Nesta sexta, aumente suas vendas em até 50%

Participe do Dia do Frete Grátis

Na próxima sexta-feira (28) é comemorado o Dia do Frete Grátis. O evento é comemorado duas semanas antes do Dia das Mães, um dos eventos mais importantes para o comércio brasileiro.

No ano passado, o evento trouxe um aumento de 28% para as vendas online comparado a semana anterior da promoção. Segundo especialista de logística da Tray, Alexandre Davoli, com bom planejamento de comunicação, regras bem claras para o ganho do frete e campanhas bem elaboradas, o aumento de vendas pode chegar a 50% na data.

O frete é decisivo na hora da compra para a maioria dos consumidores virtuais. Segundo o relatório da E-bit, cerca de 67% de quem compra online aponta o valor do frete como um motivo negativo na hora de fechar uma compra online.

O dia é comemorado há 9 anos nos Estados Unidos com o nome de Free Shipping Day.

Já pensou em ter sua própria loja virtual? Conheça nossas soluções

7 tendências para seu e-commerce sair na frente

Descubra como deixar seu e-commerce mais lucrativo

A crise não diminuiu o crescimento do comércio online. O e-commerce cresceu 11% em relação ao ano anterior, movimentando R$ 53,4 milhões. Acompanhar as tendências de mercado e criar melhorias é um passo importante para manter-se a frente de concorrentes cada vez mais presentes.

Confira abaixo:

1- O cliente em primeiro lugar

Além da comodidade e conveniência, as lojas virtuais precisam se preocupar com a experiência do usuário, cada vez mais exigente. Uma loja precisa transmitir segurança, boa experiência de compra, ofertas relevantes e atendimento personalizado.

2- Mensure e analise sempre

Uma das vantagens do e-commerce é a possibilidade de testar e ver o que dá certo e o que não funciona. A mensuração fornece uma visão aprofundada e maior alcance sobre o comportamento do cliente dentro da loja, possibilitando conversões maiores.

3- Atendimento ao cliente mais próximo e interações em tempo real

Um atendimento personalizado e humanizado atrai mais clientes a realizarem uma compra na sua loja. Um exemplo são ferramentas de chat online, redes sociais, SMS e newsletter. Outro fator é interações que podem ser feitas diretamente como: citar nominalmente o cliente no blog, interações em redes sociais, otimizar interação da loja, etc.

4- Crescimento do mobile

Uma loja responsiva (que se adapta no celular) é cada vez mais importante com o aumento do uso de celular para compras online. Quem investir no e-commerce mobile e focar no atendimento diferenciado conseguirá crescer neste mercado.

5- Venda via redes sociais

É possível vender mais através das redes sociais. É preciso engajamento, criatividade e presença da empresa. Para isso, é preciso mensurar, testar e analisar o que está funcionando nas suas redes sociais e o que pode melhorar.

6- Cuidado com as entregas no mesmo dia

Muitos clientes gostam de receber o item rapidamente, mas é preciso verificar se esta é a melhor opção para seu público-alvo e se sua atual estrutura consegue oferecer a opção.

7- Small Data é tendência estratégica

A Small Data ganha traz espaço para insights e ideias exclusivas. A estratégia constitui em avaliar o consumidor de perto durante toda a sua rotina. O método proporciona a visão para novas inovações que o cliente poderia utilizar para facilitar no seu dia a dia.

Quer ter uma loja profissional? Conheça nossos planos!

Loja Virtual x Marketplace

Confira os prós e contras destas duas ferramentes de comércio online

O comércio virtual veio para ficar: os números de vendas online crescem apesar da uma crise que vivenciamos hoje. Muita gente quer aproveitar a oportunidade para virar empreendedor ou complementar a renda, mas não sabe onde começar.
Separamos as vantagens de desvantagens de uma loja virtual e dos shopping virtuais: os famosos marketplace.
Loja virtual
Vantagens
1- Construa seu espaço

Uma loja virtual com um bom planejamento estratégico consegue fidelizar seus clientes. A loja virtual é uma ótima oportunidade para você criar um espaço seu e construir seu nome.

2- Liberdade

Customize, interaja com o seu cliente da forma que achar melhor.

3- Não divida lucros

Vender em uma loja própria significa ficar livre de comissões.

