a suporte técnico, também pode ser adquirida. A Adobe avisou que vai anunciar mais detalhes da compra quando a transação for concluída, o que deve acontecer no final deste ano.

A Plataforma Magento é construída sobre tecnologia comprovada e escalável, apoiada por uma comunidade de mais de 300.000 desenvolvedores. O ecossistema de parceiros Magento oferece milhares de extensões pré-construídas, incluindo pagamento, frete, impostos e logística. Esse nível de flexibilidade permite que as empresas acelerem rapidamente e iterem seus recursos de negócios para suas necessidades exclusivas de negócios.

Os atuais clientes do Magento incluem marcas como Canon, Helly Hansen, Paul Smith e Rosetta Stone. A Adobe e a Magento compartilham clientes em comum, incluindo Coca-Cola, Warner Music Group, Nestlé e Cathay Pacific.

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Agência Seri.e Design é indicada ao prêmio de melhor agência do mercado digital

A SERI.E foi indicada para o prêmio ABCOMM 2018!

Essa é a quarta edição do Prêmio ABComm de Inovação Digital, e nós estaremos lá, indicados como Melhor Agência do Mercado Digital!!!

O Prêmio ABComm tem como objetivo reconhecer as empresas e profissionais que se destacam em suas áreas e os três mais votados em cada categoria, receberão seus troféus no evento de cerimônia de premiação, no dia 11 de abril, no Teatro Gazeta.

Concorrendo com grandes nomes do mercado, a SERI.E Design busca neste ano ser coroada na premiação que contará com o voto público para decidir o eleito desta edição

A SERI.E com mais de 2 mil lojas publicadas e grandes cases no e-commerce se destaca no mercado, por seu profissionalismo e agilidade nas principais plataforma. Nossos projetos buscam sempre integrar estilo e usabilidade mostrando que cada cliente importa e cada projeto merece ser tratado como único.

Contamos com o seu voto: Clique aqui e preencha seus dados!

O ano de 2018 tem se mostrado incrível para a agência! Venha fazer parte da nossa história e entre em contato!

Dicas Seri.e Design: Fidelizar importa!

O lojista que não busca fidelizar um cliente, já sabe que perdeu uma venda: isso é fato!

Na lista de itens que você precisa saber para fazer da sua loja um sucesso, FIDELIZAR SEU CLIENTE DEVE SER PRIORIDADE! A SERI.E Design sempre busca estar ao lado de seus clientes!

 

Vamos dar algumas dicas sobre para mantê-los satisfeitos, voltando e recomendando a sua loja online:

 

Atendimento

Nunca deixe uma pergunta sem resposta! Clientes tendem a buscar quem sabe o que vende e gosta do que vende. Seja solícito: a loja é reflexo do seu trabalho.

 

Se preocupe com o visual da sua loja

Pesquisas apontam que 58,5% dos visitantes são clientes que já entraram no seu site e consumiram algo (Fonte: Radar do e-commerce 2017). Sabendo disso podemos imaginar que um cliente que já viu seu site, precisa gostar do que viu, se sentir confiante para realmente consumir algo. Ninguém entra em uma loja com a fachada ou vitrines feias, e consegue consumir com tranquilidade.

 

Atraia a atenção do cliente

Seja criativo com o que vai fazer no momento da entrega: embalagem, folders, brindes e cartões podem ser estratégias interessantes, saiba como colocar seu nome na memória de quem compra na sua loja.

 

Resolva problemas

É comum que seus clientes tenham alguma coisa para apontar! Feedbacks são importantes no e-commerce, te fazem crescer. Saiba escutar as opiniões e se adequar, quando necessário.

 

Essas foram as primeiras dicas para fidelizar um cliente!

 

Vamos dar o primeiro para sua loja ser um sucesso? Entre em contato com a gente e faça um orçamento

Amplie seus Conhecimentos sobre E-commerce

Curso Imersão Gestão E-commerce com

Curso Imersão Gestão E-commerce,  um curso especial para melhorar a gestão do seu e-commerce com a metodologia utilizada na Dr. e-commerce, que já ajudou mais de 400 lojistas. Um final de semana inteiro estudando e vivenciando casos reais, vamos rever todos os principais conceitos e estrutura para operar melhor seu e-commerce.

 

 

 

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Começando as 08:59 e terminando às 17:59. Com 2 pausas para café a cada 2 horas de curso e um intervalo de 1 hora para almoço em cada dia.

Com estrutura para utilizar seu notebook, vamos contar com internet e material de apoio.

O curso será gravado e posteriormente será disponibilizado alguns vídeos com o resumo do que foi falado no dia.

O investimento cobre todos os custos referente ao treinamento, exceto almoço e estacionamento, que ficam a cargo do treinando.

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E-commerce faturou R$ 47 bi em 2017, segundo Ebit

Moda e acessórios lideram como os segmentos que mais cresceram

O e-commerce faturou R$ 47,7 bilhões em 2017, um aumento de 7,5% em relação ao ano anterior, segundo o 37º Webshoppers, apresentado pela Ebit nesta quinta-feira (8).

Segundo dados coletados pela empresa, o grande número no total de pedidos realizados também foi crucial para o crescimento: 50,3 milhões de compras, número 5% superior em relação a 2016.

Esses números superaram as expectativas da Ebit, responsável pela apuração dos dados. Afinal, 2016 ficou marcado por registrar, pela primeira vez na história do e-commerce brasileiro, uma queda (1,8%) na vendas de produtos.