4- A concorrência é menor

No Marketplace, é preciso disputar espaço com outras lojas. Já na sua própria loja virtual, você não tem um concorrente tão direto.
Desvantagens
1- Investimento inicial maior

Para ter uma plataforma própria, é necessário um investimento maior, pois o usuário se preocupa com a usabilidade do site e a segurança que ele apresenta.

2- Tempo de comprometimento

O tempo gasto também é maior. É preciso investir em estratégias e pensar no visual para garantir que sua loja faça sucesso.

3- Gastos com visibilidade

A sua loja precisará de uma ajuda inicial para ser conhecida. É preciso pensar em possíveis investimentos no Facebook, Google, Instagram.
4- Paciência

Começar um novo negócio sempre requer paciência.

Marketplace
Vantagens
1- Facilidade

Ter um espaço em um shopping é mais fácil. Não é necessário uma plataforma para poder vender.
2- Mais barato

O gasto são menores, pois não é preciso uma plataforma.
3- Acesso a uma grande quantidade de clientes

Uma grande quantidade de pessoas buscam produtos em lojas maiores. Você terá acesso a esses clientes.
Desvantagens
1- Pagar comissão

Sua margem de lucro será menor, pois é preciso pagar comissão a essas empresas.

2- Concorrência

Além do gasto com a comissão, a concorrência é maior. É preciso bons preços em relação aos concorrentes que estarão vendendo os mesmos produtos que você.

3- Visibilidade baixa

Quem compra em loja colaborativa, não se preocupa com o nome da loja que está vendendo. Logo, sua empresa não será reconhecida.

Qual é a melhor opção?
Conseguir aliar o marketplace com a loja própria pode contribuir para o faturamento da sua empresa. Aproveite todas as oportunidades de crescimento para alavancar sua marca.

Sua loja física pode te ajudar a criar o seu e-commerce

Dicas importantes sobre como ampliar sua visão no e-commerce

Quem é vendedor, entende a essência de vender. Mas é preciso entender que as lojas online tem suas peculiaridades. Não adianta copiar tudo o que funciona no varejo físico. É preciso avaliar o que é possível aproveitar para a loja virtual. Por isso preparamos algumas dicas de como começar sua loja virtual.
1- Invista em publicidade

A publicidade online não é tão cara quanto as mídias tradicionais. Invista em publicidade com escala e conversão. Atualmente, temos diversos meios para isso: Google, Facebook, Twitter, Instagram, Sites conhecidos.
2- Cuidado com a gestão do estoque

Ter uma enorme variedade de produtos não é a prioridade. É melhor investir em uma quantidade maior de estoque.
3- Pense diferente

O mundo virtual é diferente! Ter redes sociais e criar posts divertidos pode fazer toda a diferença na hora de conhecer sua loja.
4- Controle de custos

Lembre-se que a loja virtual terá custo de frete, controle de envio e isso alterará a forma de calcular preços de venda.
Na hora de entrar no mundo virtual, seja cuidadoso. Para atingir sucesso nas vendas online, procure profissionais qualificados que tenham experiência.

Saiba como uma loja virtual pode melhorar as vendas da sua loja física

Segundo o Ebit, a participação das lojas virtuais brasileiras já são mais de R$ 41 Bilhões em vendas anuais

Conheça as 5 vantagens para abrir uma loja virtual:
1- Menor investimento

Uma loja virtual não precisa de uma boa localização e requer espaços menores. Você economiza com aluguéis caros, despesas fixas ou uma equipe grande. Apessar disso, é necessário um investimento com a loja virtual. A estrutura e a dinâmica do site conta muito na hora das vendas.

2- Compartilhamento de estoque

Inicialmente, não é preciso montar um estoque só para a loja virtual. O estoque da sua loja física poderá ser utilizado. É possível trabalhar com reserva de estoque, gerando um pedido para repor quando o estoque estiver próximo de zerar.

3- Sua experiência no varejo conta

Se você já domina o mundo das vendas (calcular preço, controle de estoque ou negociar com fornecedores, por exemplo), fica muito mais fácil gerenciar uma loja virtual. As técnicas são as mesmas, com algumas variações. Você começa a frente da maioria dos lojistas online, pois já tem experiência na área que muitos demoram para aprender.

4- Alcance da marca

Com uma loja virtual, seus produtos podem ser vendidos para em qualquer parte do Brasil. Assim, sua empresa pode deixar de ser uma marca de bairro, podendo ser conhecida e elevando o nível.

5- Escalabilidade

A loja virtual não tem limites! Na loja física, há um número máximo de clientes que é viável atender diariamente. Isso acontece por diversos fatores: espaço, tamanhp da equipe, localização.

6 Motivos para abrir uma loja virtual

Nos próximos anos, o varejo virtual aumentará de 3% para 6% do varejo total

Dados da Euromonitor International prevê que no Brasil, a paticipação das vendas online em 2019 será de 4.3% do total de vendas no país, atingindo U$ 19.1 bilhões.
Nos Estados Unidos e em alguns países Europeus e Asiáticos, as vendas online já são de 9%. Segundo o Ebit, a participação das lojas virtuais brasileiras já são mais de R$ 41 Bilhões em vendas anuais.
Motivos para abrir uma loja virtual:
1- Crescimento do setor e previsão de aumento nos próximos anos

Não fique para trás! O aumento das lojas virtuais já é estimativa econômica.

2- A praticidade de fazer compras online

As pessoas buscam praticidade no dia a dia. Segundo estudos do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), 33% dos compradores reconhecem a economia de tempo uma grande vantagem das compras online.

3- Comprar pela internet está mais seguro

Antigamente as pessoas tinham receio de comprar virtualmente, mas essa percepção mudou. Estudos apontam que numa escala de zero a dez, o índice médio de satisfação do consumidor brasileiro com as compras online é de 9.3
4- É fácil pesquisar e comprar os preços

Uma das vantagens do e-commerce é comparar preços e lojas dentro de casa.

5- O número de pessoas conectadas aumentou no Brasil

Segundo o IBGE, 50% das casas brasileiras tem internet.

6- Crescimento de smartphones com acesso a internet

Pesquisas revelam que há mais linhas de celulares que pessoas no mundo! O crescimento do aparelho contribui para o aumento de usuários online.

7 tendências do varejo on-line para 2017

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O varejo on-line vem construindo um futuro promissor. Para se ter uma ideia das tendências para o próximo ano, considere que, somente no estado de São Paulo, o e-commerce registrou um faturamento real de R$ 3,4 bilhões no segundo trimestre de 2016! Esse resultado foi atingido em apenas 3 meses, em plena crise econômica e em apenas um estado da federação.Com a conquista de cada vez mais espaço no faturamento total do mercado, novos empreendimentos on-line surgem diariamente, na expectativa de abocanhar uma fatia desse bolo. Para se manter competitivo, é essencial acompanhar e implementar com rapidez as tendências que referenciam e criam linhas de base para o varejo on-line como um todo. Novas tecnologias têm contribuído para que clientes tenham experiências mais ricas, e, varejistas, melhor rentabilidade.Sendo assim, apresentamos sete tendências do varejo on-line para 2017, para você acompanhar de perto e sair na frente da concorrência. Confira!

1. Análises serão feitas em tempo real

Análise em tempo real é uma das mais pertinentes tendências para 2017, pois fornece uma visão mais profunda e de maior alcance sobre conversões e comportamento do cliente.Liderando as mudanças, há um nome que muitos varejistas on-line já conhecem: kissmetrics. Esse software permite rastrear todos os canais de vendas e fontes de conversão possíveis, seguindo-os da sua origem até o resultado final.Por meio da análise em tempo real, você poderá acompanhar cada ponto de conversão possível, porque softwares como esse (e outras soluções afim, como Mixpanel e Hubspot) irão mantê-lo informado de cada interação.Em seguida, você estará apto a usar essas informações para melhor entender o comportamento de compra dos seus clientes e realizar as alterações necessárias para gerar melhores conversões.

2. Atendimento ao cliente será live-action

Outra tendência muito discutida é a interação ao vivo com os clientes. Deve-se considerar, entretanto, que há clientes mais e menos engajados e dispostos a aprofundar o relacionamento com sua empresa e marca.Obviamente, quanto mais engajado estiver o cliente, maiores são as chances de interagirem e realizarem compras. Ou seja, sua empresa e marca se beneficiam quanto mais interativa for sua relação com o consumidor. Para engajá-lo e aproveitar essa tendência, há certas ações que você pode realizar:

  • Citar nominalmente os clientes no seu blog para incentivar a repetição de visitas e a interação;
  • Responder às suas perguntas por meio de vídeos ou blog posts;
  • Atualizá-los por e-mail ou newsletter;
  • Postar conteúdos valiosos com frequência para mantê-los informados;
  • Otimizar a interação com o cliente nos seus projetos de e-commerce;
  • Priorizar os clientes mais fiéis na destinação de ofertas especiais.