De acordo com André Dias, diretor executivo da Ebit, “em 2017, 23,7% das compras foram feitas por smartphones e tablet. Ou seja, o consumidor definitivamente adotou a versão mobile para realizar suas compras”, afirmou. O valor médio gasto por cliente aumentou em 3%, e ficou em R$ 429

Vale lembrar que outros fatores contribuíram para esse resultado. Um deles partiu do governo, que liberou aos consumidores o valor do FGTS de contas inativas e fomentou o aumento das compras. Benefícios do valor do frete ajudaram nesse ínterim.

A consolidação das vendas pelos marketplaces também aqueceu o mercado eletrônico no ano de 2017. Impulsionado pela expansão do Mercado Livre, o faturamento das vendas via marletplace, incluindo produtos novos e usados, atingiu R$ 73,4 bilhões, com alta de 21,9%.

Categorias mais vendidas

Confira o volume de pedidos de acordo com a categoria:

1 – Moda e acessórios: 14,2%

2 – Saúde, cosméticos e perfuraria: 12%

3 – Eletrodomésticos: 10,8%

4 – Casa e decoração: 10,5%

5 – Telefonia e celulares: 9,2%

6 – Livros, assinaturas e apostilas: 8,3%

7 – Esporte e lazer: 6,4%

8 – Informática: 4,5%

9 – Alimentos e bebidas: 4%

10 – Eletrônicos: 3,6%

 

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Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/37-webshoppers-e-commerce-faturou-r-47-bi-2017/ 

Fique ligado! Buscas por Dia do Consumidor crescem 92% em 2018

Uma das datas mais importantes para o cenário do e-commerce nacional se aproxima

Criado em 2014, o Dia do Consumidor, comemorado em 15 de março, vem ganhando cada vez mais força e relevância na internet. Segundo levantamento realizado pelo Google, as buscas pela data apresentam um crescimento acumulado de 92% em relação a 2017. Na última semana, o interesse vem acelerando ainda mais, com um crescimento de 143%.

Dia do consumidor (Créditos: Shutterstock)

A data já se tornou a maior do varejo no primeiro trimestre e, neste ano, tem tudo para ser sua grande virada, como foi 2015 para a Black Friday. Em 2014, apenas 27% dos consumidores conheciam a Black Friday, já no ano seguinte, o número saltou para 56%. Apenas 30% dos brasileiros conheciam o Dia do Consumidor no início de 2018, mas quando a data é explicada, 81% afirmam que desejam comprar.

À medida em que o dia do evento se aproxima, as buscas por produtos de algumas categorias têm ganhado destaque. Entre os setores com maior crescimento de buscas na última semana estão laptops, TVs, perfumes, smartphones, eletroportáteis, roupas e calçados e eletrodomésticos.

E você, já esta preparado para todas datas importantes do ano? Entre em contato conosco e vamos desenvolver um grande projeto juntos!!! 

 

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/buscas-dia-consumidor-crescem-2018/

Nova Plataforma de Boletos de Pagamento-Cobrança Registrada

A Nova Plataforma da Cobrança é um sistema para modernizar o processo de liquidação dos boletos bancários, com mecanismos que trazem mais controle e segurança a esse meio de pagamento, para garantir mais confiabilidade e comodidade aos usuários.

Em operação desde julho de 2017, quando passaram a ser processados os boletos de valor igual ou acima de R$ 50 mil, a Nova Plataforma vem gradualmente, incorporando os montantes inferiores a esse valor à sua base de dados. A mais recente etapa do cronograma para funcionamento do novo sistema começou em setembro, com a incorporação dos boletos de valor igual ou acima de R$ 2 mil.

A partir de 24 de março de 2018, os boletos de cobrança de valores igual ou acima de R$ 800,00 passarão a trafegar pela Nova Plataforma da Cobrança para processamento das informações de pagamento, possibilitando aos consumidores maior conveniência e segurança na operação.

CRONOGRAMA

A partir de 24 de março/2018 – R$ 800,00 ou mais
A partir de 26 de maio/2018 – R$ 400,00 ou mais
A partir de 21 de julho/2018 – R$ 0,01 ou mais
Em 22 de setembro/2018 – processo concluído, com a inclusão dos boletos de cartão de crédito e de doações, entre outros.

A rede bancária decidiu adotar um período de convivência entre o antigo modelo de cobrança, que permitia os boletos sem registro, e o novo, que deverá ter todos os boletos de pagamento registrados na base, para que não houvesse problemas de atendimento aos clientes.

Esse período de convivência entre os dois modelos inicia o seu desligamento em janeiro/18, conforme segue:

a partir de 13 de janeiro/2018 valores de R$ 50.000,00 ou mais
a partir de 3 de fevereiro/2018 valores de R$ 4.000,00 ou mais
a partir de 24 de fevereiro/2018 valores de R$ 2.000,00 ou mais

Desta forma, a partir de 24 de março, todos os boletos que passarem pela Nova Plataforma deverão estar adaptados ao novo sistema, inclusive aqueles de valor de R$ 800,00 ou mais, conforme cronograma acima.

Saiba mais na cartilha da Nova Plataforma da Cobrança.

Cartilha da Nova Plataforma da Cobrança
Convenção da Nova Plataforma da Cobrança
Convenção da Cobrança

Fonte: portal febraban