Além disso, você poderá incorporar softwares de atendimento ao cliente, como o Zendesk. Por meio dessa solução, é possível envolver ativamente os clientes ao permitir que façam perguntas em um sistema que integra chat on-line, redes sociais, chamadas telefônicas, sms, etc. Os relatórios criados permitirão à sua equipe de atendimento ao cliente responder em tempo real. Além disso, oferece suporte live-chat para qualquer cliente durante o processo de compra. Isso é muito útil para atender àquele consumidor que ainda não está acostumado ou se sinta inseguro ao realizar compras on-line.

3. O uso de dispositivos móveis atingirá novas alturas

Cada vez mais, as pessoas estão utilizando smartphones e tablets para efetuar compras on-line. Porém, todo o potencial que esse novo mercado abre, está, ainda, longe de ser explorado satisfatoriamente. Os smartphones servirão de catalisadores para levar as empresas a uma nova era, na qual todo o foco estará voltado para a satisfação do cliente. Toda empresa que queira sobreviver no século XXI deverá investir em plataformas de e-commerce que estimulem a aproximação dos consumidores.Já podemos ver, no dia a dia, os primeiros passos dessa transição, na qual a maioria das vendas – mesmo de lojas exclusivamente físicas – é processada digitalmente!

4. As compras on-line serão o novo status quo

À medida que varejistas on-line começam a perceber que os clientes gostam de visitar a loja física, mas desejam a conveniência e comodidade oferecidas pelas compras on-line, passarão a realizar ações no sentido de individualizar, cada vez mais, a experiência de compra nas suas lojas virtuais. Além do suporte interativo, os clientes poderão se comunicar diretamente com assistentes de venda para terem suas dúvidas sanadas, além de obterem respostas em tempo real para suas dúvidas e comentários.

5. Vendas serão ancoradas nas redes sociais

Soluções como o Soldsie permitirão que você obtenha valiosas referências de alta conversão a partir de redes sociais, ajudando-o a melhorar suas taxas de CTR e ROI. Outra solução que promete entrar cada vez mais no mercado brasileiro (competidor direto do Soldsie) é o Curalate. Ele permite aos usuários mensurar as conversões originadas a partir de plataformas mais visuais, como o Instagram e o Pinterest. Seus algoritmos são capazes de identificar as imagens e quantificar a presença da sua empresa nessas redes, além de poder descobrir quem são os usuários mais ativos e comparar seu desempenho com o dos concorrentes.

6. As entregas no mesmo dia da compra estabelecerão um novo padrão

Muitas empresas já perceberam que a maioria dos consumidores adoraria poder receber o produto que comprou on-line no mesmo dia, ainda que tenha que pagar um pouco mais por isso. No entanto, vá com calma: analise seu público-alvo, suas demandas e a sua atual infraestrutura de entrega. Se for possível realizar um investimento para oferecer esse diferencial, realmente valerá a pena. Caso contrário, considere realizar essa opção a longo prazo. Seja como for, certamente representará uma vantagem competitiva para sua empresa!

7. Big Data e Small Data serão tendências do varejo para estratégia

O Big Data é um conceito bastante difundido nos últimos anos e contribuiu de modo relevante para o desenvolvimento de novas maneiras de comercializar e se comunicar com clientes on-line. Isso é possível a partir da coleta de dados dos consumidores em larga escala, viabilizando a criação de uma abordagem mais eficiente. Seu foco é mais quantitativo e estabelece bases para o desenvolvimento de estratégias de alto impacto.

Já o Small Data concentra-se nos pequenos detalhes. É resultado do garimpo minucioso das informações do Big Data, com o objetivo de captar percepções dos clientes, entender como eles pensam e suas motivações intrínsecas. O foco do Small Data é qualitativo e visa obter insights que o Big Data por si só não é capaz, além de garantir às empresas que o colocarem em prática percepções únicas dos seus clientes, que nenhuma outra descobriu ainda. Tudo isso deve ser levado em consideração para que sua empresa esteja sempre à altura de clientes cada vez mais bem informados e exigentes. Ao lado dessas 7 tendências do varejo on-line, não podemos esquecer aquela que é válida para todos os anos: a única constância em tecnologia (e na vida, de modo geral) é a mudança. Então, esteja sempre preparado para ela!

Gostou de conhecer as principais tendências para 2017?

Temos muito mais para lhe oferecer, entre em contato agora!

Fonte: EZ Commerce

10 erros de Design que sua empresa pode estar cometendo e não sabe!

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Na concepção de um site ou e-commerce, os critérios visuais e técnicos devem andar lado a lado, certo? Todas as empresas querem construir uma página visualmente atraente e tecnicamente performática. Afinal, de nada adianta levar em conta o design se a usabilidade é ruim.

Nesse post, aponto alguns erros de design que podem comprometer o desempenho da principal porta de entrada de seus potenciais clientes no ambiente digital. Procure avaliar ponto a ponto e tentar aplicar em seu site ou loja virtual. Prontos para começar? Então vamos lá:

1)Imagens muito pesadas

O principal erro na maioria dos sites e e-commerces. As imagens são as maiores responsáveis pelo tempo de carregamento da página, e podem significar a desistência do visitante/cliente. Também é importante considerar que muitos usuários acessam a web pelo celular, com uso restrito de dados. Você não quer ser o responsável por acabar com o pacote de dados do seu cliente, certo?

Solução: Otimize as imagens, e as substitua por imagens mais leves. O ideal é que imagens grandes não passem de 100kb e imagens pequenas tenham no máximo 50kb. Ícones, botões e demais objetos menores não podem passar de 10kb. Você pode usar ferramentas como o Tinypng para reduzir suas imagens sem perdas perceptíveis de qualidade ou mesmo transparência.

2)Imagens Pixeladas

As imagens ficam com aparência “pixelada” por duas razões: imagens muito grandes que foram comprimidas ou imagens muito pequenas que foram expandidas. É um erro bem comum e fácil de ser corrigido.

Solução: Use imagens no tamanho correto para que elas não percam em qualidade.

3)Objetos “flutuando”, sem sombra

Como todos os demais elementos, os objetos e imagens fazem parte do design de seu site ou loja virtual. Sendo assim, eles precisam estar inseridos na página. Lembre-se: os objetos produzem sombra quando expostos a fontes de luz. Da mesma forma, as imagens da web representam objetos reais, e precisam da sombra própria. Atente para isso antes de incluir imagens no site sem sombra.

Solução: Lembre-se de conferir cada imagem antes de publicá-la no site a fim de evitar que os objetos pareçam flutuar.

4)Imagens muito chamativas

Nem sempre chamar a atenção do cliente pode ser benéfico para sua página. Seu visitante fica perdido quando é bombardeado visualmente. Pondere! Se sua imagem prende muito a atenção, ela pode vir a atrapalhar o foco principal da sua página – navegação, interação e conversão.

Solução: Use imagens somente quando necessário. Observe se sua imagem não desvia o foco principal da página. Ferramentas de Heatmap são muito úteis para essa conferência.

5)Cores sem contraste ou com muito contraste

A escolha de cores é fundamental para a boa visualização do seu site. O contraste correto é responsável pelo entendimento do seu conteúdo. Usar cores muito parecidas ou muito opostas pode dificultar a visualização da sua página.

Solução: De modo geral, não use cores claras em fundos claros nem tons escuros em fundos escuros. Veja no exemplo abaixo:

6) Cores que não combinam

Ainda no exemplo acima, veja como os tons de vermelho e verde não harmonizam entre si. Também é importante seguir um padrão. Se uma página do seu site tem design mais voltado para o laranja, não convém usar outros detalhes em roxo, por exemplo.

Solução: Uma rápida pesquisa sobre Teoria das Cores pode dar boas dicas para a escolha correta da paleta de tons mais adequada.

7)Estilos diferentes de design

Sabe aquela dica básica de moda que xadrez e listrado não combinam? Você pode usá-la em seu site também. Usar diferentes estilos na mesma seção do site não convém. Se você usa ícones para suas subseções, continue usando ícones para todas; se sua página é mais voltada ao flat, não convém usar objetos muito realistas, ou mesmo sombras que não sigam esse estilo.

Solução: Procure seguir um padrão nas diversas seções de seu site para manter a harmonia de todo o conjunto de elementos.

8)Diferenças de alinhamento

O alinhamento dos elementos é ideal para a organização do seu site. Com os alinhamentos padronizados você transmite mais firmeza e confiança. Uma página bagunçada pode soar como desleixo ou amadorismo.

Solução: Revise conteúdos e imagens publicados e, se necessário, realinhe esses elementos para dar um ar mais profissional ao site.

9)Espaços em branco

Um erro muito comum e que muitas vezes não é notado pelo desenvolvedor, mas percebido facilmente pelos clientes. Muitos espaços ficam vazios, sem conteúdo, e simplesmente não acrescentam nada a sua página.

Solução: Lembre-se que organização é fundamental. Preencha esses espaços com material relevante para a navegação.

10)Falta de espaço

Erro oposto ao anterior, mas também muito comum. É bem desconfortável pegar o ônibus lotado, né? Também é muito desconfortável navegar em um site lotado de informações e estímulos. Perdido em meio à poluição visual, o usuário não se sente confortável no site.

Solução: O ideal é sempre deixar um espaço suficiente entre os elementos para que eles possam respirar e conviver harmoniosamente.

Espero que as dicas acima possam ser úteis para aprimorar ainda mais a qualidade do seu site e profissionalizar a forma como você se apresenta aos seus clientes na web.

fonte: ecommercenews

Como criar uma página no Facebook (Fan Page)?

O Facebook já possui mais de 70 milhões de usuários cadastrados somente no Brasil. Sabendo que o país possui um pouco mais de 90 milhões de pessoas que acessam a internet, podemos concluir que de cada 5 internautas, 4 possuem cadastro na rede social. Outro número interessante é o de acesso diário, desses mais de 70 milhões de cadastrados no Facebook, 72% acessam o Facebook diariamente, ou seja, mais de 50 milhões de pessoas dão aquela conferida na sua rede social pela menos uma vez por dia.

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Com números tão expressivos, acreditamos que não é preciso convencê-lo da importância de ter sua empresa, marca ou produto presentes nesta rede social, não é verdade? Então para facilitar a vida da sua equipe iremos mostrar um passo a passo de como criar uma página no Facebook, ou seja, como criar uma Fan Page no Facebook.

Criar um perfil para sua empresa não é o mais indicado, primeiro por que o perfil não foi desenvolvido para este propósito, segundo por que se o Facebook descobrir que o perfil não é de uma pessoa e sim de uma empresa, marca ou produto, sua conta poderá ser excluída. Então, vamos ao passo a passo de como criar fan page no Facebook:

1) ACESSANDO SEU FACEBOOK PARA COMEÇAR
Antes de qualquer coisa é necessário que você tenha uma conta pessoal criada no Facebook, caso ainda não tenha, crie agora mesmo acessando o site do Facebook. Logo na página principal você verá o formulário de cadastro.

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2) SELECIONANDO A CATEGORIA DA SUA FAN PAGE
Caso você já possua uma conta no Facebook, vamos começar a criar a página no Facebook agora. Acesse sua conta pessoal e depois acesse https://pt-br.facebook.com/pages/create/, você verá a tela abaixo:

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Negócios locais ou Local: Essa categoria serve para empresas que possuem uma abrangência local, como, por exemplo, advogados, bares, casa de shows, cinema, hospital, hotel, médico, restaurante etc…

Empresa, organização ou instituição: Muito parecida com a categoria anterior, porém, como não é uma atividade obrigatoriamente local, não há necessidade de fazer chek in, ou seja, informar a localização do estabelecimento. Essa categoria pode ser selecionada por empresas de tecnologia, publicidade, saúde e beleza, viagem etc… Para loja virtual, por exemplo, essa categoria é interessante, pois possui algumas opções que podem encaixar perfeitamente no perfil da sua empresa.

Marca ou Produto: Interessante para empresas que estão criando uma Fan Page para um determinado produto ou para uma determinada marca. Por exemplo, a empresa P&G quer criar uma Fan Page para a marca Oral-B, então essa categoria é a mais indicada.

Artista, banda ou figura pública: Como o próprio nome já diz é uma categoria indicada para bandas, cantores, políticos, apresentadores de televisão, personagem etc…

Entretenimento: Categoria ideal para um programa de tv, um evento (esportivo, rave, micareta), filme, livro, música etc…

Causa ou comunidade: Ideal para uma passeata, ONG, uma causa específica etc…

É importante lembrar que você poderá editar essa categoria futuramente, então mesmo que faça uma escolha errada e perceba isso futuramente, fique tranquilo, você poderá editar essa categoria mesmo com sua Fan Page em funcionamento.

3) PERSONALIZANDO FOTO, DESCRIÇÃO E URL
1 – Aqui você coloca uma breve descrição sobre a sua empresa, marca ou produto. É interessante escrever, de forma direta, o que sua empresa oferece, o que é exatamente seu produto ou marca.

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2 – Agora você poderá colocar uma imagem, podendo ser o logotipo da sua empresa, marca ou uma foto do seu produto. O tamanho ideal é 180pxl de largura por 180pxl de altura.

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3 – Informe o endereço da sua Fan Page no Facebook e depois clique em “Definir endereço”.

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4) FINALIZANDO A CRIAÇÃO DA FAN PAGE
Nesta etapa você poderá curtir sua Fan Page (você será seu primeiro seguidor) e também poderá começar a adquirir novos seguidores, começando pelos seus amigos.

como-fazer-uma-fan-page-no-facebook

Clicando em “Convidar amigos” o Facebook apresentará uma lista com todos os seus amigos, basta você selecionar quais os amigos deseja enviar o convite e depois clicar em “Enviar”.

como-fazer-uma-pagina-no-facebook

Agora falta inserir uma imagem de capa, assim sua Fan Page ficará ainda mais personalizada. Você precisará estar logado com sua Fan Page e não com o seu perfil pessoal. Para isso, faça como na imagem abaixo:

fan-page-facebook

Depois basta clicar em “Adicionar uma capa”:

A imagem de capa deve ter o tamanho de 851pxl de largura por 315pxl de altura.

Pronto! Sua Fan Page foi criada com sucesso. Agora basta divulgar para os seus clientes, mantê-la sempre atualizada e sempre interagir com seus seguidores.

 

Google diz: E-commerce brasileiro vai crescer 12,4% ao ano e dobrar de tamanho no país

O e-commerce vai dobrar a sua participação no varejo restrito brasileiro até 2021 e crescer, em média, 12,4% ao ano. As projeções foram feitas pelo instituto de pesquisa Forrester em levantamento encomendado pelo Google para analisar o comércio eletrônico no Brasil.

e-commerce

Segundo o relatório, hoje o faturamento do setor está em R$ 47,1 bilhões, e ele tem 2,8% de participação no varejo, contando alimentos e bebidas (R$ 46,3 bilhões excluindo os dois segmentos). Mas, pela projeção do Google, a cifra deve chegar a R$ 84,7 bilhões em 2021 e abocanhar 4,6% do mercado (R$ 82,9 bilhões e 9,5% do mercado sem contar alimentos e bebidas).

Isso corresponde a um crescimento de, em média, 12,4% ao ano, com início de retomada já em 2017 (veja o gráfico abaixo).

Também de acordo com o levantamento, boa parte do desempenho positivo se dará por conta da diversificação no tipo de compras, hoje dominado, principalmente, por livros e materiais eletrônicos, que correspondiam, em 2010, a 65% das aquisições online, segundo o estudo.

Setores ainda em desenvolvimento no e-commerce, como roupas, calçados, beleza e itens alimentícios, serão mais procurados por consumidores a partir do próximo ano – o Google projeta que, em 2018, cerca de uma a cada quatro vendas feitas pela internet será desses segmentos. Hoje, eles correspondem a 11% das compras.

Eletrônicos e livros continuarão em primeiro lugar, mas representarão algo próximo a 52% do volume de transações.

Assim, o Brasil tem grandes chances de sair do que o Google chama de “terceira fase” do e-commerce – na qual bens comparáveis, como itens de mídia, eletrônicos e livros, são os mais comercializados – para a quarta fase, de aquisição frequente de bens subjetivos (beleza e alimentação, por exemplo).

Internet lotada

De acordo com o estudo, o crescimento do e-commerce nacional ocorrerá, também, devido à quantidade de usuários de internet no Brasil.

Hoje, cerca de 124 milhões de pessoas estão conectados à rede virtual de computadores – ou seja, 60% da população. Até 2021, o número vai aumentar 151 milhões de internautas e alcançar 71% do país.

Com isso, a faixa de idade mais propensa a comprar online no futuro será a de 25 a 44 anos, isto é, quem atualmente tem entre 20 e 39 anos.

Fonte: Rakuten